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Actualizado às 10:48 AM, Oct 23, 2019

Carros 3 - imagens conceptuais

Owen Wilson está de regresso como a voz do condutor número 95, Faísca McQueen que enfrenta um novo desafio em “Carros 3”. Realizado por Brian Fee (o artista gráfico de “Carros” e “Carros 2“) e produzido por Kevin Reher (“Uma Vida de Insecto” e a curta metragem “La Luna”), “Carros 3” chega aos cinemas portugueses no verão de 2017. "Depois de ter trabalhado no primeiro e segundo filme de "Carros", estou muito honrado por realizar o "Carros 3", afirma Brian. "Estas personagens são como família para mim e por isso é muito especial seguir o Faísca McQueen, enquanto aprofundamos ainda mais a sua relação com as corridas e este desporto. A mistura de emoções no filme será muito especial".

SOBRE O FILME
Surpreendido por uma nova geração de pilotos extremamente rápidos, o lendário Faísca McQueen (voz de Owen Wilson) é subitamente afastado do desporto que ama. Para voltar ao jogo, vai precisar da ajuda de uma jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez, que tem o seu próprio plano para vencer, e da inspiração do Fabuloso Hudson Hornet com algumas voltas inesperadas. Para provar que o 95º lugar não o completa, vai testar o seu coração de campeão na maior corrida da Taça Pistão!

Carros 3

À PROCURA DE DORY - Clip

Foram precisos 13 anos, mas eis finalmente a sequela de «À Procura de Nemo» (2003), vencedor do Óscar de Melhor Filme de Animação e que foi realizado por Lee Unkrich e Andrew Stanton, que está de regresso. Desta vez, a protagonista é Dory e as expectativas são altas. Afinal, trata-se da sequela de um dos melhores filmes da Pixar. Além disso, as últimas sequelas do estúdio têm deixado algo a desejar, pelo que espera-se também alguma redenção da Pixar neste aspeto. Porém, apesar de se terem passado 13 anos entre os dois filmes, na história, o espaçamento será de apenas seis meses.

Ter a realização de Andrew Stanton é um dos principais motivos para que este filme valha a pena. Além de «À Procura de Nemo», Stanton tem também no seu currículo a participação, seja como argumentista ou realizador, em filmes de animação que deram que falar, tais como «Toy Story: Os Rivais» (1995) e «Wall-E» (2008). E não poderemos deixar de ter em conta o fantástico elenco que dará voz às personagens, tal como Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Ty Burrell ou Idris Elba. Preparado para mais uma viagem emocional no fundo do mar?

História: A muito esquecida Dory (voz de Ellen DeGeneres) procura a sua família perdida, ficando a saber que nasceu no Instituto de Biologia Marinha da Califórnia, um local de reabilitação marinha, e que foi libertada no oceano ainda muito nova. Enquanto é ajudada por vários amigos e vê também o seu caminho atrapalhado por uns quantos intrusos, ainda haverá tempo para que todos aprendam o verdadeiro significado da família.

Realizadores: Andrew Stanton («WALL-E», 2008) e Angus MacLane («Toy Story of Terror», 2013)

Elenco (vozes): Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Idris Elba, Ty Burrell, Dominic West
Data de estreia prevista: 23 de junho

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«Doom» - Gatos e plasticina - Animação de Lee Hardcastle

Miau, miau, a animação foi feita por Lee Hardcastle, um especialista de animação de terror utilizando a plasticina e um humor perverso, vejam o brilhante resultado para o jogo "blockbuster" DOOM!

DOOM está em desenvolvimento na id Software, o estúdio que foi pioneiro no modo de jogo “first-person shooter” e inventou o multiplayer “deathmatch”. Demónios que nunca mais acabam, armas que fazem estragos e movimentos rápidos e fluidos estão na fundação deste intenso combate na primeira pessoa – seja a degladiar hordes de demónios nas profundezas do inferno na campanha a solo ou competir contra os teus amigos em inúmeros modos “multiplayer”. Expande a tua experiência de “gameplay” através do editor DOOM “SnapMap” para criar, jogar e partilhar facilmente o conteúdo do teu jogo com o mundo.

O caos começa a 13 de Maio!

DOOM PS4 3D pack PEGI 1454583551

 

 

 

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Dia Star Wars no Disney Channel

No dia 4 de maio é celebrado mundialmente o Dia Star Wars, e o Disney Channel vai emitir uma programação especial, das 14h00 às 18h00, para destacar o universo “Star Wars” no canal.

Serão emitidos três novos episódios de “Star Wars: Contos de Droides”, na série que conta as aventuras da saga através da perspetiva dos icónicos C-3PO e R2-D2. Nos novos episódios, C-3PO vê o R2-D2 a ser levado num bar em Mos Eisley, por um misterioso sequestrador e um grupo de droides contratados por Jawas. C-3PO e Chewbacca vão tentar resgatar o R2-D2 na Millennium Falcon e descobrir quem está por trás deste rapto.

Lego Star Wars

Neste dia totalmente galáctico, será emitida a primeira curta “Lego Star Wars: Ergue-se a Resistência”, com os populares heróis e vilões do filme “Star Wars: O Despertar da Força”. A primeira curta de animação ocorre antes do ataque da Primeira Ordem em Jakku e revela histórias nunca antes contadas, com Kylo Ren, Han Solo, Finn, Rey, BB-8 e outras personagens. No primeiro episódio, o piloto Poe Dameron é responsável por um plano para salvar o Almirante Ackbar dos vilões Kylo Ren e Capitão Phasma.

Será ainda emitida uma maratona de aventuras “Star Wars Rebels”, com episódios repletos de missões, perseguições, emocionantes revelações e duelos entre os soldados imperiais, novos inquisidores e os rebeldes.

Phineas e Ferb Star Wars I 9

O episódio especial alargado "Phineas e Ferb: Star Wars" vai contar as proezas de Phineas e Ferb, que vivem a alguns quarteirões de Luke Skywalker, no planeta Tatooine. Quando os planos da Estrela da Morte caem inadvertidamente nas suas mãos, percebem que são agora responsáveis pelo destino da Galáxia.

Mínimos

Apetece dizer que «Mínimos» — o filme em que os bonequinhos amarelos de «Gru, o Maldisposto» (1 e 2) se tornam personagens principais — é um dos melhores filmes de animação deste Verão cinematográfico. Mas há qualquer coisa de injusto em tal formulação. Em boa verdade, talvez devamos simplificar e dizer apenas: «Mínimos» é um dos melhores filmes deste Verão. Ponto final.

Estamos, de facto, perante um universo de desenhos animados que não corresponde, nem de longe nem de perto, à vontade de apanhar o “comboio” da animação digital, reunindo algumas personagens mais ou menos divertidas em meia dúzia de sketches mais ou menos espectaculares... Nada disso: «Mínimos» é um projecto que adquiriu plena autonomia narrativa, funcionando como uma bela fábula, muito à moda antiga, sobre a constituição de um colectivo e a sua preservação, custe o que custar. Porque, de facto, os Mínimos podem andar à procura de um líder malévolo que possam servir (a acção passa-se antes dos dois filmes de Gru, funcionando como uma típica “prequela”), mas aquilo que os une são menos os desígnios do seu chefe e mais, muito mais, um tenaz e obstinado espírito de solidariedade.

Na sua linguagem indecifrável, mas fascinante — aliás servida por um leque admirável de vozes, incluindo o realizador Pierre Coffin que faz, justamente, os Mínimos —, este é um colectivo cujas alegrias e tristezas, ansiedades e celebrações possuem uma espantosa vocação universal e universalista. Para as crianças? Digamos que, para ter a certeza, convém que o espectador olhe para o seu bilhete de identidade...

quatro estrelas

Título Nacional Mínimos Título Original Minions Realizador Kyle Balda e Pierre Coffinr Actores Sandra Bullock, Jon Hamm, Michael Keaton, Allison Janey, Steve Coogan Origem Estados Unidos Duração 91’ Ano 2015

A Vida Secreta dos Nossos Bichos - trailer

Na quinta colaboração em animação, a Illumination Entertainment e a Universal Pictures apresentam A VIDA SECRETA DOS NOSSOS BICHOS, uma comédia sobre a vida dos nossos animais de estimação a partir do momento em que saímos para o trabalho ou para a escola todos os dias.

Chris Meledandri, fundador e CEO da Illumination, e a sua colaboradora de longa data Janet Healy produzem o filme realizado por Chris Renaud (“Gru – O Maldisposto” e “Gru – O Maldisposto 2”), corealizado por Yarrow Cheney e com argumento de Cinco Paul & Ken Daurio e Brian Lynch.

Título Nacional A Vida Secreta dos Nossos Bichos Título Original The Secret Life of Pets Realizador Chris Renaud, Yarrow Cheney Vozes Lake Bell, Jenny Slate, Ellie Kemper Vozes (versão portuguesa) João Manzarra, Sara Calisto, Eduardo Madeira, Mariana Monteiro Origem Estados Unidos Duração n.d. Ano 2016

Estreia a 18 de Agosto

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À Procura de Dory - Antevisão 2016

Foram precisos 13 anos, mas eis finalmente a sequela de «À Procura de Nemo» (2003), vencedor do Óscar de Melhor Filme de Animação e que foi realizado por Lee Unkrich e Andrew Stanton, que está de regresso. Desta vez, a protagonista é Dory e as expectativas são altas. Afinal, trata-se da sequela de um dos melhores filmes da Pixar. Além disso, as últimas sequelas do estúdio têm deixado algo a desejar, pelo que se espera também alguma redenção da Pixar neste aspeto. Porém, apesar de se terem passado 13 anos entre os dois filmes, na história, o espaçamento será de apenas seis meses.
Ter a realização de Andrew Stanton é um dos principais motivos para que este filme valha a pena. Além de «À Procura de Nemo», Stanton tem também no seu currículo a participação, seja como argumentista ou realizador, em filmes de animação que deram que falar, tais como «Toy Story: Os Rivais» (1995) e «Wall-E» (2008). E não podemos deixar de ter em conta o fantástico elenco que dará voz às personagens, tal como Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Ty Burrell ou Idris Elba. Preparado para mais uma viagem emocional ao fundo do mar?

HISTÓRIA
A muito esquecida Dory (voz de Ellen DeGeneres) procura a sua família perdida, ficando a saber que nasceu no Instituto de Biologia Marinha da Califórnia, um local de reabilitação marinha, e que foi libertada no oceano ainda muito nova. Enquanto é ajudada por vários amigos e vê também o seu caminho atrapalhado por uns quantos intrusos, ainda haverá tempo para que todos aprendam o verdadeiro significado da palavra família.

Realizadores:
Andrew Stanton e Angus MacLane
(«WALL-E», 2008) («Toy Story of Terror», 2013)

Elenco:
Ellen DeGeneres, Diane Keaton, Idris Elba, Ty Burrell, Dominic West

Data de estreia prevista:
14 de julho

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O Menino e o Mundo - Alê Abreu

Entre negociações (prestes a serem fechadas) de uma série de TV na França, Alê Abreu, animador paulistano de 44 anos, recebeu no dia 14 de janeiro uma notícia que fez seu nome despontar entre os realizadores mais importantes da história do cinema brasileiro. Naquele dia, ele soube que seu aclamado longa-metragem «O Menino e o Mundo», ganhador de 45 láureas internacionais, foi selecionado para concorrer ao prêmio dos prêmios, o Oscar. Orçada em R$ 1,5 milhão e desenvolvida ao longo de três anos e meio de pesado trabalho nas fornalhas da Filme de Papel, produtora fundada por Abreu na década de 1990, a fantasia de tintas sociais sobre um garotinho em busca do pai disputa a estatueta de melhor longa-metragem de animação na premiação de 2016 da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. É a primeira vez em 118 anos de História que o setor audiovisual do Brasil vê um filme animado galgar tamanha visibilidade aos olhos da indústria internacional.

“Este filme carrega consigo um grito histórico da América Latina: o grito de utopia dos excluídos e dos revolucionários que sonham com um mundo de harmonia”, desabafa Abreu, diretor de curtas-metragens cultuados como «Espantalho» (1998), que estreou em longas em 2007 com «Garoto Cósmico», já marcado por toques de existencialismo, corrente que alinhava as contemplações de «O Menino e o Mundo». “Tenho a sensação de que a mistura de técnicas que meu longa faz é um reflexo de todas as misturas que compõem o Brasil, um país até hoje carente de um pai que o ampare. Um país que segue em frente, acreditando... lutando... No dia 28 de fevereiro, eu estarei lá em Los Angeles, na festa do Oscar, acreditando também, com fé de que vamos ganhar”.

o menino 3

Toda a consagração mundial de «O Menino e o Mundo» teve como estopim a dupla vitória da produção em um dos mais prestigiados festivais do planeta, o Festival de Annecy, na França, apelidado de “Cannes da animação”. Em 2014, ele saiu de lá com o prêmio máximo do júri oficial e do júri popular. Ali começou uma trajetória de vitórias que pode ser coroada com o troféu hollywoodiano.

“Fiquei muito feliz, um dia desses, quando recebi uma mensagem do Pete Docter, o diretor de «Divertida Mente» (encarado como o rival nº1 de Abreu na briga pelo Oscar), parabenizando-me pela qualidade de «O Menino e o Mundo»”, celebra o diretor, que já prepara um novo longa: «Viajantes do Bosque Encantado». “Em parte, quem me colocou no Oscar foi o público que votou em mim em Annecy. Lá, o júri popular é votado por uma plateia muito especializada, que comporta muitos integrantes da Academia. E, no ano que ganhei, foi surpresa ver eles se encantarem por um trabalho como o meu, que, no processo, é muito psicanalítico”.

o menino 2

A fim de ter um espaço de atenção no coração dos votantes da Academia, Abreu conta com o poder de fogo de sua distribuidora nos EUA, a GKdis, que já disponibilizou para os americanos cultos como «O Conto da Princesa Kaguya» (2013) e «Chico & Rita» (2010), ambos indicados ao Oscar. “Ela é a mais importante na distribuição de animações mais autorais, como «Ernest & Célestine», com um catálogo invejável que adquire dois ou três longas estrangeiros por ano, numa seleção feita a dedo”, diz o cineasta, que trabalha agora com o produtor Didier Brunner, lenda responsável por longas como «As Bicicletas de Belleville» (2003), na feitura de uma série de DNA francês com base em «O Menino e o Mundo». “Este projeto será uma mistura do universo do meu filme com um material documental do projeto «On The Way To School», sobre a vida de crianças de diferentes países que enfrentam dificuldades para chegar ao colégio”.

No Brasil, Abreu ainda desenvolve uma outra série, «Vivi Viravento», da qual será supervisor artístico. E, agora, com a promoção de seu nome a partir do Oscar, seu repertório de ideias pode ganhar ainda mais respeitabilidade entre os órgãos de fomento no Brasil, cuja animação vem se estabelecendo internacionalmente mais e mais a cada ano. “Eu comecei na carreira de animador aos 13 anos, três décadas atrás, e, desde então, vi muita coisa mudar no cinema brasileiro”, diz Abreu. “Eu vi novas tecnologias, digitais sobretudo, tomarem o lugar do acetato. Eu vi o Anima Mundi se estabelecer como um dos maiores festivais do mundo. Eu vi o 35mm desaparecer. Vi as leis de incentivo aparecerem como um meio de manutenção da nossa indústria. Foi muita mudança. Mas nessa transformação toda, nossa qualidade jamais caiu. Nossa animação só fez crescer”. 

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