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Actualizado às 10:34 PM, Sep 15, 2019

Indie Lx - Maratona da Boca do Inferno

A maratona nocturna da Boca do Inferno regressa com filmes que prometem desassossegar todas as almas puritanas. A partir das 23h00 de Sábado, dia 6 de Maio, e durante toda a madrugada são várias as dicas úteis para anotar: como fazer locução de filmes pornográficos (Le Plombier), como disfarçar instintos homicidas (Callback), como lidar com as orgias satânicas dos vizinhos (Saatanan kanit), como comer carne humana (Grave), como amar um morto-vivo (Happy Anniversary), como viver com um grande volume entre as pernas (Halko), como usar uma besta (The Robbery) ou como fazer um strip que deixa tudo à vista (Visa allt). Venham a nós, fãs de Christopher Lloyd (Regresso ao Futuro) e de experiências limite para ver I Am Not a Serial Killer.

A secção dedicada aos filmes que marcham, sem medo, à beira do precipício, apresentará ainda uma sessão composta por curtas metragens e cinco outras longas metragens, para além das integradas na Maratona: as desventuras de Sean e as suas experiências com a alquimia satânica em mais um filme sobre personagens psicóticas de Joel Potrykus (The Alchemist Cookbook); a Free Fire, um Reservoir Dogs do nosso século assinado por Ben Wheatley; ao slasher sanguinolento sobre uma mãe que obedece aos desejos macabros e psico´ticos do seu feto (Prevenge); à libertação sexual de uma russa de meia-idade (Zoology) e aos confrontos geracionais e familiares gerados pela violência e angústia da adolescência (Home).

Maratona Boca do Inferno: Filmes

LE PLOMBIER

M. Fortunat-Rossi, X. Se´ron, 14’

HALKO

Teemu Nikki, 7’

DON’T TELL MOM

Sawako Kabuki, 3’

THE ROBBERY

Jim Cummings, 10’

CALLBACK

Carles Torras, 83'

AMEN

M. Viens, P. Lupien, 9’

STEVEN GOES TO THE PARK

Claudia Corte´s Espejo, 6’

DO NO HARM

Roseanne Liang, 12’

I AM NOT A SERIAL KILLER

Billy O'Brien, 104'

HAPPY ANNIVERSARY

Mark Kuczewski, 6’

HAPPY END

Jan Saska, 6’

VISA ALLT

Lasse Persson, 2’

SAATANAN KANIT

Teemu Niukkanen, 17’

GRAVE

Julia Ducournau, 98'

Fonte: IndieLisboa

Mais de 30.000 espectadores em sala no IndieLisboa 2016

O IndieLisboa 2016 by Allianz recebeu 30.114 espectadores em sala. Foram mostrados 289 filmes em 209 sessões. Comparativamente a anos anteriores, apresentamos sinais de um claro crescimento e o melhor número desde 2012, fechando o balanço de 2016 com com outro excelente indicador: 16 sessões esgotadas.

É de salientar o sucesso das retrospectivas Paul Verhoeven, que estreia agora em Cannes o seu mais recente Elle, Vincent Macaigne, e o foco no trabalho de Jean-Gabriel Périot.
O festival terminou no dia 4 de Maio com a exibição de alguns dos filmes premiados no Cinema Ideal, tendo mobilizado - entre sessões de cinema e actividades paralelas - um total de 40.000 pessoas.

Além do público que assistiu às sessões, torna-se essencial também destacar a forte adesão aos workshops, ateliês e a Festa do Bairro IndieJúnior, as LisbonTalks e os eventos IndiebyNight, atraindo cerca de 6000 participantes. Foram ainda emitidos em streaming diversos momentos chave do festival, como a conferência de imprensa, as cerimónias de abertura e encerramento e as LisbonTalks, cativando a rede de público online. A App IndieLisboa foi descarregada por 1150 utilizadores.

O festival viaja agora pelo país com uma selecção de filmes que integraram a programação de 2016. As extensões IndieLisboa levam alguns dos filmes seleccionados e premiados desta edição a quem não pôde estar presente no festival, passando por Vila Nova de Famalicão (Cineclube de Joane), Angra do Heroísmo (Associação Cultural Burra de Milho), Faro (Cineclube de Faro), Porto (Milímetro) e Funchal (Câmara Municipal do Funchal) e outros locais (a confirmar).
Novidades permanentemente actualizadas em www.indielisboa.com.

Fonte: IndieLisboa

Indie Lisboa 2016 - O cinema português em foco

21 filmes concorrem (em programas separados de curtas e longas metragens) aos grandes prémios da Competição Nacional em 2016. «Estive em Lisboa e Lembrei de Você», de José Barahona, recria a história de um emigrante que troca Minas Gerais por Lisboa. Pedro Filipe Marques assina a sua segunda longa metragem, «O Lugar que Ocupas», uma reflexão sobre o trabalho de actor. «Paul», de Marcelo Felix, explora engenhosamente as fronteiras entre criação e objecto através de uma legendadora de filmes que mergulha na obra que tem em mãos. Sérgio Tréfaut está de regresso ao festival com «Treblinka», uma viagem guiada por Isabel Ruth à memória do holocausto, pelos caminhos férreos que ligam hoje Polónia, Rússia e Ucrânia.

Nas curtas metragens contamos com alguns regressos e vários realizadores em competição pela primeira vez. Leonor Teles regressa em modo activista e punk com «Balada de um Batráquio», vencedor do Urso de Ouro no festival de Berlim. Outros pequenos gestos, quase invisíveis, mas determinantes são o mote para «Live Tropical Fish» de Takashi Sugimoto. Algumas temáticas de dimensão espiritual e existencialista são abordadas por Jorge Jácome («A Guest + A Host = A Ghost»), Pedro Peralta («Ascensão») e Tiago Melo Bento («O Desvio de Metternich»). Um olhar sobre a juventude e a amizade, por vezes rebelde, por vezes doce, é traçado pelos filmes de Miguel Tavares («Rochas e Minerais») e Tomás Paula Marques («Sem Armas»), com espaço para a memória em «O Sul», de Afonso Mota e o vazio em «Heroísmo», de Helena Estrela Vasconcelos. O cruzamento de géneros e épocas aparece por Gabriel Abrantes e Ben Rivers («The Hunchback»), Filipa César («Transmission from the Liberated Zones») e Pedro Bastos («Cabeça de Asno»). A verdade e a mentira são colocadas em causa nos filmes de Simão Cayatte («Menina») e Mónica Lima («Viktoria») e o mistério de uma morte adensa as más-línguas em «Campo de Víboras» de Cristèle Alves Meira. A competição nacional completa-se com duas animações em tons sombrios, o negro da primeira guerra mundial por Filipe Abranches («Chatear-me-ia Morrer Tão Joveeeeem...») e o negro de uma casa abandonada em «Macabre», de Jerónimo Rocha e João Miguel Real.

A secção competitiva Novíssimos dá a conhecer os mais novos cineastas portugueses. É preciso estar atento aos filmes de João Viegas e Miguel Canaverde («Borda d'Água»), Bruno Leal (Hora di Bai), Jorge Vaz Gomes, («Jean-Claude»), Suzanne Barnard e Sofia Borges («Maxamba»), Rita Quelhas («A Minha Juventude»), Francisco Duarte («Não-Tempo»), Pedro Augusto Almeida («Prefiro Não Dizer») e Ana Mariz («Vigília»).

Na secção Director's Cut, o cinema “como extensão do olho humano” em «O Cinema que vê», de Beatriz Saraiva.

No IndieJúnior, três estreias portuguesas: «Dona Fúnfia – Volta a Portugal em Bicicleta», de Margarida Madeira, «Putos da Estrela», de Carolina Caramujo Machado e «Tempo para Pensar», realizado pelos alunos do 6.º ano Colégio Pedro Arrupe.

«Tecla Tónica», de Eduardo Morais, integra a secção IndieMusic e é um olhar sobre a história da música electrónica portuguesa, desde os seus primórdios na década de 1960 até ao panorama actual.

As Sessões Especiais incluem a estreia dos filmes «Cartas da Guerra», de Ivo Ferreira, «O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu», de João Botelho, «A Vossa Terra», de João Mário Grilo (sobre a figura e pensamento de Gonçalo Ribeiro Telles), «A Ilha dos Ausentes», de José Vieira (um filme-ensaio sobre a emigração portuguesa em França) e «Os Cravos e a Rocha», de Luísa Sequeira (evocação da passagem de Glauber Rocha por Portugal no pós-25 de Abril).

IndieLisboa 2016

20 de Abril a 1 de Maio

Culturgest | Cinema São Jorge | Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema | Cinema Ideal

Fonte: Indie Lisboa

IndieLisboa 2016

O IndieLisboa regressa entre os próximos dias 20 de Abril e 1 de Maio com uma programação mais ousada.

A abertura, com o último trabalho de Whit Stillman, «Love & Friendship», e o encerramento, com o novo filme de Mia–Hansen Love, «L’Avenir», fazem a ponte com a edição anterior, onde foram homenageados. Este ano, os heróis independentes escolhidos são o veterano Paul Verhoeven, depois da retrospetiva da Cinemateca de Paris chega a de Lisboa, e o ator e realizador francês Vincent Macaigne, com a exibição de uma dezena de filmes, entre curtas e longas-metragens.

O destaque nacional é a primeira exibição em Portugal de «Cartas de Guerra» de Ivo Ferreira, competição do Festival de Berlim, no dia 25 de Abril. Os novos filmes de João Botelho («O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu») e João Mário Grilo («A Vossa Terra») são dois exemplos de afirmação do cinema português. Porém, a presença de «Balada de um Batráquio» de Leonor Teles (Melhor curta-metragem de Berlim) é um dos momentos mais aguardado do IndieLisboa de 2016 – concorre na competição nacional e internacional das curtas-metragens.

Na competição internacional, para além da presença de Athina Rachel Tsangari («Chevalier»), os destaques vão para «The Family» de Shumin liu, «Ce Sentiment de l’eté» de Mikhael Hers e a surpresa zombie brasileira «Mate-me Por Favor» de Anita Rocha da Silveira. É uma edição mais arriscada, face às críticas do passado recente.

Finalmente, este é um ano de consolidação das mudanças operadas na edição anterior: a secção Silvestre prossegue a sua afirmação e o destaque deste ano é Jean Gabriel Périot; o Indie júnior volta a reunir as famílias nas salas da Culturgest e o Indie Music inclui o documentário sobre «Janis Joplin» («Janis: Little Girl Blue»).

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