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Actualizado às 8:37 AM, Jun 18, 2019

The Thief - bandas sonoras

Tangerine Dream “The Thief” CD, Perseverence Records Depois de uma primeira experiência em 1977, compondo a música para o filme «O Comboio do Medo», de William Friedkin, os Tangerine Dream encontraram numa colaboração com Michael Mann aquela que se revelaria uma das mais frutuosas áreas de trabalho para o grupo alemão ao longo da década de 80. Já distantes das primeiras ideias lançadas em Electronic Meditation (1969) e Alpha Centauri (1971) e dos três álbuns verdadeiramente marcantes na história da música electrónica que lançaram entre 1973 e 1975 – Phaedra (1973), Rubycon (1975) e Ricochet (1975) – os Tangerine Dream, ao contrário dos contemporâneos Kraftwerk, navegavam longe do gume da invenção de uma nova etapa na história que anos antes…

Jogo Sujo - crítica do livro

JOGO SUJODick Lehr e Gerard O'NeillMarcador Na década de ‘60, nos Estados Unidos da América, surge uma nova forma de fazer jornalismo. Mais do que apenas reportar os factos, o jornalista cria uma narrativa, como num romance, de forma a envolver o leitor e criar um ambiente para melhor compreensão do conjunto da história. Com Truman Capote à cabeça, vários foram os autores que fizeram do New Journalism uma forma de arte literária. Desengane-se o leitor, porém, se espera que Dick Lehr e Gerard O’Neill façam parte dessa plêiade. Estes dois jornalistas do Boston Globe fizeram um excelente trabalho de investigação e deram-nos a conhecer um assustador episódio de corrupção e promiscuidade da mais impoluta instituição americana, o FBI; mas…

«Mustang» vence o Prémio LUX 2015

«Mustang», uma co-produção da Alemanha, França, Catar e Turquia, é o filme vencedor do Prémio Lux, atribuído anualmente pelo Parlamento Europeu desde 2007. A obra, realizada por Deniz Gamze Ergüven, é também a aposta da França para vencer o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.
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Cannes - À Quinzena com Carinho

Apesar dos momentos grandiosos («Youth», «Mia Madre»), comoventes («Dheepan», «Carol») e visualmente exuberantes (»The Assassin»; «Il Racconto dei Racconti»), o Festival de Cannes de 2015 não viu, em sua competição oficial pela Palma de Ouro, um daqueles filmes que modificam o fazer fílmico, como fizeram, no passado, produções como «Pulp Fiction» (1994), «Rosetta» (1999) ou «Dogville» (2003). Em muitos casos, o virtuosismo falou mais alto do que o desejo de uma busca estética, a necessidade de se perder nas convenções para se encontrar na excelência do risco, como Jia Zhang-Ke faz em «Mountains May Depart». A própria seleção do Un Certain Regard trouxe alguns longas-metragens mais vigorosos do que a disputa principal, vide «AN», de Naomi Kawase ou «The High…
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