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Actualizado às 9:01 PM, Jun 25, 2017

CONVITES PARA ANTESTREIA «BLACKWAY» - Lisboa e Porto

Um antigo lenhador (Anthony Hopkins) vem em auxílio de uma mulher (Julia Stiles) que retorna à suacidade natal no noroeste do Pacífico e se vê assediada e perseguida por ex-polícia transformado em senhor do crime.

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CUIDAR DOS VIVOS: GANHE CONVITES PARA ANTESTREIA

Será que a tragédia pode encontrar a esperança?

No espaço de, aproximadamente, 24 horas, um adolescente é reduzido ao suporte vital depois de um acidente. Os seus pais aflitos têm que decidir se autorizam a remoção do seu coração jovem e forte. É-nos também dada a conhecer uma mãe de meia-idade, cujo próprio bater do seu coração está a chegar ao limite.
Com Tahar Rahim, Emmanuelle Seigner, Kool Shen, Anne Dorval e Gabin Verdet, "Cuidar dos Vivos" é um filme de Katell Quillévéré.

cuidar

22 DE JUNHO NOS CINEMAS

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Oferta de convites AE - «O Muro» - Lisboa

“O MURO” é um thriller psicológico que acompanha dois soldados americanos encurralados por um sniper iraquiano, com apenas um muro desmoronado a separá-los. O combate transforma-se numa guerra de vontades, inteligência e precisão letal.

Realizado por Doug Liman (“Mr. & Mrs. Smith”, “Identidade Desconhecida”, ”No Limite do Amanhã”), “O MURO” conta com as interpretações do vencedor de um Globo de Ouro®, Aaron Taylor-Johnson (“Animais Noturnos”, “Kick-Ass”, “Selvagens”, “Godzilla”, “Vingadores: A Era de Ultron”) e a estrela da WWE, John Cena (“Descarrilada”, “Pai Há Só Um!”).

O Muro web

ESTREIA A 22 DE JUNHO

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Oferta de prémios exclusivos - «Mulher Maravilha»

“Mulher-Maravilha” chega este verão às salas de cinema, com Gal Gadot de regresso como a protagonista que dá nome a esta épica aventura de ação, realizada por Patty Jenkins (“Monstro” e a série “The Killing”). A Gadot junta-se Chris Pine (dos filmes “Star Trek”), Robin Wright (“Millennium 1: Os Homens Que Odeiam as Mulheres” e a série da Netflix “House of Cards”), Danny Huston (“Fúria de Titãs”, “X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (dos filmes “Harry Potter” e “A Teoria de Tudo”), Connie Nielsen (da série da Fox “The Following”), Lucy Davis (“Zombies Party - Uma Noite... de Morte”) e Saïd Taghmaoui (do filme “Golpada Americana”).

Antes de ser a Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, criada numa protegida ilha paradisíaca e treinada para ser uma guerreira imbatível. Um dia, inesperadamente, um piloto americano despenha-se e dá à costa da ilha, revelando-lhe um conflito emergente no mundo, e Diana – movida por um sentido de dever – abandona o seu lar, convencida que consegue travar esta ameaça. Combatendo ao lado dos homens, na Guerra para acabar com todas as Guerras, Diana vai descobrir todos os seus poderes... e o seu verdadeiro destino.

Patty Jenkins realiza sob o argumento de Allan Heinberg, construído a partir de uma história da autoria de Zack Snyder, Allan Heinber and Jason Fuchs, baseada nas personagens de DC. A produção está a cargo de Charles Roven, Deborah Snyder, Zack Snyder e Richard Suckle, e como produtores executivos encontramos Stephen Jones, Geoff Johns, Wesley Coller, Jon Berg e Rebecca Steel Roven.

Nos bastidores encontramos o diretor de fotografia Matthew Jensen (“Crónica”, “Quarteto Fantástico”, “Guerra dos Tronos”) o designer de produção nomeado a Óscar Aline Bonetto (“O Fabuloso Destino de Amélie”, “Um Longo Domingo de Noivado”, “Pan”), o editor vencedor de Óscar Martin Walsh (“Chicago”, “Jack Ryan: Agente Sombra”, “V de Vingança”) e a vencedora de Óscar e Designer de Guarda-Roupa Lindy Hemming (a trilogia “Cavaleiro das Trevas”, “Topsy-Turvy”). A banda sonora está a cargo do compositor Rupert Gregson-Williams (“O Herói de Hacksaw Ridge,” “A Lenda de Tarzan”).

POSTER MULHER MARAVILHA

JÁ NOS CINEMAS

#MulherMaravilha

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Oferta de convites Sessão Metropolis «Borboleta Negra» Lisboa e Porto

BORBOLETA NEGRA é um remake do filme francês de 2008 «Papillon Noir».

Neste thriller psicológico, Antonio Banderas («Evita»; «A Máscara do Zorro») e Jonathan Rhys Meyers («Match Point»), interpretam o papel de dois estranhos cujo encontro cauteloso rapidamente espira em perigo de vida ou morte. Banderas é um escritor que atravessa um período de conflito interior e decide alojar em sua casa, um sem-abrigo. A partir desse momento, o homem tenta conduzir a vida do escritor como bem entende e acaba mesmo por fazê-lo como refém na sua própria casa, obrigando-o a escrever um novo guião, o que trará à luz segredos antes ocultos. Este jogo psicológico nunca deixa desvendar nada ao espectador sobre qual dos dois será um serial killer, até ao momento do surpreendente final. Ambos aparecem regularmente com olhos inocentes, incapazes de fazer mal a quem quer que seja. No meio desta encruzilhada, aparece a bonita Piper Perabo («O Terceiro Passo»), uma agente imobiliária que, com o seu ar ingénuo e despreocupado, se torna na personagem-chave na relação entre o escritor (Banderas) e o homem misterioso (Rhys Meyers).

Realizado por Brian Goodman («As Teias do Crime») e com o Argumento de Marc Frydman («O Jogo do Poder») e Justin Stanley.

BLACK BUTTERFLY POSTER 70X100CM

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A Casa Animada de Pedro Serrazina

“Já não caibo numa casa/Onde o espaço é todo meu/Não são obras que me salvam/Eu só sei crescer”. Em “É Preciso Que eu Diminua”, Samuel Úria lançou a premissa. O realizador do videoclip, Pedro Serrazina, acatou-a, mas, ao fazê-lo – em vez de diminuir –, tornou o seu universo musical ainda mais denso. Este mini-filme animado já andava por aí, mas o cineasta levou-o ao Festival Monstra e, para sua própria surpresa, este valeu-lhe o Prémio Vasco Granja – SPAutores. A METROPOLIS esteve à conversa com o realizador, que deu nas vistas, pela primeira vez, com o premiado filme de animação «Estória do Gato e da Lua» (1995).

Encontramo-nos com Pedro Serrazina no Jardim do Príncipe Real, em Lisboa. Este é um convite, ainda que implícito, à entrada em sua casa, uma vez que a transporta consigo para onde quer que vá. Facilmente, aliás, nos vêm à lembrança as ruas da capital no vídeo musical de “É Preciso que eu Diminua” (2017), ou a aparente calmaria do Porto no icónico «Estória do Gato e da Lua» (1995). Sem que o professor se ausente para dar lugar ao cineasta, a verdade é que, mais uma vez, Pedro se dividiu entre as duas ‘peles’ que habita. Vem ter com a METROPOLIS depois de uma tarde bem passada com os alunos, na Galeria ZDB, ali perto. “Quero que os meus alunos olhem para a animação e procurem uma linguagem nova”, conta-nos.

Depressa viajamos até ao passado. Estava no carro com a mulher, inglesa. “O produtor do Samuel Úria contactou-me e eu, na altura, disse-lhe que não. Queria acabar o meu doutoramento”, explica o realizador. Mas, nesse dia, no lugar do pendura, começou a ler a letra de Samuel Úria, então sem música. “A letra começa com 'Já não caibo numa casa' e aquilo bateu em vários pontos da minha vida. O facto de ter mudado de casa, de ter muitas coisas, de a minha mãe ter morrido e me ter deixado uma casa cheia de objetos”, recorda. Traduziu, no momento, a letra para inglês e a mulher não teve dúvidas: “Vais ter de fazer isso”. “Para mim, foi um processo muito bonito e deram-me carta livre, parece que caiu no meu colo”, descreve Pedro, entre risos.

Leia o artigo completo na edição de junho da revista METROPOLIS

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«Amarelinho» entrevista a Antoine Barraud

Antoine Barraud, o argumentista do filme de animação 3D «Amarelinho», veio a Portugal apresentar o filme realizado por Christian De Vita. Esta é a história de um improvável herói: um passarinho órfão e amedrontado. Sem nunca ter visto outro pássaro e tendo por companhia apenas uma simpática joaninha e uns alienados coelhos, o Amarelinho irá encontrar-se numa situação em que tem de conduzir todo um bando de aves migratórias até África. Ele, que mal sabia voar e nunca conheceu nenhum outro lugar para além das ruínas de uma casa abandonada onde sempre viveu, vai ter de vencer os seus medos do Outro e do desconhecido e embarcar numa viagem de milhares de quilómetros. O filme é para crianças, mas levanta questões sobre a auto-sabotagem, as migrações e o medo do Outro, que são bem actuais, pertinentes e adultas.

Como nasce este projecto do «Amarelinho»?

ANTOINE BARRAUD (AB) – Trabalhei com uma produtora de animação que se chama Corinne Couper que fazia séries de desenhos animados para a televisão e ela perguntou-me se eu tinha alguma ideia para um filme. E, curiosamente, uns dias antes de ela me perguntar eu tinha tido uma espécie de flash de uma imagem de um rapaz pequeno com o seu pai a observarem as aves migratórias a voarem no céu, que partiam e, ao mesmo tempo, outras aves voavam em sentido inverso. Foi a minha primeira imagem e, curiosamente, não está no filme. Mas foi essa imagem que espoletou a ideia do filme. A de aves migratórias que voam em sentido oposto. Essa ideia agradou-me.

O Amarelinho, que na versão original se chama Gus, fez-me lembrar um pouco a conhecida personagem de animação dos anos 70, criada por Toni Pago, o Calimero. O passarinho que se queixava constantemente e tinha receio de tudo. Como descreveria o seu Gus?

AB – Talvez pareça, talvez. Não o pensei. (Risos) Para mim o que me interessou sobretudo na personagem de Gus e neste projecto foi de criar um filme sem um vilão. Queria que a personagem principal fosse o seu próprio inimigo: ele é, a um tempo, o bom e o mau. Colocar ambos os traços na mesma personagem interessava-me bastante porque nos filmes que vemos – sobretudo os dirigidos a crianças – há sempre uma dicotomia permanente entre o bem e o mal, o herói e o vilão. É, por vezes, agradável quando é tomado num segundo grau como, por exemplo, em «Despicable Me» onde há um jogo entre o bem e o mal. Mas, de resto, é algo que acho demasiado simplista e é algo que não me agrada que se transmita às crianças.

Amarelinho 1

Os filmes para crianças tomam sempre uma visão maniqueísta, certamente. Mas e os gatos? Não serão eles os vilões?

AB – Sim, claro. O mal e os vilões existem. Mas não queria que o filme se reduzisse a uma visão de luta do bem contra o mal. Não queria isso de forma alguma ; antes algo mais humano, mais complexo, mas mantendo-o simples. Queria mostrar essa personagem em que ele é o seu próprio inimigo. Ele é amoroso, alguém que gostamos, mas durante todo o filme ele está enganado, não tem razão. Enquanto que o personagem mais desagradável, o Karl, tem razão. Ele sabe que Gus está a conduzir o bando no sentido contrário. Eu gosto de jogar com os códigos e os pressupostos.

No caso do Gus é mais uma luta dos seus fantasmas internos: os seus medos, o não querer descobrir o mundo para além do seu pequeno espaço, ...

AB – Exacto. Mas o curioso é que tive essa ideia a ver um filme que não tem nada a ver com este: «Breakfast at Tiffany's». Porque vi o filme e pensei exactamente isso: ela é o seu próprio inimigo. Holly Golightly (Audrey Hepburn) é a personagem que amamos, a personagem principal, mas que é o seu próprio obstáculo que tem que transpor, como o Gus.

Não só há sempre a questão do maniqueísmo nos filmes para crianças, mas também tendem a ter sempre uma moral. Em «O Amarelinho», qual é a moral? Isto é se a tem...

AB – Para mim existem duas. Em primeiro – que não sei se é propriamente uma moral – há a questão do encorajar a ter curiosidade pelo Mundo e pelo o Outro. O Gus é uma personagem que não quer sair do seu pequeno mundo e que tem medo de tudo... Há a ideia de se abrir aos outros para poder fazer coisas maiores. É um pouco como num filme: um filme não pode ser feito por só uma pessoa, é preciso uma equipa de cem, duzentas pessoas. Neste filme trabalhamos com cerca de trezentos membros. O filme nasceu na minha cabeça, imaginei-o eu, mas gosto da curiosidade dos outros: da pessoa que vai inventar o aspecto gráfico, a pessoa que vai inventar a música, a pessoa que vai dar a voz,... É um trabalho de todos. E penso que este filme mostra isso sobre o tema da imigração.
E depois há uma outra moral que me agrada bastante. Neste momento há uma crise migratória que é terrível. Não era tão forte quando comecei a produzir o filme mas que se tem vindo a agravar. É algo que me perturba muito e acho que o filme está lá para mostrar que, por vezes, para se ter uma vida melhor temos que imigrar. É importante. Nós vivemos na Europa, em países que mesmo com a crise financeira, têm uma boa qualidade de vida. Enquanto há outros países onde não se vive bem. E é importante mostrar que por vezes a solução é a imigração e que o Mundo é de toda a gente. Para mim isso é mesmo importante. E,se houver a oportunidade de dar continuidade ao filme, eu gostaria de mostrar Gus a voltar com as aves africanas.

Amarelinho 2

O que também permite apostar no sentido cómico dos contrastes, como em «Madagascar», quando os animais africanos estão nos EUA e há um certo choque civilizacional...

AB - Sim, mas para mim é a imigração é uma questão importante. Aqui são aves francesas que vão para África, mas eles partem para lá à procura de melhores condições de vida. E se é verdade para eles também é verdade em todos os sentidos. Mas queria que o filme mostrasse isso em filigrana, não queria um filme político. Mas queria que o filme dissesse algo de humanista.

Aqui temos também uma estética muito particular. De alguma forma parecia que as personagens eram feitas de papel, como bonecos de origami. Cada pluma é como um pedacinho de papel. Esse cuidado com a estética é o trunfo para fazer frente ao universo estandardizado da Pixar e da Disney?

AB – Digamos que houve por parte do estúdio de animação uma vontade de procurar uma estética diferente. Benjamin Renner, que trabalhou em curtas-metragens de animação muito específicas, muito particulares visualmente, tinha uma vontade uma vontade de fazer esse aspecto de papel: de pop-up book. E é algo que ele trouxe especificamente e que a produtora encorajou.

E porquê a escolha do 3D? Pessoalmente tendo a acreditar que o 3D se transforma facilmente num artifício, num gimmick – como dizem os americanos – que subtrai mais à obra do que acrescenta.

AB – Eu nunca gostei do 3D também. Foi algo decidido no fim do filme, mas foi a primeira vez que o achei justificável tendo em conta o estilo de animação do Renner que lhe deu aquele aspecto de pop-up book. O estilo dele já era 3D na representação 2D. E isso foi o que me convenceu.

Amarelinho 3

Não pude deixar de reparar que o filme foi feito em 2014. Porquê só agora nas salas de cinema em Portugal?

AB – Bom, isso não sei. Mas o interessante é que este filme, para mim, foi um caminho longo. Eu tive a ideia do filme em 2004. Foi um processo de desenvolvimento extremamente longo. Tudo foi muito complicado, tudo foi uma aventura...

Mas acabou por surgir num bom momento. Ou melhor, num mau momento para a história humana mas para um bom justamente para chamar à atenção sobre, como referiu, as questões da imigração. Agora faz mais sentido vê-lo. Surge quase como uma premonição.

AB – Espero sinceramente que sim.

Curiosamente, no mesmo ano que fez o «Amarelinho», faz também «Le Dos Rouge» que é um mergulho no mundo da história de arte e nos conceitos de transformação, alteração e monstruosidade. Uma obra muito diferente. É certo que neste filme, o Antoine é argumentista e não realizador, mas como definiria o seu trabalho? Das obras que vi, pareceu-me como que um mosaico e, se bem que veja cada tessela, custa-me a perceber o desenho que formam.

AB - Isso é justamente o que me agrada. Sou muito cinéfilo, quase “cinéfago”. Vejo uma quantidade enorme de filmes. Talvez cerca de 250 filmes por ano nas salas de cinema mais todos os outros filmes que vejo em casa em dvd. E tenho o mesmo gosto enquanto espectador como enquanto realizador. Ou seja, um gosto pelo que me agrada, que acho bem feito, seja qual for o género: animação, de autor, comercial, intelectual, de aventuras,... Para mim isso não tem qualquer importância. Gosto do que gosto tão somente. E trabalho também como produtor e produzi um filme português no ano passado, «O Ornitólogo» (João Pedro Reis)...

E, mais uma vez, um filme de um universo muito diferente. Pese embora a curiosa relação do título...

AB – De facto, um universo completamente diferente. Mas a mim agrada-me muito o ecletismo, a diversidade. E os realizadores de quem me sinto mais próximo, que admiro mais são Barbet Schroeder, Werner Herzog, John Huston... gente que fez toda a sua carreira com filmes completamente diferentes. Que passaram de westerns a um romance a um documentário... Por exemplo, o Barbet que faz um documentário sobre Idi Amin Dada [«Général Idi Amin Dada : Autoportrait», 1974], depois um filme na Colômbia [«La Virgen de los Sicarios», 2000] e depois uma coisa hollywoodesca [episódio da série «Mad Men»]... Acho isso extraordinário! A pessoa que sou é isso. Esse mosaico. O que se torna algo difícil para mim. Porque as pessoas têm dificuldade em identificar o que eu faço. Nós gostamos de etiquetas, de rótulos: de dizer que este realizador faz isto e outro faz aqueloutro. E em mim é difícil por a etiqueta.

A sua personagem Bertrand [Bertrand Bonello] no filme «Le Dos Rouge» fala disso no diálogo que mantém com o jornalista que o entrevista sobre o seu trabalho como realizador. Mas falando desse mosaico. O Antoine tem mais dois filmes na calha: «Madeleine Collins» e «Monument Valley». Quer falar-nos dessas duas novas tesselas?

AB - «Madeleine Collins» vai ser o meu próximo projecto de realizador. É um filme, mais uma vez, completamente diferente. Fala sobre uma mulher que tem uma vida dupla, entre a França e a Suíça; e que vai recusar ver a verdade, vai enterrar-se em mentiras sobre mentiras. Irei filmar no próximo ano, na França e na Suíça, ... E o «Monument Valley» é também completamente diferente! È uma espécie de comédia de aventuras, com uma história de amor gay, no Brasil e que termina no Monument Valley, nos EUA. É um filme que co-escrevi e que co-realizo com um jovem realizador brasileiro.

E, para terminar, o que diria às crianças ou aos pais para virem ver o «Amarelinho»?

AB – Antes de mais queria dizer que acabo de ver o filme em português - já o tinha visto obviamente em francês e inglês- e, não sei quem são os actores mas fiquei muito surpreendido pela qualidade das vozes.
Convido as crianças a virem ver o filme e encorajo-as a saber mais sobre a migração dos pássaros porque é absolutamente apaixonante. Eu trabalhei com um especialista ornitólogo [Guilhem Lesaffre] e passei dias inteiros de boca aberta a escutar o que me dizia. São incríveis os mistérios ainda por resolver da migração dos pássaros, mesmo com todos os estudos científicos. A complexidade da natureza é deslumbrante.

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Oferta de convites AE - «United States of Love» - Lisboa

Um momento na vida de quatro mulheres que, perante uma nova liberdade nunca antes experimentada, decidem dar asas às suas paixões e satisfazer os seus desejos.

Um filme magistral que mostra o seu realizador possuir uma maturidade narrativa surpreendente. Histórias de mulheres, que no fundo são reflexos de um país e de uma sociedade presa aos costumes do passado e perante uma cordilheira de dúvidas em relação ao futuro.

United States poster

ESTREIA A 1 DE JUNHO

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Oferta de convites - «I AM NOT YOUR NEGRO - EU NÃO SOU O TEU NEGRO» - Lisboa

Em 1979, James Baldwin escreveu ao seu editor dizendo que o seu próximo projecto, Remember This House, seria um livro revolucionário sobre as vidas e os assassinatos de três dos seus amigos mais próximos : Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King, Jr. Quando morreu, em 1987, deixou apenas 30 páginas do manuscrito. Este documentário extraordinário dá voz às palavras de Baldwin e, usando preciosos materiais de arquivo, volta a trazer para a ribalta as questões raciais na América.

not your negro

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Oferta de prémios exclusivos - «Rei Artur - A Lenda Espada»

O aclamado cineasta Guy Ritchie traz o seu estilo dinâmico ao épico de fantasia, ação e aventura, “Rei Artur: A Lenda da Espada”. Com Charlie Hunnam no papel principal, o filme é uma visão iconoclasta do clássico mito de Excalibur, traçando a viagem de Artur desde as ruas até ao trono.

Quando o pai de Artur é assassinado, Vortigern (Jude Law), tio de Artur, usurpa a coroa. Privado do seu direito de berço e sem qualquer ideia de quem realmente é, Artur acaba por crescer da maneira mais dura nas ruas e vielas da cidade. Mas no momento em que ele retira com sucesso a mítica espada da pedra, a sua vida sofre uma reviravolta e ele vê-se forçado a honrar o seu legado... quer ele queira, quer não.

O filme conta com a participação de Hunnam (da série de televisão “Sons of Anarchy”); do ator nomeado para Óscar Jude Law (“Cold Mountain”, “O Talentoso Mr. Ripley”); da atriz Astrid Bergès-Frisbey (“Piratas das Caraíbas: Por Estranhas Marés”) no papel de Maga; do ator nomeado para Óscar Djimon Hounson (“Diamante de Sangue”, “Na América”) como Bedivere; Aidan Gillen (da série de televisão “Guerra dos Tronos”) no papel de Goosefat Bill e, ainda, de Eric Bana (“Star Trek”) no papel de pai de Artur, Rei Uther Pendragon.
Guy Ritchie (“O Agente da U.N.C.L.E.”, e dos filmes de “Sherlock Holmes”) realizou o filme através do argumento escrito por Joby Harold (“Acordado”), por si mesmo e Lionel Wigram, sendo uma história de David Dobkin (“O Juiz”) e Joby Harold. O filme foi produzido pelo vencedor de Óscar, Akiva Goldsman (“Uma Mente Brilhante”, “Eu Sou a Lenda”); por Joby Harold, Tory Tunnell (“Acordado”, “Holly Rollers”) e ainda Steve Clark-Hall, Guy Ritchie e Lionel Wigram, anteriores produtores dos filmes “O Agente da U.N.C.L.E.” e “Sherlock Holmes”. David Dobkin e Bruce Berman são os produtores executivos.

A equipa criativa de Ritchie nos bastidores inclui o diretor de fotografia vencedor de dois Óscares, John Mathieson (“Gladiador”, “O Fantasma da Ópera”); a designer de produção nomeada para um Óscar, Gemma Jackson (“À Procura da Terra do Nunca”); o editor, James Herbert (“O Agente da U.N.C.L.E.”, “No Limite do Amanhã”); a designer de guarda-roupa, Annie Symons (Peça de teatro “Great Expectations”); a designer de caracterização, Christine Blundell (“Mr.Turner” e dos filmes de “Sherlock Holmes”) e o supervisor de efeitos especiais nomeado para Óscar, Nick Davis (“O Cavaleiro das Trevas”). A música é composta por Daniel Pemberton (“O Agente da U.N.C.L.E.”).

 

POSTER FINAL REI ARTUR A LEI DA ESPADA

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