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Actualizado às 7:54 PM, Nov 12, 2018

Sessão Metropolis «Shoplifters - Uma Família de Pequenos Ladrões» - convites Lisboa e Porto

Depois de uma das suas sessões de furtos, Osamu e seu filho encontram uma menina sob um frio gélido.

No início, relutante em abrigar a menina, a esposa de Osamu acaba por concordar em abrigá-la.

Embora a família seja pobre, mal ganhando dinheiro suficiente para sobreviver, através de pequenos crimes, eles parecem viver felizes juntos, até que um incidente imprevisto revela segredos escondidos, testando os laços que os unem...

Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018.

SHOPLIFTERS

 

Passatempo

A Legendmain Filmes e a Revista Metropolis têm para oferecer convites duplos para as sessões especiais de «Shoplifters - Uma Família de Pequenos Ladrões» em Lisboa e Porto.

Sala e sessão

LISBOA
Cinema City Campo Pequeno, terça-feira, 20 de Novembro, 21h15 (sessão exclusiva antecedida de apresentação)

PORTO
Cinema Trindade, terça-feira, 20 de Novembro, 21h15 (sessão exclusiva antecedida de apresentação)

(*) Por disposição dos promotores deste evento, os premiados apenas poderão levantar um convite em seu nome, independentemente dos passatempos em que ganharam. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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CONVITE ANIVERSÁRIO
* Se o seu aniversário for em Novembro ou Dezembro, envie a sua participação directamente para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (Assunto: «Shoplifters») com a resposta, o seu nome completo e número de CC ou BI e sala de cinema. Envie ainda a cópia de um documento que inclua o seu nome e data de nascimento – a parte da frente do seu cartão de cidadão, de um qualquer diploma ou qualquer outro documento que apresente essas informações de forma clara).

REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

 

CANNES: Spike Lee

Em 1978, o detective Ron Stallworth, oficial de polícia no estado do Colorado, conseguiu infiltrar-se na rede racista do Ku Klux Klan... O simples facto de Stallworth ser um indivíduo de pele negra torna a sua história um caso extraordinário no interior da história mais geral dos afro-americanos. Agora, Spike Lee revisita essas memórias em «BlacKkKlansman», prodigiosa abordagem nas tensões raciais, com evidentes e assumidas ressonâncias no nosso presente — é, para simplificar, um dos filmes maiores de Cannes/2018, desses que são capazes de discutir, politicamente, a percepção do próprio real.

CANNES: Panahi

O plano de abertura de «3 Visages», de Jafar Panahi, ficará, por certo, como um dos mais viscerais acontecimentos cinematográficos de Cannes/2018: uma jovem filma-se no seu telemóvel, dirigindo-se à actriz Behnaz Jafari e anunciando um fim trágico para a sua própria existência... Subitamente, o cinema reencontra esse esplendor material de, mais do que "reprodução" de vida, ser facto vital, implicando corpos e desejos. Depois, Jafari e o próprio Jafar Panahi (mais uma vez assumindo o seu próprio papel) empreendem uma viagem de prospecção que os leva — e nós com eles — a um Irão esquecido entre montanhas, marcado por muitas peculiaridades, incluindo o uso corrente da língua turca. Panahi filma o seu povo e, através dele, a dificuldade, por certo eufórica, de ser cineasta. As autoridades do Irão não permitiram que Panahi viajasse até à Côte d'Azur, mas o seu filme não deixa de ser um belíssimo périplo através da utopia de liberdade que as imagens e os sons transportam.

CANNES: Godard

Godard contra o resto do mundo?... Não exactamente — há mesmo nele um desejo de comunicação tecido através da contemplação de uma infinitude de diferenças. O certo é que temos sempre a sensação de que há o cinema de Jean-Luc Godard e, do outro lado, o resto do mundo. Aliás, corrijo: o cinema godardiano habita o mundo, transfigurando-o, levando-nos a repensar certezas e ideias feitas. «Le Livre d'Image», objecto sublime, é mais um capítulo dessa viagem arfante por memórias históricas e cinéfilas, desembocando nas convulsões contemporâneas do mundo árabe — um filme para ler como um livro, reavaliando, não apenas a arte de olhar, mas a capacidade de ver.

CANNES: actores

Pierre Deladonchamps e Vincent Lacoste: dois actores verdadeiramente em estado de graça num filme que, não por acaso, os trata como matéria prima essencial — «Plaire, Aimer et Courir Vite» revisita os anos 90, assombrados pela sida, através de um sistema de relações em que, em última instância, é o próprio valor (social ou individual) do amor que se encontra em transe — ou em trânsito, se quisermos encarar a história como uma permanente deslocação das próprias condições materiais que (nos) levam a estabelecer valores. Assinado por Christophe Honoré, eis um filme de contida beleza que nos recorda, afinal, que a herança narrativa e simbólica de François Truffaut (1932-1984) continua bem viva.

 

CANNES: Welles

Não a formatada evocação biográfica, mas a consciência de que qualquer biografia do outro envolve também um auto-retrato do biógrafo: assim é «The Eyes of Orson Welles», o trabalho de Mark Cousins sobre o cineasta de «O Mundo a Seus Pés», «O Processo» e «As Badaladas da Meia-Noite». Apresentado na secção Cannes Classics, este filme-em-forma-de-carta (dirigida ao próprio Welles) é também uma derivação feliz das experiências desenvolvidas por Cousins na monumental «A História do Cinema: Uma Odisseia» — ou como revisitar as memórias dos filmes é também uma via de interrogação do que significa... fazer um filme [fragmento].

CANNES: Paul Dano

Lembram-se dele, com esta pose de anjo demasiado inocente, a invadir a consciência de Daniel Day-Lewis em Haverá Sangue (2007), de Paul Thomas Anderson? Pois bem, Paul Dano (nascido em Nova Iorque, 1984) estreou-se na realização com Wildlife, adaptação do romance homónimo de Richard Ford sobre a metódica decomposição dos laços afectivos entre um pai (Jake Gyllenhaal), uma mãe (Carey Mulligan) e o seu filho (Ed Oxenbould), na América do começo da década de 1960. Escrito em colaboração com a sua companheira, Zoe Kazan (neta de Elia Kazan), este é um filme de textura austera e clássica, expondo os desencontros de todas as formas de amor e, desse modo, revitalizando uma matriz narrativa que, de facto, se interessa pela complexidade afectiva das personagens — foi o título escolhido para abertura da Semana da Crítica.

The Meyerowitz Stories

Encarado como um peixe fora d'água em Cannes, por ter no seu milionário currículo fenómenos de bilheteria e uma série de filmes laureados com os Razzies, Adam Sandler viveu um dia de glória na 70ª edição do festival francês ao arrancar aplausos e lágrimas à frente o drama de tons cómicos «The Meyerowitz Stories». Foi o argumento mais bem urdido de todo a seleção competitiva pela Palma de Ouro. A direção é de Noah Baumbach, dos cults «Frances Há» (2012) e «A Lula e a Baleia» (2012). E, sob a batuta dele, o astro de «Click» (2006) se junta a um elenco estelar, que junta Emma Thompson, Dustin Hoffman e Ben Stiller numa narrativa dolorosa, de gargalhadas sazonais, mas magnetizante. Há tristeza, mas também há humor aos quilos nesta trama da grife Netflix cuja trama fala sobre a reestruturação da família de um veterano escultor (Hoffman) menos reconhecido do que deveria. Stiller é o filho rico e bem-sucedido; Sandler, o fracassado.

The Meyerowitz Stories (New and Selected), argumentado e realizado por Noah Baumbach, é protagonizado por Adam Sandler, Ben Stiller, Dustin Hoffman, Elizabeth Marvel, Grace Van Patten e Emma Thompson e assenta numa história intergeracional, na qual irmãos adultos argumentam contra a influência de um pai envelhecido. The Meyerowitz Stories (New and Selected), de IAC Films, foi produzido por Scott Rudin, Baumbach, Lila Yacoub e Eli Bush.

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