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Actualizado às 10:58 PM, May 15, 2019

Black Panther - Chadwick Boseman

Como era a sua ligação à Marvel, antes de trabalhar nos filmes?
Sou um fã. Tinha visto os filmes do "Homem de Ferro", os "Capitão América" e "Os Vingadores". Então, como fã, já conhecia algumas das personagens.
Não sou o tipo de pessoa que cresceu a colecionar livros de banda desenhada, mas sabia tudo da personagem de Black Panther de ler. E do desenho animado de Reginald Hudlin.

Como é que esta personagem o interessou?
É um super herói, não é apenas um rei. Também é muito inteligente. Há uma sensação de James Bond na personagem. Acho que a quantidade de responsabilidade que tem quer como super herói, como rei, é interessante.
Há muitos conflitos do mundo real que é possivel trazer para a personagem. Não se sente que se está apenas a interpretar um homem com um fato, mas uma personagem com conflitos e bem sucedida. Quando vamos fazer um super herói, queremos realmente atuar e tornar-nos num melhor ator. E acho que culturalmente falando, não há muitas oportunidades para se interpreter um super herói negro. Está a abrir-se novos caminhos e fazer parte disso é algo especial.

Como é fazer parte do UCM?
Bem, existe uma grande excitação com a oportunidade de se fazer um filme independente, baseado na forma como a personagem ficou no último filme. Sinto que foi um sucesso e que deixamos as pessoas com vontade de mais. Senti essa emoção de fora, de pessoas que viram o último filme e definitivamente sinto que há uma grande motivação na Marvel, do que podem fazer com isso.

Qual foi a sua reação ao argumento?
Fiquei feliz. Fiquei feliz por estar no caminho certo desde o início. Ryan [Coogler] foi muito cuidadoso de quando me deixaria lê-lo. Mas, senti-me confiante de que estava a ir na direção certa.

Os pontos de vista de cada personagem fazem sentido?
Sim, fazem. Não são apenas coisas explodindo e pessoas a voar, ou cenas de luta. Cada personagem é uma peça.

Em que fase encontramos Black Panther?
Em "Capitão América: Guerra Civil", sabemos que perdeu o pai. É um príncipe e está a aperceber-se do que isso significa. Em " Capitão América: Guerra Civil ", passa o filme a tentar vingar-se da morte do pai. Neste filme, vemos que está a lidar com a morte do pai e com a responsabilidade de se tornar no novo rei. E se é digno disso. Acho que ao recomeçarem no lugar onde deixaram a personagem, foi das melhores decisões, porque lhe dá algo por que lutar.

O que acha do processo de leitura em grupo?
Gosto do processo. Não apenas para este filme, mas mesmo em trabalhos anteriores, acho que é uma boa forma das pessoas entrarem no trabalho. Podemos fazer a leitura de grupo de forma muito objetiva ou apenas sob um ponto de vista forte. Temos a oportunidade de perceber como as pessoas querem trabalhar. Gosto deste processo, para perceber os outros atores.

O que achou do elenco?
Não fui surpreendido, porque conversamos sobre a maioria das pessoas que fariam o casting. Só esperava que conseguissem mesmo as pessoas sobre as quais conversamos. E conseguiram, o que diz muito sobre o filme em geral, sobre a Marvel Studios e o próprio argumento.

Existem diferenças no fato?
Sim. Há algumas melhorias no fato, devido à irmã de Black Panther, Shuri.

Qual o estilo de realização de Ryan Coogler?
Desde o momento em que aceitou o trabalho e em que tivemos as nossas primeiras conversas, que o seu processo foi muito aberto e colaborativo. Ele escuta e tomou decisões importantes, mesmo quando ainda estávamos nos estágios iniciais do processo.

Como foram as suas conversas iniciais com Ryan Coogler?
Tentamos construir algo sobre o que já existia. Neste filme, temos a oportunidade de sermos mais minuciosos do que no último, porque na outra história, Black Panther era uma personagem secundária. Neste, tem que mostrar muitos mais aspectos. Falamos sobre quais seriam esses aspectos e sobre os que queriamos mostrar.

Como foi o treino para o filme?
Correu muito bem. Obviamente que foi intenso e muito trabalhoso. Mas foi bom colaborar com essas pessoas sobre o estilo de movimento. Para mim, essa é uma das coisas mais divertidas. É como dançar. Queria garantir de que existia um movimento africano fidedigno, assim como artes marciais africanas para contar a história de Wakanda, também como um país militar. E eles foram completamente abertos a tudo isso. Às vezes, sentiamos que estávamos a treinar para uma luta real. Foi muito divertido.

Em que difere Black Panther dos outros heróis Marvel?
Uma coisa que para mim se destacou, mesmo na banda desenhada, é que é um estratega, um líder mundial. Essa é uma responsabilidade que normalmente os super heróis não têm. Para além disso, tem que cuidar de uma nação inteira, pensar no lugar da nação no globo e como afetam o resto do mundo. Acho que essa é a principal diferença entre Black Panther e os outros heróis.

O que espera que este filme ofereça?
Acho que se quer o fator "wow". Queremos que as pessoas saiam e digam "wow". Queremos isto por todos os diferentes motivos - as performances, o espetáculo, as cenas de luta, tudo isso.
Acho que parte do motivo para se fazer este filme, é que muda de perspectiva. As pessoas podem ver um super herói sob um ângulo, complexidade ou uma visão do mundo diferente. Acho que também queremos isso e que no final do dia fiquem maravilhados com tudo isso.

«Black Panther» está nomeado para 7 Oscars.

Entrevista publicada na Metropolis nº57

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Oferta de convites AE «Correio de Droga» Lisboa e Vila Nova de Gaia

A Warner Bros. Pictures, a Imperative Entertainment e a BRON Creative trazem-nos o novo filme de Clint Eastwood, o drama “Correio da Droga”. Além da realização, o actor veterano volta a estar à frente da câmara, contracenando com actores como Bradley Cooper, Laurence Fishburne, Michael Peña, Dianne Wiest e Andy Garcia, bem como Alison Eastwood, Taissa Farmiga, Ignacio Serricchio, Loren Dean e Eugene Cordero.

Eastwood protagoniza Earl Stone, um octogenário que se encontra falido e sozinho. Na sequência do processo de falência da sua empresa, propõem-lhe um trabalho que lhe exige simplesmente que conduza. Parece uma tarefa fácil, mas sem que se aperceba, Earl vê-se contratado por um cartel de droga mexicano. Graças à sua eficiência, aumentam-lhe o carregamento e põem-no ao serviço de um traficante. No entanto, este não é o único a vigiar Earl: o misterioso novo correio atraiu as atenções do ambicioso Colin Bates, um agente da DEA. E embora Earl deixe de ter problemas de dinheiro, os erros do passado começam a pesar-lhe e é duvidoso que ele tenha tempo de corrigir o mal que fez antes que as autoridades ou os agentes fiscalizadores do cartel lhe deitem a mão.

 CORREIO DE DROGA POSTER OFICIAL

#CorreioDeDroga

Passatempo

A Warner Bros. Pictures., a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Correio de Droga» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas UCI El Corte Inglés, a 30 de janeiro pelas 21h30

Vila Nova de Gaia
Cinemas UCI Arrábida 20, a 30 de janeiro pelas 21h30.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, responda acertadamente à questão abaixo colocada.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.
*Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

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Oferta de convites Sessão Metropolis «Green Book» Lisboa e Vila Nova de Gaia

O nomeado pela Academia VIGGO MORTENSEN (Capitão Fantástico, A trilogia “O Senhor dos Anéis”) e o vencedor do Oscar® da Academia MAHERSHALA ALI (Moonlight) são os protagonistas de Green Book – Um Guia para a Vida da Participant Media e da DreamWorks Pictures. Nesta sua poderosa incursão pelo género dramático como realizador de longas-metragens, PETER FARRELLY (Doidos por Mary) dirige o filme, inspirado por uma genuína amizade que transcendeu as restrições raciais, de classe e sociais no início dos anos 60.

Quando Frank Anthony Vallelonga, também conhecido como Tony Lip (Mortensen), um segurança de Nova Iorque de um bairro italo-americano de The Bronx, é contratado para conduzir e proteger o Dr. Don Shirley (Ali), um pianista negro de renome mundial, pela tournée de concertos desde Manhattan até ao Sul, eles têm que confiar no guia de viagem The Green Book que lhes oferece opções seguras de estadia, restaurantes e negócios para afro-americanos durante a era de segregação e leis de Jim Crow - lugares onde o Dr. Shirley não fosse recusado, humilhado ou ameaçado de violência.

GREEN BOOK POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a sessão Metropolis de «Green Book» em Lisboa e antestreia em Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA*
CINEMA NOS AMOREIRAS
TERÇA-FEIRA, DIA 22 JANEIRO, 21H15

*Por disposição dos promotores deste evento, os premiados apenas poderão levantar um convite em seu nome, independentemente dos passatempos em que ganharam. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

VILA NOVA DE GAIA
CINEMA UCI ARRÁBIDA SHOPPING
QUARTA-FEIRA, DIA 23 JANEIRO, 21H30

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

[No form id or name provided!]

CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Janeiro, Fevereiro ou Março, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «Green Book») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Oferta de convites AE «O Culpado» - Lisboa

Asger Holm, operador de central de emergências e ex-polícia, atende uma chamada de emergência de uma mulher raptada. Quando a chamada é subitamente interrompida, a busca pela mulher e o seu sequestrador inicia. Armado apenas com o telefone, Asger junta-se a uma corrida contra o tempo para salvar a mulher em perigo, mas cedo se apercebe que este crime é muito maior do que aparenta.

culpado poster

Passatempo

A Films4You e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «O Culpado» em Lisboa.

Sala e sessão

LISBOA
EL CORTE INGLÉS 14 de Janeiro às 21h30

Por favor leia as regras dos passatempos

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

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* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

 

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Oferta de convites AE «Nunca Deixes de Olhar» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Uma reflexão intergeracional sobre o trauma e a memória da Segunda Guerra Mundial, contada pelos olhos de um artista.

Um médico (Sebastian Koch) desaprova o novo relacionamento da sua filha (Paula Beer). Com um ódio de morte ao genro (Tom Schilling), o famoso médico fará de tudo para destruir a relação. No entanto, ninguém imagina que o destino de todos já estava conectado por um terrível crime cometido pelo personagem de Koch anos antes...

Finalista para as nomeações ao Óscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira (ainda por anunciar), "Nunca Deixes de Olhar" foi escrito e realizado por Florian Henckel von Donnersmarck (vencedor do Óscar por "As Vidas dos Outros"), e acompanhado três gerações da história alemã que lançam luz sobre a loucura e as tragédias do século XX através do exemplo de diferentes destinos humanos.

NEVER LOOK AWAY POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Nunca Deixes de Olhar» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas NOS Alvaláxia, a 15 de janeiro pelas 21h15

Vila Nova de Gaia
Cinemas UCI ArrábidaShopping, a 15 de janeiro pelas 21h30.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Janeiro, Fevereiro ou Março, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: Nunca Deixes de Olhar») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
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* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Oferta de convites AE «Uma Luta Desigual» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Inspirado numa história verdadeira, Uma Luta Desigual (On the Basis of Sex) é o filme emocionante e inspirador que acompanha a vida de Ruth Bader Ginsburg, a segunda mulher que se tornou juíza da Suprema Corte Americana, numa realidade até então dominada por homens. O filme percorre a história da juíza antes de ela ser nomeada ao cargo, em 1993, pelo então presidente Bill Clinton e da sua luta pela igualdade de direitos para as mulheres. Quando Ruth (Felicity Jones) se une ao marido (Armie Hammer) para combater um caso de discriminação de género nos tribunais americanos, ela sabe que isso pode mudar para sempre a realidade do mundo, numa época em que ainda não havia a discussão sobre equidade entre homens e mulheres no ambiente jurídico.

Realizado por Mimi Leder (Impacto Profundo). Argumento de Daniel Stiepleman e com as interpretações de Felicity Jones (Nomeada aos Óscares “A Teoria de Tudo”), Armie Hammer (Chama-me pelo teu Nome), Justin Theroux, Kathy Bates, Sam Waterston, Jack Reynor e Cailee Spaeny.

ON THE BASIS OF SEX POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Um Luta Desigual» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA
CINEMA NOS, AMOREIRAS - SALA 1
QUARTA-FEIRA, DIA 9 JANEIRO, 21H30

VILA NOVA DE GAIA
CINEMAS UCI, ARRABIDA SHOPPING - SALA 16
QUARTA-FEIRA, DIA 9 JANEIRO, 21H30

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

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* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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O mundo segundo (o cinema) de Tiago R. Santos

De “miúdo tímido” que anunciava, assustado e em plenos pulmões, a aproximação dos Gremlins a argumentista de alguns dos maiores sucessos recentes do cinema português não foi um passo. Tiago R. Santos tentou o Jornalismo, trabalhou, estudou e escreveu nos Estados Unidos e, em 2007, colaborou pela primeira vez com o realizador António Pedro Vasconcelos em «Call Girl» (2007). Em 2018, e depois de outras parcerias igualmente frutuosas, a dupla leva aos cinemas «Parque Mayer» (2018), uma narrativa ousada que coloca em destaque um dos principais tesouros da cultura em Portugal.

Tiago R. Santos gosta de contar histórias. Em toda a conversa com a METROPOLIS, no coração de Lisboa, é este o elemento constante: a vontade e o prazer inato em partilhar narrativas com o mundo. A mais recente é «Parque Mayer» (2018), protagonizada por Francisco Froes, Daniela Melchior e Diogo Morgado, que recria o imaginário bem português da revista da década de 30, que é indissociável do crescimento da ditadura e do Estado Novo. Ali, falam-se de coisas sérias: há humor, paixão e todas as componentes da comédia e do romance, mas não se pode ignorar a mensagem mais profunda, assente na limitação da liberdade, do discurso e, lá está, de tudo o resto que é próprio do teatro, do cinema e da vida.

Assim como um espelho, foi o grande ecrã que revelou a Tiago R. Santos mais sobre si – o detalhe do olhar, o poder dos gestos, o ‘plateau’ que compõe a cena. O fascínio natural tornou-se cada vez mais forte e, com o passar do tempo, a tela revelou também mais sobre os outros e aquilo que o rodeava. Falava a linguagem de Tiago. Se muitos queriam ser os atores Uma Thurman e John Travolta em «Pulp Fiction» (1994), o versátil autor queria ser Quentin Tarantino – ou, pelo menos, o “tipo” que se tinha lembrado de toda aquela loucura dramática, e se tinha divertido a escrevê-la. Mas esta história começa mais cedo, ainda na infância de Tiago, um rapaz que alugava filmes e ia ao cinema com os pais. “Interessei-me pelo cinema porque era um miúdo tímido e havia um clube de vídeo no Centro Comercial da Portela e, desde cedo, alugava três filmes por dia”, revela o argumentista à METROPOLIS.

Apesar disso, a relação de Tiago com o cinema nunca foi uma brincadeira de criança: “Sempre tive uma reação muito visceral com o cinema, sempre acreditei que aquilo era um bocado a sério”, confessa o autor, recordando um episódio na estreia de «E.T. - O Extra-Terrestre» (1982). “Saí a correr cheio de medo quando o ET aparece no meio do milho”, conta. Não foi caso único, claro: “A minha mãe adora contar a história de que, quando me levou a ver o «Gremlins - O Pequeno Monstro» (1984), eu gritava para o ecrã e avisava as pessoas de que os Gremlins estavam atrás delas”, lembra. Embora se tratasse de uma relação muito especial, Tiago demorou a perceber que podia, efetivamente, fazer daquilo a sua vida. “Como vivemos em Portugal, demorei algum tempo até perceber que poderia trabalhar em cinema... Há tão pouca produção, a maior parte dos filmes que eram produzidos tinham uma linguagem que a mim não me dizia grande coisa”, admite, acrescentando que “pensei que iria trabalhar em cinema mas como jornalista ou crítico, tanto que comecei a trabalhar como jornalista”.

Pode ler o artigo completo na Metropolis número 65

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Oferta de convites AE «Maria, Rainha dos Escoceses» Lisboa e Porto

“Maria, Rainha dos Escoceses” explora a vida turbulenta da carismática Maria Stewart.

Rainha da França aos 16 e viúva aos 18, Maria desafia a pressão de voltar a casar. Em vez disso, regressa ao país natal, Escócia, para recuperar o seu direito ao trono, numa altura em que a Escócia e Inglaterra estão sob o domínio da imperiosa Elisabete I. Cada uma das jovens rainhas vê a sua “irmã” com terror e fascínio. Rivais no poder e no amor, e regentes num mundo de homens, as duas têm de decidir como jogar o jogo do casamento contra a independência.

Determinada a governar como mais que uma mera representante, Maria impõe a sua reivindicação ao trono inglês, ameaçando a soberania de Elisabete. Traição, revolta e conspirações em cada uma das cortes põem em perigo ambos os tronos – e mudam o rumo da história.

Maria Rainha dos Escoceses 17jan

17 DE JANEIRO NOS CINEMAS

Passatempo

A Universal Pictures, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Maria, Rainha dos Escoceses» em Lisboa e Porto.

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas UCI El Corte Inglés, dia 16 de Janeiro, 21H30

Porto
Cinemas UCI Arrábida, dia 16 de Janeiro, 21H30

*NOTA IMPORTANTE: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

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* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Outlander - Sam Heughan

O desafio de dar corpo a Jamie Fraser não se afigurava fácil, uma vez que a personagem já tinha uma vida própria nos livros, mas Sam Heughan esteve à altura. Em Portugal o ator só marcou presença na sua versão em cartão, mas além-fronteiras disse de sua justiça o que podemos esperar dos próximos episódios de «Outlander».

Qual é o motor desta temporada?
É sobre amor e família. O Jamie finalmente tem as pessoas que ama perto de si, mas continua sem ter uma casa. Mas agora estão na Carolina do Norte, e ele percebe que é um local maravilhoso para começar uma nova vida. É uma oportunidade tremenda para o Jamie.

Conta-nos mais sobre isso.
É a primeira vez que vemos o Jamie e a Claire como família. Agora eles finalmente podem descansar e recarregar baterias. É muito bom ver uma amostra de como eles são como família. Sem spoilers, eles têm a oportunidade de experienciarem ser avós. Tornaram-se uma geração mais velha, a cuidar dos mais novos.

Então é um mar de rosas para o Jamie?
Nem por isso. Vendo de fora parece estar no controlo, mas continua um pouco perdido. Ele foi criado para ser dono de terras, mas teve de desistir das suas propriedades na Escócia e agora tem de encontrar uma casa na Carolina do Norte. Ele também cresceu com a ideia de ser o financiador, mas inicialmente na Carolina do Norte ele não tem como fazer isso. Mas como sabemos, ele acaba sempre de cabeça erguida.

Ele sente-se fora da zona de conforto na Carolina do Norte?
Não. A Carolina do Norte é surpreendentemente parecida com a Escócia. Fui lá e é realmente muito parecida. Há abetos Fraser por todo o lado, é por isso que os escoceses se instalaram lá originalmente. A paisagem à volta das Montanhas Blue Ridge é incrível. É uma região indomável e vasta.

Que outros desafios enfrenta o Jamie na Carolina da Norte?
Ele rapidamente se vê envolvido nas políticas do Novo Mundo. Desesperado para assentar, tem de alcançar um acordo com os ingleses, os seus maiores inimigos.

Mas o Jamie também tem de lidar com os nativos, certo?
Sim. Há um bom entendimento entre os escoceses e os nativos, pois têm os mesmos valores. Eles têm a mesma ligação à terra e ao mar e são guerreiros longe da sua terra. Temos momentos de partilha ao longo da temporada, há muitos momentos em que estes guerreiros revelam o seu respeito mútuo. Também integram e assimilam as culturas uns dos outros. É isso que é maravilhoso sobre a América, é um incrível ‘caldeirão’ de culturas.

Que outros pontos em comum têm os nativos e os escoceses?
Os rituais dos nativo-americanos são fascinantes, e têm certas parecenças com os rituais escoceses. Os nativos diziam o seu nome todas as manhãs de forma a chamar os seus antecessores. Os escoceses faziam o mesmo. Antes da batalha, eles apelariam à assistência dos seus antepassados.

Vislumbras diferentes facetas do Jamie nesta temporada?
Absolutamente. O que é intrigante este ano é que podemos ver todas as facetas do Jamie. Podemos ver o seu lado emocional, o intelectual e o físico. Mostramos o seu interior e tornamo-lo uma personagem da qual as pessoas gostam.

Qual consideras o maior desafio em «Outlander»?
A parte física, é uma série muito física. Em muitos dias, eu e a Caitriona estamos em condições extremas. Ou estamos a congelar e encharcados ou a ferver. É como correr uma ultra-maratona! Também temos de fazer tudo muito depressa. Temos apenas um dia para nos prepararmos para novos desafios, seja andar de cavalo, tratar da carne de um cervo ou aprender francês. É uma das vantagens de trabalhar nesta série, enfrentar sucessivamente novos desafios.

«Outlander» é bastante inflexível na sua representação da violência, não é?
Sim. Mostramos muita violência e violações porque eram usadas como arma na altura. A violência prevalecia naquele período, e ainda não nos afastámos disso. No entanto, claro, temos muito cuidado relativamente à forma como ilustramos isso. São as cenas mais difíceis de filmar, e são sempre discutidas em grande detalhe com os argumentistas e realizadores.

outlander 2

Porque é que «Outlander» se tornou tão popular?
A série tem muitos fãs porque é sobre um amor duradouro entre duas personagens adoradas pela audiência, e com as quais fazem esta jornada. A localização também está sempre a mudar: podes estar em Paris num certo minuto e nas Caraíbas no seguinte. Nunca é o mesmo, as possibilidades não se esgotam. Há também muita intriga no facto de os espectadores saberem como a História vai afetar o seu destino.

O que pensas sobre os fãs dedicados de «Outlander»?
São óptimos. Estou maravilhado com o facto de eles ainda nos apoiarem, especialmente quando não estamos no ecrã há algum tempo e tivemos um longo “Droughtlander”. Pedimos desculpa. Demora tanto tempo a fazer, mas é uma série de grande dimensão. Tentamos manter as nossas localizações em segredo, mas os fãs encontram-nos sempre. Mas é brilhante que gostem mesmo do que nós estamos a fazer. É fantástico sermos tão bem recebidos pelo público e pela crítica. Temos muita sorte, já que as pessoas nos continuam a acompanhar ao fim de quatro anos.

Que impacto teve «Outlander» na tua vida?
A minha vida mudou completamente desde que entrei em «Outlander». É incrível como a série cresceu nos últimos quatro anos. O sucesso de «Outlander» aumentou o turismo, e também o próprio comércio local. Beneficiou realmente a Escócia.

Finalmente, vamos ver o Jamie de kilt esta temporada?
Está o kilt de volta? Consigo ver os títulos! Não posso revelar!

[Artigo publicado na Revista Metropolis nº 64 - Novembro 2018]

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Oferta de convites Antestreia IMAX 3D «Engenhos Mortais» Lisboa e Porto

Centenas de anos após a civilização ter sido destruída por um cataclismo, uma jovem misteriosa, Hester Shaw (Hera Hilmar), surge como a única pessoa capaz de parar Londres – agora uma cidadade gigante e predadora sob rodas – de devorar tudo no seu caminho. Selvagem e conduzida intensamente pela memória da mãe, Hester une forças com Tom Natsworthy (Robert Sheehan), um marginal de Londres, juntamente com Anna Fang (Jihae), uma criminosa de perigo com a cabeça a prémio.

“Engenhos Mortíferos” é uma nova, surpreendente e épica aventura realizada pelo artista de efeitos visuais e vencedor de um Óscar®, Christian Rivers (“King Kong”). Ao realizador juntam-se os criadores das trilogias “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”, vencedores de três Óscares®, Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens, que escreveram o argumento. Efeitos visuais criados pela equipa da Weta Digital, liderada por Ken McGaugh, Kevin Smith, Luke Millar e Dennis Yoo. A adaptação da Universal e MRC da premiada série de livros de Philip Reeve, publicada em 2001 pela Scholastic.

Engenhos Mortiferos final 6dez

6 DE DEZEMBRO NOS CINEMAS

Passatempo

A Universal Pictures, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia IMAX 3D de «Engenhos Mortais» em Lisboa e Porto.

legal Mortal Engines

Sala e sessão

LISBOA
NOS IMAX COLOMBO, 05 de Dezembro, 21H30

PORTO
NOS IMAX MAR SHOPPING, 05 de Dezembro, 21H30 

(*) Por solicitação da distribuidora, os participantes apenas poderão ganhar uma única vez em todos os passatempos relacionados com este filme.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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