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Actualizado às 12:37 PM, Feb 14, 2020

Judy

Judy Garland foi uma das mais artistas norte-americanas mais reconhecidas do século XX. Da sua carreira fazem parte papéis marcantes em «O Feiticeiro de Oz» (1939) e «Quando Danço Contigo» (1948), bem como as nomeações para os Óscares por «Assim Nasce Uma Estrela» (1954) e «O Julgamento de Nuremberga» (1961). Com uma voz inesquecível - a música “Over the Rainbow” ficou eternizada pela sua interpretação -, a vida de Garland foi também marcada pela tragédia com a adição de drogas.

«Judy» retrata a famosa artista, mas, ao contrário de muitos biopics, o foco não é a sua ascensão a estrela. Em vez disso, conhecemos Judy já com uma carreira estabelecida mas algo adormecida. A obra é baseada na peça “End of the Rainbow”, de Peter Quilter, e é realizada por Rupert Goold, conhecido por «A Verdadeira História».

A interpretação da protagonista da obra é um dos principais atrativos do filme. Falamos de Renée Zellweger, uma atriz já bastante reconhecida que, curiosamente, tem também agora o seu grande regresso à ribalta. A atriz norte-americana despertou o interesse de público e crítica na obra «Jerry Maguire» (1996), tornando-se num dos principais nomes de Hollywood durante quase uma década. Entre comédias e dramas, Zellweger surpreendia a cada nova personagem, tendo sido nomeada aos Óscares em três anos consecutivos, na categoria de Melhor Atriz Principal por «O Diário de Bridget Jones» (2001) e o musical «Chicago» (2002), e na de Melhor Atriz Secundária por «Cold Mountain» (2003), quando finalmente levou a estatueta dourada para casa. Em 2010, Zellweger viria a fazer uma pausa na carreira de 6 anos, regressando recentemente para voltar um dos seus papéis mais carismáticos, em «O Bebé de Bridget Jones» (2016).

A atriz explica o que a levou a aceitar o desafio: “O que me impressionou foi que, apesar das circunstâncias trágicas e de como elas foram retratadas publicamente, a Judy nunca parou de ter esperança. Era uma pessoa alegre e não me pareceu, de todo, uma figura trágica, mas heróica na sua determinação de continuar e na sua crença de que as coisas iriam melhorar”.

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