Depois de «Vox Pop» esperavam-se mundos e fundos de Brady Cobert. Pois nem mais: eis a confirmação com «The Brutalist», história sobre o sonho americano através do percurso de um arquiteto húngaro que se torna famoso ao chegar a Filadélfia após ter sobrevivido à perseguição nazi.

Discussão entre arquitetura e cinema, um objeto com ganas de ambicionar uma certa vibração de Orson Welles, em particular com pontos de contacto com «Citizen Kane- O Mundo a Seus Pés», mas também King Vidor.

[Nota publicada na Metropolis nº110 a propósito do Festival de Cinema de Veneza]

  • «O Brutalista» venceu os Globos de Ouro 2025 nas categorias de MELHOR FILME (DRAMA), MELHOR REALIZAÇÃO para Brady Corbet, MELHOR ATOR (DRAMA) para Adrien Brody
ARTIGOS RELACIONADOS
The Studio
The Studio: Entre Egos e Algoritmos…

«The Studio», a nova aposta do streaming Apple TV+, é uma comédia satírica protagonizada por Seth Rogen, que também tem Ler +

THE PITT

«The Pitt» é o mais recente drama médico, com Noah Wyle ao leme. A série da Max ilustra as dificuldades Ler +

O Agente Secreto

Kleber Mendonça Filho é aquele realizador brasileiro que já não precisa de provar nada a ninguém, mas insiste em fazê-lo Ler +

BATALHA ATRÁS DE BATALHA

De Paul Thomas Anderson pode-se esperar quase tudo: coolness, uma elegância moldável ao assunto na tela, energia febril, caos meticuloso, Ler +

Dois Globos de Ouro para ‘O Agente Secreto’ renovam os sonhos cinéfilos do Brasil

Passava da 0h de segunda-feira, 12 de janeiro, quando o cinema brasileiro cravou um par de vitórias históricas na festa Ler +

Please enable JavaScript in your browser to complete this form.

Vais receber informação sobre
futuros passatempos.