Page 3 - Revista Metropolis nº78
P. 3

METROPOLIS






                                                            UMA EXPERIÊNCIA COMUM
               DIRECTOR
               Jorge Pinto
                                                       Os espectadores vão estar sempre de braços abertos para o cinema. É nisto que
               EDITOR                                  acreditamos. E a prová-lo estão os resultados de «Velocidade Furiosa 9» e o !m
               Tiago Alves                             de semana de abertura de «O Esquadrão Suicida», mostrando que há margem
                                                       de  crescimento  e  vontade  do  público  nacional  regressar  em  massa  às  salas.
               EDITORA DE TELEVISÃO                    O  cinema  de  qualidade  e  os  festivais  começam  também  a  chegar  em  força.
               Sara Quelhas                            Relembramos ainda a gloriosa colheita do último Festival de Cinema de Cannes
                                                       que será destaque na próxima edição da METROPOLIS já em jeito de rentrée.
               REDACÇÃO                                Parece que não teremos de esperar um ano para a maioria das estreias do maior
               Catarina Maia                           Festival do mundo de cinema chegarem a Portugal!
               Nuno Antunes
               Tatiana Henriques                       O  alinhamento  da  revista  METROPOLIS  e  a  programação  de  algumas  salas
               Sérgio Alves                            (destaque para a UCI e a NOS Amoreiras, salas onde a nossa revista realizou ao
                                                       longo dos anos dezenas de sessões exclusivas) são a prova de que é possível a
               COLABORADORES                           coexistência de diferentes públicos e programações que apelam, mas sobretudo
               Hugo Gomes                              convidam os espectadores a experimentarem algo diferente. E, de certa forma,
               Inês N. Lourenço                        quando afastamos a ameaça invisível do algoritmo das plataformas de streaming
               Luís Salvado                            também damos por nós a conhecer novas cinematogra!as. Não é só o modelo
               Marco Oliveira                          de lançamento dos !lmes que precisa de mudar, será necessário repensar como
               Rui Pedro Tendinha                      se dimensiona a oferta e a variedade dos !lmes e a qualidade de informação que
               Rita Fonseca                            se oferece ao público. Um espectador informado é o ponto de partida para criar
               Rodrigo Fonseca                         as bases para a continuidade de uma forma de viver o cinema nas salas. Ao longo
               Sara Afonso                             dos anos com as necessidades de apresentar resultados imediatos, as estreias em
                                                       catadupa e !lmes que estão uma semana em cartaz (e depois desaparecem sem
               DIRECÇÃO ARTÍSTICA                      deixar rasto) resultaram numa perda da noção de criação, cultura e sustentação
               Maria João Barcelos                     de públicos. O interregno provocado pela pandemia forçosamente antecipou
                                                       que os players da nossa área pensassem num futuro sustentável para que todos
               SITE                                    possam continuar a partilhar e a viver o cinema como uma experiência comum.
               Teó!lo Martins - Mistério Frenético
                                                                                                  JORGE PINTO








                  AGOSTO !"!# $ NÚMERO %&


                     metropolisredacao@gmail.com
                   facebook: revistametropolisportugal
   1   2   3   4   5   6   7   8