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Actualizado às 11:37 PM, Nov 4, 2019

The Crown: o regresso feliz a um mundo não tão feliz

Só há uma Família Real capaz de ofuscar o mediatismo em torno da britânica e do casamento do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle: a britânica... que habita o pequeno ecrã em «The Crown». A METROPOLIS teve acesso antecipado à segunda temporada que estreia sexta-feira, 8, e diz-lhe o que pode esperar.

Há, em «The Crown», uma pergunta que constantemente se impõe acima de todas as outras: onde mora o amor? Ao contrário de outros monarcas, Isabel II não nasceu com a responsabilidade de, um dia, usar a coroa: o seu pai, George, era o segundo na linha de sucessão ao trono, atrás do irmão David. No entanto, ao abdicar do trono por amor, o tio colocou-a imediatamente como a sucessora do pai, à frente de Margaret – tinha somente 10 anos. Aos 25, Isabel seria coroada rainha, lugar que ocupa ainda hoje, 65 anos depois. Com os olhares constantemente sobre si, a Rainha evitou rumores e escândalos, desafiou costumes, cruzou barreiras e, acima de tudo, entregou o coração aos deveres da Coroa. É também de amor que se fala quando pensamos nas histórias da irmã e Princesa Margaret, do tio David e, mais recentemente e ainda fora da tela de «The Crown», do seu filho Charles e netos William e Harry.

Separados por décadas, o Príncipe Harry e a sua tia-avó Princesa Margaret partilham o amor por alguém divorciado que, no caso da segunda, não teve um final feliz. Também David decidiu abdicar dos seus direitos à Coroa para casar com Wallis Simpson. Chega a ser irónico que, depois da conclusão destroçante da primeira temporada de «The Crown», com a separação da Princesa Margaret (Vanessa Kirby) e Peter Townsend (Ben Miles), tenha sido anunciado recentemente o casamento do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle, também já divorciada. Contudo, o desfecho promete ser mais risonho do que em 1955, altura em que Margaret e Peter seguiram caminhos opostos. Ainda assim, e afinando aquilo que foi veiculado pela série da Netflix, uma carta revelada mais tarde aponta a responsabilidade diretamente para a Princesa, que terá hesitado e declarado isso mesmo numa carta ao então primeiro-ministro, Anthony Eden. Tal aliviaria as culpas da Rainha, do Governo e da Igreja.

TheCrown 201
Embora o feito alcançado por «The Crown» não seja único, é inevitável destacar a coerência apresentada pela série mais cara da Netflix ao longo da segunda temporada. Além do lado público da Família Real, «The Crown» explora o lado privado, nomeadamente a evolução de Isabel II (Claire Foy) enquanto Rainha na viragem da primeira década de reinado. Mais do que uma biografia ou uma recuperação dramática, há uma preocupação forte com a humanidade das diferentes personagens, ainda que o cerne da ação (e da complexidade) recaia sobre Isabel II. A nova incursão na história da Rainha funciona como uma espécie de puzzle que se vai construindo ao longo do tempo, onde o Governo não tem o mesmo protagonismo que teve em 2016 com Winston Churchill (John Lithgow), mas continua a assumir um papel determinante na influência na Coroa. Quer isto dizer, ainda, que Isabel II é, como dita o tempo, uma figura mais adulta, mais proativa e, sobretudo, mais presente na vida dos que a rodeiam. O que também se aplica à relação com o povo britânico e o uso dos novos media.

Mas, como já assinalámos, esta não é apenas uma viagem histórica, mas também emocional. E, nesse sentido, «The Crown» tem desafiado o entendimento do passado de uma maneira surpreendente: não por via do choque ou do inesperado, mas da desconstrução dos mitos e das verdades para, caídas as aparências, ficar o que realmente importa – e nos humaniza. Sendo este lado obrigatoriamente inalcansável, e por isso menos óbvio na narrativa, o espectador tem aqui um papel ativo e é chamado a inferir novas leituras relativamente a diversas personagens históricas; como, por exemplo, John F. Kennedy (Michael C. Hall) e Jackie Kennedy (Jodi Balfour). As duas carismáticas figuras históricas são recuperadas na perspetiva da Rainha, que tinha alguns ciúmes da primeira-dama dos EUA e, atendendo ao que está registado, Jackie terá falado mal de Isabel II e do Palácio de Buckingham num evento social.

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Desde o final de «Dexter», em 2013, que Michael C. Hall não participava numa série. As expetativas estavam em alta e, tendo em conta isso mesmo, poderá dizer-se que a montanha pariu um rato. Em contrapartida, é Jodi Balfour a brilhar, numa recriação histórica que assenta não apenas na visita europeia do casal Kennedy, mas também no homicídio do Presidente dos EUA. Apesar disto, a introdução do casal em «The Crown», pelas portas monstruosas do Palácio, é um dos momentos mais bem conseguidos não apenas da nova temporada, mas também da série no seu todo. Para quem está à espera de formalismos e rigidez naquele que é, provavelmente, o arco mais esperado da temporada, está reservada uma surpresa que prima pela sua audácia e, acima de tudo, pela simplicidade (bem conseguida). Ainda que fique uma teimosa sensação de ‘copo’ meio cheio...

Por sua vez, aos portugueses está reservado um ‘mimo’ subtil, mas inescapável: a passagem, ainda que breve e superficial, por terras lusas. Contudo, ouvir-se português na série mais cara da Netflix será sempre uma vitória. É por Portugal que passa, aliás, parte da storyline de Isabel e Philip (Matt Smith), que volta a assumir-se como uma figura dificilmente consensual. Ainda assim, a balança não tende em demasia para este conflito, permitindo o fortalecimento e permanência dos novos focos de ação vindos de África. Mais uma vez, «The Crown» procura reescrever a história de maneira subtil mas, ao mesmo tempo, certeira, repescando segredos que, apesar de terem deixado de o ser, continuam a ser pouco conhecidos – nomeadamente um que está relacionado com o antigo herdeiro ao trono, David (Alex Jennings). Mas não só.

A imagem fotográfica de «The Crown» arrasa-nos com o seu rigor. Em primeiro lugar, pelo cuidado em recriar momentos emblemáticos, como a viagem da Rainha ao Gana em 1961 ou a imagem de Jackie após o assassinato do marido, com o mítico conjunto rosa coberto de sangue. De igual forma, há uma sobriedade assumida no som e na montagem da ação, com o ritmo a ser tendencialmente fluído. As personagens, como já acontecera na primeira temporada, são o principal efeito a que recorre o argumento e a realização, e a série ganha muito com essa escolha. Algo que é potenciado por um elenco verdadeiramente de estrelas, que se estende até ao mais secundário, nomeadamente Anton Lesser, Matthew Goode e Chloe Pirrie.

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Netflix - Escolhas Metropolis - Semana de 17 de Dez.

O Natal está quase a chegar e a Netflix deixa-lhe algumas prendas no sapatinho, com novidades arrojadas e outras apostas já aclamadas, como «Narcos». Conheça as sugestões televisivas e cinematográficas da Metropolis para esta semana invernosa mas com muitos enfeites à mistura.

Novidades


THE OA
A nova série original Netflix conta a inquietante história de Prairie Johnson (Brit Marling), uma jovem cega que desapareceu quando tinha 20 anos, regressando à sua comunidade sete anos depois e com a visão restaurada. Prairie recusa-se a contar, nem ao FBI ou aos próprios pais, o que aconteceu durante esse tempo, mas o mistério adensa-se: o seu reaparecimento é um milagre ou envolve algo mais perigoso?
Além de protagonista, Brit Marling é também uma das autoras da série (que conta com Brad Pitt na equipa de produtores executivos), enveredando pela carreira artística após deixar de parte a sua formação académica em Economia. A fazer-lhe companhia na criação do argumento está Zal Batmanglij, que realiza os oito episódios da temporada, e que cativou no Festival de Sundance com o filme «Sound of My Voice» (2011). Muito mistério e tensas surpresas são ingredientes que não faltarão em «The OA».

NETFLIX 3 a
3%

Nesta produção distópica, a primeira série brasileira original Netflix com uma ambiência à la The Hunger Games, ficamos a conhecer uma sociedade dividida entre o progresso e a devastação, onde as pessoas têm a oportunidade de seguir para o Maralto, almejando uma vida melhor, mas as vagas são escassas: apenas 3% dos candidatos serão bem-sucedidos. Quando os cidadãos completam 20 anos, têm direito a participar no Processo, uma seleção que testa os participantes através de provas físicas e psicológicas, bem como dilemas morais.
A ideia da série saiu da mente de Pedro Aguilera, inspirado pelas obras “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, e “1984”, de George Orwell. «3%» começou por ser uma websérie lançada no YouTube, depois de ter sido rejeitada pelos maiores canais brasileiros em 2011. A Netflix interessou-se pelo projeto e comprou os direitos, realizando uma temporada completa de 8 episódios. Entretanto, está já confirmada a renovação para uma segunda temporada, ainda sem data de lançamento.


BARRY

Este biopic produzido pela Netflix mostra-nos a história de uma das mais importantes figuras mundiais, Barack Obama, mas ainda quando estava longe de ocupar a cadeira de presidente dos EUA. Enquanto estuda para ser advogado numa Universidade de Nova Iorque, ‘Barry’ precisa de lidar com questões de raça e culturas divergentes, construindo a identidade que hoje lhe conhecemos.
Realizado por Vikram Gandhi e protagonizado pelo estreante Devon Terrell, o elenco é também composto por Ashley Judd, Jason Mitchell, Anya Taylor-Joy e Ellar Coltrane, o jovem que vimos crescer em «Boyhood: Momentos de Uma Vida» (2014), de Richard Linklater. «Barry» teve a sua estreia no Festival de Cinema de Toronto, um dos mais importantes do circuito.

Narcos season 2 2 

Maratona da Semana

NARCOS
Uma das séries que mais fãs têm reunido nos últimos anos, «Narcos» foca-se nos poderosos e violentos cartéis de droga da Colômbia, em que gangsters e polícias debatem-se com graves consequências. Pablo Escobar ganha maior relevo e é interpretado por Wagner Moura, um ator brasileiro mais conhecido do cinema do seu país – «Tropa de Elite» (2007) é um dos principais exemplos – e de algumas telenovelas, catapultando-se para a fama mundial com esta série. Moura teve de aprender a falar Espanhol e precisou de engordar 20 quilos para interpretar o traficante de droga.
«Narcos» foi nomeada para 3 Emmys e 2 Globos de Ouro, estando a 3.ª e 4.ª temporadas já confirmadas. Entretanto, pode ver ou rever os 20 episódios das duas primeiras temporadas na Netflix desta série baseada em factos verídicos.

Agora na Netflix

the crown season 2

THE CROWN
Um drama histórico inspirado pela turbulência do início do reinado da Rainha Isabel II, «The Crown» é uma nova série Netflix que tem vindo a chamar a atenção, tendo já conquistado três nomeações para os Globos de Ouro, incluindo o de Melhor Série Dramática.
A família real britânica é alvo de muito interesse mediático um pouco por todo o mundo, tendo já sido objeto de vários filmes e séries. Desta vez, o foco é numa fase pouco abordada da monarca que reina há mais tempo e que se confessou fã de outra série histórica aclamada, «Downton Abbey», tendo como hobby apontar os erros históricos da produção. Claire Foy foi a escolhida para interpretar a icónica figura, numa espécie de regresso à realeza britânica, após ter sido a rainha Anne Boleyn na minissérie «Wolf Hall» (2015).

FOR THE LOVE OF SPOCK

FOR THE LOVE OF SPOCK
Adam Nimoy, filho do ator Leonard Nimoy, realiza um intimista documentário sobre Spock, o carismático personagem dos filmes Star Trek que marcou a carreira do pai. Para imergir neste universo fantástico e que tanto diz a fãs de todo o mundo, Adam Nimoy recorreu a imagens de arquivo e falou com diversas figuras, como Zachary Quinto, J.J. Abrams, Chris Pine, Zoe Saldana, Jim Parsons, Jason Alexander, George Takei, Mayim Balik, entre muitos outros. Mais do que isso, dá a sua própria perspetiva de ser filho de Nimoy.
«For the Love of Spock» (2016) foi financiado através de uma campanha lançada em junho de 2015 na plataforma Kickstarter e teve estreia no Festival de Cinema de Tribeca, num retrato emotivo sobre um personagem e um intérprete inesquecíveis na História do Cinema.

LUKE CAGE
Depois do sucesso conseguido com a série «Jessica Jones», Marvel e Netflix voltam a unir forças numa nova produção com um tom sombrio e entusiasmante, protagonizado por um super-herói que ainda não teve destaque no Universo Cinematográfico Marvel. Falamos de Luke Cage, dono de uma durabilidade e super-força ganhas numa experiência sabotada, transformando-o num herói à força, enquanto tenta limpar o seu nome e proteger o seu bairro.
Mike Colter encontra neste personagem a sua rampa de lançamento mas podemos também encontrar outros atores mais conhecidos como Rosario Dawson ou Mahershala Ali, recentemente nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Ator Secundário por «Moonlight». A primeira temporada foi um sucesso e a série foi renovada para uma segunda temporada.

Will Smith Capa

Figura da Semana: Will Smith
Will Smith começou por ser rapper até iniciar a sua carreira fulgurante como ator nos anos 1990, alternando entre filmes de ficção científica e dramas mais sentidos. Regressa esta semana às salas portuguesas com «Beleza Colateral» e é um dos mais carismáticos atores norte-americanos. Na Netflix estão disponíveis alguns dos seus trabalhos e deixamos aqui duas sugestões.

o FRESH PRINCE facebook

THE FRESH PRINCE OF BEL-AIR
Nesta série cheia de animação e ritmo, Will Smith conseguiu destacar-se verdadeiramente com um personagem irreverente, que lhe rendeu duas nomeações para o Globo de Ouro de Melhor Ator de Série de Comédia.
Will Smith interpreta o papel de Will Smith, um adolescente que é recambiado para a casa dos seus parentes mais abastados, na Califórnia, para que o jovem se tornasse mais maduro e responsável, uma tarefa que se revela nada fácil. O ator revelou que, ao contrário do seu alter-ego televisivo, em nada se assemelhava ao personagem durante a sua adolescência. A série durou 6 temporadas e todos os episódios estão disponíveis na Netflix.

PURSUIT OF HAPPYNESS

EM BUSCA DA FELICIDADE
Realizado por Gabriele Muccino (com quem Smith voltaria a trabalhar noutro drama marcante, «Sete Vidas», 2008), «Em Busca da Felicidade» conta a história de um pai solteiro que tenta melhorar a vida da sua família e, como o próprio título indica, encontrar a felicidade.
A interpretação tocante de Will Smith resultou numa nomeação ao Óscar de Melhor Ator Principal, mas não será decerto apenas por este motivo que o ator se recordará deste filme, já que dividiu a tela com Jaden Smith, o seu filho, na sua estreia no grande ecrã. A parceria entre pai e filho voltaria a repetir-se anos mais tarde, no filme de ficção científica «Depois da Terra» (2013), que, aliás, também poderá ver na Netflix.

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The Crown - novo trailer

Com a Grã-Bretanha ainda a recuperar da devastação da guerra, a jovem Princesa Isabel torna-se Rainha e apercebe-se que o seu relacionamento com os seus entes mais queridos irá mudar para sempre.

A nova produção da Netflix, The Crown, revela a história da Rainha Isabel II recém-casada aos 25 anos de idade, quando confrontada com a perspetiva assustadora de liderar a monarquia mais famosa do mundo, ao mesmo tempo que fortalece a relação como lendário primeiro-ministro, Sir Winston Churchill. O Império Britânico está em declínio, o mundo político está em desordem e uma jovem mulher assume o trono, é o início de uma nova era.

O magnífico guião e pesquisa de Peter Morgan revelam o percurso privado da Rainha, por trás da fachada pública e a sua franqueza ousada. Prepare-se para entrar no cobiçado mundo do poder e dos privilégios, atrás das portas fechadas de Westminster e do Palácio de Buckingham... Os líderes de um império esperam.

The Crown reúne uma equipa de luxo com o guionista Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon), o realizador Stephen Daldry (Billy Elliot, As Horas) e o produtor Andy Harries (A Rainha). Baseada na premiada peça de teatro, The Audience, a série The Crown conta a história privada da Rainha Isabel II, no início do seu reinado, revelando as intrigas, os romances, bem como as rivalidades políticas e pessoais, nos bastidores dos grandes eventos que formaram a segunda metade do século XX.

A série tem como principais atores Claire Foy no papel da Rainha Isabel II, Matt Smith como o príncipe Filipe, John Lithgow como Sir Winston Churchill, Victoria Hamilton como a Rainha-Mãe, Jared Harris como o Rei Jorge VI, Vanessa Kirby como a princesa Margarida e Dame Eileen Atkins como a Rainha Mary, entre outros.

Os 10 episódios de The Crown estreiam em exclusive na Netflix, a 4 de novembro de 2016

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The Crown - nos bastidores da série evento

A Netflix desenvolveu um vídeo especial sobre os bastidores de The Crown, onde a equipa de produção e elenco refletem sobre a tão aguardada série. O vídeo especial, “O Peso da Coroa”, apresenta a nova série original da Netflix com estreia mundial marcada para 4 de novembro.

A nova produção da Netflix, The Crown, revela a história da Rainha Isabel II recém-casada aos 25 anos de idade, quando confrontada com a perspetiva assustadora de liderar a monarquia mais famosa do mundo ao mesmo tempo que fortalece uma relação como lendário primeiro-ministro, Sir Winston Churchill. O Império Britânico está em declínio, o mundo político está em desordem e uma jovem mulher assume o trono, é o início de uma nova era.

O magnífico guião e pesquisa de Peter Morgan revelam o percurso privado da Rainha, por trás da fachada pública, e a sua franqueza ousada. Prepare-se para entrar no cobiçado mundo do poder e dos privilégios, atrás das portas fechadas de Westminster e do Palácio de Buckingham... Os líderes de um império esperam.

The Crown reúne uma equipa de luxo com o guionista Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon), o realizador Stephen Daldry (Billy Elliot, As Horas) e o produtor Andy Harries (A Rainha). Baseada na premiada peça de teatro, The Audience, a série The Crown conta a história privada da Rainha Isabel II, no início do seu reinado, revelando as intrigas, os romances, bem como as rivalidades políticas e pessoais, nos bastidores dos grandes eventos que formaram a segunda metade do século XX.

A série tem como principais atores Claire Foy no papel da Rainha Isabel II, Matt Smith como o príncipe Filipe, John Lithgow como Sir Winston Churchill, Victoria Hamilton como a Rainha-Mãe, Jared Harris como o Rei Jorge VI, Vanessa Kirby como a princesa Margarida e Dame Eileen Atkins como a Rainha Mary, entre outros.

Fonte: Netflix

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