A grandiosidade das cenas de batalha… a dinâmica da montagem… a vibração dos rostos… as cores das tintagens… alguns incríveis movimentos de câmara… Realizado há quase 100 anos (foi lançado em abril de 1927), o “Napoleão” de Abel Gance era um filme “imperfeito”: destruído o negativo, circulava apenas em cópias deficientes ou em versões dramaticamente incompletas.

Agora, Cannes Classics deu a ver o restauro deste verdadeiro monumento da história do cinema: foi apresentada a 1ª parte (que dura “apenas” 3h 40m), mas o filme está, finalmente, recuperado na sua duração total, desejada por Gance (7 horas!).

Em França, vai poder ser visto em cine-concertos, depois nas salas, na France Télévisions e, por fim, na Netflix (que também financiou o complexo processo de restauro) — será que Portugal também entra nesta agenda?

João Lopes

ARTIGOS RELACIONADOS
Partir um Dia – trailer

Esta comédia musical de Amélie Bonnin tem como protagonista a aclamada cantora e atriz francesa Juliette Armanet, que se estreia Ler +

Os Três Enterros de um Homem

Muito curiosa estreia na realização do actor Tommy Lee Jones, «The Three Burials of Melquiades Estrada», uma espécie de western Ler +

Jafar Panahi ascende ao panteão da autoralidade – Cannes 2025

Desde 1939, quando uma passadeira vermelha abriu terreno para as estrelas de quilate global na Côte d'Azur, a tarefa de Ler +

Postal de Cannes – dia 24 de Maio

É bom podermos ver e partilhar o sorriso de Jafar Panahi no pequeno filme da “photo call” [ ©Manon_Boyer/FDC ] Ler +

Joachim Trier, um talento mais forte do que as bombas – Cannes 2025

Assegurado para alguns territórios pela plataforma MUBI, «Valor Sentimental» («Sentimental Value», concorrente da Noruega à Palma de Ouro, é a Ler +

Please enable JavaScript in your browser to complete this form.

Vais receber informação sobre
futuros passatempos.