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Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

Marvel/Netflix - Luke Cage

Após uma experiência científica sabotada que o deixa extremamente forte e com a pele inquebrável, Luke Cage (Mike Colter) torna-se um fugitivo que tenta reconstruir a sua vida na atualidade em Harlem na cidade de Nova Iorque. Mas rapidamente ele tem que sair do anonimato e entrar num combate pelo espírito da cidade, obrigando-o a confrontar o passado que ele tentou enterrar.

Mike Colter interpreta o carismático personagem principal, Luke Cage, sendo acompanhado no elenco por Mahershala Ali (Cornell “Cottonmouth” Stokes), Alfre Woodard (Mariah Dillard), Simone Missick (Misty Knight), Theo Rossi (Shades), Frank Whaley (Rafael Scarfe) e Rosario Dawson (Claire Temple).

Marvel - Luke Cage conta com a produção executiva do showrunner Cheo Hodari Coker (SouthLAnd, Ray Donovan) e Jeph Loeb (Demolidor da Marvel, Marvel - Jessica Jones), que também desempenha funções de diretor de televisão da Marvel.

Netflix/Marvel - Comic Con

NETFLIX SURPREENDE A COMIC CON COM MARVEL - LUKE CAGE, PUNHO DE FERRO E OS DEFENSORES

Entre as surpresas da apresentação contam-se a presença de Jon Bernthal, breves visualizações, teaser de estreia da Marvel – Luke Cage e a revelação do logo da Marvel – Os Defensores na Comic Con

Netflix Anunciou ainda a Terceira temporada de Demolidor da Marvel

O primeiro painel conjunto Netflix e Marvel na Comic-Con en San Diego, no Ballroom 20, contou com a participação das estrelas do elenco da nova série original da Netflix, Marvel - Luke Cage, incluindo o protagonista Mike Colter (Luke Cage), Alfre Woodard, Mahershala Ali, Theo Rossi, Simone Missick, Frank Whaley e o showrunner e produtor executivo Cheo Hodari. Moderado por Jeph Loeb, diretor de televisão da Marvel e produtor executivo na série, o painel foi repleto de surpresas e algumas revelações como a participação de Jon Bernthal, que foi apresentado aos fãs como Frank Castle ( “O Justiceiro” ) na segunda temporada de Demolidor da Marvel e será protagonista da série original da Netflix, Marvel’s The Punisher; vídeos exclusivos da Marvel - Luke Cage; um vídeo surpresa de Finn Jones que interpreta Danny Rand na próxima série Marvel – Punho de Ferro e ainda as primeiras imagens da terceira temporada da série Demolidor da Marvel. Foi também revelado o logotipo da Marvel – Os Defensores, que irá juntar o Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro no combate à maior ameaça de sempre.

Um vídeo exclusivo da Netflix/Marvel para a Comic Con com excertos de Marvel - Demolidor e Marvel - Jessica Jones e os primeiros excertos de Marvel - Luke Cage deu início ao painel.

Os 4500 fãs também poderam ver um teaser da nova série original da Netflix, Marvel - Luke Cage, que tem a estreia mundial marcada para 30 de Setembro de 2016 às 12:01am PT. Esta é a terceira produção da série Os Defendores a ser lançada na Netflix, após Demolidor da Marvel e Marvel - Jessica Jones, e antecedendo Marvel – Punho de Ferro e finalmente Marvel – Os Defensores.

Capitão América: Guerra Civil

«Capitão América: Guerra Civil» tem entrada directa para o panteão dos grandes filmes de super-heróis. A obra está nas antípodas da pobreza franciscana do recente «Batman v Super-Homem», um exemplo menor que não fez favores nenhuns ao género. Esta nova aventura da Marvel agarra o espectador através de uma história à prova de bala e de magníficas sequências de acção que não parecem saídas de um mau videojogo. Aqui, o espectador assimila as cenas e deslumbra-se com o puro espectáculo.

Este é um exemplo onde se pode dizer que o filme é igual ou melhor do que a fonte original, no caso, a novela gráfica Civil War, escrita por Mark Millar e ilustrada por Steve McNiven. Apesar de o filme deixar de fora muitas personagens – como X-Men, Thor e Hulk, entre dezenas de outros heróis –, mantém, contudo, o lado mais geek, mais político e, sobretudo, mais caótico do universo Marvel. «Capitão América: Guerra Civil» equilibra perfeitamente o coeficiente de conflito político e o dilema do direito à escolha ao mesmo tempo que adiciona outros interessantes fios narrativos. A redução do número de personagens permitiu trabalhar no perfil de cada um deles sem que se tenha perdido um níquel de diversão e emoção. É uma experiência que vale todos os cêntimos do bilhete, os actores e os criadores não se pouparam a esforços para atingir a excelência.

A palavra “épico” é talvez desajustada para um filme que cresce como um thriller dramático e que se joga entre a diplomacia e a espionagem com mágoas do passado que vêm à tona. O enredo começa com a busca de um personagem que poderá ser o causador de um atentado que cria uma cisão na equipa dos Vingadores. A história diverge depois do comic e encontra novos centros narrativos, como a relação de amizade entre Steve Rogers/Capitão América (Chris Evans) e Bucky/Soldado de Inverno (Sebastian Stan); a vingança do Pantera Negra (Chadwick Boseman) pela morte do pai; o plano de implosão de Zemo (Daniel Brühl); e a relação de Visão (Paul Bettany) com Wanda (Elizabeth Olsen, melhor interpretação do filme a par de Evans e Robert Downey Jr.).
A narrativa envolve uma panóplia de emoções que vão desde o valor da amizade, a lealdade, a vingança, o trajecto até ao ódio mortal ou até à redenção, e o amor que brota num ser que julgávamos incapaz de demonstrar qualquer afeição.

O registo tem o seu norte bem definido e equilibra lindamente a trama central e as sub-tramas, cheias de interação humana, com vários stunts espetaculares que precisamos de ver e rever para nos apercebermos da genialidade dos mesmos, quer nas perseguições quer nos inúmeros combates corpo-a-corpo (um recorde para a Marvel). As coreografias são um autêntico bailado que se mistura com a ferocidade de uma luta de rua. Retiramos novamente o chapéu aos realizadores, os irmãos Russo, que voltaram a cumprir a missão com louros após «Capitão América: O Soldado do Inverno».

Os personagens estão extremamente bem construídos, tendo espaço para respirar e interpretar nas pausas e nos momentos mais frenéticos. O frisson deste filme, a par da contenda de duas personalidades vincadas com modos distintos de ver o mundo – Capitão América e Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) – está no aparecimento do novo aracnídeo interpretado por Tom Holland. O reboot do Homem-Aranha inspira confiança no futuro, ele rouba o show em todas as sequências em que aparece; no confronto no aeroporto parece ligado à corrente com as doses de humor e originalidade onde sentimos o entusiasmo e o carisma do renovado personagem.

«Capitão América: Guerra Civil» é um evento incontornável com dimensão, maturidade, histórias envolventes, personagens icónicos, humor e entretimento cerebral. Os espectadores aqui não serão confrontados com a patética escolha entre vencedores e vencidos; nas guerras ninguém vence, todos perdem. Mas o resultado no final desta batalha não será esquecido. Os amantes do cinema-espectáculo não podem perder este filme. Os restantes podem dar o salto, irão encontrar uma bela surpresa.

cinco estrelas

Título Nacional Capitão América: Guerra Civil Título Original Captain America: Civil War Realizador Anthony Russo, Joe Russo Actores Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson Origem Estados Unidos Duração 147’ Ano 2016

 

CAPITÃO AMÉRICA: GUERRA CIVIL - Entrevista CHRIS EVANS

Como é queria que a sua personagem evoluísse neste filme? Em que ponto queria que estivesse?
O que acho interessante é o facto de estarem a desafiá-lo e pela primeira vez Steve não sabe a resposta. No primeiro “Capitão América” é muito claro que os Nazis são maus. Conseguimos todos concordar com isso. Em “Capitão América: Soldado do Inverno” é a S.H.I.E.L.D. a ser liderada pela Hydra. Aí não existe conflito. Nos filmes “Os Vingadores”, os aliens não são bons; queremos combatê-los. É sempre tudo muito claro para ele, sabe sempre de que lado da moeda vai cair, mas desta vez é diferente porque este conflito assemelha-se a uma luta do dia-a-dia pela qual todos passamos e onde não existe uma linha clara entre o que é certo ou errado. Há apenas um ponto de vista e acho que é difícil ele entender qual a coisa certa a fazer e qual o seu papel desta vez.

É interessante, porque no passado Steve Rogers está sempre do lado do governo, mas neste filme não.
É uma boa troca de papéis em relação àquilo que se achava que o seu instinto lhe ia dizer para fazer. O Capitão América sempre foi um homem das organizações. Recebe ordens, é militar e por isso, se o governo enquanto entidade acha que algo é para o melhor, então quem é Steve para questionar? Do lado oposto, Tony segue o seu próprio ritmo e faz o que quer e como quer e por isso não se esperava que estivesse disposto a assinar qualquer acordo ou documento. Mas nesta história, Steve está a passar por uma fase em que não confia em ninguém. Já viu o governo falhar várias vezes e por isso acho que sente que nesta altura é a pessoa mais confiável. Ao mesmo tempo, Tony tem a consciência pesada. Sente a necessidade de mostrar lealdade a alguém que não seja ele mesmo.

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É difícil para Steve estar num conflito com Tony uma vez que eram companheiros no passado?
Sim, e acho que é isso que faz deste conflito tão interessante. Não é um inimigo, contra um vilão, contra um herói”, diz o ator. “São amigos contra amigos. Que na maioria das vezes é o conflito mais dramático. Quando as pessoas têm uma história, e se preocupam umas com as outras ao ponto de se considerarem irmãos, o conflito é ainda mais difícil de gerir.

Foi divertido trazer outras personagens para o filme?
É ótimo. A Marvel é tão boa a fazer essa grande mistura, de repente começamos a ser a ponte entre mundos e universos, o que é emocionante. Quando vi o “Homem- Formiga”, estava a gostar e a dizer para mim mesmo: “Sim, vamos tê-lo connosco.” Começamos a misturar esses universos e é muito divertido.

Diga-nos onde encontramos Steve neste conflito.
Basicamente, vários governos de todo o mundo estão à espera que Os Vingadores assumam a responsabilidade pelas suas ações do passado. Salvámos o mundo algumas vezes, mas causámos uma série de danos com a nossa passagem. Atualmente algumas áreas do governo não estão muito confortáveis com a nossa forma de agir como unidade independente e querem que nós assinemos o Acordo de Sokovia, que permitirá à ONU dizer-nos quando e onde ir. Steve acha que esse não é o passo certo enquanto Tony acha que é. Esta divisão começa o conflito.

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Quem está na equipa do Capitão América?
Há um enredo subjacente no filme com o reaparecimento do Soldado do Inverno. Coloca a maioria de Os Vingadores atrás dele e o Capitão América está a tentar interceptá-lo enquanto o conflito do Acordo Sokovia decorre. Trata-se de ver quem é fiel desde o início no que diz respeito à forma como lidam com o Soldado do Inverno e como isso se traduz no Acordo de Sokovia. O Capitão América começa, obviamente, com Falcão, que tem sido o seu braço direito há muito tempo. Falcão traz o Homem-Formiga porque têm uma pequena história em comum e Steve também tem a Feiticeira Escarlate e o Gavião Arqueiro.

É difícil para o Capitão América uma vez que já foi muito próximo da Viúva Negra?
O que faz “Guerra Civil” ser tão trágico é o facto de Os Vingadores já terem sido tão próximos. A Viúva Negra e o Capitão América tiveram alguns momentos bonitos. Em ‘Capitão América: O Soldado do Inverno’, a Viúva Negra e o Capitão América estavam ligados em vários pontos. Mas a amizade que mais custa ver a ser destruída é a de Capitão América e Tony. São muito diferentes, mas é isso que os torna num par único.

E há sempre algo que faz o Capitão América não conseguir deixar Bucky.
Bucky é o melhor amigo do Capitão América. É o seu amigo mais antigo. Não acho que Steve tenha crescido como o Sr. Popular e por isso, Bucky foi quem esteve sempre lá. Sempre o protegeu e Steve é-lhe leal. Tenho a certeza de que há um certo sentimento de culpa com base no que aconteceu a Bucky, mas todas as tragédias tornaram-nos mais próximos.

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O que mais lhe agrada ao trabalhar com os irmãos Russo?
Adoro os Russo; são ótimos. São muito descontraídos. Não são pretensiosos. É um prazer estar com eles enquanto homens, mas também porque têm um conhecimento enciclopédico sobre cinema. São maravilhosos ao serem capazes de fazer referências a outros filmes e a trazer as pessoas a um espaço comum. Acho sempre que o cinema é uma área criativa tão subjetiva, que é fácil de se perder numa névoa semântica e os Russo têm maneira fácil de trazer todos para a mesma página e garantir que estamos todos a fazer o mesmo filme. São técnicos, o que também gosto muito. São rápidos e são precisos. Sabem o que querem e há uma boa linha de comunicação entre nós.

O que mais gosta de interpretar nesta personagem?
É um bom homem. Sempre que se vai para estúdio e se tenta viver na cabeça de uma personagem durante um determinado período de tempo, processando-se as cenas através da visão de alguém que vê a vida de uma certa forma, não se consegue evitar e acabamos por levar parte disso para casa. E porque não levar para casa parte do Steve Rogers?”

Acha que o público se vai ligar a este filme?
É uma história fundamentada. Os Russo fazem histórias humanas com um toque de super-heróis em vez de filmes de super-heróis com toques humanos. É uma narrativa sobre um verdadeiro conflito familiar. É isso que a torna tão grande. Como disse, não há nenhuma razão, não há nada de errado, não há nenhum problema claro entre ambos os lados. Tem apenas a ver com quem é que se concorda.”

(Texto publicado originalmente na Metropolis nº37)

A Fase 2 do Universo Marvel - vídeo

O utilizador do You Tube e Vimeo Clark Zhu criou um notável vídeo que vai de «Iron Man 3» a «Ant-Man» que resume em cinco minutos a fase 2 do universo cinematográfico da Marvel. Fan-art no seu melhor.

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Homem-Aranha no trailer de «Capitão América: Guerra Civil»

O Homem-Aranha faz a sua estreia fantástica no último trailer de «Capitão América: Guerra Civil» e vai estar do lado da "equipa" do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) contra as forças do Capitão América (Chris Evans). O personagem é interpretado por Tom Holland.

O filme é realizado pelos irmãos Russo e estreia em Portugal a 28 de Abril de 2016.

Daredevil - Trailer 2ª temporada

Chegou um novo adversário a Hell´s Kitchen em Nova Iorque, após os eventos da primeira temporada de «Daredevil» o homem sem medo enfrenta um vigilante e rival Frank Castle conhecido como The Punisher.

Charlie Cox interpreta Matt Murdock e o seu alter-ego Daredevil fazem companhia ao actor britânico os estreantes Jon Bernthal (Frank Castle/The Punisher) e Elodie Yung (Elektra) e os “repetentes” Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Rosario Dawson (Claire Temple) e Scott Glenn (Stick).

Os showrunners da série são Marco Ramirez («Sons of Anarchy») e Douglas Petrie («American Horror Story») e têm a companhia de Jeph Loeb («Jessica Jones»), o responsável da Marvel Television.

A série estreia a 18 de Março na Netflix e conta com 13 episódios.

Deadpool - Um teste que valeu um (super) filme

O incrível «Deadpool» além de redefinir as fronteiras do filme de super-heróis para adultos no ecrã e nas bilheteiras com os recordes que estabeleceu a nível global, para um filme hard-R-rated, a génese do filme reside num teste que foi feito para apresentação às chefias da 20th Century Fox. O teste foi deliberadamente libertado na internet quando o estúdio equacionava deixar na parteleira «Deadpool». Quando em Agosto de 2014 as imagens chegaram ao ciberespaço, à revelia do estúdio, o entusiasmo na internet e nas redes sociais contagiaram a máquina de produção, um mês depois o filme começou a pré-produção e a rodagem arrancou em Março de 2015, o resto é história.

A filmagem de uma sequência de um filme para vender a ideia a um estúdio de cinema não é algo atípico em Hollywood, na altura a 20th Century Fox deu algumas centenas de milhares de dólares ao estreante e especialista em efeitos especiais Tim Miller para se filmar o teste, o resultado foi impressionante e a sequência, uma das mais incríveis que irão visionar em 2016 nos ecrãs, está no filme. Palavras para quê, vejam o vídeo e não percam o filme.

Até esta data ninguém sabe quem foi o responsável pela libertação das imagens na internet mas desconfia-se que tenha sido Tim Miller.

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