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Actualizado às 10:16 PM, Dec 11, 2019

Black Panther - Chadwick Boseman

Como era a sua ligação à Marvel, antes de trabalhar nos filmes?
Sou um fã. Tinha visto os filmes do "Homem de Ferro", os "Capitão América" e "Os Vingadores". Então, como fã, já conhecia algumas das personagens.
Não sou o tipo de pessoa que cresceu a colecionar livros de banda desenhada, mas sabia tudo da personagem de Black Panther de ler. E do desenho animado de Reginald Hudlin.

Como é que esta personagem o interessou?
É um super herói, não é apenas um rei. Também é muito inteligente. Há uma sensação de James Bond na personagem. Acho que a quantidade de responsabilidade que tem quer como super herói, como rei, é interessante.
Há muitos conflitos do mundo real que é possivel trazer para a personagem. Não se sente que se está apenas a interpretar um homem com um fato, mas uma personagem com conflitos e bem sucedida. Quando vamos fazer um super herói, queremos realmente atuar e tornar-nos num melhor ator. E acho que culturalmente falando, não há muitas oportunidades para se interpreter um super herói negro. Está a abrir-se novos caminhos e fazer parte disso é algo especial.

Como é fazer parte do UCM?
Bem, existe uma grande excitação com a oportunidade de se fazer um filme independente, baseado na forma como a personagem ficou no último filme. Sinto que foi um sucesso e que deixamos as pessoas com vontade de mais. Senti essa emoção de fora, de pessoas que viram o último filme e definitivamente sinto que há uma grande motivação na Marvel, do que podem fazer com isso.

Qual foi a sua reação ao argumento?
Fiquei feliz. Fiquei feliz por estar no caminho certo desde o início. Ryan [Coogler] foi muito cuidadoso de quando me deixaria lê-lo. Mas, senti-me confiante de que estava a ir na direção certa.

Os pontos de vista de cada personagem fazem sentido?
Sim, fazem. Não são apenas coisas explodindo e pessoas a voar, ou cenas de luta. Cada personagem é uma peça.

Em que fase encontramos Black Panther?
Em "Capitão América: Guerra Civil", sabemos que perdeu o pai. É um príncipe e está a aperceber-se do que isso significa. Em " Capitão América: Guerra Civil ", passa o filme a tentar vingar-se da morte do pai. Neste filme, vemos que está a lidar com a morte do pai e com a responsabilidade de se tornar no novo rei. E se é digno disso. Acho que ao recomeçarem no lugar onde deixaram a personagem, foi das melhores decisões, porque lhe dá algo por que lutar.

O que acha do processo de leitura em grupo?
Gosto do processo. Não apenas para este filme, mas mesmo em trabalhos anteriores, acho que é uma boa forma das pessoas entrarem no trabalho. Podemos fazer a leitura de grupo de forma muito objetiva ou apenas sob um ponto de vista forte. Temos a oportunidade de perceber como as pessoas querem trabalhar. Gosto deste processo, para perceber os outros atores.

O que achou do elenco?
Não fui surpreendido, porque conversamos sobre a maioria das pessoas que fariam o casting. Só esperava que conseguissem mesmo as pessoas sobre as quais conversamos. E conseguiram, o que diz muito sobre o filme em geral, sobre a Marvel Studios e o próprio argumento.

Existem diferenças no fato?
Sim. Há algumas melhorias no fato, devido à irmã de Black Panther, Shuri.

Qual o estilo de realização de Ryan Coogler?
Desde o momento em que aceitou o trabalho e em que tivemos as nossas primeiras conversas, que o seu processo foi muito aberto e colaborativo. Ele escuta e tomou decisões importantes, mesmo quando ainda estávamos nos estágios iniciais do processo.

Como foram as suas conversas iniciais com Ryan Coogler?
Tentamos construir algo sobre o que já existia. Neste filme, temos a oportunidade de sermos mais minuciosos do que no último, porque na outra história, Black Panther era uma personagem secundária. Neste, tem que mostrar muitos mais aspectos. Falamos sobre quais seriam esses aspectos e sobre os que queriamos mostrar.

Como foi o treino para o filme?
Correu muito bem. Obviamente que foi intenso e muito trabalhoso. Mas foi bom colaborar com essas pessoas sobre o estilo de movimento. Para mim, essa é uma das coisas mais divertidas. É como dançar. Queria garantir de que existia um movimento africano fidedigno, assim como artes marciais africanas para contar a história de Wakanda, também como um país militar. E eles foram completamente abertos a tudo isso. Às vezes, sentiamos que estávamos a treinar para uma luta real. Foi muito divertido.

Em que difere Black Panther dos outros heróis Marvel?
Uma coisa que para mim se destacou, mesmo na banda desenhada, é que é um estratega, um líder mundial. Essa é uma responsabilidade que normalmente os super heróis não têm. Para além disso, tem que cuidar de uma nação inteira, pensar no lugar da nação no globo e como afetam o resto do mundo. Acho que essa é a principal diferença entre Black Panther e os outros heróis.

O que espera que este filme ofereça?
Acho que se quer o fator "wow". Queremos que as pessoas saiam e digam "wow". Queremos isto por todos os diferentes motivos - as performances, o espetáculo, as cenas de luta, tudo isso.
Acho que parte do motivo para se fazer este filme, é que muda de perspectiva. As pessoas podem ver um super herói sob um ângulo, complexidade ou uma visão do mundo diferente. Acho que também queremos isso e que no final do dia fiquem maravilhados com tudo isso.

«Black Panther» está nomeado para 7 Oscars.

Entrevista publicada na Metropolis nº57

Demolidor: o reset da emoção (review da 3T)

Depois de duas temporadas e um crossover a alta velocidade com resultados catastróficos, o Demolidor está de volta – alguém acreditou mesmo que ele ia morrer?! – esta sexta-feira, 19

A Marvel replicou a fórmula do MCU (Marvel Cinematic Universe) na Netflix e, como resultado, as duas primeiras temporadas de «Demolidor» trabalharam em grande medida para fortalecer «Os Defensores», culminando com o confronto épico dos anti-heróis e da ‘Mão’ que teimava em estragar a tranquilidade de Nova Iorque. Com principal destaque para o combate anunciado e muito explorado entre o Demolidor (Charlie Cox) e Elektra (Elodie Yung), sendo o primeiro incapaz de salvar a mulher por quem estava apaixonado. Destruído física e emocionalmente, Matt Murdock desapareceu e foi dado como morto.

Demolidor 2
Torna-se quase irrisório que a Marvel tenha ‘sugerido’ a queda derradeira do Demolidor no final de «Os Defensores», quando um ano antes tinha sido anunciada a terceira temporada do justiceiro a solo. Embora a quase-morte tenha tido um propósito meramente narrativo, uma vez que contribui para o afastamento e reinvenção da personagem, acabou por não causar qualquer suspense durante o hiato. Ainda assim, o facto de não existir mistério ajuda a não distrair a audiência, pelo que o foco mantém-se no desenvolvimento das diversas camadas da ação, ao invés de se sugestionar um “Gato de Schrödinger”, onde não se sabia se Demolidor estava vivo ou morto até abrir a ‘caixa’.

O encontro com o anti-herói anuncia também a interação com um novo núcleo na terceira temporada: a Igreja. Chega a ser irónico que Demolidor, desesperado e sem qualquer proactividade, tenha de interagir com uma facção associada à esperança e a crença naquilo que não se vê – contudo, não é uma relação tão linear assim. Ao mesmo tempo, ressurge um vilão que impõe respeito, o Wilson Fisk de Vincent D’Onofrio, que sai finalmente da prisão sedento de vingança. Como se um inimigo não fosse suficiente, eis que é introduzido Bullseye (Wilson Bethel, «Como Defender um Assassino»), uma figura misteriosa que não olhará a meios para derrotar o Demolidor.

Demolidor 3

Assim como já aconteceu com as diversas apostas da Marvel na Netflix, a componente política e de reflexão social é muito forte. Enquanto Murdock faz um ‘reset’ emocional, numa redescoberta da sua essência pessoal e de Demolidor, Wilson Fisk assume contornos sobejamente reconhecidos, no que às figuras políticas internacionais mais extremistas e menos consensuais diz respeito (exemplo Donald Trump ou Vladimir Putin). Espera-se, portanto, muito qualidade da parte do novo criador Erik Oleson («Arrow», «The Man In The High Castle») e companhia.

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Punhos de Ferro - 2ª temporada - trailer

Danny Rand (Finn Jones), ao lado da sua parceira Colleen Wing (Jessica Henwick), tenta manter a paz entre os gangues que estão em conflito, em Nova Yorque. Com a ajuda de Misty Knight (Simone Missick), descobrem que o circulo de crime na cidade é muito mais profundo do que jamais haviam imaginado e que “pendurar as espadas” já não é uma opção. Enquanto isso, o ex-melhor amigo de Danny, Davos, regressa a Nova Yorque depois de ter percebido que a sua casa em K'un-Lun tinha desaparecido. Culpando Danny pelo destino trágico de K'un-Lun, Davos jura vingar a sua cidade e reacende uma espécie de rivalidade entre irmãos sobre os deveres relacionados com o lendário Punho de Ferro.

punhos de ferro 2 poster

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Oferta de convites Antestreia «Homem-Formiga e a Vespa» Lisboa

Do Universo Cinematográfico Marvel chega “Homem-Formiga e A Vespa”, um novo capítulo dos heróis com a incrível capacidade de encolher. Depois de "Capitão América: Guerra Civil", Scott Lang tem de lidar com as consequências das suas escolhas como super-herói e pai. Enquanto luta para equilibrar a vida pessoal e as suas responsabilidades como Homem-Formiga, é confrontado por Hope van Dyne e Dr. Hank Pym com uma nova missão. Scott terá uma vez mais de vestir o fato de Homem-Formiga e aprender a lutar ao lado de A Vespa, enquanto a equipa trabalha em conjunto para descobrir segredos do passado.

poster homem formiga vespa

© 2018 Marvel

Passatempo

A NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Homem-Formiga e A Vespa» em Lisboa.

Sala e sessão

LISBOA
CINEMAS NOS, COLOMBO 

DIA 13 AGOSTO -  21H30

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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METROPOLIS EDIÇÃO Nº61

Capa M61

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

MARVEL – JESSICA JONES - trailer 2ª temporada

A detetive privada, de Nova Iorque, Jessica Jones (Krysten Ritter) está a recomeçar a sua vida após ter morto Kilgrave, o seu pior inimigo. Agora ao ser conhecida pela cidade como uma assassina com superpoderes, um novo caso “obriga-a” a confrontar-se consigo mesma, aprofundando o seu passado e a perceber as razões do que se tem vindo a passar na sua vida.

A Krysten Ritter (Jessica Jones) junta-se um elenco que inclui, entre outros, Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), Eka Darville (Malcolm Ducasse) e Janet McTeer and J.R. Ramirez.

Marvel - JESSICA JONES, na Netflix, conta com a produção executiva dos Showrunners Melissa Rosenberg (“Twilight”, “Dexter”), Raelle Tucker (“True Blood”), Jim Chory (“Marvel’s Daredevil”, “Marvel's Luke Cage”, “Marvel's Iron Fist”) e Jeph Loeb (“Marvel’s Daredevil”, “Marvel's Luke Cage”, “Marvel's Iron Fist”) que é também Marvel’s Head of Television.

Marvel – JESSICA JONES estreia no Dia Internacional da Mulher, 08 de Março.

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Fonte:Netflix

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O "escândalo" de Deadpool

Em cima, podemos ver uma imagem promocional da sequela do filme Deadpool (2016), de novo com Ryan Reynolds, agendado para o Verão de 2018. Em baixo, 'A criação de Adão', porventura o mais célebre fragmento do tecto da Capela Sistina, no Vaticano, pintado por Miguel Ângelo no período 1508-12.

Capela Sistina

Para além do delicioso jogo simbólico com os elementos de uma obra que é património da humanidade, as atribulações destes tempos de promoção da "ordem" e da "pureza" levam-nos a supor que não faltará muito para algum colectivo de cidadãos organizar uma petição para que a campanha do filme seja retirada de circulação... Especulação? Bem pelo contrário: recorde-se o que aconteceu com um quadro de Balthus — registemos, por isso, a imagem de Deadpool antes que os ventos da história a queiram rasurar do campo da nossa visão.

Em boa verdade, não estamos livres de haver algum colectivo de profissionais do "escândalo" que comece a sugerir que o liberalismo do Papa Francisco tem limites — não terá chegado o momento de ocultar os excessos de Miguel Ângelo?...

BLACK PANTHER - trailer

O filme conta a história de T'Challa, que depois da morte do seu pai, o Rei de Wakanda, volta a casa, à nação africana isolada e tecnologicamente avançada, para subir ao trono e assumir o seu lugar como rei. Mas, quando um antigo e poderoso inimigo reaparece, a força de T'Challa como rei e Pantera Negra é testada, quando é atraído para um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo em risco. Diante da traição e do perigo, o jovem rei deve reunir os seus aliados e libertar o poder total de Pantera Negra para derrotar os seus inimigos e garantir a segurança do seu povo.

BLACK PANTHER estreia nos cinemas em fevereiro de 2018.

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«O Justiceiro» - Marvel/Netflix - trailer oficial

Depois de vingar a morte da sua mulher e filho, Frank Castle (Jon Bernthal), descobre uma conspiração ainda mais profunda que o submundo do crime de Nova Iorque. Agora conhecido pela cidade como O Justiceiro tem que descobrir a verdade sobre as injustiças que afetaram não só a sua família.

A série tem a produção executiva Steve Lightfoot (Hannibal), Jim Chory (Marvel – Demolidor, Marvel – Jessica Jones e Marvel – Luke Cage) e Jeph Loeb (Marvel – Demolidor, Marvel – Jessica Jones e Marvel – Luke Cage) que é também Head of Television da Marvel. Marvel – O Justiceiro é produzido pela Marvel Television em associação com ABC Studios para a Netflix. Do elenco fazem parte Ebon Moss-Bachrach (Girls, The Lake House), Deborah Ann Woll (Marvel’s Daredevil, True Blood), Ben Barnes (Westworld, The Chronicles of Narnia), Amber Rose Revah (Emerald City, Indian Summers), Michael Nathanson (The Knick, Wolf of Wall Street), Jaime Ray Newman (Bates Motel), Jason R Moore (A Lonely Place for Dying), Daniel Webber (11.22.63) e Paul Schulze (Nurse Jackie).

Fonte: Netflix

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