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CHAMEM-ME DOLEMITE

«Chamem-me Dolemite», da Netflix, assinalou a 7 de Setembro de 2019 o regresso de Eddie Murphy às luzes da ribalta. A estreia mundial ocorreu no

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DEPOIS DE MAIO

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12 ANOS ESCRAVO

Steve McQueen é um cineasta de situações limite, conjunturas em que todas as regras de funcionamento das relações humanas são, drasticamente, postas à prova. Assim

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NOMADLAND – SOBREVIVER NA AMÉRICA

Uma das maravilhas do Cinema é mostrar-nos as entranhas de outras realidades. Mas, em muitos casos, estas vidas desconhecidas emergem perante nós de forma demasiado

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DEBAIXO DA PELE

«Debaixo da Pele» não deve ser procurado nos filmes anteriores do realizador; trata-se claramente de um filho único, excêntrico e autocentrado.

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GUERRA DOS TRONOS 10 ANOS DEPOIS

Num contexto de ausência de estreias significativas e encerramento das salas, a opção pelas plataformas de distribuição e o conforto do lar determinaram as escolhas

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OUTUBRO 2020

O regresso progressivo aos cinemas aconteceu durante os meses de verão. De forma ténue, com resultados pouco estimulantes, as salas foram retomando a sua programação com uma oferta menos atraente para os espectadores.

O primeiro grande momento deste reencontro dos espectadores com os filmes em sala aconteceu durante os festivais da rentrée – em setembro, Toronto, San Sebastian e Veneza mostraram que é possível realizar eventos de grande dimensão sem registo de surtos da Covid 19.

O Festival de Veneza foi o mais relevante e fica para a história por ter sido o primeiro a retomar a atividade presencial. Foi lá que Pedro  Almodóvar fez uma declaração que define como devemos encarar este momento. O cineasta espanhol afirmou que a ida das pessoas ao cinema funciona com um antídoto para os efeitos da reclusão que vivemos durante o confinamento imposto na primavera passada.

Retomemos esse ato social de partilha de um filme em sala num ano em que estivemos demasiado tempo fechados em casa e estabelecemos uma relação muito forte com a ficção cinematográfica através da oferta disponibilizada nos canais de ‘streaming’.

Este número da METROPOLIS dá conta do que vimos nos festivais de cinema de 4outono, identifica filmes que iremos ver nos próximos meses e recomenda algumas das séries que poderemos continuar a seguir em casa.

A nossa relação com os espectadores, os distribuidores e os programadores é
retomada, simbolicamente, nesta edição #75 que é publicada numa conjuntura de
incerteza e de enormes desafios. É também uma forma de afirmar que resistimos e prosseguimos com esta aventura de ir ao cinema.

TIAGO ALVES

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