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Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

Shepherds and Butchers

HISTÓRIA
África do Sul em 1987. Uma noite chuvosa, perto de Pretória. Um homem branco acelera com o seu carro pelas ruas e persegue um minibus. Quando ambos os veículos chegam a um impasse e a porta do minibus se abre, o homem branco dispara para o interior do minibus e os seus ocupantes. As vítimas: sete homens negros, membros de um clube de futebol. O agressor é levado a julgamento. Um drama de tribunal baseado em eventos reais, Oliver Schmitz expõe as experiências traumáticas de um funcionário da Polícia forçado a ser um carrasco. Uma reflexão sobre a culpa individual e colectiva e como a violência só gera mais violência num apelo enfático contra a pena de morte.

CRÍTICA
«Shepherds and Butchers», de Oliver Schmitz: Com um perfil de filme Alan Parker, vide «Mississippi em Chamas» ou «O Expresso da Meia-Noite», este thriller jurídico arrecadou um merecido prêmio de público com sua narrativa tensa (padrão Oscar), com Steve Coogan no auge da forma. O roteiro recria um incidente que chocou a cidade de Pretória em 1987: um carcereiro de uma prisão de segurança máxima emboscou um microônibus e matou a tiros sete atletas negros. O crime, que mudou o rumo da Justiça em África, tinha tudo para terminar com uma sentença de execução para o assassino, sem mais discussões. Mas graças à intervenção de um advogado idealista (Coogan), o que poderia ser um julgamento a mais tornou-se uma plenária pública contra a pena de morte.

Mídia

Modificado emsexta, 05 agosto 2016 19:52

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