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Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

Olivia Wilde - da adolescência à idade adulta

O percurso da atriz de «Dr. House» que se estreia na realização de uma longa-metragem com «Booksmart: Inteligentes e Rebeldes».

Olivia Jane Cockburn nasceu em Nova Iorque e cresceu em Washington. Pertence a uma família de jornalistas mas sonhou tornar-se atriz. Frequentou a The Gaiety School of Acting em Dublin, onde adquiriu a cidadania irlandesa.

Após o regresso aos Estados Unidos, começou a fazer audições para peças com o nome artístico de Wilde, prestando tributo ao famoso autor e poeta irlandês Oscar Wilde. Estreou-se como atriz na curta série de televisão «Skin» (2003-2004) centrada num caso amoroso entre adolescentes incompatíveis.

Olivia Wilde representou o seu primeiro papel no cinema na comédia adolescente «A Miúda do Lado» (2004) e alcançou reconhecimento ao interpretar Alex Kelly, uma jovem bissexual, na série «O. C. – Na Terra dos Ricos» (2004-2005).

Wilde foi então escolhida para o drama criminal «Alpha Dog» (2006), de Nick Cassavetes e descolou dos papéis adolescentes no filme de terror «Turistas» (2006), de John Stockwell, sobre um grupo de três viajantes que se perde numa área rural brasileira, e na comédia «Ano Um», de Harold Ramis, onde desempenha a princesa Inanna, contracenando com Jack Black e Michael Cera.

Neste período iniciou a sua presença na série televisiva «Dr. House» (2007 – 2012), onde durante quatro anos filmou 81 episódios, interpretando uma estagiária bissexual, um papel que lhe valeu a nomeação para dois prémios de atriz em série televisiva. A revista Maxim reparou na sua beleza e colocou-a no topo da lista de 100 mulheres mais bonitas de 2009. Wilde encontrou tempo para assumir o ativismo político e fez campanha para a eleição de Barack Obama durante a campanha presidencial de 2008.

Wilde contracenou com Russell Crowe e Liam Neeson no thriller «72 Horas» (2010), de Paul Haggis, e interpretou Madonna em «Weird: The Al Yankovic Story» (2010), de Eric Appel, uma biografia ficcional que é uma paródia a filmes baseados em músicos.

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A sua notoriedade aumentou quando interpretou Quora, uma figura computorizada no filme de ficção científica «TRON: O Legado» (2010), de Joseph Kosinski. Ela deixou a série «Dr. House» para se dedicar ao cinema surgindo no elenco de «Cowboys e Aliens» (2011), de Jon Favreau, na comédia «Cuidado com o que Desejas» (2011), de David Dobkin, e na distopia «Sem Tempo» (2011), de Andrew Nicoll.

Em 2012, Wilde começou a representar mulheres profissionais modernas e trabalhadoras que gostam de se divertir quando se tornou embaixadora da Revlon. Ela surgiu ao lado de Jim Carrey e Steve Carell na comédia «O Incrível Burt» (2013), de Don Scardino, integrou o elenco de «Rush – Duelo de Rivais» (2013), de Ron Howard, que aborda a rivalidade dos pilotos de fórmula 1 James Hunt e Niki Lauda, voltou a filmar com Paul Haggis em «Na Terceira Pessoa» (2013), um drama romântico que desenvolve três histórias amorosas, e rodou com David Gelb «O Efeito Lazarus» (2015), uma história de terror sobre pesquisas médicas para devolver a vida a pessoas mortas.

Mais recentemente interpretou «A Vigilante» (2018) de Sarah Daggar-Nickson, assumindo o papel de uma mulher que ajuda as vitimas de violência doméstica a escapar dos seus agressores, e «Isto é Vida!» (2018), de Dan Fogelman, sobre as várias fases da relação de um casal nova-iorquino.

A atriz investe na realização e após uma curta-metragem e dois vídeos, podemos ver a sua estreia numa longa-metragem com a comédia «Booksmart: Inteligentes e Rebeldes» (2019), onde conta uma história sobre duas raparigas que tentam recuperar durante uma noite todo o tempo de diversão que não tiveram durante o curso superior.

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