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Actualizado às 10:34 PM, Sep 15, 2019

Nos 100 anos de Kirk Douglas

Destaque Nos 100 anos de Kirk Douglas

Kirk Douglas nasceu no dia 9 de Dezembro de 1916, na pequena cidade de Amsterdam, no estado de Nova Iorque — hoje celebra o seu 100º aniversário.
Se há alguém que (ainda) pode simbolizar todo um imaginário clássico em que o glamour de Hollywood se cruza e, de algum modo, reinventa através de um obstinado humanismo, Kirk Douglas é, por certo, essa pessoa. Vale a pena recordar a esse propósito que a sua invulgar trajectória de actor, pontuada por muitos títulos emblemáticos — A Vida Apaixonada de Van Gogh (Vincente Minnelli, 1956), Duelo de Fogo (John Sturges, 1957), Spartacus (Stanley Kubrick, 1960), Sete Dias em Maio (John Frankenheimer, 1964), O Réptil (Joseph L. Mankiewicz, 1970), etc. —, é indissociável de uma actividade como produtor em que, em momentos decisivos (recorde-se o seu apoio a Kubrick na concretização de Horizontes de Glória, em 1957), soube valorizar alguns decisivos impulsos de transformação do cinema americano.

Aqui ficam imagens de três filmes excepcionais em que Kirk Douglas tem algumas das suas mais brilhantes performances:

— ACE IN THE HOLE/O Grande Carnaval (1951): as relações entre a realidade vivida e a realidade jornalística, numa parábola política de Billy Wilder cuja actualidade nunca se perdeu;

— THE BAD AND THE BEAUTIFUL/Cativos do Mal (1952): os bastidores de Hollywood vistos à lupa por Vincente Minnelli como a tragédia de uma exuberante família disfuncional;

— THE ARRANGEMENT/O Compromisso (1969): a mitologia clássica do sucesso made in America revista pelo olhar metódico e desencantado do grande Elia Kazan.

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