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Actualizado às 10:34 PM, Sep 15, 2019

ABRIL E O MUNDO EXTRAORDINÁRIO - trailer

1941. O mundo é radicalmente diferente do descrito na História habitual. Napoleão V reina em França, onde, como em todo o mundo, durante 70 anos os cientistas desaparecem misteriosamente, privando a humanidade das grandes invenções. Sem rádio, televisão, eletricidade, aviação ou motores de combustão, é um universo preso a uma tecnologia ultrapassada, como que adormecido no conhecimento do século XIX, governado pelo carvão e pelo vapor. É nesse mundo estranho que uma jovem, Abril, parte em busca dos seus pais, dois cientistas desaparecidos, na companhia de Darwin, o seu gato falante, e de Julius, um jovem das ruas. O trio vai enfrentar os perigos e mistérios desse Mundo Extraordinário. Quem afastou os cientistas durante décadas? Por que plano sinistro?

Prémio do Público – MONSTRA 2016 – Festival de Animação de Lisboa

Estreia a 22 de Outubro

Fonte: NOS

A Idade do Gelo: O Big Bang

«A Idade do Gelo: O Big Bang» bateu realmente contra uma parede que parece de gelo. O esgotamento de ideias, o excesso de Scratch e uma animação digital que não tem brilho nem originalidade face à concorrência são os elementos que se conjugam num filme que há muito já expirou a data de validade a nível criativo. A pequenada vai certamente apreciar o registo, a bicharada da Idade do Gelo, o humor pueril e as patetices de Scratch, mas onde existia uma originalidade que falava a duas vozes, para diferentes públicos, apenas encontramos um lado pueril que desilude os mais velhos.

A narrativa de «A Idade do Gelo: O Big Bang» está em contra-relógio para salvar o mundo do impacto iminente de um meteorito e os heróis entram numa senda para impedir a extinção. A par deste relato surgem três histórias paralelas que saltam à vista: as dúvidas do mamute Manny face a perder a menina dos seus olhos para o seu genro, três aves pré-históricas com contas a ajustar com Buck (voz de Simon Pegg), o herói esquizofrénico, e a preguiça que procura o amor.

À excepção do esplendoroso «Zootrópolis», este não tem sido um ano muito famoso para a animação digital dos estúdios norte-americanos, veja-se a desilusão das sequelas de «Panda», «Nemo» e a rota de colisão de «A Idade do Gelo». Está na altura de dar descanso a personagens que nos deram no passado tantas horas de diversão mas agora só desiludem. Descansa em paz «Idade do Gelo».

uma estrelas

Título Nacional A Idade do Gelo: O Big Bang Título Original Ice Age: Collision Course Realizador Mike Thurmeier, Galen T. Chu Actores Ray Romano, Denis Leary, John Leguizamo Origem Estados Unidos Duração 94’ Ano 2016

 

101 Dálmatas

Dirigido em 1961 pelo triumvirato de veteranos, Reitherman, Luske e Geronimi, Os 101 Dálmatas traz-nos a história de Pongo e Perdita, um simpático casal de dálmatas que vive em Londres com os seus donos Roger e Anita. Perdita está prestes a dar à luz a sua primeira ninhada de cachorros, mas eis que entre em cena a pérfida Cruella de Vil, uma velha colega de Anita, que se oferece para comprar os cachorritos. Roger e Anita recusam separar-se dos cães, mas Cruella não desiste e contrata dois bandidos para que estes raptem a ninhada. Separados dos pais os cachorros vão juntar-se a outros 94 que a malvada Cruella tem presos com o objectivo de usar as suas peles para fazer casacos. Perdita e Pongo conseguem descobrir e libertar os seus filhos e todos os outros dálmatas, mas Cruella descobre-os e move-lhes uma tenaz perseguição através da neve acabando, no entanto, por falhar os seus propósitos e ter antes um merecido castigo.

Inspirado no livro homónimo, da autoria de Dodie Smith, Os 101 Dálmatas é um marco, na história da animação e especialmente na história da Disney, a vários níveis. Em primeiro lugar foi o primeiro filme Disney passado em cenários contemporâneos, depois a história, ao contrário do que era norma até aí, foi desenvolvida apenas por uma pessoa, Bill Peet, um talentoso artista que imprimiu à narrativa e aos personagens a sua marca pessoal. Finalmente este é um filme histórico em termos técnicos pois foi aqui que se usou pela primeira vez a xerografia, técnica de duplicação dos acetatos que permitiu a animação da centena de cães com os seus milhares de manchas pretas. Orçamentado em 4 milhões de dólares o filme ultrapassou em muito as expectativas de Disney tornando-se um dos mais sólidos sucessos do estúdio e conquistando novas gerações sempre que é relançado. Um clássico da animação a que é impossível resistir.

A edição em BD da Disney/ZON Lusomundo inclui os extras que já estavam na edição em DVD do clássico: um documentário, vídeos musicais, cenas eliminadas e trailers.

Como se fez Os 101 Dálmatas
Um documentário de 30 minutos sobre as várias fases de evolução de um filme que marcou um ponto de viragem na arte da animação dos estúdios Disney. Na altura da sua estreia Os 101 Dálmatas foi considerado um objecto contemporâneo de entretenimento a começar pelo seu visual e os personagens, era mais do que uma fantasia e possuía mistério e suspense.

A última produção da Disney que foi pintada à mão foi A Bela Adormecida. Em Os 101 Dálmatas o processo de cópia revolucionou a animação, por outro lado perdeu-se a arte do traço e substituiu-se o processo de pintura à mão. Uma decisão que levou ao encerramento do departamento de coloração da Disney algo que permitiu baixar os custos desta produção. Ub Iwerks, associado de longa data de Walt Disney, foi o impulsionador desta tecnologia.

O documentário contém entrevistas de arquivo com os principais criadores e alguns dos mestres da Disney que estiveram envolvidos no filme, veja-se a entrevista com Ollie Johnson (um dos nove “anciões”) e a conversa com a esposa de Marc Davies (criador de Cruela de Vil).

Os 101 Dálmatas não seguiu a tradição musical das animações Disney mas continha a sua dose de música: Mel Leven criou a canção de Cruela de Vil; coexistiam os ritmos blues; havia ênfase na rima e um toque de paródia com os jingles televisivos que estavam na moda nos Estados Unidos com a propagação da televisão.
O extra possibilita a visualização das imagens reais de referência para os animadores e o trabalho com os modelos dos carros com os testes e os conceitos por detrás da animação dos veículos. Podemos escutar uma curta entrevista com Lisa Davis, a voz de Anita, que aborda a inspiração dos animadores e que utilizaram as suas expressões faciais à heroína do filme. Betty Lou Gerson, a voz de Cruela, também não é esquecida com o seu singular trabalho de voz e a sua carreira na Disney.

O lançamento inclui uma interessante recriação da relação de amizade e trabalho de Walt Disney e Dodie Smith com base na correspondência trocada entre ambos entre 1955 e 1961.

Os extras terminam com trailers e spots de televisão e rádio de Os 101 Dálmatas através das décadas e vídeos musicais do filme. Ainda temos uma versão contemporânea do tema Cruela de Vil interpretado por Selena Gomez.

quatro estrelas

Título Nacional 101 Dálmatas Título Original One Hundred and One Dalmatians Realizadores Clyde Geronimi, Hamilton Luske, Wolfgang Reitherman Vozes Rod Taylor, Betty Lou Gerson, J. Pat O'Malley Origem Estados Unidos Duração 79’ Ano 1971

 

À PROCURA DE DORY | CURIOSIDADES DAS PERSONAGENS

LAÇOS FAMILIARES – Dory encontrou um lar com Marlin e Nemo, que a acolheram na sua família de barbatanas abertas. Os realizadores estudaram psicologia de adoção para perceber melhor como Dory se iria sentir numa extraordinária família adotiva, mas ainda com dúvidas sobre o seu passado.

Mesmo que Dory já tenha sido desenhada para o filme "À Procura de Nemo", os realizadores tiveram de a redesenhar com a tecnologia atual. Para alcançar as formas e as expressões específicas que os fãs já reconhecem como sendo de Dory, os artistas colocaram as imagens do primeiro filme lado a lado com as imagens da produção para assegurar que estava tudo como deve ser.

TODOS CRESCIDOS – Alexander Gould, que deu a voz original a Nemo, no filme de 2003, “À Procura de Nemo”, fez 22 anos em Maio e por isso os realizadores tiveram de fazer uma nova audição para a personagem, selecionando Hayden Rolence, de 12 anos, para dar a voz ao peixe-palhaço júnior, em “À Procura de Dory”.

• Alexander Gould, que conquistou os corações dos realizadores há 13 anos, pode ser ouvido no novo filme, como a voz de um motorista de camião.
• Hayden Rolence, que fez a audição muito antes de começarem as gravações, estava ciente de que não podia contar a ninguém sobre o papel. Foi difícil para o jovem, que queria mais do que qualquer outra coisa poder partilhar a notícia com a sua avó.

A RIR - O comediante Albert Brooks volta ao grande ecrã como a voz do peixe-palhaço Marlin, em "À Procura de Dory". Os realizadores dizem que Albert é muito bom em improvisação, trazendo a sua comédia icónica para a personagem. Enquanto Marlin carregava uma grande carga emocional em "À Procura de Nemo", no filme "À Procura de Dory" está livre, dando a Albert muito mais liberdade para poder improvisar.

O NÚMERO DA SORTE SETE – Quando os designers estavam a trabalhar em Hank, o polvo rabugento de "À Procura de Dory", criaram tentáculos afunilados para o cefalópode. Os tentáculos foram trabalhados em separado do corpo e quando tentaram anexá-los, só cabiam sete. Os realizadores decidiram mais tarde que esta podia tornar-se numa característica da personagem e acabaram por trabalhar isso no guião.

• Os designers deram a Hank 50 ventosas por braço, fazendo um total de 350 ventosas.

REUNIDOS – Quando os realizadores fizeram as audições para as vozes dos relaxados leões-marinhos, Fluke e Rudder, decidiram reunir de novos os dois atores de "The Wire", Idris Elba e Dominic West.

VISIONÁRIA - Destiny é um tubarão-baleia que está ao cuidado do Instituto de Vida Marinha, mas os realizadores no início não tinham a certeza sobre o que a afligia. Foi Bailey, a baleia beluga vizinha de Destiny, quem lhes abriu os olhos - por assim dizer. As belugas são conhecidas pelas suas capacidades de ecolocalização - uma sonda biológica da espécie - isto é descrito pelo IVM como "Os óculos mais potentes do mundo". Os realizadores decidiram que se Bailey tivesse uma ótima visão, Destiny ficava comprometida. E assim nasceu um tubarão-baleia míope.

• Destiny foi quem ensinou Dory a falar baleiês. Claro que o facto de Destiny ser um tubarão - e não uma baleia - explica a compreensão limitada de Dory sobre a língua.

TUDO EM FAMÍLIA – Becky, uma ave gavia um pouco estranha e excêntrica que ajuda Marlin e Nemo, recebeu o seu nome da diretora de produção, Becky Neiman-Cobb, que insiste que não existe nenhuma semelhança.

Fonte: Disney

Netflix com cinco novas séries de animação

A Netflix, o serviço de televisão por Internet líder mundial, vai lançar cinco séries originais de animação para crianças e uma nova temporada de Kong: King of the Apes. Estes novos títulos adaptam personagens e histórias já conhecidas e amadas pelo público em séries de televisão que seguramente se tornarão nos favoritos das crianças e famílias. Sejam baseados num videojogo de grande sucesso (Skylanders Academy), numa coleção galardoada de livros infantis (Llama Llama, Hilda) ou em filmes adorados (Spy Kids: Mission Critical, Spirit Riding Free), estas séries vão fazer as delícias dos subscritores da Netflix de todas as idades e reforça o compromisso da empresa em apresentar os melhores conteúdos às famílias de todo o mundo.

Hilda 3

Enquanto Llama Llama, da produtora Genius Brands, dá vida às doces histórias infantis contadas nos livros pré-escolares de sucesso de Anna Dewdney, Hilda e Skylanders Academy apresentam emocionantes aventuras para crianças um pouco mais crescidas. Hilda, produzida por Silvergate, capta a magia existente nos conhecidos livros de banda desenhada de Luke Pearson, e em Skylanders Academy mergulhamos no mundo de ação e comédia criado pela Activision Blizzard Studios ao acompanhar as histórias da heróica equipa Skylanders na sua missão de proteger o Universo do mal eminente.

Igualmente emocionante é a primeira adaptação para TV de dois filmes familiares muito populares. Por um lado, a comédia animada Spy Kids: Mission Critical, baseada na saga cinematográfica da The Weinstein Company, Spy Kids, por outro Spirit Riding Free da DreamWorks inspirada no filme de animação nomeado para Oscar® sobre um cavalo selvagem, Spirit: Stallion of the Cimarron. Não podemos esquecer a fantástica história de Kong: King of the Apes, que regressa em 2017 com mais uma temporada recheada de ação e amor à natureza.

LlamaLlama 3

“Na Netflix, investimos em histórias que os nossos subscritores valorizem e apreciam”, afirma Andy Yeatman, director global de conteúdos Kids da Netflix. “Esta paixão por descobrir grandes histórias também é extensível aos nossos membros mais novos e estamos muito satisfeitos por apresentar este alinhamento de novos títulos originais, protagonizados por personagens bem conhecidas e queridas de crianças e famílias em todo o mundo.”

Mais detalhes sobre as séries baseadas em filmes:

Spirit Riding Free, DreamWorks Animation - 2017

Inspirada no filme nomeado para o Oscar®, Spirit: Stallion of the Cimarron, a série original da Netflix, Spirit Riding Free, narra as emocionantes histórias de um cavalo selvagem que não se deixa domesticar. Uma nova geração vai conhecer as aventuras do cavalo Spirit e de uma menina chamada Lucky, igualmente corajosa. Juntos vão transpor barreiras, testar o poder da amizade e descobrir o que significa ser livre. Na companhia dos seus melhores amigos, Spirit e Lucky exploram o mundo em apaixonantes viagens, diversão sem limites e conhecem lindos cavalos.

A série estreará em exclusivo na Netflix em 2017 nos Estados Unidos, Canadá, América Latina, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda, países nórdicos, Benelux e França.

Spy Kids: Mission Critical, The Weinstein Company – 2018

Do produtor Bob Weinstein chega a série de animação de comédia e aventura baseada na saga cinematográfica, Spy Kids. A série segue a equipa dos irmãos Juni e Carmen Cortez na Spy Kids Academy, uma escola ultra-secreta de espiões para a formação crianças. Quando uma nova agência de contra-espionagem ameaça a segurança do mundo, caberá aos jovens espiões Juni e Carmen treinar e liderar uma equipa de jovens cadetes Spy Kids contra as forças da S.W.A.M.P. (Malfeitores Sinistros contra Preservação da Humanidade) e o seu diabólico líder, Golden Brain. A equipa de espiões juniores podem ainda não estar preparada, mas eles são a única salvação quando os espiões adultos não podem fazer o seu trabalho!

Produzida por FM DeMarco, o guionista da série original Netflix Dragons: Race to the Edge, a nova produção Spy Kids: Mission Critical será lançada mundialmente em exclusivo na Netflix em 2018.

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Fonte: Netflix

  • Publicado em TV

«PIPER» - NOVAS IMAGENS DA CURTA QUE ANTECEDE «À PROCURA DE DORY»

Realizada por Alan Barillaro e produzida por Marc Sondheimer, PIPER a nova curta-metragem da Pixar Animation Studios, conta a história da cria de uma ave maçarico com fome que se aventura a sair pela primeira vez do ninho para ir à procura de comida pela costa. O único problema é que a comida está enterrada debaixo da areia onde as frias, molhadas e terríveis ondas dão à costa. Com a ajuda de um novo amigo, esta pequena cria volta a mergulhar, na esperança de superar os seus medos e encher a sua barriga.

PIPER vai anteceder o filme À PROCURA DE DORY, que estreia a 23 de junho de 2016.

Piper 2

Carros 3 - imagens conceptuais

Owen Wilson está de regresso como a voz do condutor número 95, Faísca McQueen que enfrenta um novo desafio em “Carros 3”. Realizado por Brian Fee (o artista gráfico de “Carros” e “Carros 2“) e produzido por Kevin Reher (“Uma Vida de Insecto” e a curta metragem “La Luna”), “Carros 3” chega aos cinemas portugueses no verão de 2017. "Depois de ter trabalhado no primeiro e segundo filme de "Carros", estou muito honrado por realizar o "Carros 3", afirma Brian. "Estas personagens são como família para mim e por isso é muito especial seguir o Faísca McQueen, enquanto aprofundamos ainda mais a sua relação com as corridas e este desporto. A mistura de emoções no filme será muito especial".

SOBRE O FILME
Surpreendido por uma nova geração de pilotos extremamente rápidos, o lendário Faísca McQueen (voz de Owen Wilson) é subitamente afastado do desporto que ama. Para voltar ao jogo, vai precisar da ajuda de uma jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez, que tem o seu próprio plano para vencer, e da inspiração do Fabuloso Hudson Hornet com algumas voltas inesperadas. Para provar que o 95º lugar não o completa, vai testar o seu coração de campeão na maior corrida da Taça Pistão!

Carros 3

À PROCURA DE DORY - Clip

Foram precisos 13 anos, mas eis finalmente a sequela de «À Procura de Nemo» (2003), vencedor do Óscar de Melhor Filme de Animação e que foi realizado por Lee Unkrich e Andrew Stanton, que está de regresso. Desta vez, a protagonista é Dory e as expectativas são altas. Afinal, trata-se da sequela de um dos melhores filmes da Pixar. Além disso, as últimas sequelas do estúdio têm deixado algo a desejar, pelo que espera-se também alguma redenção da Pixar neste aspeto. Porém, apesar de se terem passado 13 anos entre os dois filmes, na história, o espaçamento será de apenas seis meses.

Ter a realização de Andrew Stanton é um dos principais motivos para que este filme valha a pena. Além de «À Procura de Nemo», Stanton tem também no seu currículo a participação, seja como argumentista ou realizador, em filmes de animação que deram que falar, tais como «Toy Story: Os Rivais» (1995) e «Wall-E» (2008). E não poderemos deixar de ter em conta o fantástico elenco que dará voz às personagens, tal como Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Ty Burrell ou Idris Elba. Preparado para mais uma viagem emocional no fundo do mar?

História: A muito esquecida Dory (voz de Ellen DeGeneres) procura a sua família perdida, ficando a saber que nasceu no Instituto de Biologia Marinha da Califórnia, um local de reabilitação marinha, e que foi libertada no oceano ainda muito nova. Enquanto é ajudada por vários amigos e vê também o seu caminho atrapalhado por uns quantos intrusos, ainda haverá tempo para que todos aprendam o verdadeiro significado da família.

Realizadores: Andrew Stanton («WALL-E», 2008) e Angus MacLane («Toy Story of Terror», 2013)

Elenco (vozes): Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Idris Elba, Ty Burrell, Dominic West
Data de estreia prevista: 23 de junho

  • Publicado em Feature
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