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Actualizado às 9:31 PM, Aug 22, 2019

Uma Viagem no Tempo

Da realizadora visionária Ava DuVernay, chega "UMA VIAGEM NO TEMPO”, uma aventura épica baseada no clássico intemporal de Madeleine L’Engle, que vai levar o público por dimensões de tempo e espaço, examinando a natureza da escuridão versus a da luz, terminando com o triunfo do amor. Ao longo da viagem transformadora de uma rapariga conduzida por três guias celestiais, descobrimos que a força vem da individualidade de cada um e que a melhor forma de triunfar sobre o medo é viajar pela própria luz.

"UMA VIAGEM NO TEMPO" estreia em março de 2018.

uma viagem no tempo poster

Fonte: Disney

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Alladin em imagem real

O elenco de “Aladdin”, para a adaptação de imagem real do clássico de animação, está completo e a produção já começou nos Longcross Studios, nos arredores de Londres.

O elenco de “Aladdin” inclui: o duas vezes nomeado para os ÓSCARES®, Will Smith como Genie, que tem o poder de conceder três desejos a quem possui a sua lâmpada mágica; Mena Massoud como Aladdin, o infeliz, mas adorável sem abrigo que se apaixona pela filha do Sultão; Naomi Scott como Princesa Jasmine, a linda filha do Sultão que quer decidir como viver a sua vida; Marwan Kenzari como Jafar, um malvado feiticeiro que planeia destronar o Sultão e governar Agrabah; Navid Negahban como o Sultão, o governante de Agrabah que está ansioso para encontrar um marido apropriado para a sua filha, Jasmine; Nasim Pedrad como Dalia, a aia e a confidente da Princesa Jasmine; Billy Magnussen como o Príncipe Anders, um pretendente de Skanland e um potencial marido para a Princesa Jasmine e Numan Acar como Hakim, o braço direito de Jafar e o chefe dos guardas do palácio.

“Aladdin” é realizado por Guy Ritchie, tem um guião de John August, baseado no filme de animação de 1992, “Aladdin” e nas histórias de “One Thousand and One Nights.” O produtor é Dan Lin juntamente com o vencedor do Globo de Ouro, Marc Platt, Jonathan Eirich e Kevin De La Noy são os produtores executivos. O compositor, que venceu oito vezes o ÓSCAR®, Alan Menken é o responsável pela banda-sonora, que inclui novas gravações das músicas originais, escritas pelos letristas vencedores do ÓSCAR®, Howard Ashman e Tim Rice, bem como duas músicas novas escritas por Alan Menken e pelos vencedores do ÓSCAR® e do Prémio Tony, Benj Pasek e Justin Paul.

Fonte: Disney

Coco - #1 trailer

Em COCO, Miguel procura desesperadamente mostrar o seu talento musical. Mas quando toca a guitarra de seu ídolo, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel desencadeia uma misteriosa cadeia de eventos e vê-se, juntamente com o seu leal cão Dante, a atravessar a Terra dos Mortos, através de uma ponte maravilhosa feita de pétalas de margaridas.
O filme é realizado por Lee Unkrich, co-realizado por Adrian Molina e produzido por Darla K. Anderson ("ToyStory 3").

COCO estreia nos cinemas portugueses em novembro de 2017.

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COCO, da Disney Pixar - poster

Neste filme de animação centrado no Dia dos Mortos, uma celebração do México que até fez parte do filme «007 Spectre» (2015), a Pixar arrisca com uma nova história original em que o protagonista é uma criança, à semelhança do que acontece em «Divertida-Mente» (2015), uma das melhores obras de animação dos últimos anos. No caso, trata-se de Miguel, que embarca numa viagem pela Terra dos Mortos para descobrir a sua origem e história, num filme que não é propriamente um musical, mas que terá bastantes músicas de inspiração local. Recentemente, também outra obra de animação, «O Livro da Vida» (2014), abordou o Dia dos Mortos, tendo sido nomeado para o Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação.

Além da música, «Coco» vai beber a parte da cultura mexicana, com várias referências do país sul-americano, como as oferendas ou as Alebrijes, figuras fantásticas da arte folk mexicana. Todavia, o realizador Lee Unkrich assinala que “não estamos a tentar fazer o derradeiro filme mexicano”, apesar de afirmar que o filme é “uma carta de amor ao México”. Unkrich já colaborou por diversas vezes com a Pixar, tendo sido um dos realizadores de «Monstros e Companhia» (2001), «À Procura de Nemo» (2003) e «Toy Story 3» (2010), pelo qual venceu o Óscar de Melhor Filme de Animação. Já Adrian Molina assina o argumento e estreia-se na realização. O ator mexicano Gael García Bernal estreia-se a dar voz a um personagem de animação, sendo o principal nome no elenco.

Sinopse
Apesar da proibição da sua família em relação à música, Miguel sonha em tornar-se num grande artista, como o seu ídolo, Ernesto de la Cruz. Desesperado para conseguir provar o seu talento e após uma série de misteriosos eventos, Miguel dá por si na maravilhosa e colorida Terra dos Mortos. Ao longo do caminho, encontra o encantador e vigarista Hector e juntos, partem numa viagem extraordinária, para desvendar a verdadeira história de família de Miguel.

COCO estreia nos cinemas portugueses em novembro de 2017.

coco 2

EMILY BLUNT COMO MARY POPPINS - primeira imagem

A primeira imagem da vencedora do Globo de Ouro, Emily Blunt, como Mary Poppins, em MARY POPPINS RETURNS, a nova sequela do filme da Disney, Mary Poppins, de 1964.

Realizado e produzido por Rob Marshall, o elenco de MARY POPPINS RETURNS também inclui Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw, Emily Mortimer, Julie Walters, Colin Firth e Meryl Streep. Apresenta três novas crianças Banks, interpretadas por Pixie Davies, Nathanael Saleh e Joel Dawson e também conta com Dick Van Dyke e Angela Lansbury.

O filme passa-se na década de 1930, na época da depressão em Londres e é extraído do material existente nos sete livros complementares de PL Travers. Na história, Michael (Whishaw) e Jane (Mortimer) que agora são adultos, juntamente com os três filhos de Michael e a sua governanta Ellen (Walters), vivem em Cherry Tree Lane. Depois de Michael sofrer uma perda pessoal, a enigmática ama Mary Poppins (Blunt), volta a entrar na vida da família Banks e com a ajuda do seu amigo Jack (Lin-Manuel), e com os seus truques de magia únicos, ajuda a família a redescobrir a alegria que falta nas suas vidas. Mary Poppins apresenta às crianças uma série de personagens coloridas e lunáticas, incluindo a sua prima excêntrica, Topsy (Meryl Streep).

MARY POPPINS RETURNS é produzido por Rob Marshall, John DeLuca e Marc Platt. O guião é de David Magee, baseado no The Mary Poppins Stories, de PL Travers. Marc Shaiman e Scott Wittman escreveram as novas músicas e Marc compôs a banda sonora original.

MARY POPPINS RETURNS estreia nos cinemas em Dezembro de 2018.

MPR

 

Carros 3

Surpreendido por uma nova geração de pilotos extremamente rápidos, o lendário Faísca McQueen é subitamente afastado do desporto que ama. Para voltar à competição, vai precisar da ajuda de uma jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez, que tem o seu próprio plano para vencer, e da inspiração do fabuloso Hudson Hornet que traz algumas voltas inesperadas. E para provar que o n.º 95 não está acabado, o campeão vai testar a sua coragem na maior corrida da Taça Pistão!

CARROS 3 é realizado por Brian Fee (o artista gráfico de “Carros” e “Carros 2“) e produzido por Kevin Reher (“Uma Vida de Insecto” e a curta metragem “La Luna”).

CARROS 3 estreia nos cinemas portugueses no verão de 2017.

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Disney Channel estreia novo filme original: «BABY-SITTERS EM APUROS»

O Disney Channel estreia, dia 10 de setembro, às 11h00, o Filme Original “Baby-Sitters em Apuros”, um remake contemporâneo do popular filme da década de 80, que junta duas das caras mais conhecidas do canal, Sabrina Carpenter e Sofia Carson.

Esta comédia de imagem real é uma homenagem ao clássico original, com referências familiares e cenas nostálgicas baseadas numa divertida história que celebra a individualidade, a amizade e a aventura.

Sabrina Carpenter ("Riley e o Mundo") e Sofia Carson ("Os Descendentes") formam a dupla protagonista do filme que junta duas amigas improváveis numa aborrecida noite de babysitting, que se transforma numa emocionante viagem pela cidade quando Jenny Parker (Sabrina Carpenter) e Lola Perez (Sofia Carson) procuram uma das crianças que lhes fugiu.

Jenny e Lola, duas raparigas com personalidades distintas, vão a uma entrevista para uma oportunidade de emprego e acidentalmente trocam de telemóveis. A precisar de dinheiro extra, a ousada Lola aceita a proposta dos Andersons quando ligam para Jenny à procura de uma baby-sitter de última hora. Por outro lado, a responsável Jenny já está a tomar conta da família Cooper naquela noite.

A primeira experiência de Lola como baby-sitter segue um rumo imprevisível. Depois de Jenny descobrir o que ela fez, leva as “suas” crianças para casa dos Andersons para ajudar a corrigir a situação, dando início a uma inesperada e emocionante aventura.

“Baby-Sitters em Apuros” tem ainda como protagonistas Nikki Hahn como Emily Cooper, Mallory James Mahoney como Katy Cooper, Max Gecowets como Trey Anderson, Jet Jurgensmeyer como Bobby Anderson, Madison Horcher como AJ Anderson, Kevin Quinn como a paixão de Jenny, Gillian Vigman como Helen Anderson e Gabrielle Miller como Donna Cooper. Os dois vilões da história são Michael Northey, como Tiny, e Ken Lawson como Scalper e Max Lloyd-Jones é o polícia James. Kevin O'Grady é Barry Cooper e Hugo Ateo é Hal Anderson.

"Baby-Sitters em Apuros" é realizado por John Schultz ("Judy Moody em Férias Incríveis", "Os Ténis Mágicos") e escrito por Tiffany Paulsen ("Nancy Drew"). O produtor executivo do filme é Michelle Manning ("Teen Beach 2", "O Clube") e Chuck Minsky é o diretor de fotografia ("O Diário da Princesa: Noivado Real", "Um Dia de Mãe", "Dia dos Namorados", "Ano Novo, Vida Nova").

“Baby-Sitters em Apuros” estreia, dia 10 de setembro, às 11h00, e volta a ser emitido dia 11 às 13h55 e dia 17 às 19h00.

Fonte: Disney Channel

 

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Desenhos animados em milhões de dólares

Os desenhos animados, tanto quanto (ou mais que) os filmes de super-heróis, movimentam hoje enormes fortunas — este texto foi publicado no Diário de Notícias (16 de Agosto), com o título 'Desenhos animados rendem milhões'.

Se quisermos resumir a importância da animação na história recente da indústria cinematográfica, podemos dizer que os desenhos animados passaram a ser um dos factores decisivos do box office (nos EUA e, em boa verdade, no mundo todo). Veja-se o exemplo de Frozen (2013), que arrecadou nada mais nada menos que 1.287 milhões de dólares nos ecrãs de todo o mundo. A produção dos estúdios Disney lidera um lote de quatro títulos que conseguiram superar a margem dos mil milhões — seguem-se Mínimos (2015), da Illumination/Universal, Toy Story 3 (2010), da Pixar, e Zootrópolis (2016), também da Disney; depois, há mais 35 títulos que conseguiram acumular mais de 500 milhões de receitas.

A esmagadora maioria dos filmes que integram esta lista foi produzida através dos mais modernos recursos do desenho digital (no sexto lugar, O Rei Leão, de 1994, é uma das honrosas excepções). Quer isto dizer que tais recursos foram decisivos na reconversão artística e no relançamento comercial das figurinhas animadas, alargando o mercado a muitas derivações de merchandising, desde os tradicionais livros e brinquedos até aos jogos de video. O respectivo volume de negócios atinge os mais altos valores do universo global do entertainment. É o caso da série A Idade do Gelo, dos estúdios Blue Sky, da 20th Century Fox: mesmo deixando de lado as suas muitas ramificações (curtas-metragens, programas de televisão, jogos de video e até um espectáculo de palco), os seus cinco filmes já conseguiram uma receita bruta superior a 3.000 milhões de dólares.

Podemos perguntar qual o lugar dos clássicos nesta história de muitos cifrões. Por exemplo, qual o comportamento financeiro de Branca de Neve e os Sete Anões, a primeira longa-metragem de animação, lançada por Walt Disney na época natalícia de 1937? Pois bem, é o filme que fecha o Top 50 dos filmes de desenhos animados, com uma respeitável receita de 418 milhões de dólares.

Em todo o caso, vale a pena não esquecer a inflação, tendo em conta, antes de tudo o mais, as alterações do preço unitário dos bilhetes de cinema. Pois bem, feitas essas contas para o mercado americano (que conserva estatísticas apuradas de tal evolução), Branca de Neve e os Sete Anões não é apenas o mais rentável filme de animação — é também o nº10 na lista dos mais rentáveis de sempre (liderada por E Tudo o Vento Levou, de 1939). À Procura de Dory (2016), o desenho animado recordista em números absolutos, surge em 82º lugar! Conclusão: vamos menos ao cinema que os nossos avós.

  • Publicado em Feature
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