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Actualizado às 11:21 PM, Dec 4, 2019

«Jungle Cruise - A Maldição nos Confins da Selva» - trailer

Inspirado no famoso passeio pelo parque temático da Disneyland, JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA, da Disney, é uma expedição cheia de aventuras na selva amazónica, protagonizado por Dwayne Johnson como o carismático Capitão de um rio e Emily Blunt como uma exploradora determinada numa missão de pesquisa. Também entram no filme Edgar Ramirez, Jack Whitehall, com Jesse Plemons e Paul Giamatti.

Jaume Collet-Serra é o realizador e John Davis, John Fox, Dwayne Johnson, Hiram Garcia, Dany Garcia e Beau Flynn são os produtores, com Doug Merrifield como produtor executivo.

JUNGLE CRUISE – A MALDIÇÃO NOS CONFINS DA SELVA estreia nos cinemas no verão de 2020.

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EMILY BLUNT COMO MARY POPPINS - primeira imagem

A primeira imagem da vencedora do Globo de Ouro, Emily Blunt, como Mary Poppins, em MARY POPPINS RETURNS, a nova sequela do filme da Disney, Mary Poppins, de 1964.

Realizado e produzido por Rob Marshall, o elenco de MARY POPPINS RETURNS também inclui Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw, Emily Mortimer, Julie Walters, Colin Firth e Meryl Streep. Apresenta três novas crianças Banks, interpretadas por Pixie Davies, Nathanael Saleh e Joel Dawson e também conta com Dick Van Dyke e Angela Lansbury.

O filme passa-se na década de 1930, na época da depressão em Londres e é extraído do material existente nos sete livros complementares de PL Travers. Na história, Michael (Whishaw) e Jane (Mortimer) que agora são adultos, juntamente com os três filhos de Michael e a sua governanta Ellen (Walters), vivem em Cherry Tree Lane. Depois de Michael sofrer uma perda pessoal, a enigmática ama Mary Poppins (Blunt), volta a entrar na vida da família Banks e com a ajuda do seu amigo Jack (Lin-Manuel), e com os seus truques de magia únicos, ajuda a família a redescobrir a alegria que falta nas suas vidas. Mary Poppins apresenta às crianças uma série de personagens coloridas e lunáticas, incluindo a sua prima excêntrica, Topsy (Meryl Streep).

MARY POPPINS RETURNS é produzido por Rob Marshall, John DeLuca e Marc Platt. O guião é de David Magee, baseado no The Mary Poppins Stories, de PL Travers. Marc Shaiman e Scott Wittman escreveram as novas músicas e Marc compôs a banda sonora original.

MARY POPPINS RETURNS estreia nos cinemas em Dezembro de 2018.

MPR

 

O Caçador e a Rainha do Gelo

A obra encaixa na perfeição no cinema em casa, os efeitos especiais enchem o ecrã caseiro e as narrativas dominantes desta obra sobressaem através de interpretações seguras. A Universal voltou a apostar no filão da Branca de Neve ao investir no alargamento do espectro das personagens secundárias da história clássica, neste caso o Caçador (Chris Hemsworth), a Rainha do Gelo (Emily Blunt tem a personagem mais trabalhada) e mais uma vez o show imparável de Ravenna (Charlize Theron devora o ecrã nos poucos minutos que anda entre os mortais), a personagem reaparece ao fundir-se com o seu espelho mágico para criar uma apoteose de pura vilania e beleza arrasadora. A narrativa foca o amor perdido e reencontrado que tem dois desfechos antagónicos: uma mulher martirizada pelo desgosto e um casal que está destinado a ser feliz no meio do conflito entre o bem e o mal. A presença cómica de Nick Frost e Rob Brydon ajudam a aliviar a tensão numa aventura onde o amor conquista tudo. Destaque para o belo exercício de estilo da figurinista Colleen Atwood. O filme é feito à medida dos fãs de cinema de aventura e fantasia, é um exercício ingrato compará-lo ao original, o melhor mesmo é desfrutá-lo sem reservas.

A edição de colecionador Blu-ray em caixa metálica inclui um arsenal de opções especiais, a destacar o comentário a solo do realizador e o documentário de produção em quatro capítulos, ambos os extras valorizam a produção do filme e a experiência para o espectador.

The Girl on the Train - De comboio, ma non troppo

O filme de Tate Taylor que adapta o "best-seller" de Paula Hawkins, A Rapariga no Comboio, é um exemplo pouco feliz de recuperação de alguns clássicos mecanismos de "suspense" — basta percorrermos a obra de Alfred Hithcock (a começar por O Desconhecido do Norte Expresso, de 1951) para os encontrarmos em todo o seu esplendor. Dir-se-ia que a criação de emoção e expectativa surge reduzida à noção simplista segundo a qual retirando informação ao espectador, a tensão do espectáculo aumenta (esquecendo, justamente, que Hitchcock revelava quase sempre a explicação do mistério, quem-como-onde, para construir o drama a partir da circulação contraditória da própria informação). Pretexto para recordarmos alguns momentos emblemáticos da relação comercial entre filmes e livros — este texto foi publicado no Diário de Notícias (4 Outubro), com o título 'Cinema, literatura e os seus milhões de dólares'.

Entre a primeira edição do livro de Paula Hawkins, A Rapariga no Comboio, e o lançamento da respectiva adaptação cinematográfica decorreu pouco mais de um ano e meio. É mesmo verdade que vivemos num tempo em que a velocidade constitui um valor essencial — a dinâmica dos mercados mede-se também pela rapidez com que são gerados determinados acontecimentos globais.

Não existe um padrão estável para descrever todos os fenómenos do género. Em todo o caso, se recordarmos alguns dos vencedores mais célebres dos Oscars da Academia de Hollywood, dir-se-ia que A Rapariga no Comboio reduziu para metade o “timing” de algumas referências clássicas. Pensemos, por exemplo, em três títulos consagrados como melhores filmes do respectivo ano de produção: E Tudo o Vento Levou (1939), de Victor Fleming, O Padrinho (1972), de Francis Ford Coppola, e O Silêncio dos Inocentes (1991), de Jonathan Demme. Pois bem, os romances que os inspiraram (da autoria, respectivamente, de Margaret Mitchell, Mario Puzo e Thomas Harris) surgiram, no mínimo, três anos antes das respectivas adaptações cinematográficas.

Ainda assim, a questão fulcral não estará tanto nas medidas do calendário como nos próprios mecanismos da indústria. Acontece que, para o melhor ou para o pior, as máquinas de produção de filmes e livros foram consolidando formas peculiares de colaboração, com mútuas vantagens financeiras. Há mesmo cada vez mais casos em que as adaptações de determinados romances são negociadas antes do seu aparecimento nas livrarias. E não deixa de ser irónico que Paula Hawkins se tenha defendido publicamente de algumas acusações de plágio de Gone Girl/Em Parte Incerta, o romance de Gillian Flynn publicado em 2012, dois anos mais tarde transformado em filme por David Fincher. De facto, Hawkins e Flynn partilham um inusitado privilégio: a passagem dos seus livros ao cinema foi estabelecida antes do público ter acesso à sua escrita.

Um mundo de “franchises”

A criação de “franchises” livro/filme define, afinal, uma das vias principais do actual negócio do cinema. Basta lembrar o peso dominante das adaptações de histórias de banda desenhada (em particular das chamadas “novelas gráficas”), fenómeno que transformou impérios da edição como a Marvel (Homem de Ferro, Capitão América, etc.) ou a DC Comics (Batman, Super-Homem, etc.) em forças poderosíssimas no interior de Hollywood.

Isto sem esquecer, claro, as adaptações da chamada literatura para “jovens adultos” cujo mercado global cresceu de forma exponencial. Neste domínio, Harry Potter, de J. K. Rowling, A Saga Twilight, de Stephenie Meyer, e The Hunger Games, de Suzanne Collins, constituem impressionantes fenómenos comerciais. Para termos uma ideia aproximada dos valores que tais “franchises” movimentam, vale a pena recordar que as receitas globais dos sete filmes de Harry Potter ultrapassam os 4,5 mil milhões de dólares (cerca de 4 mil milhões de euros).

Está por fazer a “sociologia” destes fenómenos, porventura não ignorando um facto que merece ser registado: assim, os livros que estão na base das três “franchises” referidas (aliás, tal como A Rapariga no Comboio e Em Parte Incerta) foram escritos por mulheres. Seja como for, para além de qualquer questão de género, não há dúvida que alguns dos títulos que conseguem mobilizar mais espectadores para as salas representam fenómenos que começaram no espaço específico dos livros. O triunfo do marketing parece óbvio. Resta saber se isso transformou leitores e espectadores. E, sobretudo, como.

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A Rapariga no Comboio - Emily Blunt na Entertaiment Weekly

A publicação norte-americana Entertainment Weekly dedica a edição desta semana à atriz Emily Blunt e, segundo a própria, a “uma das personagens mais exigentes que já interpretou até ao momento” na sua carreira. A atriz conversou com a revista sobre as suas expetativas quanto o filme, a satisfação em trabalhar com outras mulheres na rodagem e as diferenças entre o livro e a versão do grande ecrã. Incluindo a alteração da ação de Londres para Nova Iorque, e a cena verdadeiramente perturbadora que não faz parte do livro.

Pode aceder ao artigo na íntegra aqui.

et blunt

No thriller, Rachel (Emily Blunt), inconsolável devido ao seu divórcio recente, passa a sua viagem diária no comboio a caminho do emprego a tecer fantasias sobre um casal aparentemente perfeito que vive numa casa por onde o comboio passa. Um dia, vê acontecer algo que a perturba e envolve-se num mistério que se vai desenrolando.

Baseado no romance bestseller homónimo de Paula Hawkins, "The Girl on the Train" foi adaptado para o ecrã por Erin Cressida Wilson e Tate Taylor. O livro, editado em 2015 em Portugal pela TopSeller, chancela do Grupo 20l20 Editora, foi o livro mais vendido do ano. Com 17 edições e mais de 88 mil livros editados só no nosso país, o thriller permanece ainda nos tops de vendas nacionais

O filme tem estreia marcada em Portugal a 6 de Outubro de 2016.

Fonte: NOS 

Emily Blunt em «The Girl on the Train» - novo trailer

«The Girl on the Train» é tido como um filme com muitas semelhanças em relação a «Em Parte Incerta» (2014), de David Fincher. Este novo filme baseia-se no romance sensação de 2015, escrito por Paula Hawkins, que vendeu mais de 7 milhões de cópias em todo o mundo. Não demorou muito para que se começassem as diligências para a adaptação cinematográfica. Tate Taylor, o realizador de «As Serviçais», assume a tarefa de criar um thriller aguardado por muitos leitores.

Após «Sicário – Infiltrado» (2015), de Denis Villeneuve, Emily Blunt volta a ter a oportunidade de mostrar os seus dotes dramáticos com um papel exigente e cheio de nuances. A personagem que interpreta desenvolve uma espécie de obsessão voyeurística por um casal, Jason (Luke Evans) e Jess (Hayley Bennett), até que assiste acidentalmente a um ato de traição, seguido pelo desaparecimento da jovem Jess. Tal faz com que Rachel insista numa investigação, fazendo “coisas que todos pensamos e todos gostaríamos de poder fazer”, conta Tate Taylor. O livro passa-se em Londres, mas, no filme, a ação passa-se em Manhattan. Não obstante, Rachel continua a ser britânica (de resto, como a própria Emily Blunt), o que “acrescenta outra camada de solidão. Ela está a tentar redefinir-se a si própria e não está na sua terra-natal”, revela o realizador. Apesar das comparações com «Em Parte Incerta», Rachel é muito diferente de Amy Dunne (interpretada por Rosamund Pike), já que Rachel precisa de lidar não só com a sua obsessão mas também com uma profunda sensação de isolamento.

Emily Blunt, Rebecca Ferguson, Haley Bennett, Justin Theroux, Luke Evans, Allison Janney, Edgar Ramirez, Lisa Kudrow e Laura Prepon são os protagonistas do filme da DreamWorks Pictures A Rapariga No Comboio, do realizador Tate Taylor (As Serviçais, Get on Up) e do produtor Marc Platt (Ponte dos Espiões, Caminhos da Floresta).

O livro, editado em 2015 em Portugal pela TopSeller, chancela do Grupo 20l20 Editora, foi o livro mais vendido do ano. Com 16 edições e mais de 83 mil livros editados só no nosso país, o thriller permanece ainda nos tops de vendas nacionais

O filme tem estreia marcada em Portugal a 6 de Outubro de 2016.

 

 

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Emily Blunt em «Mary Poppins»

Chegou ao fim o mistério e a confirmação dos rumores que davam Emily Blunt como a substituta de Julie Andrews como protagonista da sequela do clássico «Mary Poppins» de Robert Stevenson de 1964, o filme será dirigido por Rob Marshall («Chicago»).

Emily Blunt no papel de Mary Poppins junta-se em cena a uma super-estrela da Broadway o multifacetado Lin-Manuel Miranda que tem como cartão de visita as participações nos sucessos de palco nos musicais «In the Heights» e «Hamilton».

A sequela de «Mary Poppins» é um dos muitos projectos em imagem real que a Disney anunciou recentemente que seriam estreados até 2019 entre eles «Cruella» o spin-off de «Os 101 Dálmatas» com Emma Stone no papel de Cruella de Vil a partir de um argumento de Kelly Marcel (argumentista de «Ao Encontro de Mr. Banks»), as sequelas de «O Livro da Selva» e «Maléfica», a adaptação em imagem real de «Dumbo» de Tim Burton e «Sininho» com Reese Whitherspoon.

Emily Blunt em «The Girl on the Train»

«The Girl on the Train» é tido como um filme com muitas semelhanças em relação a «Em Parte Incerta» (2014), de David Fincher. Este novo filme baseia-se no romance sensação de 2015, escrito por Paula Hawkins, que vendeu mais de 7 milhões de cópias em todo o mundo. Não demorou muito para que se começassem as diligências para a adaptação cinematográfica. Tate Taylor, o realizador de «As Serviçais», assume a tarefa de criar um thriller aguardado por muitos leitores.

Após «Sicário – Infiltrado» (2015), de Denis Villeneuve, Emily Blunt volta a ter a oportunidade de mostrar os seus dotes dramáticos com um papel exigente e cheio de nuances. A personagem que interpreta desenvolve uma espécie de obsessão voyeurística por um casal, Jason (Luke Evans) e Jess (Hayley Bennett), até que assiste acidentalmente a um ato de traição, seguido pelo desaparecimento da jovem Jess. Tal faz com que Rachel insista numa investigação, fazendo “coisas que todos pensamos e todos gostaríamos de poder fazer”, conta Tate Taylor. O livro passa-se em Londres, mas, no filme, a ação passa-se em Manhattan. Não obstante, Rachel continua a ser britânica (de resto, como a própria Emily Blunt), o que “acrescenta outra camada de solidão. Ela está a tentar redefinir-se a si própria e não está na sua terra-natal”, revela o realizador. Apesar das comparações com «Em Parte Incerta», Rachel é muito diferente de Amy Dunne (interpretada por Rosamund Pike), já que Rachel precisa de lidar não só com a sua obsessão mas também com uma profunda sensação de isolamento.

The Girl on the Train
História: Rachel Watson (Emily Blunt) tem problemas de alcoolismo e está a refazer-se do final de um casamento. Viaja todos os dias de comboio e vê, muitas vezes, um casal que lhe parece perfeito. Mas não é, de todo, o caso.
Realizador: Tate Taylor («As Serviçais», 2011; «Get on Up», 2014)
Elenco: Emily Blunt, Rebecca Ferguson, Haley Bennett, Luke Evans, Lisa Kudrow

Data de estreia prevista: 7 de outubro (EUA)

 

 

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