Que fazer depois de, aos 26 anos, ter ganho a Palma de Ouro de Cannes? Soderbergh respondeu a tal pergunta através da solução menos cómoda: afastando-se o mais possível da matriz do filme («Sexo, Mentiras e Video») que o tornara numa figura de culto do mundo cinéfilo. O seu Kafka, interpretado por um admirável Jeremy Irons, emerge como um ser de infinita fragilidade face aos desígnios mais cruéis do género humano — um filme visceralmente expressionista, sempre fora de moda, sempre fascinante.

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