O mais recente trabalho de Christophe Chabouté, Partir, ficando chega aos leitores portugueses através da colecção novela gráfica que a Levoir e o Público editam a 3 de Julho.
Chabouté tem várias obras editadas pela Levoir, nomeadamente: Acender uma Fogueira, Moby DicK (2 volumes) e Táxi Amarelo.
Christophe Chabouté é o vencedor da 13.ª edição do Prémio Landerneau BD do Espace Culturel E. Leclerc pela sua novela gráfica Partir, ficando.
Nascido na Alsácia em 1967, vive atualmente na ilha de Oléron. Publicou as suas primeiras ilustrações em 1993, Récits, um álbum coletivo sobre Arthur Rimbaud. A sua cor preferida é o preto e branco. Deixa ao leitor a liberdade de acrescentar a sua própria cor. O preto e branco é simplesmente o seu modo de expressão. Na sua cabeça, está escrito que as histórias que conta são a preto e branco para se libertar de constrangimentos estéticos e narrativos. Só utiliza a cor se esta acrescentar significado à história, o que acontece em Partir, ficando.
O Alasca, a última fronteira… Esta região selvagem e hostil, o sonho de todo o viajante aventureiro… Sonhei em partir para o fim do mundo, percorrer os seus vastos espaços. Mas fui obrigado a ficar. Então parti sem partir… Apanhei peixes-trombeta, patos-listrados e lebres-de-gola. Segui os rastros e as pegadas da fauna local. Consegui capturar um animal desconhecido.
Com esta bela história, Chabouté mostra-nos uma forma de nos reapropriarmos da realidade, do mundo que nos rodeia, desligando-nos da rotina. A sua personagem pára, deixa o tempo passar à sua volta e começa a observar: olha para tudo, para as pessoas, as formas, as cores… e também escuta. Como alguém que descobre o mundo pela primeira vez, demora-se e maravilha-se com cada detalhe que o rodeia, mesmo os mais pequenos e insignificantes — à primeira vista.
“Grande contador de histórias, Chabouté oferece-nos com este álbum pranchas mágicas. Uma obra-prima em preto e branco com toques de cor.” La Croix
Títulos da colecção já publicados: A Aranha de Mashaad; Dostoiévski: O sol negro e Dez Mil Elefantes.
Prefácio: Hugo Pinto (Vinheta2020) Tradutor: Sandra Alvarez Páginas: 152, a cores Encadernação: Capa dura Formato: 195 x 270 mm PVP: 16,90€




