Metropolis 73

UM ANO PARA RECORDAR

As escolhas estão feitas e os balanços individuais e coletivo de 2019 que apresentamos nesta edição reforçam três factos muito relevantes.
Em primeiro lugar, a produção nacional afirmou-se através de longas-metragens em festivais de classe A, com o triunfo de «Vitalina Varela», de Pedro Costa, em Locarno, e o regresso de uma produção nacional, «A Herdade», à competição do Festival de Veneza. Isso sucedeu no mesmo ano em que estreou nos cinemas «Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos», de João Salaviza, que tinha conquistado um prémio do júri da Quinzena dos Realizadores em Cannes 2018. Os três filmes surgem nomeados em várias escolhas dos elementos da equipa da METROPOLIS e um deles consta da lista dos 10 melhores do ano.

O segundo facto é a consagração popular dos filmes premiados nos dois maiores festivais de cinema – «Joker» e «Parasitas» saíram de Cannes e Veneza com a Palma de Ouro e o Leão de Ouro, respetivamente, e tornaram-se em dois sucessos comerciais do ano.

Finalmente, as produções Netflix continuam a marcar pontos junto da crítica. Um ano depois do triunfo de «Roma», de Alfonso Cuarón, os filmes «O Irlandês, de Martin Scorsese, e «Marriage Story», de Noah Baumbach, surgem entre os melhores do ano.

Vamos partilhar as escolhas e fazer o balanço do ano sem perder de vista as estreias de «Star Wars – Episódio IX: A Ascensão de Skywalker», «A Ovelha Choné: A Quinta Contra-Ataca» e «Frozen 2: O Reino do Gelo». Os atores Melvil Poupad e Mark Ruffalo e os realizadores Rodrigo Areias e Noah Bambach também merecem protagonismo nesta edição.
Excelente 2020!

TIAGO ALVES

1 COMMENT
  • Marriage Story - Metropolis
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    […] [Texto publicado na Metropolis nº 73 em Janeiro de 2020] […]

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