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Actualizado às 10:16 PM, Dec 11, 2019

Pro Evolution Soccer 2016

A festa do desporto rei está de regresso com o melhor simulador do planeta, o Pro Evolution Soccer 2016 (PES 2016), que evolui e caminha a passos largos para se tornar um lendário videojogo de futebol.

Neymar, o astro brasileiro do Barcelona, é a estrela na capa da edição de 2016 que contém alguns dos palcos da última copa do mundo realizada no Brasil. Em termos gráficos, o jogo continua a ganhar um realismo crescente, é de destacar a qualidade de certos pormenores como as condições climatéricas ao longo das partidas e a definição dos rostos dos jogadores.

A Konami continua a investir nas licenças de vários campeonatos e diferentes equipas. O PES 2016 inclui, pela primeira vez, a UEFA Champions League, a Europa League e a Super Taça Europeia. Mas continuam a proliferar os clubes com nomes genéricos, sobretudo a Premier League, onde só está representando oficialmente o Manchester United. Contudo, este é um aspecto que vai deixando de fazer mossa porque os jogadores de cada clube são aqueles que fazem a diferença e estes estão representados no jogo trazendo consigo impressionantes características do mundo real. E não é só a nível de semblante físico, o realismo também se reflecte na velocidade, no talento de passe, drible, remates e na resistência em posse de bola dos jogadores. Escusado será dizer que Ronaldo e Messi estão acima de todos. Mas quem aprecia os seus clubes predilectos, no meu caso o Benfica, o Man United e o Chelsea, pode encontrar as mesmas características no jogo real e virtual, talvez com a excepção que o Diego Costa do Chelsea seja menos arruaceiro no PES 2016.
O rival deste lançamento, o FIFA da EA Sports, leva a melhor a nível das licenças mas enquanto é rigoroso nesse lado iconográfico do mundo do futebol o PES 2016 transporta consigo o elemento que mais interessa aos players da Sony Playstation 4: a fluidez e o prazer do jogo. Os comandos, os menus e as tácticas transpiram simplicidade e deixam o jogador ocupado com aquilo que realmente conta: a diversão de jogar à bola!

artigo originalmente publicado na revista Metropolis nº32

Modificado emquarta, 03 fevereiro 2016 22:25
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