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Actualizado às 9:40 PM, Apr 17, 2019

«Native Son» HBO

NATIVE SON conta a história de Bigger Thomas (Ashton Sanders), um jovem afro-americano que mora em Chicago e é contratado como motorista do empresário Will Dalton (Bill Camp, nomeado ao Emmy® por “The Night Of”, da HBO). Enquanto Thomas entra neste novo e sedutor universo de dinheiro e poder - incluindo um arriscado relacionamento com a filha de Dalton, Mary (Margaret Qualley, “The Leftovers”), vai enfrentando escolhas imprevistas e circunstâncias perigosas que irão alterar o curso da sua vida para sempre. O elenco também inclui Nick Robinson, KiKi Layne, Elizabeth Marvel, David Alan Grier e Sanaa Lathan.

NATIVE SON é um conteúdo da HBO Films em associação com a A24. Tem produção executiva de Stephanie Meurer, produção de Matthew Perniciaro e Michael Sherman da Bow and Arrow Entertainment, realização de Rashid Johnson e argumento de Suzan-Lori Parks.

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Leaving Neverland (2019) | Trailer | HBO

Baseado nas alegações de abuso sexual contra Michael Jackson a crianças, que começaram a surgir em 1993, o documentário retrata de forma separada, mas em paralelo, as histórias de James Safechuck (10) e Wade Robson (7), ambos ajudados por Michael Jackson, que os convidou para o seu mundo único e de conto de fadas, numa altura em que a sua carreira estava no auge.

Através de entrevistas angustiantes com as duas crianças, agora dois homens adultos, e as suas famílias, que não sabiam da manipulação e abusos a que eles estiveram sujeitos durante anos, LEAVING NEVERLAND apresenta um retrato deste período complicado e que levou os dois homens a confrontarem os abusos que sofreram, apenas quando foram pais.

Realizado e produzido por: Dan Reed (The Paedophile Hunter, The Valley, Terror in Mumbai)
Com: James Safechuck, Wade Robson

Fonte: HBO

Here and Now: «Sete Palmos de Terra» encontra «True Blood» (e é tão bom!)

A nova série do criador Alan Ball estreia esta madrugada, às duas, na HBO – e no canal TVSéries em simultâneo. A METROPOLIS já assistiu aos primeiros episódios e prepara-o para o que aí vem.

Uma das maiores desilusões dos espectadores de «True Blood», no ar entre 2008 e 2014, era ‘matar’ a ausência da série com os livros de Charlaine Harris, a base da história, e perceber a diferença brutal de qualidade entre ambos. Faltava-lhe a ‘toque de Midas’ de Alan Ball, o responsável pela adaptação televisiva, de regresso então à cadeira de criador após a icónica «Sete Palmos de Terra». O talento de Ball para desenvolver personagens, como atestado pelo seu Óscar por «Beleza Americana» (1999), desarma qualquer um: até nas narrativas mais surreais, como era a de «True Blood», sobressai o cuidado rigoroso com os seres que habitam a ficção.

«Here and Now», que põe fim a uma ausência de quatro anos como criador, não é exceção. A série, com estreia marcada para esta madrugada no TVSéries, reúne Holly Hunter, Tim Robbins e um elenco de atores jovens e bastante promissores. A narrativa forma-se em torno de uma família multirracial, composta pelo casal Audrey (Hunter) e Greg (Robbins), a filha biológica e adolescente Kristen (Sosie Bacon) e o trio de filhos adotados: Ashley (Jerrika Hinton, a Dra. Stephanie de «Anatomia de Grey»), da Somália, Duc (Raymond Lee), do Vietname, e Ramon (Daniel Zovatto), da Colômbia. Como se a pluralidade de culturas – e consequente encontro e desafio de estereótipos – não fosse suficiente, é adicionado ainda um novo drama relacionado com Ramon, que fica obcecado com os números “11:11” e, por isso, deixa a família em estado de alerta.

Ainda que seja uma comparação superficial, há muito em «Here and Now» que resulta da combinação das últimas duas séries criadas por Ball, «True Blood» e «Sete Palmos de Terra». Como se finalmente tivesse tido acesso a uma qualquer revelação mística, Ball combina o rigor da segunda com a vertente sobrenatural da primeira, sem, ainda assim, depender excessivamente de nenhuma delas.

here and now 2

Mas, afinal, o que quer isto dizer? Que «Here and Now» está dentro da qualidade de escrita e desenvolvimento a que Ball nos tem vindo a habituar e, ao mesmo tempo, oferece-nos algo de novo. Com uma família tão alargada como é a de Audrey e Greg, é impressionante testemunhar a atenção profunda e equilibrada que Ball dá a todos eles. E ainda a personagens secundárias.

Para os mais céticos, que não gostam particularmente da componente mística de «Here and Now», há um drama familiar e social muito intenso, que extravasa os limites dos protagonistas. Para os adeptos de séries dentro do estilo de «True Blood», há um mistério transversal a todos os episódios, em crescimento recorrente, que vai atiçando a curiosidade em relação ao que está na origem de tudo. Como bem sabemos, agradar a Gregos e Troianos não é nada fácil, mas Alan Ball anda lá perto e, embora não fosse obrigado a esse esforço, quer agradar aos diferentes tipos de fãs que cativou ao longo de quase 20 anos.

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ROOM 104 estreia MUNDIAL

A ideia de uma série em que o personagem principal é um quarto de um qualquer hotel anónimo dos Estados Unidos saiu da cabeça dos irmãos Jay e Mark Duplass e corporizou-se em Room 104, com o selo de qualidade da HBO, uma das grandes estreias dos TVSéries | Home of HBO em julho. O palco da ação é sempre o mesmo, mudando as personagens, a história e o tom. Mórmons em crise de fé, uma noite de paixão entre octogenários, uma experiência com o oculto, tudo é possível em Room 104, da HBO, uma grande estreia mundial a 28 de julho, de sexta-feira para sábado, às 4h30, no TVSéries | Home of HBO, com exibição em horário nobre aos sábados às 21h30.

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Big Little Lies: a morte fica-lhes tão bem

Há quem a considere uma espécie de 'True Detective dos subúrbios', mas a nova aposta do TV Séries é muito mais do que isso. Para já, «Big Little Lies» é a surpresa mais agradável da nova temporada televisiva.

A mulher sonha, a HBO quer e a obra nasce. Numa altura em que se faz muita (e boa) televisão, só a ideia de juntar as atrizes Reese Witherspoon e Nicole Kidman, que nunca se cruzaram no grande ecrã, parece ser suficiente para convencer as principais produtoras televisivas e levá-las a competir pelo que quer que seja que elas queiram fazer. Se pelo caminho se formar um elenco de luxo, onde se contam nomes como Shailene Woodley, Laura Dern, Alexander Skarsgård ou Adam Scott, tudo sob o olhar da lente do realizador Jean-Marc Vallée, acabar em frente ao ecrã é uma inevitabilidade.

Como bem sabemos, uma série nova não significa, necessariamente, uma história nova. Veja-se a tendência avassaladora de adaptar narrativas já conhecidas ao pequeno ecrã, ou de as renovar. Tal como acontecerá, ainda durante 2017, com «The Handmaid's Tale», «American Gods» ou «Sharp Objects» – esta última até tem o mesmo realizador –, também «Big Little Lies» segue (e é inspirada por) um livro. Neste caso, Reese Witherspoon e Nicole Kidman, produtoras e protagonistas da minissérie da HBO, formaram uma dupla de peso para convencer a autora Liane Moriarty a ceder os direitos da obra, que em Portugal tem o título de Pequenas Grandes Mentiras. E, sejamos francos, quem seria capaz de lhes dizer que não?

BIG 3

“Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”. Que o diga Jane (Shailene Woodley), uma mãe solteira recém-chegada ao subúrbio dominado pela popular, mas persona non grata, Madeline Martha Mackenzie (Witherspoon). A sua integração já se adivinhava difícil, mas tudo se complica quando a filha de Renata (Laura Dern) acusa o seu filho, o aparentemente pacato Ziggy (Iain Armitage), de a ter agredido. Para que não restem dúvidas, estamos, claramente, num mundo dominado por mulheres fortes: esta posição é concretizada logo no genérico, onde os sucessivos vislumbres das personagens femininas, ao volante, evidenciam a ausência dos homens. Esta é, aliás, uma das pistas que nos leva a antecipar que não estamos perante uma série igual às outras. «Big Littles Lies» é, na sua essência, uma antítese daquilo que regularmente encontramos na televisão (ainda que se veja cada vez mais).

Assim como acontecia com «True Detective», a narrativa desloca-se, com propósito, por diferentes espaços temporais, deixando para o final as revelações mais determinantes. E, apesar de abrir, de forma fulgurante, com um homicídio, a verdade é que, acabado o piloto, não sabemos quem é a vítima – nem quando será confirmada a sua identidade. Para atiçar ainda mais a nossa curiosidade, nenhuma das personagens centrais se senta na cadeira para ser interrogada pelas autoridades, sob o olhar atento da detetive Adrienne – interpretada por Merrin Dungey, que volta a vestir a “farda” depois do desaire em «Conviction». Sem cadáver e sem culpado, as suspeitas vão-nos perseguindo ao mesmo tempo que a câmara embrenha, às vezes freneticamente, pelas realidades aparentemente perfeitas dos subúrbios.

Apesar de as pistas serem escassas, o conflito vai-se adensando em torno de Madeleine, Jane e Celeste (Kidman), as figuras principais desta história, com o mote a ser lançado logo no arranque, acompanhado por flashbacks: se Madeleine não se tivesse lesionado no pé quando voltava para o carro, ou se Jane não tivesse parado para a ajudar, será que o homicídio tinha acontecido? A pergunta é feita pelos detetives, que procuram saber, através das personagens terciárias da ação, o que escondiam as três mulheres. Enquanto Madeleine é fortemente criticada pelos vizinhos e pais dos colegas das filhas, Celeste é invejada – e julgada – pelo casamento que mantém com Perry (Alexander Skarsgård), mais novo do que ela. A certa altura, não sabemos onde acaba o crime e começa a coscuvilhice...

BIG 1
O drama social, tantas vezes explorado na arte, ganha contornos de série policial e, ao sermos guiados pelo passado e pelo presente, temos a noção clara que estamos a ser manipulados. Mas, captados pelo argumento vibrante e realização competente, que fortalecem ainda mais um elenco galáctico, já não temos fuga possível. Nada é inofensivo ou inocente, e as certezas tornam-se mais fortes à medida que as primeiras surpresas vão sendo conhecidas. Por um lado, Celeste não é tão feliz quanto aparenta, sofrendo, na escuridão, da violência de Perry, apresentado como o pai e marido perfeito. Jane, que encanta as melhores amigas Madeleine e Celeste, parece esconder algo bastante suspeito, e perigoso o suficiente para a levar a dormir com uma pistola por baixo da almofada. Já Madeleine tem de conviver rotineiramente com o pai da primeira filha e a nova mulher deste (Zoë Kravitz).

No meio da confusão que vamos conhecendo, Jane parece esconder a resposta do mistério, sendo várias vezes sugestionado que ela ou Madeleine podem ser as vítimas – ou as culpadas. Mas é esta mesma insinuação prematura que nos leva a crer (ou nos engana) que nenhuma delas morreu. O enigma de Jane desmonta-se nos primeiros diálogos, embora passe quase despercebido numa banal conversa de café: ela é mãe solteira mas nunca viveu com o pai do filho. O seu desconforto nesta confissão, subtil, é indicador de um potencial problema: quem é o pai de Ziggy? Que tipo de relação mantiveram? Como lida Jane com isso? Será que foi trocada por uma mulher idêntica às novas amigas, ou o seu passado esconde algo mais escabroso? Os palpites são muitos mas, depois dos 52 minutos do primeiro episódio, que se vê num trago, as perguntas são ainda mais.

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"Quarry" — memórias do Vietname

As memórias traumáticas da guerra do Vietname estão na base da brilhante série Quarry — esta crónica de televisão foi publicada no Diário de Notícias (23 Setembro), com o título 'Memórias do Vietname'.

Quando deparamos com uma série tão brilhante como Quarry (TV Séries), é inevitável começar por recordar que a sua perturbante memória da guerra do Vietname possui profundas raízes cinematográficas. Trata-se de encenar o dramático regresso de um soldado, expondo uma deriva individual marcada e, de alguma maneira, agravada por uma densa rede de preconceitos sociais. Conhecemos tal contexto através de filmes tão importantes como Os Visitantes (1972), de Elia Kazan, O Regresso dos Heróis (1978), de Hal Ashby, ou O Caçador (1978), de Michael Cimino — são também histórias sobre a decomposição do imaginário clássico dos filmes de guerra.

Quarry inspira-se na série homónima de romances de Max Allan Collins, centrada na personagem de Mac Conway, um soldado dos Marines que, ao regressar da guerra, é arrastado para uma rede de assassinos profissionais. Concebida por Graham Gordy e Michael D. Fuller, para o canal Cinemax, a série distingue-se, antes do mais, pelo seu obsessivo realismo. Dos cenários degradados de Memphis à intensidade muito física dos corpos, Quarry contraria qualquer visão banalmente “descritiva” de factos e personagens — uma parede com a tinta gasta pelo tempo, tanto quanto o suor num rosto angustiado, podem ser entidades que, no ecrã, adquirem uma inusitada vibração emocional.

A realização de Greg Yaitanes, responsável pelos oito episódios desta primeira temporada [trailer], manipula todos esses elementos como peças de um puzzle que tem tanto de íntimo (as memórias traumáticas) como de social (a silenciosa demonização dos que estiveram na guerra). É, além do mais, uma realização que sabe valorizar o trabalho dos actores, com destaque para os magníficos Logan Marshall-Green e Jodi Balfour (respectivamente, Mac e a sua namorada). Ou como a saga cinematográfica do Vietname se prolonga no espaço televisivo.

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Quarry - rentrée televisiva

Inspirada na obra de Max Allan Collins, «Quarry» retrata a vida de um antigo combatente no Vietname que, chegado a casa em 1972, tem de lidar com os conflitos com a família e a desconfiança do público. Enquanto luta para gerir tudo o que o rodeia, ao mesmo tempo que é sufocado pelo drama envolvente e pelo passado na guerra, Conway acaba por enveredar por uma espiral de loucura, morte e corrupção.

De: Michael D. Fuller, Graham Gordy
Com: Logan Marshall-Green, Jodi Balfour, Peter Mullan
EUA, Cinemax
Portugal, TVCine & Séries

*Após o sucesso das duas experiências realizadas em julho, o TVSéries | Home of HBO volta a apostar no online, mobile e Videoclube para promoção de uma série com o selo de qualidade HBO, desta vez com Quarry que teve a sua estreia mundial na madrugada de dia 9 de setembro, emissão realizada ao minuto com os Estados Unidos. Os fãs das melhores séries poderão assim assistir aos 3 primeiros episódios deste conteúdo e comprovar a qualidade de mais uma aposta do único Canal premium de séries nacional. Recorde-se que já em julho deste ano, o TVSéries tinha disponibilizado de forma gratuita o 1º episódio das séries The Night of e Vice-Principals no seu site, app mobile e Videoclube dos 4 operadores nacionais. 

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The Night Of - 1º episódio de nova série HBO disponível para todos

Numa estratégia de constante inovação, o TVSéries | Home of HBO apresenta mais uma novidade, a possibilidade de ver o 1º episódio da minissérie The Night Of após a estreia mundial no canal, em simultâneo com os Estados Unidos. Com esta novidade, os Canais TVCine & Séries vão dar a oportunidade, mesmo a quem ainda não é subscritor do pacote de canais com os melhores filmes e séries do mercado, de assistir à estreia de uma minissérie com a qualidade superior a que já nos habituou a HBO. Através do site www.tvcine.pt todos vão poder assistir à estreia da nova aposta da HBO, a partir de 12 de julho, depois da estreia em exclusivo no TVSéries | Home of HBO. O 1º episódio de «The Night Of» vai estar também disponível no serviço de videoclube de todos os operadores nacionais, NOS, MEO, Vodafone e Cabovisão.

Fonte: TVSéries

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