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Actualizado às 11:45 AM, Jan 27, 2020

"Star Wars" na casa do Rato Mickey

Chegou mais um título com a marca Star Wars, agora integrada nos estúdios Disney — este texto foi publicado no Diário de Notícias (15 Dezembro), com o título 'Aventuras do Rato Mickey'.

A saga da Guerra das Estrelas é um daqueles fenómenos que, como é hábito dizer-se, possui uma legião de fãs... Ora, tal facto pode alimentar muitas secções de curiosidades, mas pouco nos diz sobre um tema realmente interessante. A saber: neste, como noutros fenómenos, como encarar a pluralidade do público?

Que está, então, a acontecer? Algo de estranhamente paradoxal. O episódio VII, O Despertar da Força (2015), realizado por J. J. Abrams, era um objecto enérgico, capaz de relançar algumas matrizes mitológicas de George Lucas e, em particular, criar uma verdadeira personagem dramática, Rey, interpretada por uma notável actriz inglesa, de seu nome Daisy Ridley.

Agora, em Rogue One, repete-se a celebração de uma figura feminina, Jyn Erso, esforçadamente assumida por Felicity Jones, mas a actriz não tem nada de suficientemente denso para defender. Prevalece, assim, uma antologia de “situações” (incluindo o longuíssimo e monótono combate que ocupa o núcleo do filme) que se confundem com variações menores de banal jogo de vídeo, de tal modo privilegiam a “agitação” visual contra a intensidade do drama.

Lembremos, por isso, que há já uma ou duas gerações de espectadores cuja visão (do espectáculo, precisamente) foi formada pelos jogos de vídeo. Não é um problema de maior ou menor inteligência, mas sim algo que envolve um complexo factor identitário: a disponibilidade do olhar. Não se pode esperar, por exemplo, que um espectador “apenas” formado por tais parâmetros visuais e narrativos se interesse (por si só) pela vertigem perturbante de Lágrimas e Suspiros (1972), de Ingmar Bergman...

Agora que a saga pertence ao império Disney, será que o estúdio do Rato Mickey corre o risco de tornar asséptico aquilo que era já um capítulo à parte na história da cultura popular? A requintada concepção de alguns cenários e, sobretudo, o esforço do compositor Michael Giacchino no sentido de assumir a herança de John Williams são factores relevantes [audio: The Imperial Suite]. Resta saber se alguém se esqueceu que o elemento mais visceral da herança de Lucas é o gosto de contar histórias.

  • Publicado em Feature

«Rogue One: Uma História de Star Wars» - crítica

Num ano recheado de super-heróis, uma parafernália imensa de poderes e explosões, poderíamos dizer que as novas adições a fórmulas algo gastas nada acrescentam. Bem, nem sempre, e «Rogue One: Uma História de Star Wars» mostra-nos que tudo depende da abordagem da história e da fidelidade à essência da saga. A prequela de «Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança» (1977) conta-nos a forma como a Rebelião conseguiu roubar os planos estruturais da Estrela da Morte, essenciais para a derrota do Império, tendo Jyn Erso (Felicity Jones) como a líder pouco provável de um grupo diversificado de heróis que se une por uma causa.

Gareth Edwards, fã inveterado de Star Wars, respeita a saga, celebrando-a, numa realização que acerta, apesar de não ser muito ambiciosa (perdendo alguns pontos quando comparada, por exemplo, à de J.J. Abrams em «Star Wars: O Despertar da Força», 2015). O compositor Michael Giacchino estreia-se no franchise, assinando uma bela banda-sonora, que ajuda a contar a história e a incrementar o dramatismo de algumas cenas. Destaque ainda para a fotografia de Greig Fraser, que consegue mais um bom trabalho após «Lion – A Longa Estrada Para Casa», levando-nos numa viagem oscilante entre o desespero e a esperança, traduzindo para a tela elementos identitários da saga.

A escolha de casting é profícua em boas interpretações – Felicity Jones, Riz Ahmed e Ben Mendelsohn destacam-se – apesar de os personagens não terem grande corpulência, realçando-se K-2SO (Alan Tudyk), um dróide Imperial reprogramado que diz tudo o que lhe apetece. Além disso, há um certo desperdício de atores que poderiam ter um maior realce, como Forest Whitaker e Mads Mikkelsen. Quem dá o ar de sua graça é Darth Vader (mais uma vez com voz de James Earl Jones), o vilão supremo, numa participação de poucas cenas mas que se revelam cheias de significado e pujança. Neste sentido, os fãs irão, decerto, deliciar-se com alguns easter eggs, cameos inesperados que dão mais um charme à obra. Aliás, os fãs serão mesmo os grandes apreciadores – o filme é para eles.

«Rogue One: Uma História de Star Wars» tem um tom mais maduro e menos airoso do que qualquer outra obra da saga, consistindo mais num filme de guerra. Apesar de não conseguir suplantar-se ao recente «Star Wars: O Despertar da Força», que encerrava em si uma maior abrangência narrativa e carisma, esta tentativa de fugir da linha canónica intergaláctica é uma boa surpresa e a prova de que talvez ainda haja muitas boas histórias para contar, numa série que chegou ao Cinema há já quase quatro décadas. Afinal de contas, a Força ainda tem truques na manga.

quatro estrelas

Título Nacional Rogue One: Uma História de Star Wars Título Original Rogue One Realizador Gareth Edwards Actores Felicity Jones, Diego Luna, Alan Tudyk Origem Estados Unidos Duração 134’ Ano 2016

“Star Wars Rebels” - nova temporada

A saga continua! A terceira temporada da série “Star Wars Rebels” estreia no Disney Channel dia 15 de outubro, às 12h50.

A nova temporada apresenta novas personagens como o icónico vilão, Grande Almirante Thrawn, e Bendu.

Tendo estabelecido uma base secreta em Atollon, a tripulação da nave Espírito, agora liderada por um Ezra ainda mais poderoso, fortalece a frota dos rebeldes através da aquisição de novos recursos e recrutas ansiosos para lutarem contra o Império.

No entanto, os esforços imperiais para eliminar a Rebelião estão agora a ser liderados pela frieza analítica do Grande Almirante Thrawn, cuja estratégia e conhecimentos táticos e culturais fazem dele uma ameaça diferente de todas as que têm enfrentado antes.

Nesta nova temporada, Ezra e Sabine assumem novos papéis e desafios quando os rebeldes se preparam para a sua maior missão: um ataque direto sobre o Império. “Star Wars Rebels” com novas e emocionantes aventuras em estreia dia 15 de outubro, às 12h50.

  • Publicado em TV

Knights of the Eternal Throne - trailer Star Wars

Não é um filme, nem uma série de televisão no entanto o trailer da futura expansão do jogo de 2011 "Star Wars: The Old Republic" é impressionante. O sexto pacote de expansão intitulado "Knights of the Eternal Throne" estará disponível em Dezembro.

Star Wars: The Old Republic, o jogo produzido pela BioWare/EA é um premiado online RPG que se desenrola milhares de anos antes dos clássicos filmes de Star Wars. Neste jogo os jogadores juntam-se aos seus amigos on-line para combaterem em batalhas heróicas entre a República e o Império, explorando a galáxia de planetas vibrantes e experimentando o lado visceral dos combate Star Wars.

  • Publicado em Jogos

Star Wars - Go Rogue - Parte 4 (animação)

Escrito, realizado e produzido por uma equipa de super fãs de Star Wars, o último capítulo da série em stop motion do YouTube, Go Rogue, já estreou. A série de quatro partes mostra pela primeira vez os produtos chave da nova linha "Rogue One", antes de chegar às lojas hoje, dia 30 de setembro.

A série Go Rogue segue as aventuras imaginárias dos produtos "Rogue One" que estão à procura das instruções para a construção da Estrela da Morte da LEGO, que foram perdidas pelo Império. Neste emocionante final, os Rebeldes devem confiar na sua inteligência, coragem e habilidade de construção para resgatar um dos seus ao Diretor Krennic e fugir com as instruções de construção da LEGO. O destino da galáxia está suspenso.

O final da série Go Rogue contará com os novos produtos LEGO Star Wars em ação, tais como o AT-ST Walker, o Shuttle Imperial de Krennic, juntamente com as novas personagens e mini figuras de Jyn Erso, do Diretor Krennic, de Cassian Andor, K2-SO, Baze Malbus, Chirrut Îmwe, Death Troopers e muitas mais. Ao todo, mais de 20.000 peças LEGO foram utilizadas nesta produção. Reconhecidos pelos animadores de stop motion, os vídeos relacionados com a LEGO representam mais de 20 por cento do conteúdo criado pelos fãs de Star Wars no YouTube*.

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Star Wars - Go Rogue - Parte 3

O tempo está a terminar para os heróis da série de YouTube, “Go Rogue”, quando faltam apenas dois capítulos para vencerem o Império, nesta aventura em tamanho mini, criada pelos fãs. Escrita, realizada e produzida por uma equipa de super fãs de Star Wars, esta série original de quatro capítulos em stop-motion é protagonizada pelos produtos da nova linha “Rogue One”, antes de chegarem às lojas no dia 30 de setembro. O Capítulo 3 já pode ser visto aqui.

A série segue as aventuras dos produtos de “Rogue One”, enquanto tentam encontrar as instruções para a construção da Estrela da Morte da LEGO, que foram perdidas pelo Império. O Capítulo 3 mostra pela primeira vez em ação, a RAPID FIRE™ IMPERIAL AT-ACT™ da Hasbro que pode ser controlada remotamente, assim como as novas personagens na forma de novos produtos e tamanhos, como as figuras da Hasbro de 9,5cm. Alguns dos efeitos especiais deste Capítulo 3 foram criados com a aplicação da Hasbro, Star Wars StudioFX™, que vai ser lançada dia 30 de setembro*.

O Capítulo 2 terminou com Jyn Erso e um improvável grupo de heróis a recuperarem parte das instruções para a construção da Estrela da Morte. No Capítulo 3, os rebeldes procuram o segundo livro de instruções na chuvosa Eadu, mas o Império vence-os. Será que vão ser capazes de enganar o Diretor Krennic e escapar com as instruções?

A série de quatro partes “Go Rogue” teve sucesso junto de fãs de todo o mundo, com as duas primeiras partes a conquistarem mais de 5 milhões de visualizações até à data.

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Star Wars - Go Rogue (Parte 1) - animação stop-motion

Fãs de Star Wars revelaram a nova linha de produtos do esperado filme Rogue One: Uma História de Star Wars, através de uma série de curtas de animação em stop–motion que criaram. Este grupo de fãs, em colaboração com a rede Tongal, reuniu-se para escrever, realizar e produzir estas curtas originais em stop-motion onde aparecem alguns dos produtos da nova linha de Rogue One: Uma História de Star Wars.

“Estas curtas de animação criadas pelos próprios fãs são uma homenagem aos conteúdos incríveis que a comunidade de Star Wars partilha todos os dias na internet”, diz Jimmy Pitaro, o responsável pela Disney Consumer Products and Interactive Media. “A campanha de Rogue One foi desenvolvida, tendo em conta os fãs e procurou que fossem os próprios os principais intervenientes na contagem decrescente até Rogue One: Uma História de Star Wars, inspirando-se e criando as suas próprias histórias”.

Quando se publica uma notícia sobre Star Wars, milhares de fãs em todo o mundo reagem e partilham os seus próprios vídeos na internet. Segundo um estudo recente*, só no último ano, os fãs partilharam mais de 838.000 conteúdos relacionados com o mundo Star Wars no YouTube, representando mais de 2.296 peças por dia e cerca de 96 por hora. Os conteúdos de Star Wars criados pelos fãs têm muito sucesso, ultrapassando as 16.3 mil milhões de visitas no último ano, o que equivale a que todas as pessoas do mundo tenham visto pelo menos dois destes vídeos.

"Tenho sido fã de Star Wars a minha vida toda e por isso este é um projeto de sonho", diz James DeJulio, co-fundador da Tongal. "É incrível ver a inspiração que Star Wars tem sido para todos os membros da comunidade, seja através da criação de um argumento para a saga ou a gravar cenas com os produtos de Star Wars em casa com os filhos. Estou entusiasmado por partilhar esta história com o mundo, coincidindo com o lançamento do primeiro filme independente de Star Wars, as novas personagens e a inspiração que representa para o universo de Star Wars."

As primeiras curtas já estrearam no Youtube e são esperados novos episódios durante o mês de setembro. A equipa foi dirigida por James DeJulio, da Tongal, o argumento foi de Kevin Ulrich e a animação em stop-motion de Dan MacKenzie e Tucker Barrie. As histórias acompanham as aventuras dos produtos de Rogue One: Uma História de Star Wars da Hasbro, LEGO, FUNKO, JAKKS Pacific, Mattel e Disney Store, enquanto se procuram as instruções para construir a Estrela da Morte da LEGO, perdida algures no Império.

Fonte: Disney

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Star Wars - Go Rogue (Parte 2) - animação stop-motion

A série Go Rogue foi criada por uma equipa de super fãs de Star Wars liderada por James DeJulio da Tongal, com um guião de Kevin Ulrich e foi realizada e animada em stop-motion por Dan MacKenzie e Tucker Barrie.

Esta história original de quatro capítulos em stop-motion, que é escrita, realizada e produzida por um grupo de super fãs de Star Wars, apresenta novos produtos da linha “Rogue One”, antes de ser posta à venda a 30 de setembro.

O primeiro capítulo foi muito bem recebido pelos fãs de todo o mundo, atingindo mais de 2,7 milhões de visualizações desde o seu lançamento a 31 de agosto. A série segue as aventuras das figuras de "Rogue One" da Hasbro, LEGO, FUNKO, Jakks Pacific, Mattel e Disney Store, enquanto tentam descobrir as instruções da Estrela da Morte da LEGO que o Império perdeu.

O primeiro capítulo termina com Jyn Erso a fugir com as instruções da Estrela da Morte da LEGO. Agora tem de aprender a confiar numa equipa improvável de heróis. Este novo grupo de rebeldes pode derrotar o Império e restabelecer a liberdade da Galáxia.

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