Dexter descobriu a sua origem, agora tem outros problemas entre mãos: o seu cemitério privado é descoberto, a irmã (a recuperar do trauma) muda-se para o seu apartamento e o colega Doakes começa a investigá-lo. Novos personagens surgem no cruzamento entre o privado e o profissional e a sua vida amorosa torna-se o princípio de uma disposição familiar. O enredo é dominador e segue o seu rumo (argumentos originais ao invés de adaptados), eficaz combinação do policial com a intimidade humana através das várias identidades dos personagens e as suas áreas cinzentas, veja-se as dinâmicas afectivas de Dexter. O protagonista debate-se com a sua humanidade na contradição da sua ambiguidade existencial com vários flashbacks a revelar o seu código moral. Dexter é um objecto original e provocante na abordagem a um personagem alucinante.

[Crítica publicada originalmente na revista Premiere, Agosto de 2010]

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