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Albert Londres tem de desaparecer vol. 6 da colecção Novela Gráfica

A Levoir e o jornal Público editam a 31 de Julho, Albert Londres tem de desaparecer, uma novela gráfica entre a biografia e a ficção, uma proposta de Frédéric Kinder e Borris sobre o fim trágico daquele que, ainda hoje, é considerado um dos pioneiros do jornalismo de investigação. Londres não se limitava a relatar as notícias, mas criava-as e abordava-as de uma perspetiva pessoal. Criticava os abusos do colonialismo, como o trabalho forçado.

Frédéric Kinder é diretor artístico e ilustrador nas áreas da edição e da publicidade. Com esta obra recebeu o Prémio de Banda Desenhada da RTL 2022). Assina o seu segundo álbum de banda desenhada sobre o destino do maior dos repórteres franceses.

Borris é um autor e ilustrador francês de BD. Depois de obter um mestrado em artes plásticas, iniciou a sua carreira em 1999, publicando histórias curtas de banda desenhada na fanzine PLG .

A par do seu trabalho na área da banda desenhada, Borris realiza ilustrações para o mundo editorial e para a imprensa.

Quando, em dezembro de 1931, Albert Londres embarcou para a China, ninguém sabia ao certo o que ele ia lá fazer. Nenhum jornal o tinha enviado e os seus concorrentes questionavam-se sobre que tipo de furo jornalístico ele iria conseguir trazer, numa altura em que Xangai se encontrava no centro do conflito sino-japonês. Depois das suas reportagens que causaram grande alvoroço sobre a prisão de Cayenne, sobre o tráfico de mulheres na Argentina ou sobre o tratamento indigno dos internados em hospitais psiquiátricos, é um tráfico de armas e ópio que Albert Londres vai revelar na Ásia. Mas as revelações que o jornalista se prepara para fazer, são «dinamite», segundo as suas próprias palavras, incomodam as altas esferas, a começar pela Marinha francesa, que está envolvida nesse tráfico (que mais tarde ficaria conhecido como French Connection!). Além disso, o seu desaparecimento no naufrágio do Georges Philippar, no regresso da China em maio de 1932, deixa pairar a dúvida sobre o carácter acidental da sua morte.

Novelas já editadas:  A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro, Dez Mil Elefantes, Partir, ficando, e Formosa.

Ficha técnica vol. 6

Tradutor: João Miguel Lameiras

Páginas: 104, cor

Encadernação: Capa dura

Formato: 195 X 270m

PVP: 16,90€

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