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Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

Marvel – Os Defensores - trailer

A Netflix apresenta o muito aguardado trailer da nova série original, Marvel – Os Defensores. A nova produção estreia mundialmente a 18 de agosto e acompanha os personagens Matt Murdock/Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) and Danny Rand/Punho de Ferro (Finn Jones), um quarteto de heróis singulares com um único objetivo em mente – salvar a cidade de Nova Iorque.

Esta é uma história sobre quatro solitários, que enfrentam grandes desafios pessoais, mas que se apercebem que juntos poderão ser mais fortes. Esta série íntegra o conjunto de produções Marvel da Netflix que inclui os títulos, Marvel – Demolidor, Marvel - Jessica Jones, Marvel - Luke Cage e Marvel – Punho de Ferro. O elenco de Marvel – Os Defensores é composto por Charlie Cox, (Matt Murdock/Demolidor), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Danny Rand/Punho de Ferro). O restante elenco inclui nomes como a atriz nomeada para Oscar Sigourney Weaver (Alexandra), Elodie Yung (Elektra), Scott Glenn (Stick), Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), Rachael Taylor (Trish Walker), Eka Darville (Malcolm Ducasse), Simone Missick (Misty Knight) e Jessica Henwick (Colleen Wing).

Marvel - Os Defensores tem a produção executiva de Marco Ramirez e Doug Petrie em conjunto com o diretor de televisão da Marvel, Jeph Loeb. Esta série é uma produção da Marvel Television em conjunto com ABC Studios para a Netflix.

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«Legion»: um admirável mundo novo para a Marvel

A nova criação de Noah Hawley, a mente por detrás da série «Fargo», estreou na segunda-feira, 13, na Fox Portugal.

Noah Hawley é um homem que gosta de testar os impossíveis. Fê-lo em «Fargo», uma série condenada a fracassar que se tornou rapidamente a “menina dos olhos” da crítica, e quer repetir a proeza com «Legion». Naquela que é a primeira aventura televisiva do universo X-Men, não temos Wolverine, Magneto ou Jean Grey, como muitos esperariam (ou desejariam). E muito menos um estilo próximo daquele a que o franchise, criado na banda desenhada e lançado há 17 anos no grande ecrã com «X-Men» (2000), nos habituou. Visto o primeiro episódio da série da FX, que em Portugal será emitida pela Fox, fica apenas uma certeza: Hawley quer fazer algo nunca visto em narrativas do género. Mas, afinal, é possível ter uma (esperada) série de ação com muito pouca... ação?

Fica desde já o aviso: este não é o típico mundo de heróis, anti-heróis e vilões. Embora estejamos perante uma história com traços de surrealidade, há um lado muito humano no argumento e nas personagens que Hawley nos apresenta. A doença mental é explorada, a par da noção que o ser humano tem do que é ser normal, numa mistura de comédia com um drama querido a muitas famílias. A profundidade das personagens que povoam este “mundo novo” de «Legion» são, no fundo, humanas – ainda que possam ser mais do que isso –, e Hawley não nos deixa esquecer disso. Como tal, no lançamento da série protagonizada por Dan Stevens, que em breve estará nos cinemas com «A Bela e o Monstro» (2017), não encontramos a rotineira história de origem. Nem da forma temporalmente “correta”.

O argumento afinado de Noah Hawley, que também assumiu a realização do episódio piloto, vai desenhando uma espécie de universo alternativo, apenas alcançado através da mente de David e, por conseguinte, da maneira como ele o experiencia. A palavra mutante demora a ser usada, levando o público, primeiramente, numa viagem pela realidade como David a conhece. Internado há seis anos numa unidade psiquiátrica, a personagem de Dan Stevens foi diagnosticada com esquizofrenia, havendo insinuações frequentes de que as pessoas com quem se relaciona, ou os acontecimentos, podem não ser reais. O truque, próprio da magia estrutural a que Hawley já nos habituou, vai adiando a revelação inevitável da premissa de «Legion», centrada num pequeno grupo que se quer revoltar e vencer a guerra que se avizinha com as forças governamentais, numa altura em que a existência dos mutantes não é reconhecida.

Legion 4

Na banda desenhada, David é apresentado com um mutante “habitado” por diversas personalidades que, por sua vez, têm associado um poder, como telepatia ou levitação. No entanto, no primeiro episódio, as revelações são substituídas pela dúvida e, sobretudo, pela insinuação de que, numa era em que não é “normal” ser sobrenatural, o alcance dos mutantes tem tanto de perigoso como de desconhecido. Por seu lado, em vez de Charles Xavier teremos Melanie Bird (Jean Smart) na liderança, uma mulher de armas em estreia absoluta no franchise da Marvel Comics – assim como, aliás, a generalidade das personagens de «Legion». De regresso está a atriz Rachel Keller, que teve o primeiro papel de destaque em «Fargo», para dar vida ao inusitado interesse amoroso de David. O facto de este não poder tocar-lhe na pele lembra o drama do pasteleiro Ned (Lee Pace) e Chuck (Anna Friel), em «Pushing Daisies», ainda que a vítima mortal do primeiro toque não seja Syd (Keller).

Seguindo uma narrativa não linear, de acessos constantes a passados e ao presente, a informação chega na medida certa, sempre doseada de modo a prolongar o mistério ao extremo. Este fator, arriscado e até atrativo em termos de construção, deve, ainda assim, afastar alguns espectadores mais “impacientes” – o que é, desde logo, compreensível, atendendo ao choque desta série com outras do género. Entre o passado e o presente, num volte-face constante e inesperado, «Legion» vai-se moldando a alta velocidade, ganhando traços cada vez mais complexos, e atiçando a curiosidade do espectador, que, genericamente, não conhece tão bem a realidade de “Legião”, por se tratar de uma personagem menos popular – e, por conseguinte, conhecida – do que Wolverine ou Charles Xavier. Ironicamente, na banda desenhada, David é filho deste último, o responsável pelos X-Men como hoje os conhecemos, mas não se sabe se teremos a mesma ligação na série.

Assim como a música é presença assídua durante o episódio – em mais um sinal claro de que estamos perante uma abordagem diferente –, também «Legion» é algo que começa por se estranhar, mas se “entranha”. Completamente “fora” daquilo que costumamos ver na televisão, o episódio piloto da nova aposta da Fox Portugal não é facilmente recebido pelo seu público. Resta ao argumento, à boleia das constantes revelações que vamos tendo, quebrar as defesas do espectador nesta viagem surreal à história de origem de “Legião”. As reservas iniciais podem (e devem), no entanto, ser vencidas pelas boas críticas que a série tem tido um pouco por todo o mundo, bem como pela confiança que o seu criador já nos merece.

Legion 3

Quando foi anunciado que Noah Hawley seria o responsável pela adaptação do inesquecível «Fargo» (1996), dos irmãos Coen, para a televisão, as desconfianças eram mais do que muitas. E, em certa medida, justificadas. Com um currículo humilde, Hawley assumia o comando de um projeto que muitos garantiam ter morte certa, e o peso da responsabilidade de estar à altura do universo criado quase 20 anos antes adivinhava-se insuportável. O argumentista e produtor tinha-se estreado nas lides do pequeno ecrã em 2005, como argumentista de «Ossos», mas, depois de 43 créditos em três temporadas, lançara os seus próprios projetos televisivos, «The Unusuals» e «My Generation», ambos condenados a não ter uma segunda temporada.

Três anos depois, e com «Fargo» aclamada pela crítica e perto de estrear a sua terceira temporada, a notícia de que seria Noah Hawley a encabeçar a nova aposta da Marvel traz consigo um “sentimento” diferente, assim como conjunto de expetativas: até onde será capaz de ir, nomeadamente em termos visuais? O primeiro episódio de «Legion», escrito e realizado por Hawley, é um bom augúrio do que nos espera no futuro, ainda que num registo bem longe do que temos em séries como «Agents of SHIELD» ou «O Demolidor». A sua ousadia leva-nos até a desconfiar que, caso o seu estilo seja bem-sucedido, estamos a testemunhar uma nova era para as séries da Marvel. No entanto, passado o deslumbre visual, será que o que está “escondido” por baixo vai convencer as audiências?

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Homem-Aranha: Regresso a Casa

O jovem Peter Parker / Homem-Aranha (Tom Holland), que se estreou em «Capitão América: Guerra Civil», começa a explorar a sua identidade recém-descoberta como o super-herói aracnídeo em «Spider-Man: Homecoming». Emocionado com a sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua tia May (Marisa Tomei) e está sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey, Jr.). Peter tenta regressar à sua rotina diária - distraído pelos pensamentos de provar ser mais do que apenas o herói do bairro - mas quando o abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter considera o mais importante é ameaçado. Dirigido por Jon Watts. Produzido por Kevin Feige e Amy Pascal. Argumento de Jonathan Goldstein, John Francis Daley, Jon Watts, Christopher Ford, Chris McKenna e Erik Sommers, baseado na Marvel Comics de Stan Lee e Steve Ditko.

* Trailer americano + trailer nacional/europeu

Estreia a 7 de Julho de 2017

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Luke Cage

A Netflix volta a apostar no universo Marvel, depois das bem-sucedidas «Demolidor» e «Jessica Jones». Em 2017, chegam «Iron Fist» e «The Defenders», a série que reúne o quarteto.

Para os fãs mais impacientes do género, que não perdem uma “maratona”, este texto chegará já tarde de mais, uma vez que a primeira temporada de «Luke Cage» foi lançada na sua totalidade a 30 de setembro na Netflix. Para quem ainda não viu, os treze episódios da série continuam a estar disponíveis no serviço de streaming. Esta é a terceira série do universo Marvel da responsabilidade da Netflix, que agora também tem no seu catálogo, em Portugal, as primeiras três temporadas de «Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D». 

O projeto próprio já estava em desenvolvimento desde 2013, mas Luke Cage (Mike Colter) deu-se a conhecer em «Jessica Jones», a trama protagonizada por Krysten Ritter, a eterna bitch do «Apartamento 23». Aí, Luke e Jessica protagonizaram momentos bastante “quentes”, assim como batalhas muito exigentes, e o passado deste homem aparentemente indestrutível foi apresentado pela primeira vez. Quando estava preso, Luke foi submetido a experiências sombrias para salvar a vida e, como resultado, ficou com superpoderes. Entretanto, depois da fuga bem-sucedida da Prisão de Seagate, Luke acabaria por ficar sem o amor da sua vida, Reva (Parisa Fitz-Henley), que teria morrido num trágico acidente de autocarro. No entanto, descobre-se em «Jessica Jones» que foi a própria anti-heroína, sob o controlo de Kilgrave, a matar a mulher.

Em «Luke Cage», o protagonista está escondido em Harlem e divide o seu tempo entre a barbearia de Pop (Frankie Faison) e o bar do muito questionável Cornell Stokes (Mahershala Ali). Envolvido em negócios ilegais, o vilão, que recebeu a alcunha indesejada de “Cottonmouth”, é o intermediário de um negócio obscuro que envolve a congressista Mariah Dillard (Alfre Woodard) e um dos principais criminosos da zona. Esta ação acontece em paralelo com a presença de Luke no andar de baixo e o golpe de alguns dos “protegidos” de Pop, que interferem numa troca e ficam com o dinheiro. No entanto, um deles é imediatamente atingido a tiro para arcar com as culpas, uma vez que é funcionário no bar de Stokes, mas, deixado ainda vivo, acaba por denunciar a dupla em fuga.

Embora negue sempre interesses amorosos, Luke volta aos velhos hábitos e, na primeira noite como barman, acaba por se envolver com Misty Knight (Simone Missick). Este encontro banal ganha depois novas proporções quando descobrimos que Misty é, na verdade, uma detetive e que tem Cornell Stokes debaixo de olho. Para tornar a situação ainda mais complexa, terá de entrevistar Luke no âmbito da investigação da morte de Dante (Hugues Faustin). Ao mesmo tempo, também Mariah está cada vez mais envolvida do que queria, mas não quer correr o risco de perder apoios para a sua campanha política, por mais sujos que sejam, ou de ser desmascarada como retaliação.

Para o que falta da série, há ainda muitas questões a responder, desde logo o que contém a pen USB que Luke e Jessica recuperaram em «Jessica Jones» e que pertencia a Reva. A antiga terapeuta da Prisão de Seagate era uma figura aparentemente inofensiva, mas revelou-se importante o suficiente para ser assassinada por Kilgrave. Por outro lado, também Hernan “Shades” Alvarez (Theo Rossi) desperta imediatamente o interesse de Luke, que o vê quando este se vai encontrar com “Cottonmouth”. Em flashbacks, percebemos que ele foi companheiro do protagonista na prisão e, a julgar pela reação de Luke, não haverá histórias felizes para contar. Destaque também para a participação de Claire Temple (Rosario Dawson), que, até agora, é o elemento comum entre os projetos Marvel, tendo salvado os nossos anti-heróis favoritos. Nos comics, ela é conhecida como a “Enfermeira da Noite”.

No universo dos comics, a revista de estreia de Luke Cage, datada de 1972, surgia com o título “Hero for Hire”. No episódio piloto, curiosamente, a personagem de Mike Colter recusa ser considerado um herói, por um lado, e rejeita duas propostas de emprego, de Stokes e dos senhorios. Pautada por um ritmo lento, «Luke Cage» é fortemente sustentada pelos diálogos entre as personagens, que nos remetem não apenas para o que está a acontecer, mas para os elos de ligação que unem – e até sufocam – os habitantes mais misteriosos de Harlem. Esta tranquilidade aparente (mas não inocente) tem como forte alicerce o leque de bons atores escolhido, nomeadamente Mike Colter, presença assídua na televisão desde 2002.

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Punho de Ferro da Marvel/Netflix - trailer

O painel conjunto da Netflix e Marvel, durante a Comic Con Nova Iorque, apresentou pela primeira vez o elenco da nova série original Netflix, Marvel – Punho de Ferro, os atores Finn Jones (Danny Rand), Jessica Henwick (Colleen Wing), Jessica Stroup (Joy Meachum), Tom Pelphrey (Ward Meachum), David Wenham (Harold Meachum), Rosario Dawson (Claire Temple) e o showrunner e produtor executivo, Scott Buck. Moderado por Jeph Loeb, produtor executivo e diretor de televisão da Marvel, o animado painel, repleto de surpresas, apresentou o novo trailer de Marvel – Punho de Ferro.

A série Marvel – Punho de Ferro estreia na sexta-feira, 17 de março de 2017 em todos os territórios onde a Netflix está disponível. Esta é a quarta aventura épica do conjunto de séries de ação da Marvel (Marvel – Demolidor, Marvel - Jessica Jones e Marvel - Luke Cage já em disponíveis em streaming, e que antecedem a reunião de todos os personagens em Marvel – Os Defensores). O drama é composto por 13 episódios de uma hora.

Diversos convidados surpresa apareceram no painel como Erik LaRay Harvey, que interpreta Willis Stryker, também conhecido como Diamondback, na série original Netflix Marvel - Luke Cage. Um dos atores preferidos dos fãs, Jon Bernthal, que interpreta Frank Castle/O Justiceiro, apresentou Deborah Ann Woll ao público e anunciou que ela se irá juntar ao elenco de Marvel - The Punisher, onde irá representar a personagem Karen Page, a qual já foi vista em Marvel – Demolidor.

marvel s thedefenders

A maior surpresa estava reservada para o final do painel quando todo o elenco da série original Netflix Marvel – Os Defensores subiu ao palco, juntos pela primeira vez. Charlie Cox (Matt Murdock/Demolidor) de Marvel - Demolidor, Krysten Ritter (Jessica Jones) de Marvel - Jessica Jones e Mike Colter (Luke Cage) de Marvel - Luke Cage juntaram-se a Finn Jones (Danny Rand) de Marvel – Punho de Ferro. Todas as imagens desta apresentação estão disponíveis em media.netflix.com. A atriz vencedora de um Globo de Ouro e nomeada para os prémios Oscar e Emmy, Sigourney Weaver, também subiu ao palco e foi revelado que terá um papel importante, mas ainda não revelado, na série Marvel – Os Defensores. “A Marvel está muito honrada por ter uma atriz do seu calibre e estatuto naquela que já é a maior produção de sempre! Ela é a definição de representação com classe”, afirma Jeph Loeb, produtor executivo e diretor de televisão da Marvel. "O que poderemos dizer sobre Sigourney Weaver", comenta Cindy Holland, vice presidente de conteúdos originais da Netflix. "Ela é uma atriz formidável e estamos muito entusiasmados por vê-la juntar-se ao nosso fantástico elenco composto por Charlie, Krysten, Mike e Finn."

Sobre Marvel – Punho de Ferro
O multi-milionário Danny Rand (Finn Jones) regressa a Nova Iorque depois de ter estado desaparecido durante vários anos, para se reencontrar com o seu passado e o legado da sua família. Ele combate o crime que corrompe a cidade de com a sua arte de kung-fu e a a capacidade de evocar o grande poder de Punho de Ferro.

Fonte: Netflix

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NETFLIX ANUNCIA ESTREIA DE MARVEL – PUNHO DE FERRO

A Netflix anuncia hoje a data de estreia da muito aguardada série original Marvel – Punho de Ferro, com a apresentação da primeira imagem da produção. A série irá estrear a 17 de março de 2017, mundialmente na Netflix.

A série original da Netflix Marvel – Punho de Ferro é a quarta produção do conjunto de séries originais de aventura e ação (que inclui os títulos Marvel – Demolidor, Marvel – Jessica Jones e Marvel – Luke Cage já disponíveis em streaming, as personagens principais que formam a equipa de Marvel – Os Defensores) a estrear na Netflix. A série dramática é composta por treze (13) episódios de uma hora.

Sobre a série:
O milionário Danny Rand (Finn Jones) regressa a Nova Iorque depois de ter estado desaparecido durante vários anos, para se reencontrar com o seu passado e o legado da sua família. Ele combate o crime que corrompe a cidade de com a sua arte de kung-fu e a a capacidade de evocar o grande poder de Punho de Ferro.

Fonte: Netflix

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Netflix apresenta trailer de MARVEL - LUKE CAGE

«Marvel - Luke Cage», a terceira produção da série Os Defensores, será lançada mundialmente na Netflix, a 30 de Setembro. Esta nova série é subsequente aos lançamentos de «Demolidor» e «Jessica Jones», antecede o lançamento de «Punho de Ferro» e finalmente «Os Defensores».

Nesta nova série, o público vai testemunhar a evolução de Luke Cage (anteriomente apresentado em «Jessica Jones») após a mudança para Harlem e depois de terminar o relacionamento falhado com Jessica Jones. Tal como as séries anteriores da Marvel na Netflix, «Luke Cage» é um drama corajoso, repleto de ação centrado em heróis que tentam salvar a sua comunidade com os pés bem assentes na terra.

Sobre «Marvel - Luke Cage»:
Quando uma experiência sabotada o deixa com uma força prodigiosa e uma pele impenetrável, Luke Cage (Mike Colter) foge na tentativa de reconstruir uma vida nova em Harlem, na cidade de Nova Iorque. Porém, depressa tem de sair do anonimato para travar uma batalha pela alma da sua cidade, que o forçará a enfrentar o passado que ele tentou enterrar.

Mike Colter interpreta o personagem principal, Luke Cage, e contracena com Mahershala Ali (Cornell “Cottonmouth” Stokes), Alfre Woodard (Mariah Dillard), Simone Missick (Misty Knight), Theo Rossi (Shades), Frank Whaley (Rafael Scarfe) e Rosario Dawson (Claire Temple).

«Luke Cage» tem a produção executiva de Cheo Hodari Coker (SouthLAnd, Ray Donovan), Charles Murray (Roots) e Jeph Loeb (Demolidor da Marvel, Marvel – Jessica Jones), o qual também desempenha funções de director de televisão da Marvel.

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Marvel/Netflix - Punho de Ferro

A Netflix anunciou na Comic-con International em San Diego, o primeiro teaser da próxima série Marvel – Punho de Ferro. O teaser foi recebido com entusiasmo pelo público e apresenta Daniel Rand (Finn Jones) de regresso à cidade de Nova Iorque após estar desaparecido durante vários anos. Ele vai combater o crime que corrompe Nova Iorque com a sua fantástica mestria em kung-fu e a capacidade de concentrar um poder incrível de Punho de Ferro.

Marvel – Punho de Ferro é a quarta das cinco séries planeadas da Marvel para a Netflix onde estão incluídas as séries Demolidor da Marvel e Marvel - Jessica Jones, assim como Marvel - Luke Cage (a estrear a 30 de setembro) e Marvel - os Defensores (a estrear em 2017).

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