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Actualizado às 8:54 PM, Jul 14, 2019

Oferta de convites AE «Uma Luta Desigual» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Inspirado numa história verdadeira, Uma Luta Desigual (On the Basis of Sex) é o filme emocionante e inspirador que acompanha a vida de Ruth Bader Ginsburg, a segunda mulher que se tornou juíza da Suprema Corte Americana, numa realidade até então dominada por homens. O filme percorre a história da juíza antes de ela ser nomeada ao cargo, em 1993, pelo então presidente Bill Clinton e da sua luta pela igualdade de direitos para as mulheres. Quando Ruth (Felicity Jones) se une ao marido (Armie Hammer) para combater um caso de discriminação de género nos tribunais americanos, ela sabe que isso pode mudar para sempre a realidade do mundo, numa época em que ainda não havia a discussão sobre equidade entre homens e mulheres no ambiente jurídico.

Realizado por Mimi Leder (Impacto Profundo). Argumento de Daniel Stiepleman e com as interpretações de Felicity Jones (Nomeada aos Óscares “A Teoria de Tudo”), Armie Hammer (Chama-me pelo teu Nome), Justin Theroux, Kathy Bates, Sam Waterston, Jack Reynor e Cailee Spaeny.

ON THE BASIS OF SEX POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Um Luta Desigual» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA
CINEMA NOS, AMOREIRAS - SALA 1
QUARTA-FEIRA, DIA 9 JANEIRO, 21H30

VILA NOVA DE GAIA
CINEMAS UCI, ARRABIDA SHOPPING - SALA 16
QUARTA-FEIRA, DIA 9 JANEIRO, 21H30

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Janeiro, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «Uma Luta Desigual») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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O mundo segundo (o cinema) de Tiago R. Santos

De “miúdo tímido” que anunciava, assustado e em plenos pulmões, a aproximação dos Gremlins a argumentista de alguns dos maiores sucessos recentes do cinema português não foi um passo. Tiago R. Santos tentou o Jornalismo, trabalhou, estudou e escreveu nos Estados Unidos e, em 2007, colaborou pela primeira vez com o realizador António Pedro Vasconcelos em «Call Girl» (2007). Em 2018, e depois de outras parcerias igualmente frutuosas, a dupla leva aos cinemas «Parque Mayer» (2018), uma narrativa ousada que coloca em destaque um dos principais tesouros da cultura em Portugal.

Tiago R. Santos gosta de contar histórias. Em toda a conversa com a METROPOLIS, no coração de Lisboa, é este o elemento constante: a vontade e o prazer inato em partilhar narrativas com o mundo. A mais recente é «Parque Mayer» (2018), protagonizada por Francisco Froes, Daniela Melchior e Diogo Morgado, que recria o imaginário bem português da revista da década de 30, que é indissociável do crescimento da ditadura e do Estado Novo. Ali, falam-se de coisas sérias: há humor, paixão e todas as componentes da comédia e do romance, mas não se pode ignorar a mensagem mais profunda, assente na limitação da liberdade, do discurso e, lá está, de tudo o resto que é próprio do teatro, do cinema e da vida.

Assim como um espelho, foi o grande ecrã que revelou a Tiago R. Santos mais sobre si – o detalhe do olhar, o poder dos gestos, o ‘plateau’ que compõe a cena. O fascínio natural tornou-se cada vez mais forte e, com o passar do tempo, a tela revelou também mais sobre os outros e aquilo que o rodeava. Falava a linguagem de Tiago. Se muitos queriam ser os atores Uma Thurman e John Travolta em «Pulp Fiction» (1994), o versátil autor queria ser Quentin Tarantino – ou, pelo menos, o “tipo” que se tinha lembrado de toda aquela loucura dramática, e se tinha divertido a escrevê-la. Mas esta história começa mais cedo, ainda na infância de Tiago, um rapaz que alugava filmes e ia ao cinema com os pais. “Interessei-me pelo cinema porque era um miúdo tímido e havia um clube de vídeo no Centro Comercial da Portela e, desde cedo, alugava três filmes por dia”, revela o argumentista à METROPOLIS.

Apesar disso, a relação de Tiago com o cinema nunca foi uma brincadeira de criança: “Sempre tive uma reação muito visceral com o cinema, sempre acreditei que aquilo era um bocado a sério”, confessa o autor, recordando um episódio na estreia de «E.T. - O Extra-Terrestre» (1982). “Saí a correr cheio de medo quando o ET aparece no meio do milho”, conta. Não foi caso único, claro: “A minha mãe adora contar a história de que, quando me levou a ver o «Gremlins - O Pequeno Monstro» (1984), eu gritava para o ecrã e avisava as pessoas de que os Gremlins estavam atrás delas”, lembra. Embora se tratasse de uma relação muito especial, Tiago demorou a perceber que podia, efetivamente, fazer daquilo a sua vida. “Como vivemos em Portugal, demorei algum tempo até perceber que poderia trabalhar em cinema... Há tão pouca produção, a maior parte dos filmes que eram produzidos tinham uma linguagem que a mim não me dizia grande coisa”, admite, acrescentando que “pensei que iria trabalhar em cinema mas como jornalista ou crítico, tanto que comecei a trabalhar como jornalista”.

Pode ler o artigo completo na Metropolis número 65

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Oferta de convites AE «Maria, Rainha dos Escoceses» Lisboa e Porto

“Maria, Rainha dos Escoceses” explora a vida turbulenta da carismática Maria Stewart.

Rainha da França aos 16 e viúva aos 18, Maria desafia a pressão de voltar a casar. Em vez disso, regressa ao país natal, Escócia, para recuperar o seu direito ao trono, numa altura em que a Escócia e Inglaterra estão sob o domínio da imperiosa Elisabete I. Cada uma das jovens rainhas vê a sua “irmã” com terror e fascínio. Rivais no poder e no amor, e regentes num mundo de homens, as duas têm de decidir como jogar o jogo do casamento contra a independência.

Determinada a governar como mais que uma mera representante, Maria impõe a sua reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elisabete. Traição, revolta e conspirações em cada uma das cortes põem em perigo ambos os tronos – e mudam o rumo da história.

Maria Rainha dos Escoceses 17jan

17 DE JANEIRO NOS CINEMAS

Passatempo

A Universal Pictures, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Maria, Rainha dos Escoceses» em Lisboa e Porto.

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas UCI El Corte Inglés, dia 16 de Janeiro, 21H30

Porto
Cinemas UCI Arrábida, dia 16 de Janeiro, 21H30

*NOTA IMPORTANTE: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
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* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Outlander - Sam Heughan

O desafio de dar corpo a Jamie Fraser não se afigurava fácil, uma vez que a personagem já tinha uma vida própria nos livros, mas Sam Heughan esteve à altura. Em Portugal o ator só marcou presença na sua versão em cartão, mas além-fronteiras disse de sua justiça o que podemos esperar dos próximos episódios de «Outlander».

Qual é o motor desta temporada?
É sobre amor e família. O Jamie finalmente tem as pessoas que ama perto de si, mas continua sem ter uma casa. Mas agora estão na Carolina do Norte, e ele percebe que é um local maravilhoso para começar uma nova vida. É uma oportunidade tremenda para o Jamie.

Conta-nos mais sobre isso.
É a primeira vez que vemos o Jamie e a Claire como família. Agora eles finalmente podem descansar e recarregar baterias. É muito bom ver uma amostra de como eles são como família. Sem spoilers, eles têm a oportunidade de experienciarem ser avós. Tornaram-se uma geração mais velha, a cuidar dos mais novos.

Então é um mar de rosas para o Jamie?
Nem por isso. Vendo de fora parece estar no controlo, mas continua um pouco perdido. Ele foi criado para ser dono de terras, mas teve de desistir das suas propriedades na Escócia e agora tem de encontrar uma casa na Carolina do Norte. Ele também cresceu com a ideia de ser o financiador, mas inicialmente na Carolina do Norte ele não tem como fazer isso. Mas como sabemos, ele acaba sempre de cabeça erguida.

Ele sente-se fora da zona de conforto na Carolina do Norte?
Não. A Carolina do Norte é surpreendentemente parecida com a Escócia. Fui lá e é realmente muito parecida. Há abetos Fraser por todo o lado, é por isso que os escoceses se instalaram lá originalmente. A paisagem à volta das Montanhas Blue Ridge é incrível. É uma região indomável e vasta.

Que outros desafios enfrenta o Jamie na Carolina da Norte?
Ele rapidamente se vê envolvido nas políticas do Novo Mundo. Desesperado para assentar, tem de alcançar um acordo com os ingleses, os seus maiores inimigos.

Mas o Jamie também tem de lidar com os nativos, certo?
Sim. Há um bom entendimento entre os escoceses e os nativos, pois têm os mesmos valores. Eles têm a mesma ligação à terra e ao mar e são guerreiros longe da sua terra. Temos momentos de partilha ao longo da temporada, há muitos momentos em que estes guerreiros revelam o seu respeito mútuo. Também integram e assimilam as culturas uns dos outros. É isso que é maravilhoso sobre a América, é um incrível ‘caldeirão’ de culturas.

Que outros pontos em comum têm os nativos e os escoceses?
Os rituais dos nativo-americanos são fascinantes, e têm certas parecenças com os rituais escoceses. Os nativos diziam o seu nome todas as manhãs de forma a chamar os seus antecessores. Os escoceses faziam o mesmo. Antes da batalha, eles apelariam à assistência dos seus antepassados.

Vislumbras diferentes facetas do Jamie nesta temporada?
Absolutamente. O que é intrigante este ano é que podemos ver todas as facetas do Jamie. Podemos ver o seu lado emocional, o intelectual e o físico. Mostramos o seu interior e tornamo-lo uma personagem da qual as pessoas gostam.

Qual consideras o maior desafio em «Outlander»?
A parte física, é uma série muito física. Em muitos dias, eu e a Caitriona estamos em condições extremas. Ou estamos a congelar e encharcados ou a ferver. É como correr uma ultra-maratona! Também temos de fazer tudo muito depressa. Temos apenas um dia para nos prepararmos para novos desafios, seja andar de cavalo, tratar da carne de um cervo ou aprender francês. É uma das vantagens de trabalhar nesta série, enfrentar sucessivamente novos desafios.

«Outlander» é bastante inflexível na sua representação da violência, não é?
Sim. Mostramos muita violência e violações porque eram usadas como arma na altura. A violência prevalecia naquele período, e ainda não nos afastámos disso. No entanto, claro, temos muito cuidado relativamente à forma como ilustramos isso. São as cenas mais difíceis de filmar, e são sempre discutidas em grande detalhe com os argumentistas e realizadores.

outlander 2

Porque é que «Outlander» se tornou tão popular?
A série tem muitos fãs porque é sobre um amor duradouro entre duas personagens adoradas pela audiência, e com as quais fazem esta jornada. A localização também está sempre a mudar: podes estar em Paris num certo minuto e nas Caraíbas no seguinte. Nunca é o mesmo, as possibilidades não se esgotam. Há também muita intriga no facto de os espectadores saberem como a História vai afetar o seu destino.

O que pensas sobre os fãs dedicados de «Outlander»?
São óptimos. Estou maravilhado com o facto de eles ainda nos apoiarem, especialmente quando não estamos no ecrã há algum tempo e tivemos um longo “Droughtlander”. Pedimos desculpa. Demora tanto tempo a fazer, mas é uma série de grande dimensão. Tentamos manter as nossas localizações em segredo, mas os fãs encontram-nos sempre. Mas é brilhante que gostem mesmo do que nós estamos a fazer. É fantástico sermos tão bem recebidos pelo público e pela crítica. Temos muita sorte, já que as pessoas nos continuam a acompanhar ao fim de quatro anos.

Que impacto teve «Outlander» na tua vida?
A minha vida mudou completamente desde que entrei em «Outlander». É incrível como a série cresceu nos últimos quatro anos. O sucesso de «Outlander» aumentou o turismo, e também o próprio comércio local. Beneficiou realmente a Escócia.

Finalmente, vamos ver o Jamie de kilt esta temporada?
Está o kilt de volta? Consigo ver os títulos! Não posso revelar!

[Artigo publicado na Revista Metropolis nº 64 - Novembro 2018]

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Oferta de convites Antestreia IMAX 3D «Engenhos Mortais» Lisboa e Porto

Centenas de anos após a civilização ter sido destruída por um cataclismo, uma jovem misteriosa, Hester Shaw (Hera Hilmar), surge como a única pessoa capaz de parar Londres – agora uma cidadade gigante e predadora sob rodas – de devorar tudo no seu caminho. Selvagem e conduzida intensamente pela memória da mãe, Hester une forças com Tom Natsworthy (Robert Sheehan), um marginal de Londres, juntamente com Anna Fang (Jihae), uma criminosa de perigo com a cabeça a prémio.

“Engenhos Mortíferos” é uma nova, surpreendente e épica aventura realizada pelo artista de efeitos visuais e vencedor de um Óscar®, Christian Rivers (“King Kong”). Ao realizador juntam-se os criadores das trilogias “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, vencedores de três Óscares®, Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens, que escreveram o argumento. Efeitos visuais criados pela equipa da Weta Digital, liderada por Ken McGaugh, Kevin Smith, Luke Millar e Dennis Yoo. A adaptação da Universal e MRC da premiada série de livros de Philip Reeve, publicada em 2001 pela Scholastic.

Engenhos Mortiferos final 6dez

6 DE DEZEMBRO NOS CINEMAS

Passatempo

A Universal Pictures, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia IMAX 3D de «Engenhos Mortais» em Lisboa e Porto.

legal Mortal Engines

Sala e sessão

LISBOA
NOS IMAX COLOMBO, 05 de Dezembro, 21H30

PORTO
NOS IMAX MAR SHOPPING, 05 de Dezembro, 21H30 

(*) Por solicitação da distribuidora, os participantes apenas poderão ganhar uma única vez em todos os passatempos relacionados com este filme.

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Jerry O´Connell - «Carter»

Disse “Conta Comigo” em 1986 e nunca mais largou a representação. Evoluiu e conquistou o seu espaço na TV com «Sliders - Heróis por Acaso» e «A Patologista», e regressou em força este ano com o papel principal de «Carter», que estreou em setembro no AXN, e uma passagem por «A Teoria do Big Bang». Em conversa exclusiva com a METROPOLIS, falou da série canadiana, da sua carreira... e até de uma ex-namorada portuguesa! 

O que o atrai nas comédias, e especialmente em «Carter»?
Bem, eu fiz uma série policial durante seis anos, «A Patologista», e quando li o argumento de «Carter»... A série brinca com todos os policiais, mesmo sendo uma série do mesmo género. Então, eu interpreto um tipo que é um ator numa série policial e, tendo que conta isso, ele acha que pode resolver crimes reais, e isso faz-me rir bastante. É como se tivéssemos pegado na fórmula de «Castle», na fórmula de «Psych - Agentes Especiais», na fórmula d’«O Mentalista» e a tornássemos ainda mais ‘louca’. Porque é um detetive da televisão, pelo que se aproxima de todas as séries que costumamos ver – e há ali uma fórmula, ele usa essa fórmula para o ajudar a resolver crimes, é hilariante! Se fores fã de mistério, é uma série muito divertida.

A tua personagem assenta, por assim dizer, num estereótipo. Onde foste buscar inspiração para interpretar o Carter?
Para dizer a verdade, não tive de fazer qualquer pesquisa, sabes, porque estamos a falar de um homem que é um ator numa série policial da TV... Só tive de olhar para o espelho. É muito divertido também porque o Carter é bem mais vaidoso do que eu, preocupa-se muito com o seu cabelo, com o seu aspecto, como está fisicamente, e é engraçado. Na vida real não sou assim tão vaidoso, mas percebo-o. Às vezes olho para fotografias minhas e pareço super velho, e gostaria que alguém tivesse usado um ‘filtro’ naquela foto. Então, percebo a sua vaidade e torna-se muito divertido interpretá-lo.

Trabalhar em «Carter» é tão divertido quanto parece?
Sim, passamos realmente um bom bocado, é muito divertido. Acho que essa é a chave para um bom programa de TV, acredito que temos de nos divertir uns com os outros e que as pessoas conseguem ver isso. Sou um grande fã de «Seinfeld» e apercebes-te de que o Jerry Seinfeld está quase a partir-se a rir em todas as cenas. E penso que era por isso que as pessoas estavam sempre em êxtase no seu lugar a assistir. Temos um pouco a mesma ‘vibe’ na nossa série.

Quais são as tuas expetativas relativamente a uma segunda temporada?
Acho que vai acontecer, acredito nisso e espero que se confirme.

CARTER gallery 01

Qual acreditas que vai ser o rumo da série, em termos de história?
Não sei. Acredito que vai haver mais temas relacionados com o facto de ser um ator, acho que temos realmente de envolver-nos nisso. Dos zunzuns que tenho ouvido de uma eventual segunda temporada, vai ter mais a ver comigo a interpretar outras personagens e a tentar usar o meu talento para a representação para resolver crimes. Acho que vamos seguir por aí. Tivemos uma storyline maior para abordar, o facto de que a minha mãe desapareceu quando éramos crianças... Agora que tirámos o drama do caminho, é tempo de nos divertirmos um pouco.

«Carter» não é simplesmente uma comédia. Trata-se de um programa inteligente e híbrido, com personagens muito complexas. Concordas?
Sim... Não será tão louco como «A Guerra dos Tronos», não vamos ter um “Red Wedding” [episódio emblemático da série, com várias fatalidades]. Mas os nossos argumentistas são muito criativos, porque somos uma série policial, uma série de mistério: há um homicídio, vemos um corpo, conhecemos os suspeitos e descobrimos quem foi o responsável. É essa a nossa fórmula, mas durante todo o episódio estamos a ‘gozar’ com todas as séries policiais que já vimos. É realmente divertido para nós.

Alguma vez sentiste a necessidade, assim como o «Carter», de regressares às tuas origens? Começaste a tua carreira muito cedo...
Sim, de certa forma. Em todo o caso, estive no «Conta Comigo» (1986) quando era um miúdo, mas a minha principal experiência é em séries televisivas de uma hora por episódio. Fiz «Sliders - Heróis por Acaso» durante muitos anos, fiz «A Patologista» durante vários anos, e sinto-me mais confortável assim. É a minha zona de conforto, sem dúvida.

«Sliders - Heróis por Acaso», aproveitando o facto de teres mencionado a série, era sobre universos paralelos. Seguindo esta ideia, que escolha profissional fizeste e que foi tão importante que mudou a tua carreira para sempre?
Bem, acho que entrar naquele filme «Conta Comigo» (1986), quando era muito novo, foi algo muito importante. Ninguém estava à espera disso. Devo confessar-te que o meu pai me disse, quando fiz o filme, que nunca ia ser lançado. Então ainda estou bastante chocado por ter entrado no filme. Ontem estava a trabalhar em algo e o realizador só queria falar do «Conta Comigo» (1986), é maravilhoso quando fazes parte de um clássico, ainda não consigo acreditar nisso, não consigo acreditar que as pessoas ainda falam do filme hoje. Então diria que foi realmente o «Conta Comigo» (1986) que mudou tudo definitivamente.

Tinhas 12 anos nessa altura. Como é que te conseguiste manter tão ativo como ator durante tantos anos?
Não sei, não sei realmente. Fui para a universidade, frequentei a Universidade de Nova Iorque, frequentei o secundário depois do «Conta Comigo» (1986)... Acho que a educação, especialmente para os meus pais, foi sempre o principal objetivo e depois a representação surgia em segundo. É importante ter um bom suporte à nossa volta.

Falemos de «A Teoria do Big Bang», onde interpretaste o irmão do Sheldon (Jim Parsons). És o primeiro ator a interpretar uma personagem só depois de ela aparecer em «Young Sheldon». O trabalho do Montana Jordan influenciou-te de alguma maneira?
Sim, claro que sim. Eu copiei-o, assisti a todos os episódios de «Young Sheldon». Sabes, o que é engraçado é que as minhas filhas não conhecem «A Teoria do Big Bang», apenas o «Young Sheldon», pelo que eu estava a acompanhar o trabalho do Montana e ele é espectacular, todo o elenco da série é muito bom. Estava familiarizado com o trabalho dele e copiei os seus maneirismos e tudo. Era esse o meu trabalho, estava lá para fazer a rendição de um Montana Jordan mais velho, nem sequer um Georgie, aquela personagem em específico mais velha, e diverti-me muito a fazer isso. Ele é um miúdo espectacular, a família dele também, é um ator brilhante.

Muitas séries canceladas estão a regressar, como «Will & Grace» e «Murphy Brown». Trabalhaste em muitas séries ao longo dos anos: qual gostavas de ver recuperada para uma nova temporada?
Acho que «Sliders - Heróis por Acaso».

Porquê?
Não sei, diverti-me mesmo muito a fazê-la. E se estão a fazer um remake do «Alf», certamente podem fazer um remake de «Sliders - Heróis por Acaso».

Trabalhaste com o teu irmão Charlie nessa série...
Sim, sim!

Carter1

Gostavas de voltar a trabalhar com ele no futuro?
Sim, claro! Sabes, ele meio que se reformou da representação, é um pescador e trabalha em Long Island, pelo que está bastante ocupado. Talvez ele pendure os ganchos de pesca e venha representar comigo (risos)!

Também tens feito muita coisa como apresentador, como é o caso de «Play by Play». Sentes-te mais confortável nesse papel ou a interpretar outras personagens?
Hum... A apresentação foi algo em que envolvi aqui nos Estados Unidos no último par de anos. Apresentei um programa da manhã, que é muito popular aqui... Não sei, e é de loucos porque eu não sou nada uma ‘morning person’, mas estive a trabalhar da parte da manhã, foi muito divertido e fui competente. A verdade é que acho que, atualmente, gosto mais de representar. Quero mesmo muito voltar a filmar «Carter» e garantir que todos em Portugal podem assistir, e em todo o mundo, é essa a minha verdadeira paixão.

Vi que voltaste a fazer produção. É algo que gostasses de fazer mais?
O que acontece é que vais fincando mais velha, como eu, e eles dão-te mais responsabilidade. Fico tão chocado quanto tu quando vejo que sou produtor ou algo assim. Ainda me sinto como uma criança ali, mas acho que quando ficas velho e todos são mais novos do que tu, eles fazem de ti chefe, simplesmente acontece.

Carter 2759

Voltando a «Carter». Imaginas-te a realizar ou escrever um episódio da série?
Sabes, aquilo que é divertido é que nos lembramos de cenários em que poderíamos acabar envolvidos. A questão aqui é que estou em praticamente todas as cenas, pelo que é difícil fazer algo mais. Fico cansado, sou um pouco preguiçoso, e acabo de rastos ao fim do dia, não quero andar a realizar e ter de me engendrar o que vamos filmar no dia a seguir, então não quero realizar nada (risos). É simplesmente mais divertido ser ator. Sou demasiado preguiçoso para realizar, dá muito trabalho. Prefiro representar: tenho de parecer bonito, aparecer, é mais divertido, a única coisa que tenho de fazer é ir de vez em quando ao ginásio. É praticamente isso para um ator, quando és realizador não tens de ir (risos).

Quais foram os principais desafios na primeira temporada?
Não houve desafios complicados, foi mesmo super divertido, passámos um bom bocado. Não tenho razões de queixa, muito sinceramente, gostei mesmo. O maior desafio, com toda a sinceridade, é não rir nalgumas cenas. Tivemos uma cena em que estávamos a interrogar uma rapariga e ela está a usar aquela linguagem de adolescente, e eu estou a tentar traduzir e decifrar o que ela diz e não consigo. Fez-me rir muito. Acho que isso aconteceu sobretudo porque tenho duas filhas que usam ‘emojis’ a toda a hora e eu não faço ideia do que significam (risos).

As produções canadianas estão a tornar-se cada vez mais importantes. Isso também influenciou a tua decisão de participar em «Carter»?
Sim, e o Canadá é lindo. É maravilhoso filmar no Canadá, as pessoas são lindas, os cenários magníficos, tem uma espécie de look country e independentemente de onde estamos há sempre uma data de árvores à volta. Sou de Nova Iorque, nunca vi tanto verde, nunca. É um pano de fundo lindo, quase como outra personagem da nossa série.

É tudo, obrigada...
(Energicamente) Espera, ouve, tenho de deixar um ‘shout out’ à minha ex-namorada que vive em Lisboa, Ana Cristina Campos Seara de Oliveira [diz calmamente em português], ela é uma atriz em altas em Portugal. Diz-lhe que eu digo olá e parabéns pela carreira dela. Está numa data de programas portugueses, estou muito orgulhoso!

[Entrevista publicada na Revista Metropolis nº 63 - Outubro 2018]

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Oferta de convites AE «Parque Mayer» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Lisboa, 1933. Deolinda, uma jovem da província que tem o sonho de ser artista no Parque Mayer, apresenta-se num casting para coristas para a nova revista no teatro Maria Vitória. Durante os ensaios, apaixona-se por Mário, o encenador, mas este está fascinado por Eduardo, a estrela da revista que, por sua vez, tenta seduzir Deolinda... Ao mesmo tempo o Estado Novo começa a apertar o cerco e a liberdade está cada vez mais limitada... Uma homenagem divertida e emocionante ao teatro de revista e a todos os que no Parque Mayer lutaram pela Liberdade.

Parque Mayer Cartaz Final

Passatempo

A MGN, Big  Picture Films e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Parque Mayer» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA
Cinemas UCI El Corte Inglés Lisboa, 4 de dezembro, 21h30

PORTO
Cinemas UCI Arrábida 20 Gaia, 4 de dezembro, 21h30

(*) Por solicitação da distribuidora, os participantes apenas poderão ganhar uma única vez em todos os passatempos relacionados com este filme.

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Oferta de convites Sessão Metropolis «Robin Hood» Lisboa e Gondomar

Uma aventura a um ritmo supremo que não diminui, ROBIN HOOD reintroduz o icônico ladrão como o herói obscuro e irresistível de uma cidade turbulenta que precisa desesperadamente de organização. Na emocionante aventura de ação dos nossos tempos, a primeira revolta de Robin contra um Reino corrupto explode em batalhas, coreografias de luta, uma amizade irreverente e um romance intemporal. Esta novidade em ROBIN HOOD é apresentada em grande escala, condizente com o renascimento do super-herói cinematográfico de 2018.

Com Taron Egerton a liderar um elenco dinâmico, este Robin é um moderno guerreiro das sombras. Ele teve o privilégio de ter nascido como Lorde de Loxley, mas agora regressa da guerra como um veterano assombrado que perdeu tudo, incluindo o seu verdadeiro amor, Marian [Eve Hewson]. Com a ajuda de um descendente igualmente marcado pela guerra, em tempos o seu inimigo mortal, John [Jamie Foxx], Robin assume um novo alter-ego: como um vingador encapuzado que ataca os poderosos na busca de justiça para o povo.

Jamie Foxx, que interpreta o rival que virou mentor de Robin, afirmou “O realizador, Otto Bathurst e o Produtor, Leonardo DiCaprio tiveram uma visão de Robin Hood totalmente moderna. A ação, os personagens e até os figurinos são viciantes. Este ROBIN HOOD leva o espectador a um lugar inesperado.”

ROBIN HOOD MREC 300X250px

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a sessão Metropolis de «Robin Hood» em Lisboa e antestreia em Gondomar.

Sala e sessão

LISBOA*
CINEMA NOS ALVALÁXIA
TERÇA-FEIRA, DIA 27 NOVEMBRO, 21H15
(sessão antecedida de apresentação)

*Por disposição dos promotores deste evento, os premiados apenas poderão levantar um convite em seu nome, independentemente dos passatempos em que ganharam. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

GONDOMAR
CINEMAS NOS Parque Nascente
QUARTA-FEIRA, DIA 28 DE NOVEMBRO, 21h30

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

[No form id or name provided!]

CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Novembro ou Dezembro, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «Robin Hood») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Sessão Metropolis «Shoplifters - Uma Família de Pequenos Ladrões» - convites Lisboa e Porto

Depois de uma das suas sessões de furtos, Osamu e seu filho encontram uma menina sob um frio gélido.

No início, relutante em abrigar a menina, a esposa de Osamu acaba por concordar em abrigá-la.

Embora a família seja pobre, mal ganhando dinheiro suficiente para sobreviver, através de pequenos crimes, eles parecem viver felizes juntos, até que um incidente imprevisto revela segredos escondidos, testando os laços que os unem...

Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018.

SHOPLIFTERS

 

Passatempo

A Legendmain Filmes e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para as sessões especiais de «Shoplifters - Uma Família de Pequenos Ladrões» em Lisboa e Porto.

Sala e sessão

LISBOA
Cinema City Campo Pequeno, terça-feira, 20 de Novembro, 21h15 (sessão exclusiva antecedida de apresentação)

PORTO
Cinema Trindade, terça-feira, 20 de Novembro, 21h15 (sessão exclusiva antecedida de apresentação)

(*) Por disposição dos promotores deste evento, os premiados apenas poderão levantar um convite em seu nome, independentemente dos passatempos em que ganharam. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Por favor leia as regras dos passatempos

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Novembro ou Dezembro, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «Shoplifters») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

 

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Oferta de convites AE «Este Coração Traiçoeiro» Lisboa e Porto

Baseado no bestseller de Lars Amend e Daniel Meyer, «Este Coração Traiçoeiro» é inspirado numa história verdadeira de alegria e esperança, de sonhos e de uma intensa amizade. Quando Lenny, o jovem de 30 anos, de familias abastadas, tem forçosamente que cuidar de um adolescente de 15 anos que sofre de uma rara doença cardíaca, inicia-se entre ambos uma aventura maravilhosa. Lenny, destemidamente, quebra todas as regras para satisfazer os sonhos do seu jovem amigo que está com a vida suspensa.

Realizado por Marc Rothemund (Sophie Scholl – Os últimos Dias; Uma Vontade Cega) e protagonizado por Elyas M´Barek (A Onda), Philip Schwarz e Nadine Wrietz.

Este Coracao Traicoeiro poster

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Este Coração Traiçoeiro» em Lisboa e Porto.

Sala e sessão

LISBOA
CINEMAS NOS, ALVALÁXIA - SALA 3 
QUARTA-FEIRA, DIA 14 NOVEMBRO - 21H30

PORTO
CINEMAS NOS, ALAMEDA SHOP & SPOT- SALA 1
QUARTA-FEIRA, DIA 14 NOVEMBRO - 21H30

Por favor leia as regras dos passatempos

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* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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