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Actualizado às 11:18 PM, Aug 21, 2019

Destiny - The Taken King

A nova expansão Destiny The Taken King (DTK) é um enorme salto qualitativo na história de Destiny com enfâse na mecânica de desenvolvimento dos personagens que escolhemos e um refinamento no gameplay. O que era uma soma de erros e problemas é agora um irrepreensível FPS [jogo de tiro na primeira pessoa] e um MMO [multijogador massivo online] com elementos de RPG (Role-Playing Game). Após cerca de quarenta patches [correções ao jogo] e duas expansões, incluídas na Legendary Edition de Destiny: The Taken King, Destiny está pronto para converter os jogadores em fãs leais da saga.

Se em termos de entretenimento de ficção científica com mitologia à mistura «Star Wars: O Despertar da Força» de J.J. Abrams é o marco deste ano Destiny: The Taken King fica logo atrás. A produção desta expansão é digna de um blockbuster com um elenco de vozes reconhecidas e um novo argumento épico com enfâse em cenários elaborados com toque artístico e personagens digitais com humor que são o coração e a alma do jogo que nos magnetiza para esta narrativa de ficção científica.

A história relata a vingança de uma criatura poderosa, o Taken King Oryx, que deseja se vingar dos guardiões que eliminaram o seu filho Crota, o vilão de Dark Below (a primeira expansão de Destiny). Oryx, o super-vilão desta história forma um exército apelidado de Taken, no fundo são versões aprimoradas de quatro famílias de inimigos que existiam anteriormente no jogo, estes surgem com novas habilidades e vão criar todo tipo de caos e desafios aos guardiões.
Tal como Destiny esta sequela possibilita ao jogador a escolha de uma de três classes de guardiões: os Hunters, Warlocks ou Titans, cada uma com características especificas em termos de poderes, armas de combate e habilidades especiais. Os jogadores vão recolhendo armas nas diferentes missões mas também podem se apetrechar e escolher missões paralelas sempre que se dirigem ao comando de operações, a Tower. O jogador tem acesso a um mapa com as localizações dos planetas onde encontramos diferentes zonas onde cumprimos as missões e os desafios propostos a par da história principal.

Na Tower está sediada o estado-maior de Destiny os Vanguard, os líderes de cada classe de guerreiros que são responsáveis pela defesa da cidade, a Tower e a Galáxia. Os Vanguard providenciam as linhas narrativas e o equipamento para as missões, à medida que ganhamos pontos podemos também comprar os equipamentos do nível Vanguard. Aqui descobrimos os personagens do jogo como Cayde-6 (voz de Nathan Fillion de «Firefly») que traz humor e charme nas suas linhas de diálogo, a Vanguard Warlock Ikora Rey (voz de Gina Torres de «Hannibal»), Eris Morn (voz de Morla Gorrondona) e o Comandante Zavala, o Titan Vanguard (voz de Lance Reddick de «Fringe»).

Ao longo das missões além de escutarmos as instruções do nosso androide, o Ghost (voz de Nolan North que substituiu perfeitamente Peter Dinklage no papel), também podemos escutar os conselhos e os alertas de vários personagens através do intercomunicador. Esta vertente é mais um ponto de honra em Destiny: The Taken King que incide no aproveitamento do talento dos actores que dão voz aos personagens, no jogo original eram adereços e agora tornam-se figuras interventivas que ajudam a modelar e a motivar a narrativa.


Os criadores de Destiny escutaram os jogadores e as críticas e aperfeiçoaram o gameplay. Uma interação que tornou Destiny: The Taken King uma expansão/jogo incontornável para os adeptos do género que se assume como uma criação orgânica que continuará a crescer no coração dos jogadores e no seio das estrelas.

Modificado emquarta, 03 fevereiro 2016 22:41

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