logo

Entrar
Actualizado às 12:33 AM, Nov 18, 2019

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos - trailer

WARCRAFT: O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS

GÉNERO: ÉPICO / AVENTURA

ELENCO: TRAVIS FIMMEL, PAULA PATTON, BEN FOSTER, DOMINIC COOPER, TOBY KEBBELL, BEN SCHNETZER, ROB KAZINSKY E DANIEL WU

REALIZAÇÃO: DUNCAN JONES ARGUMENTO: CHARLES LEAVITT E DUNCAN JONES
BASEADO EM: “WARCRAFT” DA BLIZZARD ENTERTAINMENT
PRODUÇÃO: CHARLES ROVEN, THOMAS TULL, JON JASHNI, ALEX GARTNER E STUART FENEGAN

SINOPSE:

A LEGENDARY PICTURES E A UNIVERSAL PICTURES APRESENTAM WARCRAFT: O PRIMEIRO ENCONTRO DE DOIS MUNDOS, UMA AVENTURA ÉPICA NUM MUNDO EM CONFLITO, BASEADO NO FENÓMENO GLOBAL DA BLIZZARD ENTERTAINMENT.

O PACÍFICO REINO DE AZEROTH ESTÁ À BEIRA DA GUERRA QUANDO A SUA CIVILIZAÇÃO ENFRENTA UMA TEMÍVEL RAÇA DE INVASORES: ORCS GUERREIROS QUE ABANDONAM O SEU LAR EM RUÍNA PARA COLONIZAR OUTROS. QUANDO UM PORTAL SE ABRE PARA CONECTAR OS DOIS MUNDOS, UM EXÉRCITO ENFRENTA A DESTRUIÇÃO E OUTRO A EXTINÇÃO. DE LADOS OPOSTOS, DOIS HERÓIS SÃO COLOCADOS NUM CAMINHO DE COLISÃO QUE IRÁ DECIDIR O DESTINO DAS SUAS FAMÍLIAS, DOS SEUS POVOS E DAS SUAS CASAS.

ASSIM COMEÇA A SAGA DE PODER E SACRIFÍCIO ONDE A GUERRA TEM MUITAS CARAS E TODOS LUTAM POR ALGO.

(Fonte:Universal)

  • Publicado em Videos

Money Monster - trailer

Título Original: Money Monster
Género:
Thriller
Realização:
Jodie Foster
Elenco:
George Clooney, Julia Roberts, Jack O’Connell, Dominic West, Giancarlo Esposito, Caitriona Balfe

Data de Estreia:
maio de 2016

No intenso thriller MONEY MONSTER, realizado por Jodie Foster, Lee Gates (Clooney) é uma bombástica personalidade da televisão, cujo popular programa sobre investimentos financeiros o torna no guru do dinheiro em Wall Street. Mas depois de Gates promover a compra de ações de uma empresa de alta tecnologia, que misteriosamente entra em crash, um investidor irado (O’Connell) faz Gates, a sua equipa
e a sua produtora Patty Fenn (Roberts) reféns durante a emissão ao vivo do programa. Num desenvolvimento em tempo real, Gates e Fenn terão de encontrar uma forma de se manterem vivos e, simultaneamente, desvendarem a verdade por trás de uma teia de grandes mentiras financeiras.

  • Publicado em Videos

Maggie - DVD

«Maggie» (2015) é a obra mais inesperada onde poderíamos ver Arnold Schwarzenegger após o seu longo hiato cinematográfico, provocado pelo seu pelouro como governador da “Kalifórnia” [“Cal State” com sotaque de Schwarzenegger]. A interpretação é uma revelação pela sua amargura, trazendo à tona reminiscências do actor/herói de acção Clint Eastwood quando entrou no (eterno) crepúsculo da sua carreira – Schwarzenegger está quase com 70 anos. Em plena moda dos zombies, «Maggie» é um respeitável tratado emocional da relação de um pai prestes a perder a sua filha num mundo flagelado por uma epidemia que está difícil de controlar. A par das interpretações (Abigail Breslin amadureceu muito bem) está um argumento cheio de linha e uma realização de estreia de Henry Hobson que deixa as atmosferas, o suspense e o drama humano tomar conta do filme em uma daquelas obras que fica na retina pela angústia e empatia que cria junto do público.

A Caminho do Oeste

O trabalho de estreia de John Maclean é uma interessante visão de autor sobre o western. Características marcantes na encenação, diálogos, encenação e tom da narrativa distinguem esta obra. «A Caminho do Oeste» é uma revisitação do western clássico que traz ao de cima um lado existencial, personagens excêntricos e a procura do amor num lugar onde existe apenas o ódio e a sobrevivência através das balas. Um jovem aristocrata escocês (Kodi Smit-McPhee) parte para a América à procura da sua paixão (Caren Pistorius) que se refugiou nas planícies do Oeste. Pelo caminho ele encontra um companheiro de viagem (Michael Fassbender) que também procura a rapariga, por diferentes razões. A viagem para Oeste fica marcada por uma série de encontros violentos e insólitos com personagens extravagantes, destaque para o fabuloso Ben Mendelsohn. Um filme completo que vale a pena descobrir em DVD e ultrapassa as fronteiras do género.

The Revenant

O impacto de «The Revenant: O Renascido» transcende as fronteiras do ecrã. Não é um filme, é uma experiência religiosa. A Santíssima Trindade é formada pelo realizador Alejandro González Iñárritu, o director de fotografia Emmanuel Lubezki e o actor Leonardo DiCaprio.

Baseado no argumento de Mark L. Smith, trabalhado durante cinco anos pelo consagrado realizador mexicano Alejandro González Iñárritu, «The Revenant: O Renascido» faz-nos recuar 200 anos e coloca-nos perante uma América inexplorada e selvagem, numa composição que é um clássico moderno de um filme de fronteira. Inspirado na lendária história de sobrevivência de Hugh Glass, um explorador notável, exímio caçador e comerciante de peles que é abandonado e dado como morto por membros do seu grupo após ter sido atacado por um urso pardo, o filme introduz outros elementos ficcionais, como a relação de Glass com o seu filho mestiço. A crueldade de que o rapaz será vítima farão Glass interrogar-se se a vingança será suficiente para sarar a ferida aberta. A intromissão de memórias de um passado traumático, pintado em tons surrealistas, e onde há laivos de Terence Malick, acrescenta uma maior densidade à acção. A história de vingança é o ponto de partida para percorrer cenários remotos, reais e usualmente afastados do grande ecrã na era do digital onde as filmagens com luz natural e a rodagem em sequência cronológica – do Outono a um Inverno rigoroso –, trazem à tela muito gelo, nevoeiro, chuvas e nevões que não são fictícios. Estas condições extremas foram um verdadeiro tour de force para o elenco e a produção mas um deslumbre para o nosso olhar.

«The Revenant» deixa o poder das imagens falar por si. Ficamos siderados com este recuo aos primórdios do cinema. Vem à memória a ingenuidade do épico «Tabu», de F.W. Murnau, ou, mais recentemente, «As Brancas Montanhas da Morte» (1972), de Sydney Pollock, mas é o «Novo Mundo», de Terence Malick, o filme que não só em termos visuais mas também temáticos mais se aproxima deste relato que retrata o fim da inocência no cruzamento do homem branco com os nativos americanos e explora o diálogo com a natureza. Além disso, e não é um pormenor, «The Revenant» partilha o mesmo director de fotografia, Emmanuel Lubezki.

Parco em palavras, o filme espelha a relação do homem com a natureza em acções que têm ressonância na sociedade moderna. Passados quase 200 anos, observamos práticas que ainda são comuns no nosso mundo: o consumismo desenfreado, a xenofobia e o desrespeito pelo meio ambiente. Alejandro González Iñárritu filmou e retratou os nativos americanos com dignidade, estes não são os típicos índios retratados pelo cinema clássico, não são os “maus da fita” nem motivo para o velho dualismo “índios versus cowboys”. Neste caso são seres humanos, com a sua agenda própria e com divisões profundas entre as várias tribos. A sub-trama deste filme gira em torno dos nativos e envolve um rapto, aspecto que é também baseado em factos verídicos.

O filme faz-nos embarcar na viagem de Hugh Glass sobre os limites da chacina, coloca-nos junto com a personagem no centro da espiral de violência, mas é nesse centro, no olho do furacão, que o perdão se mostra como força redentora. A obra não faz disso uma bandeira e não serve para nos dar lições de moral mas está omnipresente o peso dessa questão no final desta jornada épica. O que se inicia como uma viagem de vingança torna-se uma obra de redenção.

As condições ambientais rigorosas em que os actores trabalharam contribuíram de certa forma para adicionar mais ímpeto e até um lado visceral às performances. Tom Hardy está novamente brilhante como John Fitzgerald, um pragmático ignorante que apenas quer salvar a sua pele – mais uma vez tiramos o chapéu ao brilhantismo do argumento ao evitar retratar o personagem de modo maniqueísta. Domhnall Gleeson também dá cartas com seu desempenho como o líder da expedição, o Captão Andrew Henry que segue a honra e o dever perante homens preparados para fazerem tudo. Gleeson é um actor a seguir no futuro, especialmente se tivermos em conta o seu desempenho em «Star Wars: O Despertar da Força». Mas a verdade é que todos ficam distantes da performance imperial de Leonardo DiCaprio. A sua entrega ao personagem é total. Mesmo com poucas linhas de diálogo, tudo assenta na forte presença física e na intensidade do seu olhar. Se o Oscar lhe fugir teremos em mãos um caso de polícia.

À semelhança de «Birdman», o último trabalho de Alejandro González Iñárritu em conjunto com Emmanuel Lubezki, o seu director de fotografia, «The Revenant» também é uma obra a duas mãos. Iñárritu e Lubezki são dois artistas visuais em perfeita sintonia, as técnicas de uma câmara deambulante em cima dos personagens e que nos leva ao amago da acção e das emoções contemplando o espaço a 360 graus advém muito deste “mestre da luz” que é Emmanuel Lubezki. «The Revenant» dificilmente poderia ter sido produzido com outro realizador (rodar numa centena de localizações em regiões remotas durante um ano?!), no entanto a coragem do estúdio é premiada por um triunfo magistral do cinema. «The Revenant» é um intenso espectáculo visual e um testemunho da coragem humana face às enormes contrariedades da vida.

Título Nacional: The Revenant: O Renascido
Título Original: The Revenant
Realização: Alejandro González Iñárritu
Actores: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Will Poulter
Duração: 156’
Ano: 2015
Origem: EUA
Classificação: 5

 

Assinar este feed RSS