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Actualizado às 10:09 PM, May 20, 2019

Oferta de convites «John Wick 3» Lisboa (IMAX) e Matosinhos

O superassassino John Wick (Keanu Reeves) está em fuga depois de matar um membro da lista dos assassinos internacionais, e com a cabeça a prémio pela quantia de $14 milhões de dólares como recompensa – por este motivo, ele passa a ser o alvo principal de homens e mulheres de todo o mundo.

16 maio nos cinemas

JOHN WICK 3 FINAL POSTER

Passatempo

LISBOA
NOS Colombo, sala Imax, terça-feira, 14 de Maio, 21h30

MATOSINHOS
NOS NorteShopping, terça-feira, 14 de Maio, 21h30

Indicações especiais em Lisboa

* Os premiados deverão apresentar-se com o seu CC ou outro documento identificativo preferencialmente até 30 minutos antes do início do evento, para levantar os seus convites;
* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Junho ou Julho envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «John Wick 3») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Daniele Luchetti - «Io sono Tempesta»

Onde encaixar um realizador de múltiplos êxitos de público e crítica, como Daniele Luchetti (de «A Nossa Vida») no atual planisfério de expressões artísticas requintadas de Itália? Desde 1985 até hoje, rodou produções festejadas nos grandes festivais da Europa e fora deles, como «Domani accadrà» (1988) e «Francisco, o Papa do povo» (2015). Mas de que modo enquadramos a sua forma de expressar a realidade em relação a seus conterrâneos? Lar de Federico Fellini, De Sica, Lina Wertmüller, Rossellini, Antonioni, Visconti, Pasolini, Monicelli, Bertolucci e de mais uma tonelada de mestres, o cinema italiano foi uma pedra no sapato de Hollywood de 1945, quando a fogueira do neorrealismo se acendeu, até meados dos anos 1990, um período de especulações financeiras no mandato inicial de Silvio Berlusconi como primeiro-ministro, em que a indústria audiovisual para o grande ecrã foi esmurrada, em prol da TV.

[texto originalmente publicado na Metropolis nº 67]

Por muito tempo, até há segunda metade dos anos 2000, só Nanni Moretti, Roberto Benigni, Pupi Avati, Gianni Amelio e Marco Bellocchio mantiveram a potência autoral da Itália em riste, mas sem a mesma mobilização popular vivida entre os anos 1960 e 80. De lá veio o spaghetti western (com Sergio Leone e Tonino Valerii), o Peplum (filmes de gladiadores romanos, como «Os últimos dias de Pompeia»), a comédia erótica (sofisticada como «Pato com Laranja» ou brejeiras como «A Liceal»), o giallo (terror com psicopatas e aparições, tipo «O Pássaro com Plumas de Cristal») e Trinitá (a série com Bud Spencer e Terence Hill). Mas todos esses filões ficaram para trás, enquanto as produções de Roma, de Turim, da Sicília e companhia perdiam a força, dando àquele país uma fama de decadência cinematográfica. Má fama, aliás. Mas esta se diluiu a partir de 2008: ali, uma nova geração de diretores ganhou projeção internacional aos olhos da crítica e ao gosto do público. Batizada informalmente de Risorgimento, essa onda autoral é movida pela narrativa nada convencional de realizadores que não se renderam à tradição como Alice Rohrwacher («Lazzaro Felice»), Emanuele Crialese («Terraferma»), Saverio Costanzo («A Solidão dos Números Primos»), Laura Bispuri «Figlia mia»), Luca Guadagnino («Eu sou o Amor»), Paolo Sorrentino (do oscarizado «A Grande Beleza»), Matteo Garrone («Gomorra») e Luchetti. Aliás, há uma comédia inédita para lançar este mês em Itália, «Momenti di trascurabile felicita», sobre um sujeito dado a excessos que precisa reinventar sua vida.

Aos 58 anos, Luchetti, nascido em Roma, ficou mais conhecido por entre nós por «O Meu Irmão é Filho Único» (2007). Atualmente, anda com pouco tempo para olhar para trás e avaliar o que fez de melhor, inclusive a sua longa-metragem mais recente, «Io sono Tempesta» («O Rei de Roma»), foi lançado no Brasil em março. Não é da natureza do cineasta – uma presença habitual em festivais de prestígio como Cannes, Locarno e San Sebastián – repensar o passado, sobretudo o do seu país nas telas. Apesar do seu respeito pela tradição neorrealista de Rosselini, De Sica & Lda e da verve política de Marco Bellocchio e Elio Petri, ele filma comédias (algumas delas cheias de dor e fúria, como «Anos felizes») para se libertar de referências e conceitos institucionalizados e procurar a sua própria voz autoral. Sucesso de público e crítica, a sua obra é focada em costumes e afetos refreados por arreios morais. É o que se vê, hoje no Brasil, na história do milionário Numa Tempesta (vivido por Marco Giallini). A sua história, agora em circuito carioca, arrebatou risos e elogios em Cannes, em maio de 2018. Ali, Luchetti estreou esta divertida sátira sobre avareza e cobiça, centrada no processo de redenção de Numa Tempesta após de ser obrigado a prestar serviço comunitário. Na entrevista que se segue, dada à revista Metropolis, Luchetti fala sobre os riscos de ser popular nas telas da Itália.

Luchetti O Rei de Roma

Os seus filmes não têm medo da palavra: fala-se muito neles e, da fala, vem o riso. Mas há uma “amarra” autoral que rebaixa a força estética da palavra. Como driblar tal preconceito?
Daniele Luchetti: A França serviu-me melhor para isso do que os mestres italianos. No início dos anos 1980, franceses como Éric Rohmer, Jacques Rivette e François Truffaut fizeram filmes que me marcaram muito, como «Paulina na praia», de 1983, no uso da palavra. Esses diretores mostraram-me que o real não vem, necessariamente, de uma mirada documental silenciosa para uma paisagem humana. Um bom diálogo pode revelar muito da realidade. É do trato com os atores que brota o real que me interessa estudar.

Qual é a Itália que o senhor retrata nos seus filmes?
É um país que precisa de reaprender a rir de si mesmo e recuperar a sua leveza.

«Io sono Tempesta» traz provocações políticas, traz um olhar sobre a mecânica financeira da economia italiana, mas aposta, com maior peso, na afetividade e no riso, ao narrar o rito de passagem de Numa Tempesta rumo à redenção. De que maneira essa comédia de costumes traduz as atuais inquietações morais da Itália, em meio a suas crises económicas recentes?
Muito se fala e se pensa em política na Itália, mas não é esse o caminho que eu sigo e sim o do humanismo, buscando um paralelo entre os afetos e as contradições sociais. Gosto de transgredir normas, entre elas a de uma obrigatoriedade autoral que se impõe por aqui, na Itália, e que leva os diretores, das mais variadas gerações, a evitar projetos que falem com o público de modo mais direto, frontal. Minha vocação é fazer filmes de entretenimento, mas sem abrir mão de conteúdo. Foi o que eu aprendi com o cinema americano dos anos 1970 de diretores como Robert Altman e Hal Ashby. Aquela década foi a última era de cinema para um público adulto nos Estados Unidos.

O senhor cita diretores autorais de Hollywood, mas vem de um país que fabricou génios a granel nas telas, como Fellini, Antonioni, Pasolini. Essa tradição italiana pesa? E quanto?
Cresci nos anos 1970, a época áurea do cinema político italiano, com Elio Petri, Francesco Rosi, Marco Bellocchio. Não é por acaso, que um dos meus primeiros filmes, «Il portaborse» (em português, «O homem da Pasta»), tinha uma carga política. Mas eu busquei um caminho distinto da tradição da minha pátria: troquei o neorrealismo pelo que chamo de “neoirrealismo”. É assim que eu batizo o meu esforço de abordar o mundo real sob um filtro de humor. «O Rei de Roma», por exemplo, trata da relação pai e filho com ironia.

Luchetti Em Momenti di trascurabile felicita

O senhor descreve sua estética comprovadamente popular, e respeitada em festivais, como sendo algo à margem. Por quê?
Houve um tempo em que a Itália investia em géneros: filmes de terror (o giallo), comédias eróticas, bangue-bangue (o spaghetti western) e filmes de gladiador (que são chamados de Peplum). Mas, a partir dos anos 1990, com uma série de retrações na nossa indústria, os cineastas perderam essa conexão com o grande público do passado e filmografias hegemónicas a tomaram conta do país. Isso fez com que as gerações de cineastas que vieram a partir de 1990 passassem a acreditar que o filme autoral, sem género, sem formato específico algum, fosse o único caminho. Isso deu lugar a muitos filmes de autor de má qualidade. E fez a ideia do filme de entretenimento parecer uma ousadia. Mas eu prefiro os corações livres do que ideologias, amarras criativas.

Falando em atores, ao lado de Marco Giallini, que interpreta Numa Tempesta, «Io sono Tempesta» traz o seu intérprete mais fiel, Elio Germano, premiado em Cannes por «La mostra vita» (2010), o filme mais elogiado que o senhor fez até hoje. O que Germano acrescentou?
Sou um diretor intuitivo, sem métodos, apoiado no humor. Germano me oferece a possibilidade de ampliar as dimensões dos afetos que eu busco representar, pois ele, em cena, é pura emoção.

O seu embate com a emoção, filme a filme, fez escola já em Itália. Há diretores mais jovens, como Laura Bispuri (de «Figlia mia») e Claudio Giovannesi (de «Os Meninos da Camorra») que parecem seguir essa trilha afetiva em que você milita. De que forma você encara essa inspiração que gera nos seus conterrâneos?
Tenho uma comédia inédita, chamada «Momenti di trascurabile felicità», para lançar a 14 de Março, e penso mais nisso do que em ser referência ou do que em utilizar os diretores de que gosto como parâmetro. Gosto muito de Ken Loach, por exemplo, por ficar encantado com o fato de ele construir uma dramaturgia viva, sem medo de ser palavroso, sem a necessidade de uma estetização da imagem. A fotografia é realista, simples, sem adereços. O apreço que tenho por ele ilumina-me, mas eu não tento reproduzir o seu caminho. É difícil criar uma imagem original no cinema contemporâneo. Mas isso não me obriga a reproduzir passo a passo os enquadramentos dos cineastas de que gosto. É a dramaturgia que me dá o caminho.

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Oferta de convites Sessão Metropolis «Seduz-me se és Capaz» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Um romance improvável mas não impossível serve de arranque para esta comédia de Jonathan Levine.

Charlotte Field (Charlize Theron), Secretária de Estado dos Estados Unidos reencontra numa festa, Fred Flarsky (Seth Rogen), de quem em tempos foi babysitter. Hoje jornalista, o rapaz é contratado por Charlotte para auxiliá-la na sua campanha presidencial e antigos sentimentos renascem entre os dois.

LONG SHOT POSTER

Passatempo

LISBOA
Terça-feira, 30 de Abril, às 21h15
(sessão antecedida de apresentação)
Cinema City, Campo Pequeno

VILA NOVA DE GAIA
Terça-feira, 30 de Abril, às 21h30
Cinemas UCI ArrábidaShopping

Indicações especiais em Lisboa
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CONVITE ANIVERSÁRIO
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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

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* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Laurence Fishburne - 20 anos de «Matrix»

A festa será intensa para os fãs de "Matrix" em 2019, na esteira dos 20 anos de um dos maiores marcos da história da ficção científica nas telas. Morpheus, um de seus mais icónicos personagens, já está pronto para celebrar: "A gente teve muito trabalho pois havia ali uma engenharia de filmagem que ninguém conhecia, um par de talentosos diretores ainda em início de carreira e uma equipa de pessoas que embarcou de cabeça naquela mistura de filosofia e cultura pop", diz Laurence Fishburne, o astro por trás do guru do messiânico Neo, na luta contra as máquinas.

É um ator que está na luta desde a década de 1970, quando apareceu em «Apocalypse Now», a cantar e rebolar ao som dos Rolling Stones. Um ator dono de uma voz inconfundível, que amplia o seu charme. "Coppola apresentou-me à arte, deu-me um norte", diz Fishburne.

Logo após ter sido nomeado ao Oscar pelo seu desempenho como Ike Turner em «What's Love Got to Do with It» (1993), Laurence Fishburne, hoje com 57 anos, foi protagonizar «Othello» (1995), com Irène Jacob e Kenneth Branagh: foi nessa época, de sucesso profissional, que ele declarou o seu desejo de filmar "O Alquimista", o fenómeno de vendas responsável pela fama mundial de Paulo Coelho. O escritor virou uma grife global nas livrarias mas o projeto não saiu do papel... ainda... conforme o ator declarou na bateria de entrevistas que deu no Festival de Marrakech. Ele veio ao Marrocos para uma projeção de gala de um sucesso comercial da Marvel, no qual é codjuvante de luxo: «Homem-Formiga e a Vespa», de Peyton Reed. Mas a popularidade dele por aqui (e no planeta fora) é enorme, não apenas por sua presença em séries de sucesso como "CSI" e "Hannibal", mas por estar imortalizado no imaginário cinéfilo como Morpheus, o guru do herói neo (Keanu Reeves) na franquia "Matrix". Em 2019, a primeira longa-metragem daquela série sci-fi completa 20 anos: à época da sua estreia, ela mudou todas as convenções do género. Na entrevista a seguir, Fishburne conta à revista Metrópolis parte da sua história nas telas, sobretudo as suas passagens ao lado de Keanu nesses clássicos da ficção científica. E fala dos seus atuais projetos, incluindo dirigir a saga do alquimista.

Num piscar de olhos, "Matrix" somou duas décadas no imaginário cinéfilo: a saga de Neo, papel de Keanu, e de Morpheus, o seu personagem, vai completar 20 anos em 2019. O que aquele filme representou para a cultura pop?
Laurence Fishburne: Ele mudou tudo... e num gesto simples: levou a filosofia para a ficção científica. É uma história antiga. É a história do messias que salva a Terra. Mas essa velha história veio envelopada em símbolos contemporâneos, signos pop, na tecnologia. Ao adquirir "O alquimista" tive a mesma sensação quando li o livro: algo ancestral contada de uma forma contemporânea e universal. Curiosamente, pensando em "Matrix", eu não sou um sujeito tecnológico: tenho um smartphone mas não vivo enfiado nele, não frequento as redes sociais. Prefiro conversar com as pessoas. Eu ainda ligo para as pessoas em vez de enviar mensagens.

Você falou com carinho de Keanu Reeves. Que tipo de ator é ele, hoje, já com 54 anos?
Laurence Fishburne: É uma bênção estar com Keanu não apenas por sermos amigos e por termos passado experiências muito loucas fazendo "Matrix", mas pelo fato de ele ser uma das pessoas mais inteligentes que eu já conheci. E ele tem um perfil diferente de tudo o que você já viu no cinema, o que lhe garantiu espaço nas telas durante todos estes anos. Isso e o facto de ele ser um ator que arrisca: ele cresce como intérprete porque faz escolhas desafiadoras. Às vezes ele acerta. Às vezes erra. Mas a arte é isso. Quando eu falava das loucuras de "Matrix"... veja... aquele olhar filosófico sobre a tradição sci-fi, cheia de efeitos especiais novos, era algo que ninguém conhecia no cinema. Era uma experiência. Tudo era novo, era risco. E estávamos ali, Keanu e eu, juntos.

Como ficou o projeto de filmar "O alquimista" quase 25 anos depois das primeiras notícias sobre seu interesse no livro de Paulo Coelho?
Laurence Fishburne: Eu ainda estou a correr atrás disso, porque há ali uma história que precisa de ser contada. Aliás, agora mais do que nunca, pois se trata de uma trama sobre jornadas espirituais, uma troca entre culturas distintas, na aprendizagem acerca das diferenças. Talvez por isso ele não tenha saído antes. Diante das lições que estão ali, 20 anos não significa muito. E eu continuei a trabalhar em coisas diferentes durante esse tempo, tendo até dirigido um filme («Once in the Life», de 2000).

matrixO que mais mudou na sua vida nesse tempo em que se dedica ao projeto e que novos filmes vem por aí?
Laurence Fishburne: O que mudou? Fiquei mais velho, ganhei uma barriga, ganhei mais senso de humor... Novos filmes? Há muita coisa, mas está a chegar um projeto muito divertido que é o terceiro filme da franquia "John Wick", em que eu contraceno de novo com meu amigo Keanu Reeves, depois de tudo o que fizemos em "Matrix". É uma franquia sobre um mundo muito louco, hiperviolento, que parece uma grande brincadeira de polícias e ladrões, daqueles que a gente fazia quando eramos crianças. E o Richard Linklater, um diretor que eu admiro muito pela leveza do seu olhar sobre a vida, criou um papel para mim no seu novo filme: «Onde Estás, Bernadette?». Fizemos «Derradeira Viagem» juntos, recentemente, e ele me chamou para essa nova empreitada de um jeito engraçado, dizendo: "Eu tenho uma cena em que você entra e escuta a Cate Blachett a falar, pode ser?". Como dizer não a Cate e a uma pessoa como ele?

Você errou ao ter recusado o convite de Quentin Tarantino para atuar em «Pulp Fiction» (1994), no papel que foi para Samuel L. Jackson?
Laurence Fishburne: Claro que não. E vou dizer o porquê. Se eu tivesse aceitado, não teria havido aquele desempenho extraordinário do Samuel, que celebrizou o seu nome e fez dele uma das maiores estrelas de todos os tempos no cinema. Eu tive outras boas chances depois. E pude admirar Samuel.

Você passou pelo Festival de Marrakech com um filme de super-heróis que faturou cerca de 625 milhões nas bilheterias: "Homem-Formiga e a Vespa". Ao mesmo tempo, você tem vaga cativa no universo DC Comics, como Perry White, o editor do Daily Planet. O que esse filão dos heróis mascarados representa hoje?
Laurence Fishburne: Eu não acho que a omnipresença do filão esteja a pertubar o cinema: toda as modas têm seu tempo de acalmia, terminando na hora certa. Ainda não chegou essa hora. E, como eu cresci lendo quadrinhos, tenho muito encanto com esses filmes. «Pantera Negra», por exemplo, foi um marco para a população negra do mundo. Negros como eu encontramos ali um sonho realizado: um príncipe de origem afro virou herói. É muito significativo. A experiência de ser Perry White é outra coisa, também prazerosa: eu tento fazer daquele personagem uma homenagem a um grande jornalista negro americano que, infelizmente, já se foi: Ed Bradley.

Tem um filme inédito com você no elenco que é um dos mais esperados desta temporada de fim de ano: «Correio de Droga», de Clint Eastwood. Como é trabalhar com ele... e cerca de 15 anos depois de vocês terem feito o cult «Mystic River»?
Laurence Fishburne: Estar num set sob a direção dele dá a um ator uma sensação de maturidade. O que ele faz é um cinema sincero, de extrema simplicidade, usando a mesma equipa, há anos. Uma equipa que o admira. Quando eu comecei no cinema, ainda adolescente, fiz «Apocalypse Now», um filme importantíssimo para a História, mas que teve imensos problemas para sair do papel. Francis Ford Coppola, que me ensinou muito, levou quase dois anos para concluir aquele filme. Dois anos de uma vida, de muitas vidas. O Clint é diferente: em 25 dias... 25... ele filmou tudo. São experiências diversas. Todas contam.

Entrevista publicada na Revista Metropolis nº66

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Oferta de convites AE «Greta» Lisboa e Vila Nova de Gaia

GRETA é um thriller psicológico contemporâneo do vencedor de um Óscar Neil Jordan (Jogo de Lágrimas). Depois de descobrir uma bolsa na estação de metro de Nova Iorque Frances McCullen (Chloë Grace Moretz), uma jovem enlutada pela morte da mãe, decide ir ao encontro da legítima dona e devolver a bolsa perdida. Subsequentemente, a jovem cria uma amizade incomum com a enigmática viúva Greta Hideg (Isabelle Huppert), para grande angústia da sua melhor amiga Erica Penn (Maika Monroe), que a está a ajudar a adaptar-se à nova cidade. Frances ignora as preocupações da amiga, mas os motivos de Greta podem ser realmente mais sinistros do que aparentam ser.

Realizado por Neil Jordan, GRETA tem como protagonistas Isabelle Huppert (Ela, 8 Mulheres, A Pianista), Chloë Grace Moretz (Kick-Ass, Deixa-me Entrar) e Maika Monroe (Vai Seguir-te). Stephen Rea (Jogo de Lágrimas) retrata o papel de um detetive particular contratado para investigar Greta. Colm Feore (Chicago, Thor) interpreta o pai distante de Frances. Zawe Ashton (Animais Noturnos) desempenha o papel da mulher misteriosa com informações importantes sobre o passado de Greta.

GRETA POSTER

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Greta» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA
CINEMA MONUMENTAL
SÁBADO, DIA 6 ABRIL (Sábado), 21H30

GAIA
CINEMA UCI ARRABIDA SHOPPING - SALA 16
QUARTA-FEIRA, DIA 10 ABRIL, 21H30

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Passatempo de oferta de DVD´s «A Educadora de Infância»

Quando uma educadora de infância de Staten Island descobre que um dos seus alunos de cinco anos talvez seja dotado, fica fascinada e obcecada pela criança, entrando numa perigosa e desesperada vertigem para lhe alimentar o talento.

THE KINDERGARTEN TEACHER CAPA

PASSATEMPO

A Alambique e a Revista Metropolis têm para oferecer DVD´s de «A Educadora de Infância».

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Oferta de convites AE «Samitério dos animais» Lisboa e Porto

Baseado no aterrador romance de terror de Stephen King, “Samitério de Animais” acompanha a história do Dr. Louis Creed (Jason Clarke) que, depois de se mudar com a sua esposa Rachel (Amy Seimetz) e os seus dois filhos de Boston para uma zona rural no Maine, descobre um misterioso cemitério escondido nas profundezas da floresta perto da casa nova. Quando uma tragédia atinge a família, Louis volta-se para um estranho vizinho, Jud Crandall (John Lithgow), desencadeando uma perigosa reação em cadeia que solta um inexplicável mal com consequências terríveis.

Samiterio Animais 4ABR

Estreia a 4 de Abril

Passatempo

A Paramount, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Samitério de Animais» em Lisboa e Porto.

legal Pet Sematary

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas NOS Colombo, dia 2 de Abril, 21H30

Porto
Mar Shopping, dia 2 de Abril, 21H30

*NOTA IMPORTANTE: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

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Oferta de convites AE «Ladrões de Tuta e Meia» Lisboa e Porto

João e Christiane, um jovem casal de vigaristas, procuram uma forma de pagar pelo seu casamento de sonho e, para isso, tentam burlar um veterano do Ultramar que conquistou recentemente o primeiro prémio do Euromilhões.

Poster Final ladroes

Passatempo

A PRIS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia «Ladrões de Tuta e Meia» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

Sala e sessão

LISBOA
TERÇA-FEIRA, DIA 12 MARÇO, 21H30
CINEMA UCI, EL CORTE INGLÉS – SALA 9 –
Antestreia VIP com a presença dos atores

GAIA
QUARTA-FEIRA, DIA 13 MARÇO, 21H30
CINEMA UCI ARRABIDA SHOPPING - SALA 15

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* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Oferta de convites AE «Nós» Lisboa e Porto

Depois de causar alvoroço na cultura contemporânea e estabelecer um novo padrão para filmes de terror provocadores e socialmente conscientes com a sua estreia em realização com “Foge”, o visionário vencedor de um Óscar® Jordan Peele regressa com um novo pesadelo que escreveu, realizou e produziu.

Passado nos dias de hoje na zona costeira do norte da Califórnia, “Nós”, da Monkeypaw Productions, conta no elenco com a vencedora de um Óscar®, Lupita Nyong’o, no papel de Adelaide Wilson, uma mulher que regressa à casa de praia onde passou a infância, com o marido Gabe (Winston Duke de “Black Panther”) e os dois filhos (Shahadi Wright Joseph e Evan Alex) para uma escapadela de verão idílica.

Assombrada por um trauma inexplicável e mal resolvido do passado e agravado por uma série de coincidências assustadoras, Adelaide sente a sua paranoia passar para alerta máximo à medida que acredita cada vez mais que algo terrível vai acontecer à sua família.

Nos 21mar

21 DE MARÇO NOS CINEMAS

Passatempo

A Universal Pictures, a NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para a antestreia de «Nós» em Lisboa e Porto.

US legal

Sala e sessão

Lisboa
Cinemas NOS Alvaláxia dia 19 de Março, 21H21

Porto
NOS Mar Shopping dia 19 de Março, 21H21

*NOTA IMPORTANTE: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

[No form id or name provided!]

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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Oferta de convites Red Carpet Night do Parque Nascente

O evento mais glamoroso do ano está de regresso ao Parque Nascente, e com ele chegam os filmes mais aclamados de 2018.

Numa noite dedicada aos verdadeiros amantes de cinema, o espaço comercial enche-se de encanto, animação e estrelas para celebrar a 7ª arte. O tema que vai animar a noite é Circus Glam. Vai haver muita animação e alguma decoração para abrilhantar, ainda mais, a noite. Os convidados deverão ir segundo o dress code: Circus Glam. Rendas, veludos, riscas pretas e brancas ou vermelhas e brancas, estampados de estrelas, etc.

Os filmes nomeados vão estar disponíveis para serem visionados nas diferentes salas de cinema. Os convidados escolhem aquele que mais quiserem ver.

Que comece o espetáculo!

O Parque Nascente e a Revista Metropolis têm para oferecer 10 convites duplos para a Red Carpet Night no Porto.

Sala e sessão

PORTO
Cinemas Parque Nascente, dia 24 de Fevereiro a partir das 21h.

Horários
21:00 | Início do Evento
21:15 | Abertura de portas
21:50 | Entrada nos cinemas
21:50 | Exibição dos filmes nomeadosFilmes em exibição

Sala 1
Green Book
Sala 2
Black Panther
Sala 3
A Star is Born
Sala 4
Mary Poppins Returns
Sala 5
Bohemian Rhapsody
Sala 6
The Favourite
Sala 7
Vice
Sala 8
Mary Queen of Scots
Sala 9
Blakkklansman
Sala 10
Never Look Away
Sala 11
First Man
Sala 12
A Quiet Place

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente seguidor no Facebook do Parque Nascente. Basta colocar um gosto na página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

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