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Actualizado às 3:34 PM, Mar 25, 2020

Os Caloiros da Medicina - Thomas Lilti em entrevista

Médico de profissão, cineasta de coração. Thomas Lilti estudou e conseguiu formar em medicina, mas apesar de todo o seu esforço e dedicação, não foi esse o caminho escolhido, ao invés disso foi a paixão paralela - o Cinema – que o conquistou verdadeiramente. Aí surgiu uma espécie de utopia entre as suas duas vocações, a compensação propriamente dita.

Lilti aborda medicina nas suas produções, desde a sua segunda e bem-sucedida longa-metragem, «Hippocrate: Verdade e Consequência», até ao «Médico da Província» com François Cluzet e agora retomando num pesadelo para estudantes, “Os Caloiros da Medicina”. Protagonizado por Vincent Lacoste e William Lebghil, o filme desvenda uma realidade longe de muitos, a constante batalha de jovens que abdicam as suas vidas para conseguir por fim, serem médicos.
Thomas Lilti apresentou a sua mais recente obra na Festa do Cinema Francês, onde fez uso do festival para se afirmar como um dos mais metódicos e interessantes realizadores franceses da atualidade. A METROPOLIS falou com o cineasta sobre as suas paixões e biografias. 

Sendo licenciado em Medicina, quando é que descobriu a vocação para o Cinema?
Thomas Lilti: Descobri essa vocação de cinema antes de começar a estudar medicina. Desde do primeiro ano de estudo de medicina, o cinema sempre fez parte de uma secção paralela da minha vida. Assim realizei e escrevi curtas-metragens e uma primeira longa que nada tinham a ver com o mundo de medicina, só com «Hippocrate: Verdade e Consequência» é que me apercebi o quanto poderia usufruir dessa minha experiência e abordar os dois mundos numa só realidade.

O facto de abordar a medicina nos seus filmes não é uma espécie de segurança?
Tl: Sinto uma certa legitimidade enquanto médico para abordar tais assuntos. Conheço bem este mundo. Este é o meu mundo. Nos meus filmes, o facto de conhecer minimamente os bastidores da medicina ajuda-me imenso a criar estas histórias e personagens credíveis.

Premiere annee 4

Quanto a essa legitimidade, você é muito crítico em relação a outras produções de medicina? Por exemplo, com o «Serviço de Urgências» ou «A Anatomia de Grey»?
Tl: Aceito muito bem o facto do mundo médico ser um pretexto ou assunto para a ficção, e nela ocorrer as mais diferentes intrigas, sejam elas romances, thrillers, comédias ou até mesmo algo político. O que faço é devolver este cenário à sua realidade possível no grande ecrã para também contar histórias mais terra-a-terra, mas nem por isso menos romanescas.

Não querendo mencionar “autobiográfico”, existe algo de muito pessoal e vivido neste «Os Caloiros da Medicina»? Você viveu isto?
Tl: Sim, o filme foi muito inspirado na minha experiência. É próximo daquilo que vivi. Estes alunos estão numa competição constante que está completamente desligada do que é verdadeiramente estudar medicina e do que é ser médico. Uma verdadeira consequência na maneira como futuros médicos exercerão o seu trabalho. Este primeiro ano é um tensão que altera o estado de qualquer estudante. Todos os médicos passaram por esta “tortura”.

Tendo isso em mente, identifica-se com a personagem de Vincent Lacost?
Tl: Nem por isso, a personagem que mais se aproxima de mim é o de William Lebghil, o Benjamin. Aliás todos os personagens dos meus filmes chamados Benjamins são de uma forma, ou de outra, projeções minhas nestas histórias. É por isso que a produtora denomina de Les Films de Benjamin. No «Hippocrate: Verdade e Consequência», a personagem de Vincent Lacost é Benjamin, por exemplo. [risos]

Premiere annee 3

E em relação ao trabalho com Lacost? É a segunda vez que trabalha com o ator, e bem sabemos o quanto ascendente ele está a tornar-se na indústria francesa.
Tl: Quando o «Hippocrate: Verdade e Consequência» foi lançado, Lacost tinha somente 18 anos, não era o ator que hoje detém esta fama. Eu o vejo como irmão mais novo, e a escolha dele para «Os Caloiros da Medicina» não foi pelo seu ascendente prestígio, apesar de reconhecer isso, mas uma decisão que veio do coração.

E é verdade que «Hippocrate: Verdade e Consequência» tornou-se numa série televisiva. Como foi transformar o filme nesse formato de seriado?
Tl: O facto de transformar o filme numa série dá-me a possibilidade de inserir e desenvolver mais personagens, elaborar novas e mais histórias, tudo numa temporada condensada a 8 episódios transmitido no Canal+. A série foi um sucesso e devido a isso estamos a preparar uma segunda temporada.

Já me respondeu parte da minha próxima pergunta [risos]. Quanto a novos projetos?
Tl: Como disse, a segunda temporada de «Hippocrate» que irá arrancar em janeiro. Estou ainda a preparar dois filmes, um que novamente remexe no mundo da medicina e o outro, o qual abordarei o universo da educação, os professores e de onde a aprendizagem acontece no secundário e no liceu.

(Texto publicado na edição nº72 da revista Metropolis)

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Le Poulain - Mathieu Sapin e Finnegan Oldfield em entrevista

Mathieu Sapin (MS) é um dos mais reputados desenhadores de BD em França. Em 2012 decidiu acompanhar in loco a campanha do ex presidente François Hollande, experiencia que o viria a inspirar nesta comédia onde com a maestria rara para um debutante em longa metragem, retrata com lente caricatural os personagens que maquiavelicamente se movem nos bastidores do mundo impiedoso da politica caseira. O jovem desempregado Arnaud (Finnegan Oldfield/FO) é iniciado por uma bela mas pérfida mulher, que utiliza o estagiário da campanha para a sua ascensão ao poder. Entre golpes baixos e traições, o noviço Arnaud aprenderá a defender-se na selva da politica enquanto ele próprio vai ascendendo até à posição mais invejada. Um filme inteligente, mordaz, realista, e assumidamente político, com a leveza e profundidade que só o humor consegue transmitir. A METROPOLIS falou com realizador e protagonista no dia da ante estreia na 20ªa edição da Festa do Cinema Francês, que a cada ano nos mostra o que de melhor está a acontecer em terras de Macron, a próxima personagem na mira do desenhador/realizador, que traz ainda a exposição homónima à Fnac-Chiado. 

Quem lhe propôs a realização deste filme?
Mathieu Sapin: Os produtores: Stéphane Bartonné, das Pyramides Productions. É a minha primeira longa metragem pois eu sou desenhador, faço banda desenhada política. Em 2012 fiz parte da equipa de François Hollande ...

Como conseguiu isso?
MS: Antecipei-me bastante, esse é o segredo para se conseguir alguma coisa; e depois...as pessoas encaram a BD como algo inofensivo. Disse que era para uma pesquisa para um livro e concordaram. Voilá. Mas fizemos um contrato moral segundo o qual eu só poderia falar sobre o que presenciei após as eleições. Posteriormente fiz um livro chamado "Le Chateaux" [O Castelo] para o qual andei dois anos a caminhar para o Palácio do Eliseu!

Então é alguém muito conhecido no Eliseu!
MS: Sim, sou, de facto ...(risos)

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Teve a colaboração de políticos importantes: por exemplo do Alain Jupé [ex primeiro ministro de França nos anos 90], do próprio Presidente Macron...
MS: Sim, sim, não têm medo de mim, e no entanto todos têm uma certa aversão à política!

Este filme é uma crítica ao mundo da política?
MS: EO que eu quis fazer foi uma crítica realista. E nem vale a pena exagerar muito pois as coisas já são ridículas o suficiente. De facto, é uma constatação.

Mas o que nos mostra no filme – golpes baixos, as traições, o assédio sexual- presenciou tudo isso?
MS: Sim, tirando o assédio sexual; mas ele existe nesse meio, sim.

Finnegan Oldfield, a sua personagem tem pontos de contacto com a sua vida pessoal? Começou como actor aos 15 anos...
Finnegan Oldfield: Um pouco. A verdade que no mundo do cinema há sempre alguém que te dá apoio, têm cuidado contigo, podes ser um poulain do cinema, fazes um ou dois erros, mas depois estendem-te o tapete vermelho, também é mundo de tubarões!

Então utilizou a sua experiencia pessoal para compor o Arnaud?
MS: O Finnegan assistiu a conferências de imprensa, à saída do Conselho de Ministros, conheceu o François Hollande...
FO: O que é realmente paralelo com a minha iniciação no cinema é que eu não conhecia nada do mundo da política, era-me completamente estranho.

Como se conheceram?
FO: Não nos lembramos bem, era de noite (risos)
MS: O cenógrafo Noé Debré falou-me do Finnegan e após o casting decidimos muito depressa que seria ele. Quando me telefonou (eu estava em Lisboa nesse dia, em Belém) a dizer que sim e me avisou que não sabia nada sobre política, pensei "é isso mesmo que eu quero".

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Mathieu Sapin pensa que este filme se poderia aplicar à política portuguesa [o realizador é casado com uma lisboeta e vem muito a Portuga]?
MS: Há certas particularidades que são francesas: por exemplo, no filme o Presidente é uma mulher precisamente para combater essa misoginia, é uma sugestão. Além do que nós franceses somos paradoxais, fizemos a revolução francesa mas adoramos certos aspectos da monarquia.

Pensam voltar a trabalhar juntos?
MS: Não sei mas gostaria. Apesar de o humor ser a minha linguagem natural, gostaria de ter o Finnegan num papel mais negativo, ele é capaz de fazer tantas coisas diferentes.

Somos todos Arnaud?
MS: Quisemos fazer uma alegoria à infância. Quando nos tornamos adultos, deixamos de ser ‘cândidos’ e eu prefiro esta palavra a naïve, pois o cândido conserva a esperança apesar dos pontapés que a vida lhe dá. No final do filme não sabemos se o Arnaud se irá tornar um tubarão ou não. É também uma alegoria ao mundo animal, daí haver tantos apodos animais (poussain, poulain, chien, rocain, etc) pois trata-se de uma selva.

(Texto publicado na edição nº72 da revista Metropolis)

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Oferta de convites AE «The Gentlemen – Senhores do Crime» - Lisboa e Vila Nova de Gaia

The Gentlemen – Senhores do Crime, é a história do expatriado americano Mickey Pearson (Matthew McConaughey), um homem que construiu um império de marijuana altamente lucrativo em Londres. Quando se torna pública a notícia de que ele está a tentar lucrar com os negócios para se puder reformar, desencadeiam-se conspirações, esquemas, suborno e chantagem, com a única tentativa de sabotarem o seu domínio de luxo.

Realizado por Guy Ritche (Snatch – Porcos e Diamantes; Um Mal Nunca Vem Só) e com um elenco de estrelas incluíndo Hugh Grant (Quatro Casamentos e um Funeral), Collin Farrell (Em Bruges), Charlie Hunnam (Rei Artur: A Lenda da Espada), Michelle Dockery (Downton Abbey), Henry Golding (Um Pequeno Favor), e Eddie Marsan (21 Gramas).

THE GENTLEMEN Poster

Passatempo

A Pris Audiovisuais e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «The Gentlemen – Senhores do Crime» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Lisboa
Cinemas UCI, EL CORTE INGLÉS - sala 6
quarta-feira, dia 26 fevereiro, 21h30

Vila Nova de Gaia
Cinemas UCI Arrabida Shopping - sala 15
quarta-feira, dia 26 fevereiro, 21h30

Indicações especiais:

* Os premiados deverão apresentar-se com o seu CC ou outro documento identificativo preferencialmente até 30 minutos antes do início do evento, para levantar os seus convites;
* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Fevereiro envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «The Gentlemen») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Oferta de convites AE «Os Miseráveis» - Lisboa

Stéphane, acabado de chegar de Cherbourg, vai integrar a Brigada Anti-Crime (BAC) de Montfermeil, nos arredores de Paris. É aí que conhece os seus novos colegas de equipa, Chris e Gwada, dois agentes experientes. Não tarda a descobrir as tensões entre os diferentes gangues locais. Durante uma detenção, um drone filma todos os seus actos e gestos...

poster miseraveis

Passatempo

A Alambique Filmes e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «Os Miseráveis» em Lisboa.

LISBOA
dia 18 de fevereiro, às 21h30,
Cinemas UCI El Corte Inglés 

Indicações especiais:

* Os premiados deverão apresentar-se com o seu CC ou outro documento identificativo preferencialmente até 30 minutos antes do início do evento, para levantar os seus convites;
* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

Por favor leia as regras dos passatempos

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

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* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
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Oferta de convites AE «Benjamin: O Elefante» - Lisboa

Em 2020, “Benjamin: O Elefante” traz até ao grande ecrã uma adaptação de um clássico da animação alemã, presente ao longo de diversas gerações.

Narra a história de um elefante falante divertido, desastrado e com um grande coração. Benjamin vive num Jardim Zoológico de Newton, um lar feliz, onde é amigo de todos os animais e de um corajoso menino humano, Otto, que passa as suas tardes no zoo.

Tudo está bem até à chegada de Zora Zack, que mediante o falso pretexto de modernização ameaça reduzir o espaço do Jardim Zoológico para construir um complexo de apartamentos. Agora, Otto e Benjamin precisam de salvar o dia!

Sobre o Projecto

"Benjamin" é uma obra fundamental do imaginário colectivo infantil no seu país de origem. O filme a lançar, em Portugal, em 2020, é a primeira adaptação da obra para o formato de imagem real. A animação digital é também uma forte componente do projecto, originando um ambicioso híbrido.

Antes de chegar ao cinema, "Benjamin" foi uma série de animação televisiva criada pelos Estúdios Kiddinx, os quais se situam em Berlim. Antes de ser série, "Benjamin" surgiu nas narrativas radiofónicas da autora Elfie Donelly, que desde 1977 escreveu mais de 65 episódios do fenómeno. A série áudio continua, e em 2019 contava com perto de 150 histórias.

Desde então, "Benjamin Blümchen", no original, evoluiu também para o ramo editoral, com inúmeros livros editados. A primeira série animada para a televisão começou a ser emitida em 1988, e contou com duas temporadas. Uma segunda interpretação da história estreou em 2002, e foi emitida ao longo de 2002 e 2003. Em 1997, um pequeno filme de 1h15 foi lançado apenas na Alemanha e Suíça.

poster benjamin

Passatempo

A Lanterna de Pedra Filmes e a Revista Metropolis têm convites triplos para a antestreia de «Benjamin: O Elefante» em Lisboa.

LISBOA
Dia 22 de fevereiro (sábado)
Nos Cinemas NOS Alvaláxia, pelas 11h00

Indicações especiais:

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* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* A entrada é condicionada à lotação da sala mediante ordem de chegada;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

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Oferta de convites AE «O Tempo Contigo» - Lisboa

"O Tempo Contigo" começa por contar a história de Hodaka, um rapaz que procura mudar a sua vida. Foge de casa, e segue um raio de luz como um sonho até Tóquio. Hina, uma rapariga que acaba de ficar sem a sua mãe, dá por si responsável por tomar conta do seu irmão. Eis que a vida de ambos se cruza num momento de desespero, sob a chuva inesperada que assola o verão. No lado mais negro da cidade, ambos fogem, tornando-se inseparáveis. Quando Hodaka descobre que Hina é a rapariga que faz a chuva parar, ambos começam a usar esse talento para trazer alegria por toda a cidade.

Mas tudo tem um preço. A cada momento feliz, aproximam-se da tragédia e de uma escolha. Sacrificarão tudo pelo bem da humanidade, ou serão felizes para o resto das suas vidas?

 O Tempo Contigo Poster

Passatempo

A Big Picture Films e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «O Tempo Contigo» em Lisboa.

LISBOA
Dia 18 de fevereiro, 21h30
Cinemas City Campo Pequeno 

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* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
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Oferta de convites «Bombshell - O Escândalo» Lisboa, Vila Nova de Gaia, Braga, Coimbra

Baseado numa história real e com Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie no elenco, o filme relata a história de três mulheres que uniram forças para derrubar o ex-presidente da Fox News, então acusado de assédio sexual pelas colegas de trabalho.

BOMBSHELL TEASER POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «Bombshell - O Escândalo» em Lisboa, Braga, Coimbra e Vila Nova de Gaia.

LISBOA
CINEMA NOS COLOMBO - SALA 4
TERÇA-FEIRA, DIA 14 JANEIRO, 21H30

VILA NOVA DE GAIA
CINEMAS NOS, GAIA SHOPPING - SALA 9
TERÇA-FEIRA, DIA 14 JANEIRO, 21H30

BRAGA
CINEMAS NOS, BRAGA PARQUE - SALA 1
TERÇA-FEIRA, DIA 14 JANEIRO, 21H30

COIMBRA
CINEMAS NOS, ALMA SHOPPING - SALA 8
TERÇA-FEIRA, DIA 14 JANEIRO, 21H30

Indicações especiais:

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* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
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Mundos Paralelos - Ruth Wilson

A série que pode repetir o sucesso de Game of Thrones na HBO é Mundos Pararelos, adaptação aos livros homónimos de Philip Pullman. No hotel dos Golden Globes, a britânica Ruth Wilson, uma das vilãs de serviço, conta tudo à Metropolis sobre a série e não esconde que queria e deveria fazer mais cinema.

Rui Pedro Tendinha , em Beverly Hills

É a primeira vez que está num projeto de fantasia. Será que encontrou alguma diferença em termos de método de representação?
A grande diferença passa por saber representar com o CGI. Logo no começo decidiu-se trazer técnicos de marionetas para nos ajudar a imaginar os nossos “demons”. De alguma forma, não foi a habitual bola de ténis pendurada num pau...Os animais dos “demons” são a nossa alma e absolutamente fundamentais no que toca à essência de cada personagem. São uma indicação sobre cada pessoa e têm qualidades humanas. Portanto, foi importante trazer humanos para sublinhar as marcações. Diria que a psicologia da minha personagem está muito ligada àquele macaco.

E a Ruth tem algumas qualidades símias?
Isso cabe a vocês perceber...Penso talvez mais para as qualidades felinas...Gostava de ter a aura de uma pantera negra. A sério, nem sei se tenho instintos símios, teria de perceber quais são mesmo os instintos dos macacos. Vejo-me muito como uma loba, uma loba solitária.

Tem alguma ideia porque razão as histórias do fantástico estão a dominar tanto a nossa cultura audiovisual?
Não sei, mas no caso do Philip Pullman uma pessoa olha para os livros e percebe o imenso grau de detalhe. Trata-se de um universo muito adulto, épico e filosófico. Trata-se de Literatura nada fácil e extremamente complexa. Conceitos como a máquina que nos obriga a dizer a verdade ou os próprios “demons” obrigam-nos a debater grandes ideias. Penso que His Dark Materials é tão complexo como qualquer drama humano. Estas histórias são para adultos e crianças, mesmo quando há montes de coisas que não compreendo. O Pullman fala do conceito do pecado e de toda a complexidade do bem e do mal. Com tempo, conseguimos agora explorar tudo o que ele escreveu.

E acredita que esta história de fantasia tem pernas que a liguem para a realidade?
Sim, sem margem para dúvidas. Como o Jack Thorne, o argumentista já disse, esta série tem uma mão cheia de personagens que querem ser grandes à conta de deixarem de ser bons. Sinto que atualmente vivemos numa fase em que nos deparamos com figuras que querem à viva força ser grandes, esquecendo-se de ser bons. A Lyra, no coração da história, representa tudo o que tem a ver com a bondade. Todas as suas escolhas passam por ser uma boa pessoa, fazer as escolhas certas. Neste momento, esquecemo-nos tanto desse comportamento... Mundos Paralelos é uma série muito relevante.

E terá impacto sob o ponto de vista dessa perceção?
Creio que sim. Estou a habituada a pensar que quando faço teatro, as poucas pessoas que vão ver as minhas peças, talvez fiquem tocadas. Se umas 4 ou 5 já ficarem, estou certa que já fiz a diferença. A arte é feita para desafiar as pessoas. Espero que hoje a arte ainda tenha um impacto sob as pessoas. O meu trabalho enquanto atriz passa por aí.

Sente que a indústria de entretenimento está unida nesse objetivo?
Difícil de dizer, mas claro que tudo o que envolveu o movimento #MeToo foi importante. Fez as pessoas reflectir sobre o que se entendia acerca de comportamento aceitável. E agora está a haver uma grande mudança. As pessoas estão a marcar posições, em especial as mulheres, coisa que não acontecia há uns tempos atrás. Se isto vai ser uma mudança a longo prazo, não sei...

Tem recebido propostas com personagens mais fortes, mais empoderados?
Sim, mas não sei até quando isto vai durar. Talvez seja melhor aproveitar...Mas essa mudança sente-se mais atrás da câmara do que à sua frente. O inegável é que existe uma energia que permite que se façam mais histórias escritas por e sobre mulheres. Isso é sensacional. As oportunidades estão a ser dadas...

Mas escolher uma mulher para ser 007 não é sinal de um extremo do politicamente correto?
Não sei, isso vai mesmo acontecer?! Se sim, acho óptimo? Porque não!? Fico encantada!!

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Muitas das suas cenas aqui são com a Daphne Keen, uma criança. Será que às vezes se esquece que ela não é uma adulta?
Tantas vezes, sou terrível nisso e passo a vida a dizer palavrões e a ter que colocar dinheiro de multa numa caixa. Mas a verdade é que ela é uma atriz brilhante e uma pessoa realmente profissional. O que é curioso é que tenho cenas em que sou mesmo mázinha para ela...No começo da rodagem disse-lhe que isso iria acontecer mas a Daphne está-se a marimbar - é uma durona! Encontrei uma atriz à minha altura. (risos)

Tem feito mais televisão do que cinema. Gostaria de equilibrar mais as coisas?
Sim, na verdade, sim! O meu desejo é mesmo trabalhar com cineastas de verdade. Sou fanática por cinema! Sou daquelas cinéfilas que ama os autores, mas que vai atrás das personagens e da narrativa. De vez em quando, sinto a necessidade também de subir a um palco porque sou uma atriz física, alguém que precisa soltar a voz e o corpo. Quero estar em todos os meios.

O que acontece quando vê uma atriz a representar um papel que poderia ter sido para si?
Tenho uma péssima memória mas já me aconteceu isso...Muitas vezes, o tempo passa e eu esqueço-me que poderia ter sido eu a ficar com aquele ou este filme. Nunca me aconteceu aquele sentimento de raiva de ter querido realmente estar naquele projeto, mas claro que um dia irá acontecer. Mas fico sempre intrigada com aquilo que cada ator traz para cada papel. Conto-lhe um segredo: gosto de todas as atrizes!

[Entrevista publicada na revista Metropolis nº72 - Novembro 2019]

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Mundos Paralelos - LUCIAN MSAMATI

Parte muito importante da trama de «Mundos Paralelos», os “Gyptians” são comandados pela personagem de Lucian Msamati, um líder justo mas também bastante teimoso. John Faa e companhia vão ser muito importantes para o percurso de Lyra (Dafne Keen), a protagonista dos livros imaginados por Philip Pullman. Com a série super aguardada a chegar finalmente à HBO Portugal, o ator analisa a experiência e o que podemos esperar da adaptação de Jack Thorne.

Quem é o John Faa?
O John Faa é o rei dos “Gyptians” do Oeste. Ele tem uma relação duradoura e um grande respeito pelo Lord Asriel, porque ele sempre lutou pelos direitos dos “Gyptians”, ou pelos direitos dos outsiders. Quando começamos a história, ele não foi um rei guerreiro por uns tempos, mas, por causa dos eventos da história, tem de voltar ao ativo. Ele é forçado a pegar de novo no martelo e a “esmagar cabeças”.

Que tipo de homem é ele?
Eu diria que o John é um indivíduo forte. Ele é incrivelmente íntegro. Alguns diriam que ele é íntegro ao ponto de ser um pouco teimoso. Mas ele tem de ser um líder muito firme. Muito firme e justo, e é muito respeitado por todos. Também é uma espécie de figura paternal “não oficial” para toda a gente. É algo que tem a ver com o facto de ele ser uma espécie do líder não absurdo que todos gostaríamos de ter. Um homem que teve de fazer coisas com as mãos, que teve de as sujar para levar a cabo os seus objetivos. São pessoas sólidas, trabalhadoras. O lema delas é “trabalhos, fazemos as nossas coisas, respeitamos as leis; respeita-nos”.

Quem são os “Gyptians”?
Somos os outsiders. Penso que os nossos parentes mais próximos no mundo real são, obviamente, os Ciganos. Somos uma mistura de pessoas, culturas e backgrounds, que criámos uma cultura própria fora daquela que pode ser considerada a cultura mainstream. Vivemos de forma honrada e verdadeira à nossa maneira há muito, muito tempo. Mas houve sempre uma relação complicada entre os “Gyptians” e o resto da sociedade. Há muita suspeição à volta deles, em grande parte infundada, simplesmente porque são diferentes. As nossas hierarquias são diferentes, a nossa cor também é diferente. Somos uma família verdadeiramente global, olhamos uns pelos outros, tomamos conta uns dos outros. Também temos crenças espirituais muito fortes, que estão fora daquelas que são consideradas mainstream pela Autoridade. Temos séculos de história e muito orgulho nisso.

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Para quem possa não conhecer o primeiro livro que serviu de inspiração à série, em que mundo acontece?
Interessante. Bem, acho que acontece num universo paralelo que se parece muito com o nosso, mas que talvez por causa da história, cultura, religião, ficou preso nos anos 50. Imagina que o Movimento de Direitos Civis nunca tinha acontecido, por exemplo. Imagina que o Império Britânico se mantinha como antes. Ou que as liberdades políticas e religiosas estavam congeladas como eram no século XVIII, e não conseguíamos seguir em frente. Sim, é nesse mundo que estamos. É muito parecido com o nosso, mas parece atrasado 50, 60, 70 anos. E parece que vão passar outros tantos anos até ser capaz de avançar.

O que gostaste no argumento?
Bem, o principal motivo é que sou um grande fã do Jack Thorne. Tive o privilégio de trabalhar com ele anteriormente, então já sei que o seu nome é garantia de qualidade. Foi uma combinação perfeita entre o seu trabalho e o do Philip Pullman, acaba por ser um par feito no céu artístico. Sabia desde logo que ia ser um trabalho feito com uma fé e respeito incríveis pelo material, mas que também não teria medo de aproveitar as possibilidades da televisão. Há sempre uma luta com as adaptações literárias, porque estás a lidar com a imaginação de outra pessoa. Acho que as melhores adaptações, e mesmo que isso seja subjetivo, as melhores e mais bem-sucedidas adaptações são aquelas que apelam ao espírito das personagens, ao espírito da história. Estranhamente, é apenas quando vemos a adaptação que dizemos “Sim, o espírito está completamente ali”. Não nos importamos que o ator não seja parecido com aquilo que imaginámos, se o espírito da personagem estiver lá... Estou convencido!

Qual acreditas ser o “coração” desta história?
À medida que a tecnologia avança, sentimos que estamos na idade da ciência, na idade dos computadores. Tudo está a uma velocidade supersónica, mais e mais possibilidades, mais espaços que eram místicos ou mágicos estão a ser superados. Mas o mesmo não pode ser dito da nossa moral, das grandes questões sobre a vida, a morte, o humor, a honra. São as coisas eternas, vontades fundamentais que temos enquanto pessoas, e elas continuam sem resposta, pelo menos para mim. Estes livros falam sobre o momento em que uma criança se torna consciente. O momento em que percebemos que o mundo é mais do que aquilo que os nossos pais nos disseram. Quero dizer que é sobre a revolta da juventude, mas é mais do que isso. É mais sobre a fome de continuar: “Não, a dúvida e a fé coexistem, e isso é OK. Temos de desafiar os absolutismos”.

[Entrevista publicada na revista Metropolis nº72 - Novembro 2019]

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Oferta de convites «Uma Vida Escondida» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Baseado em factos reais, "Uma Verdade Escondida", o novo filme do visionário realizador Terrence Malick, retrata a história verídica de Franz Jägerstätter, um camponês e objetor de consciência austríaco.

Franz leva uma vida simples, mas gratificante, na quinta da família na aldeia montanhosa de St. Radegund, quando em 1940 é convocado para o treino militar do exército nazi, no início da Segunda Guerra Mundial.

AHiddenLife PT

 

Passatempo

A NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «Uma Vida Escondida» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

LISBOA
14 de janeiro, 21h30
Cinemas UCI El Corte Inglés

Porto
14 de janeiro, 21h30
Cinemas UCI Arrábida Shopping

Indicações especiais:

* Os premiados deverão apresentar-se com o seu CC ou outro documento identificativo preferencialmente até 30 minutos antes do início do evento, para levantar os seus convites;
* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
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* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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