Novos realizadores? Novos talentos? Cannes sempre foi um lugar de revelação de cineastas que têm uma primeira longa-metragem para mostrar — há mesmo um prémio (Câmara de Ouro) para o “melhor primeiro filme”.

Por vezes, algum ou alguns desses primeiros filmes surgem mesmo entre os candidatos à Palma de Ouro. É o caso, este ano, de “Diamant Brut”, da francesa Agathe Riedinger: uma história/fábula/conto moral sobre uma jovem de uma zona pobre cuja utopia é… entrar num concurso de reality TV — o resultado é perturbante no retrato das ilusões fabricadas pelo Big Brother e seus derivados, tocante na dimensão intimista tecida de sofrimento e imaginação. João Lopes

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