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Actualizado às 10:05 AM, Aug 17, 2017

«Primeiro, Mataram o Meu Pai» de Angelina Jolie (Netflix)

Realizado por Angelina Jolie, «Primeiro, Mataram o Meu Pai» é uma adaptação da autora e ativista dos direitos humanos cambodjana Loung Ung’s que aborda, através do que viu e sentiu, as memórias daqueles que sobreviveram ao mortífero regime de Khmer Rouge, de 1975 a 1978. A história é baseada na sua experiência pessoal, desde a idade dos 5 anos, quando Khmer Rouge subiu ao poder, até aos seus nove anos. O filme retrata o espírito indomável e devoção de Loung e da sua família enquanto lutavam para ficar juntos durante o anos Khmer Rouge. «Primeiro, Mataram o Meu Pai» é um filme original Netflix produzido por Angelina Jolie, o aclamado realizador e produtor cambodjano Rithy Panh, realizador do nomeado para…

Jeanne Moreau (1928 - 2017)

Nome fundamental na história do cinema europeu das últimas seis décadas, a actriz francesa Jeanne Moreau foi encontrada morta em sua casa, no dia 31 de Julho, em Paris — contava 89 anos.Dizer que podemos ler e compreender a história do cinema moderno — mais exactamente, da modernidade no cinema — através de Moreau é uma espécie de axioma cinéfilo. O inventário do seu multifacetado talento apresenta-se absolutamente impressionante:— das convulsões da Nova Vaga francesa, nomeadamente sob a direcção de Louis Malle em dois filmes de 1958, Fim de Semana no Ascensor e Os Amantes, até ao universo enigmaticamente simbólico de Manoel de Oliveira, em O Gebo e a Sombra (2012);— da mágoa romântica de François Truffaut, em Jules e…
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Mick Jagger, o Maldisposto

Mick Jagger anda maldisposto... Ainda bem. Longe de qualquer satisfaction, num misto de desencanto e revolta, decidiu presentear-nos com duas novas canções, dois amargos hinos rock sobre o estado das coisas. Gotta Get a Grip fala de "um mundo de pernas para o ar / dirigido por lunáticos e palhaços" — a cada um a liberdade de aplicar a metáfora na paisagem que achar mais adequada... Por sua vez, England Lost faz o retrato de um país à deriva nas convulsões do Brexit, uma Inglaterra que o cantor tenta encontrar, "mas não estava lá". Dois telediscos desenham o mapa desta gélida confissão política: Gotta Get a Grip numa agreste deambulação noturna protagonizada por Jemima Kirke, da série Girls; England Lost…
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Angelina Jolie por Mert & Marcus

Mert Alas & Marcus Piggott fotografaram Angelina Jolie para aquela que é a sua primeira grande entrevista depois da separação de Brad Pitt. É o tema de capa da edição da revista Vanity Fair (com data de Setembro), com especial destaque para o novo filme de Jolie como realizadora: com produção da Netflix, «First They Killed My Father» adapta a memória de Loung Ung, que foi uma criança sobrevivente do regime sanguinário dos Khmers Vermelhos, no Cambodja — eis um video de apresentação do projecto; portfolio e artigo de Evegnia Peretz no site da VF.

Diogo Morgado em «O Matador» da Netflix

A Netflix apresenta o primeiro teaser de O Matador, o primeiro filme original Netflix produzido no Brasil e que tem estreia prevista para o segundo semestre de 2017. Criado e realizado por Marcelo Galvão (Colegas), esta longa-metragem é protagonizada por Diogo Morgado (FIlho de Deus, A Biblia). O filme da Netflix integra a seleção oficial do Festival de Gramado e concorre como melhor filme brasileiro. A história é um western que decorre entre as décadas de 1910 e 1940 e relata a história de Cabeleira (Diogo Morgado), um temido matador do estado de Pernambuco. Cabeleira, criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro), cresce no sertão completamente isolado da civilização. Agora um adulto, ele finalmente vai à cidade…

John Heard (1945 - 2017)

Talentoso actor secundário do cinema americano, John Heard faleceu no dia 21 de Julho, em Palo Alto, California, na sequência de uma operação às costas — contava 72 anos.Ironia cruel, sem dúvida: os obituários de John Heard insistiram em destacar o seu papel de pai nos filmes da série Sozinho em Casa, desvalorizando implicitamente uma carreira de quatro décadas e mais de 150 títulos. Com um importante background teatral — prémio de revelação em 1977, graças à sua composição na peça de David Berry, G.R. Point, sobre a guerra do Vietname —, foi um dos mais talentosos novos rostos de Hollywood nos anos 70/80, começando por se distinguir no magnífico e muito esquecido Heart Beat/Um Bater de Corações (1980), de…
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Prémios Lux de cinema 2017 do Parlamento Europeu

BPM (Beats per minute), realizado por Robin Campillo (França), Sámi Blood, de Amanda Kernell (Suécia, Noruega, Dinamarca) e Western, de Valeska Grisebach (Alemanha, Bulgária e Áustria) são os três filmes finalistas do Prémio Lux de cinema do Parlamento Europeu deste ano. O vencedor será anunciado a 15 de novembro, em Estrasburgo. Os escolhidos foram hoje anunciados em Roma pelo Presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, durante os Giornate degli Autori (“Dias dos Autores”) dos “Venice Days”. Os filmes vão ser legendados nas 24 línguas oficias da União Europeia e serão exibidos em mais de 50 cidades e em vários festivais nos 28 países da UE, incluindo em Portugal. O filme vencedor do Prémio Lux 2017, já na sua 11ªa edição,…

Claude Rich (1929 - 2017)

Talento tão discreto quanto multifacetado, foi um actor de prestígio em teatro e cinema: o francês Claude Rich faleceu no dia 20 de Julho, em Orgeval — contava 88 anos.No Conservatório Nacional, enquanto estudante de arte dramática, integrou uma ilustre geração a que também pertencem, por exemplo, Jean Rochefort, Jean-Paul Belmondo, Jean-Pierre Marielle e Bruno Cremer. Passou pelo palco do Théâtre de la Renaissance, em Paris, tendo a sua estreia cinematográfica sob a direcção de René Clair, em As Grandes Manobras (1955). Rapidamente reconhecido como um excelente secundário, trabalhou de novo sob a direcção de Clair (Todo o Ouro do Mundo, 1961), e ainda Jean Renoir (O Cabo de Guerra, 1962) e Georges Lautner (Violência, Dinamite e Boas Maneiras, 1963).…
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