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Actualizado às 9:31 PM, Aug 22, 2019

Super Mario Run chegou ao iPhone e iPad!

Este novo jogo da Nintendo poderá ser descarregado gratuitamente na App Store e trata-se do primeiro jogo Super Mario Bros. desenvolvido especificamente para dispositivos móveis. Neste jogo, o Mario avança sozinho e com o toque de um único dedo salta sobre obstáculos, desvia-se de inimigos e tenta chegar à bandeirola para concluir os níveis.

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Nintendo Switch - trailer de apresentação da

Num vídeo de apresentação disponibilizado foram revelados os primeiros pormenores da nova consola da Nintendo, incluindo o seu nome oficial: Nintendo Switch. Além de poder ser utilizada tanto por um só jogador como por múltiplos jogadores em casa, a Nintendo Switch permitir-lhes-á também jogarem o mesmo título onde, quando e com quem quiserem. A componente da mobilidade junta-se assim ao poder de uma consola de uso doméstico para oferecer novos estilos de jogo.

Em casa, a Nintendo Switch poderá ser colocada numa base que liga a consola à TV e lhe permitirá jogar com amigos e familiares no conforto da sua sala de estar. Simplesmente ao levantar a Nintendo Switch desta base, a consola transitará imediatamente para o modo portátil e o mesmo título que estava a jogar em casa passará a estar disponível onde quer que esteja. A portabilidade da Nintendo Switch é levada a um novo nível pela sua visualização em alta definição.

A consola conterá comandos Joy-Con em cada um dos lados. Um jogador poderá utilizar um comando em cada mão; dois jogadores poderão segurar um cada um ou várias pessoas poderão usá-los em diferentes opções de jogo. Os dois comandos Joy-Con poderão ser facilmente encaixados nas extremidades ou posicionados nos encaixes, para uma experiência de controlo mais tradicional. Será, ainda, possível utilizar um Comando Pro da Nintendo Switch em vez dos comandos Joy-Con. Além disso, várias pessoas contarão com a possibilidade de unir as suas Nintendo Switch para juntas participarem numa competição multijogadores local.

“Espero que este primeiro olhar sobre a Nintendo Switch permita aos fãs imaginarem o potencial da liberdade para jogarem onde, quando e como quiserem”, declarou Satoru Shibata, presidente da Nintendo of Europe. A isto acrescentou: “As nossas equipas, tanto na própria Nintendo como noutros estúdios de produção, estão a trabalhar arduamente no sentido de proporcionar experiências únicas e novas para todos e estamos desejosos de poder revelar ainda mais”.

As empresas de desenvolvimento podem criar os seus jogos tendo em conta uma variedade de estilos de jogo que darão aos jogadores a liberdade para escolherem a experiência mais adequada para cada um.

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Captain Toad: Treasure Tracker

Captain Toad: Treasure Tracker é um jogo de puzzles com um toque de plataformas – isto embora o nosso Captain Toad não consiga saltar. Será também o primeiro jogo a chegar à Wii U em 2015 e, embora não faça parte dos pratos principais dos lançamentos da Wii U, é um que é inteligentíssimo e que consegue, à boa maneira da Nintendo, agradar aos mais pequenos e aos graúdos. A razão é simples: a construção de cada nível é inteligentíssima, os puzzles não são propriamente desafiantes mas são divertidíssimos de resolver.

Basicamente, Captain Toad tem de encontrar o seu caminho até às famosas estrelas, que são uma espécie de linha de chegada para cada nível. O facto de representarem o fim da linha para cada nível/puzzle é uma jogada inteligente, porque, tal como acontece nos jogos de Super Mario, até lá chegarmos temos que encontrar diamantes que estão estrategicamente colocados em cada cenário. É necessário apanhar um certo número deles para avançar para outros níveis, por isso vale a pena procurar os três diamantes que cada nível oferece, pois a gratificação de o conseguir a cada passo é muito maior do que deixar para depois. Assim sente-se que a cada passo se resolveu dois dos principais desafios de Captain Toad: Treasure Tracker.


Contudo, cada nível também oferece um desafio extra, que vai variando, e o jogo mantém registo da nossa melhor performance a cada nível (por exemplo, quantas moedas conseguimos apanhar). É inteligente a forma como tudo funciona, apesar de a maior parte dos cenários serem relativamente pequenos, o facto de podermos aproximar a câmara do nosso protagonista ou de rodarmos a câmara/cenário consoante a nossa conveniência (essencial para passar de nível) tornam a experiência mais interessante do que seria de esperar com um óptimo uso do Gamepad da Nintendo Wii U. Apesar de visualmente ser bastante simples, é um jogo graficamente e muito bonito, longe de outras conquistas da Nintendo nesta consola, mas com um nível de detalhe apreciável para este género de jogo.

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Super Smash Bros.

Entrámos em 2014 com a expectativa de encontrar para a Wii U Mario Kart 8 e este Super Smash Bros. Wii U. Depois de um ano de estreia com vendas abaixo do esperado pensou-se que estes jogos iriam ser os “salvadores da consola”. Afinal, são dois dos grandes franchises da Nintendo. Mas, acima de tudo, são, desde a sua criação, duas marcas da Nintendo que garantem diversão e que tão bem expressam o desejo da produtora de nos manter entretidos com produtos de qualidade. Os sorrisos dos mais novos, que agora começam a jogar estes jogos, são a expressão autêntica da sintonia que existe entre as produções da Nintendo e as expectativas dos fãs que jogam há décadas.

Depois de ter passado muitas horas a jogar Super Smash Bros. 3DS eu nem conseguia imaginar como poderia ser a dinâmica e a escala do jogo na Wii U. Sabia, sim, que de certa forma as partidas iriam ficar mais intensas e que iria ter aquela sensação de que estaria a jogar um novo jogo. E é essa a sensação – brilhante, diga-se – que a versão Wii U transmite. Por mais que se conheça a versão da 3DS, e o quão perfeita é para levar connosco para qualquer lado no bolso, é obrigatório jogar a versão da Wii U. E não é por tudo ser maior, é porque o belo caos que a Nintendo conseguiu construir nesta versão de Smash é um esplendor quando jogado num grande ecrã – principalmente quando corre tudo sem falhas, o que resulta numa experiência ainda mais frenética.


Tudo coisas que já esperaríamos de um Smash. A Nintendo não desiludiu, com um roster de personagens gigante, um brinde para os olhos, que frequentemente se apresentam também como adversário, de forma inteligente e com um nível de detalhe que permite soltar uma lágrima de nostalgia e felicidade. Talvez a grande diferença técnica/jogabilidade em relação à consola portátil é a possibilidade de jogar em arenas com oito jogadores. É um caos interminável, mas é um caos que dá vontade de repetir vezes e vezes sem conta. E tal como outras versões de Smash, que foram – e continuam a ser – jogadas durante anos e anos, este Super Smash Bros. Wii U foi feito para durar.

Texto originalmente publicado na revista Metropolis nº 25

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