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As linhas que traçam o meu corpo – lançamento

No Irão, segundo a lei islâmica, o pai de uma família é dono do sangue dos seus filhos e, por isso, não pode ser processado se prejudicar a sua descendência. Isto explica, em parte, a estrutura da sociedade iraniana, onde os homens detêm o poder absoluto, principalmente sobre as mulheres, com total impunidade.

Mansoureh Kamari recorda a sua infância e adolescência sob este jugo masculino. Expõe os factos: as inúmeras proibições (rir, cantar, dançar, amar), a possibilidade de ser casada aos 9 anos, executada aos 15, depois de ter sido violada… Relata os repetidos abusos sexuais na rua, nos táxis, no consultório médico, na universidade… E o medo constante, a impotência, a incapacidade de controlar o seu próprio destino. Mas Mansoureh fugiu do Irão, conseguiu escapar a esta opressão permanente, e este álbum é também a história de uma metamorfose, a de uma mulher que reconquista a sua liberdade.

Argumento e desenho: Mansoureh Kamari Edição: Cartonada Número de páginas: 200 Impressão:  cores Formato: 17 x 24 cm ISBN:  978-989-9094-88-8 PVP: 25,00€

Prémios:

Prémio Metamorfose nos Artémisia Awards para Mulheres na Banda Desenhada – 2026

Finalista do Prémio Estudantil de Livro Político – 2026

Finalista do Prémio Wolinski de Banda Desenhada (Le Point) – 2025

Finalista do Prémio Fnac – France Inter – 2026

Gest’Arts Comics – Prémio do Júri – 2025

Mansoureh Kamari

nasceu e cresceu em Teerão, no Irão. Formou-se em design industrial, mas sempre foi apaixonada por animação. Após se ter mudado para França em 2011, continuou os seus estudos em animação na Gobelins, em Paris. Desde 2015 que trabalha como designer de personagens para estúdios de animação, tanto em França como no estrangeiro. *As Linhas Que Traçam o Meu Corpo* é a sua primeira novela gráfica.

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