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Actualizado às 8:37 AM, Jun 18, 2019

Robinson Crusoé - Trailer Oficial

Numa pequena ilha paradisíaca, Terça-feira, um papagaio bastante divertido vive com um grupo de animais amigos. No entanto, Terça-feira não para de sonhar como será o resto do mundo.

Depois de uma violenta tempestade, Terça-feira e seus amigos dão de caras com uma criatura estranha: Robinson Crusoé. Terça-feira vê imediatamente em Robinson a certeza de que há um mundo para além da ilha. Da mesma forma, Robinson logo percebe que a chave para sobreviver na ilha é através da ajuda do papagaio e dos outros animais. Não é fácil no início, já que os animais não falam "humano", mas lentamente, todos eles começam a viver juntos em harmonia, até ao dia em que a sua vida confortável é posta em causa por dois gatos, também eles náufragos, que desejam assumir o controlo da ilha. E no meio da batalha que se segue, Crusoé e os animais seus amigos depressa descobrem o verdadeiro poder da amizade, no meio de todas as adversidades.

Fonte: Big Picture Films

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Ratchet & Clank - trailer

«Ratchet & Clank» é uma animação em 3D baseada num popular jogo da Playstation do estúdio Insomniac Games, o filme será uma comédia de acção em ambiente sci-fi.

«Ratchet & Clank» será realizado por Jericca Cleland e Kevin Munroe, o argumento foi maioritariamente redigido por T.J. Fixman que já tinha assinado a história do jogo.

O talento de vozes conta com nomes como Paul Giamatti, John Goodman, Rosario Dawson e Sylvester Stallone. Também participam actores que deram a voz à série de jogos "Ratchet & Clank". As vozes nacionais são representadas por Tiago Teotónio e Luciana Abreu.

O enredo será uma história de origem sobre como os dois heróis do filme, Ratchet (James Arnold Taylor) e Clank (David Kaye), se conheceram na sua tentativa de salvar a galáxia de Solana da destruição do Presidente Drek (Paul Giamatti) e Blarg.

Estreia nacional do jogo: 20 de Abril de 2016
Estreia nacional do filme: 5 de Maio de 2016

 

 

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Sausage Party - Official Red Band Trailer

«Sausage Party» é a primeira animação CG para adultos, relata a história de uma salsicha que lidera um bando de produtos de supermercado numa jornada de descoberta da verdade e da sua existência sobre o que acontece a partir do momento em que são escolhidos das prateleiras e saem para fora da loja.
O filme conta com vários talentos vocais, inclusive de algumas das maiores estrelas da comédia da actualidade, como Seth Rogen, Kristen Wiig, Jonah Hill, Bill Hader, Michael Cera, James Franco, Danny McBride, Craig Robinson, Paul Rudd, Nick Kroll, David Krumholtz, Edward Norton, e Salma Hayek. O filme é realizado pelos estreantes Greg Tiernan e Conrad Vernon.

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Home: A Minha Casa

Jim Parsons, a estrela de «A Teoria do Big-Bang», tem uma voz de desenho animado, o seu humor, a energia e a entoação no papel de Oh fazem maravilhas e carregam a “casa” às costas. Jim Parsons contracena com Rhiana, que tem o timbre perfeito para dar voz a Tip, uma menina que procura a sua mãe pelo mundo fora com a ajuda de Oh, um pequeno e desastrado alien que integra uma força invasora terrestre. Oh debate-se com o conformismo e a existência de emoções numa raça sem empatia e ensinada a fugir do amor. Mas tudo muda quando conhece o afecto e a amizade crescente de Tip.
O lançamento em DVD é mais uma prova que o público adulto pode reencontrar uma preciosidade no cinema em casa com as vozes originais que são o alicerce deste filme, algo que raramente acontece nas salas nacionais dominadas, compreensivelmente, pela versão dobrada.

«Home: A Minha Casa» é uma animação divertida e com muito colorido que veste a camisola da comédia de aventura, polvilhada de momentos com imensa ternura.

tres estrelas

Título original: Home

ACTORES
Jim Parsons
Rihanna
Steve Martin

Pris Audiovisuais

Anomalisa

O amor é uma anomalia. De repente, do meio da multidão anónima, vulgar, surge um ser que se distingue de todos os outros. A sua singularidade faz colapsar o tempo e o espaço. Para aquele que ama, ele é o centro do universo. Todo o universo. Absoluto, misterioso, incomparável. A resposta para a existência. Depois chega a manhã.

Kaufman não é um cínico, mas ele conhece bem as suas personagens, e «Anomalisa» não é um filme sobre o amor, ou sobre Lisa (o sufixo no título). Este filme, como quase todos os que Kaufman já escreveu ou realizou, é sobre um homem virado para dentro.

O argumento nasceu de um texto escrito para ser lido em palco – uma espécie de peça de teatro falado – que Kaufman criou em 2005 sob o pseudónimo de Francis Fregoli. Passados 10 anos, e depois do fracasso de bilheteira de «Sinédoque, Nova Iorque» (2008), Kaufman escapou aos constrangimentos dos estúdios e conseguiu dar nova vida à sua história através de um processo de crowdfunding. A escolha do formato, a animação em stop-motion, é também por isso bastante curiosa. Numa produção tão pequena, em que não há espaço para derrapagens orçamentais e se avança à velocidade estonteante de 2 segundos por dia, cada plano é um plano. Fazer cinema assim aproxima-se de um acto de fé.

É comovente testemunhar em cada gesto, em cada cambiante de luz todo o empenho e persistência da extensa equipa de animadores, escultores, técnicos de luz e de som que fizeram de «Anomalisa», como já se disse, o filme mais humano que temos em sala. O que é que quer dizer “mais humano” ou, simplesmente, “humano”? Esta é a questão com que o protagonista do filme, Michael Stone (voz de David Thewlis), se debate.

Snoopy e Charlie Brown: Peanuts - O Filme

Foi em 1950 que Charles M. Schultz (1922-2000) lançou as primeiras histórias desenhadas dos Peanuts. E não se pode dizer que, pelo menos no plano quantitativo, o seu eco cinematográfico seja muito significativo. Na verdade, este filme lançado no período natalício (título original: «The Peanuts Movie») é apenas o quinto da filmografia dos Peanuts, tendo sido o primeiro, «Um Rapaz Chamado Charlie Brown», produzido apenas em 1969; em qualquer caso, no contexto televisivo, Charlie Brown e a sua “troupe” surgiram em mais de quatro dezenas de especiais.

Seja como for, a raridade cinematográfica dos Peanuts é muito significativa. De quê? Da dificuldade de transpor para as imagens animadas um universo que, além de possuir uma genuína dimensão filosófica, apela a um desenho sóbrio e contemplativo, mais do que à acumulação de cenas de “acção” mais ou menos trepidante.

Dir-se-ia, de facto, que não é possível libertar os Peanuts (sob pena de os descaracterizar) desse misto de serenidade e inquietação, crueza e simbolismo, que fazia (e faz) o fascínio das tirinhas desenhadas por Schultz. Mais do que isso: a controlada brevidade dessa tirinhas faz com que os Peanuts sejam menos um universo de histórias com princípio, meio & fim, e mais uma colecção de vinhetas em que, desde o sentido da vida até aos impulsos festivos de Snoopy, tudo pode ser condensado em três ou quatro desenhos austeros.


Daí, uma vez mais, a sensação de celebração, mas também de frustração, com que este “movie” nos envolve. Porventura avisados dos impasses encontrados em experiências anteriores, os criadores tentam dinamizar os acontecimentos através de cenas mais ou menos delirantes, desencadeadas pela imaginação de Snoopy... O certo é que, apesar de tudo, são os momentos de contemplação e recolhimento que mais nos mobilizam.

Estrelas: 2


Título ORIGInal
The Peanuts Movie
REALIZADOR
Jacques Audiard
VOZES
Noah Schnapp
Bill Melendez
ORIGEM
Estados Unidos
DURAÇÃO
88’
ANO
2015

Texto originalmente publicado na revista Metropolis nº 34

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