Por vezes, não damos o devido valor ao trabalho desenvolvido por muitos documentários deste século XXI no sentido de nos ajudarem a perceber os filmes do século anterior (tradicionalmente chamado “século do cinema”).

Já há algum tempo, Cannes empenha-se em divulgar tais documentários, abrindo perspectivas novas para figuras, factos ou tendências que julgávamos conhecer definitivamente.

Este ano, é o caso de «Elizabeth Taylor: The Lost Tapes», de Nanette Burstein, precisamente a partir das gravações “perdidas” que a mítica actriz de «Cleópatra» (1963) fez em meados dos anos 60 para um projecto de livro que não chegou a concretizar-se — são espantosas, por vezes cáusticas, memórias dos bastidores de Hollywood e também o auto-retrato de uma senhora que não se iludia com a agitação e o ruído da fama.

João Lopes

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