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Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

«Os Órfãos de Brooklyn» - antevisão

O norte-americano Edward Norton é um dos mais reconhecidos atores do Cinema atual, contando já com três nomeações aos Óscares - Melhor Ator Secundário por «A Raiz do Medo» (1996) e «Birdman» (2015) e Melhor Ator Principal por «América Proibida» (1998). Norton já havia se arriscado na realização, com «Sedutora Tentação», e volta a apostar novamente nesta vertente. Desta vez, além de ser diretor e protagonista, assina também o argumento, que tem por base o romance homónimo de 1999 de Jonathan Lethem, considerado como um dos autores norte-americanos mais reconhecidos das últimas décadas. Norton é também o primeiro cineasta que se arrisca a adaptar uma obra de Lethem e logo num dos trabalhos mais populares do autor.

«Os Órfãos de Brooklyn» tem estado em desenvolvimento por Norton desde o início dos anos 2000 e ganha agora finalmente forma, garantindo já presença nos festivais de cinema de Toronto e Nova Iorque. Norton descreveu a obra como “um caso de amor com Nova Iorque”, através de uma história recheada de mistério passada na década de 1950, embora, no romance original, a narrativa se situe em 1999. O cineasta explica que a escolha deste período se deve por este incluir “a história secreta da Nova Iorque moderna, com todos os seus tipos de racismo institucional e a devastação da cidade antiga, desde bairros até à Penn Station, perpetrados pelas mãos de uma força autocrática, quase imperial, que era intensamente antagónica a tudo o que consideramos que define o princípio democrático americano”. Norton considera que muitos destes temas continuam a ser atuais, comparando a obra a outro filme noir, «Chinatown» (1974), de Roman Polanski.

Embora Norton seja o principal nome de «Os Órfãos de Brooklyn», a obra tem também outros nomes bastante relevantes na indústria, como Willem Dafoe, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin e Bruce Willis, com quem Norton colaborou recentemente em «Moonrise Kingdom» (2012).

História: Na Nova Iorque da década de 1950, Lionel Essrog (Edward Norton) é um detetive particular solitário com Síndrome de Tourette. Apesar de ter poucas pistas, Lionel tenta agora desvendar o assassinato do seu mentor e único amigo, Frank Minna (Bruce Willis). Para tal, vai passar por vários locais da cidade e acabar por desvendar segredos escondidos importantes da cidade.

Realizador: Edward Norton («Sedutora Tentação», 2000)
Elenco: Edward Norton, Bruce Willis, Willem Dafoe, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin

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«Os Órfãos de Brooklyn» de Edward Norton

«Os Órfãos de Brooklyn» segue Lionel Essrog (Edward Norton), um detetive privado solitário, que vive com o Síndrome de Tourette, enquanto tenta resolver o mistério por detrás do assassinato do seu mentor e único amigo, Frank Minna (Bruce Willis). Com apenas algumas pistas e uma mente obsessiva do seu lado, Lionel desvenda os segredos bem guardados que mantêm o destino de toda a cidade em equilíbrio. Um mistério que transporta Essrog dos clubes de jazz intoxicados de gin de Harlem, para os bairros problemáticos de Brooklyn, e ainda até aos corredores dourados dos maiores investidores de Nova Iorque. Enfrenta bandidos, corrupção e o homem mais perigoso da cidade na tentativa de honrar o seu amigo e salvar a mulher dele.

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Pulp Fiction - ciclo Tarantino

Um dos mestres do cinema contemporâneo, Quentin Tarantino tem em «Pulp Fiction» a sua obra-prima. Complexa, profundamente intrincada e surpreendente, a obra entrecruza quatro histórias tão diferentes entre si, mas iguais na intensidade. Entre um gangster que se apaixona pela mulher do chefe, um boxeur a quem uma luta não corre bem, dois assassinos a soldo e um casal de bandidos que tenta executar um plano de roubo, Tarantino mostra uma realização extravagante e provocadora, com uma violência exacerbada como forma de chocar o espectador e expor a podridão humana, mas também uma narrativa com uma construção invulgar e inovadora, que prende o espectador a cada momento. O cineasta pontilha a trama com deliciosos diálogos e uma voluptuosa banda-sonora, que o próprio também escolhe. Tudo marcas que se revelariam muito próprias da obra de Tarantino - afinal, «Pulp Fiction» foi, apenas, uma das primeiras longas-metragens do realizador e a lenda apenas se começava a contar.

O que também sempre fez parte da identidade do cineasta é uma aposta inexorável no elenco. Neste filme, os atores são de luxo, mas o realizador também lhes permite criar e mostrar novas facetas. Através de personagens intrinsecamente complexas, atores como Samuel L. Jackson, John Travolta, Uma Thurman, Tim Roth e Bruce Willis têm, ao comando de Tarantino, algumas das melhores interpretações das suas carreiras. Muitos deles viriam a voltar a trabalhar com o realizador, como Thurman, que se tornaria na inesquecível protagonista dos dois volumes de Kill Bill.

Nada nos filmes de Tarantino é por acaso. Cada plano, fala e música são detalhes a que o cineasta presta atenção. E, em «Pulp Fiction», encontramos o cineasta na sua forma mais pura, numa obra que sintetiza de forma épica a identidade deste realizador. Carregado de momentos que viriam a tornar-se icónicos, «Pulp Fiction» é mais do que um filme, é um pouco da História do Cinema projetada na tela.

John Travolta, Uma Thurman, Samuel L. Jackson, Ving Rhames, Bruce Willis
1994 | 154 min

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Death Wish - Antevisão

Temos um novo Death Wish a caminho, agora com Bruce Willis como protagonista, e com Eli Roth (o Urso Judeu de «Sacanas sem Lei») como realizador. A data de estreia está agendada para 22 de novembro.

O trailer já está no ar e espirra sangue, o que nos leva a uma genealogia de seu herói, o arquiteto transformado em vigilante Paul Kersey. Por conta da sua tonalidade fascista, na defesa de que “um bandido bom é um bandido morto”, o original, «Death Wish», de 1974, nunca é enquadrado entre os grandes exercícios de representação das transformações sociais feitas pelo cinema americano dos anos 1970 – época na qual esta produção de US$ 3 milhões rendeu US$ 22 milhões na venda de ingressos. Embora haja um hype vintage em torno de seu astro, Charles Bronson (1921-2003), nunca alcançou o mesmo prestígio de que outros tough guys da época, como Clint Eastwood, por exemplo. E o diretor desta pérola realista sobre punições, o inglês Michael Winner (1935-2013), tão pouco é lembrado como deveria, visto o quão virtuoso era na elaboração de planos. Naquele momento do que se chamava Geração Easy Rider (referência à leva de jovens responsáveis por uma renovação de linguagem e de narrativa das telas dos EUA a partir do encaixe político e o desafio aos tabus morais), com Coppola, Scorsese, De Palma e mais uma leva de transgressores apostando à esquerda dos signos de americanidade, Winner era uma espécie de signo de contrarreforma, de aposta no conservadorismo. Esse debate sobre a reação conservadora de Hollywood retorna agora, nestes tempos de culto a heroínas, na caça às bruxas do machismo nas tramas sobre homens, e na fratura dos símbolos clássicos do masculino. Não por acaso foi escolhido Willis, ator que ofereceu US$ 1 milhão como recompensa a quem lhe trouxesse a cabeça de Osama Bin Laden nos tempos do 11 de Setembro.

Embora tenha perdido a chance de reinventar a sua carreira cinematográfica ao ficar de fora de «Café Society», de Woody Allen, do qual desistiu por questões de agenda, Willis voltou a ser o centro das atenções da indústria cultural dos EUA só que em outro terreno: o teatro. Desde 2015, ele mobiliza o palco do Broadhurst Theatre, na Broadway, ao lado de Laurie Meatcalf, numa encenação de Misery, versão teatral do romance de Stephen King já filmado nos anos 1990 e exibido em nossas telas com o título «Misery - O Capítulo Final». Foi o filme pelo qual Kathy Bates ganhou seu merecido Oscar de melhor atriz. É a história da fã obcecada, Annie Wilkes, que detém um escritor trancado em sua casa a fim de obrigá-lo a escrever mais um tomo da saga de sua personagem favorita, Misery Chastain, sem a qual ela não pode viver. Em horas de agonia, com a perna quebrada, o autor Paul Sheldon não vê outra alternativa se não embarcar na manipulação da sua torturadora e preencher todos as lacunas afetivas que ela impõe. Willis já fizera teatro no passado, tendo chamado a atenção dos olheiros por seu desempenho em Loucos de Amor, de Sam Shepard, e pelo seu trabalho como gaitista em shows de blues. Mas agora é uma imersão profissional na Meca das artes cénicas, para provar que ainda pode tirar a ferrugem de seu ferramental dramático. No cinema, ele não acerta faz tempo. Anda associado ao filme chinês de guerra «The Bombing», de Feng Xiao, e ao thriller de ação «Marauders», ao lado de Christopher Meloni. Resta a ele ainda algum grau de envolvimento em «Die Hard: Year One», sobre a juventude de John McClane, o seu herói na saga Die Hard.

Como a sua carreira anda em baixa há anos, é difícil saber se o regresso de Kersey terá o mesmo impacto que o personagem teve nos anos 1970 e 80. Mas que as primeiras imagens divulgadas por Roth são provocativas, não há como negar. O vigilantismo de Kersey - um anti-herói criado na literatura por Brian Garfield, em 1972 - enquadra-se bem na filosofia da Era Trump. Na trama do filme de Winner, a família de Kersey é atacada por agressores e ele não é capaz de defender sua mulher e filha. A Justiça faz vista grossa para seu pleito pela Lei. Sem paz no coração, ele compra uma arma e sai pelas ruas, em busca dos homens que macularam o seu quotidiano de perdas e danos. No caminho, mata o ladrão que aparece. O mesmo enredo se dá agora, na versão mais pop de Roth, um diretor e ator apadrinhado por Tarantino. Mas será que essa necessidade de reação pode transcender os ditames da direita radical?

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Saqueadores

Quando um banco é alvo de um assalto brutal, todas as evidências apontam para o dono (Bruce Willis) e os seus poderosos clientes. Mas quando um grupo de agentes do FBI (Christopher Meloni, Dave Bautista e Adrian Grenier) decide aprofundar o caso – e os assaltos mortais continuam – torna-se claro que está em jogo uma conspiração maior. SAQUEADORES conta com Christopher Meloni, Bruce Willis, Dave Bautista e Adrian Grenier.

Bruce Willis em «Marauders» - trailer

Um grupo de elite de assaltantes de bancos são perseguidos por um agente do FBI que descobre que há um propósito que transcende os assaltos/homicídios.

Título Original Marauders Realizador Steven C. Miller Actores Bruce Willis, Christopher Meloni, Dave Bautista Origem Estados Unidos Duração 107’ Ano 2016

 

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Bruce Willis em «Duplo Confronto» - trailer

Depois de um assalto fracassado, Eddie (Bruce Willis), um poderoso chefe do crime, lança-se no encalço de Karen (Claire Forlani), uma sedutora e perigosa mulher que o traiu no assalto. Na tentativa de reconquistar a confiança de Eddie, Karen alicia o seu ex-amante e ladrão profissional Jack (Mark-Paul Gosselaar) a levar a cabo um assalto a um carregamento de joias preciosas. Mas no decurso do assalto há, mais uma vez, lealdades traídas e Eddie, Karen e Jack vão ter que dirimir as diferenças que os separam num duplo confronto final.

Título Nacional Duplo Confronto Título Original Precious Cargo Realizador Max Adams Actores Bruce Willis, Claire Forlani, John Brotherton Origem Canadá Duração n.d. Ano 2016

Estreia a 12 de Maio

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