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Actualizado às 3:58 PM, Jan 19, 2020

Oferta de convites «Uma Vida Escondida» Lisboa e Vila Nova de Gaia

Baseado em factos reais, "Uma Verdade Escondida", o novo filme do visionário realizador Terrence Malick, retrata a história verídica de Franz Jägerstätter, um camponês e objetor de consciência austríaco.

Franz leva uma vida simples, mas gratificante, na quinta da família na aldeia montanhosa de St. Radegund, quando em 1940 é convocado para o treino militar do exército nazi, no início da Segunda Guerra Mundial.

AHiddenLife PT

 

Passatempo

A NOS Audiovisuais e a Revista Metropolis têm convites duplos para a antestreia de «Uma Vida Escondida» em Lisboa e Vila Nova de Gaia.

LISBOA
14 de janeiro, 21h30
Cinemas UCI El Corte Inglés

Porto
14 de janeiro, 21h30
Cinemas UCI Arrábida Shopping

Indicações especiais:

* Os premiados deverão apresentar-se com o seu CC ou outro documento identificativo preferencialmente até 30 minutos antes do início do evento, para levantar os seus convites;
* Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos;
* Só será permitido levantar um convite duplo por pessoa.

Por favor leia as regras dos passatempos

Para se habilitar a um dos convites válidos para duas pessoas que temos para oferecer, seja preferencialmente nosso fã no Facebook. Basta colocar um gosto na nossa página. Se já é nosso fã, o nosso muito obrigado! E responda a uma pergunta.

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REGRAS GERAIS DOS PASSATEMPOS

* SE NUNCA GANHOU CONVITES METROPOLIS PODE INDICÁ-LO NA ÁREA DOS COMENTÁRIOS.
* Os dados comunicados não serão revelados a terceiros.
* Todas as participações serão numeradas por ordem de chegada e um programa informático seleccionará as premiadas;
* Solicitamos a todos os participantes que consultem com regularidade as suas caixas de correio, incluindo o "Lixo";
* O envio de mails aos premiados até cerca de 24 horas antes da sessões é uma cortesia. A Metropolis publica listas de premiados pouco depois do apuramento.
* Os convites são válidos no limite dos lugares disponíveis e devem ser levantados atempadamente antes da hora marcada para a sessão. A METROPOLIS não se responsabiliza caso a sua entrada seja recusada por excesso de lotação.
* Os faltosos serão excluídos de futuras ante-estreias METROPOLIS. Por favor, participe apenas se desejar e puder estar presente.
* Evite participar em seu nome e no de mais de 20 amigos. A não ser que eles não tenham acesso a internet, não há justificação para que não sejam eles a fazê-lo. As hipóteses de ganhar aumentam com as participações verdadeiramente individuais.

«A Hidden Life» de Terrence Malick

Com uma Palma de Ouro conquistada com “A Árvore da Vida”, Terrence Malick aperfeiçoou as suas viagens extrasensoriais pela metafísica quase teológica, o que não serviu de exemplo para três filmes que exibiram um cansaço narrativo e formal desta sua marca autoral. Convém afirmar que o seu retorno (ou diríamos antes, cedência) pelo storytelling de estrutura mais convencional sirva de frescura à sua arte de metaforizar. “A Hidden Life” centra na história do austríaco Franz Jägerstätter, um objetor de consciência que recusou lutar ao lado dos Nazis, para desenvolver como um peculiar conto de amor, morte e de preservação da alma.

A música de Terrence Malick

O novo filme de Terrence Malick, Song to Song, vai ser revelado a 10 de Março, no festival South by Southwest, na cidade de Austin, Texas. E não é por acaso: com um elenco que inclui Michael Fassbender, Ryan Gosling, Rooney Mara e Natalie Portman, anuncia-se como uma teia romanesca tendo por pano de fundo, justamente, a cena musical de Austin — ainda sem data portuguesa, já temos cartaz e trailer.

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Terrence Malick — o novo trailer

É mesmo verdade: Terrence Malick, o realizador de «A Árvore da Vida» (2011), «A Essência do Amor» (2012) e «Cavaleiro de Copas» (2015), tem um novo filme: um documentário. Chama-se «Voyage of Time», foi especialmente concebido para as salas IMAX e estreará em Outubro nos EUA — Brad Pitt é quem apresenta o trailer; ele e Cate Blanchett são os narradores do filme.

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Cavaleiro de Copas

Ao longo de «Cavaleiro de Copas» seguimos a história fragmentada e dispersa de Rick (Christian Bale), que trabalha na indústria cinematográfica de Hollywood como argumentista. Seguimos um homem aparentemente vazio de emoções, que apenas observa ou reage mecanicamente à vida que o rodeia. Nas suas deambulações vemo-lo em diferentes contextos: com o pai (Brian Dennehy), o irmão (Wes Bentley), em festas extravagantes e quase sempre na companhia de diferentes e belas mulheres, com as quais parece ter uma ligação fugaz.

Rick é um cavaleiro andante à procura de algo, como aponta o título do filme; no tarot a carta cavaleiro/valete de copas significa a busca por um amor ou ideal, porém retrata também a falta de objetividade e realismo que muitas vezes são necessárias para compreender a situação que se está a viver. Talvez a personagem procure o sentido da sua vida, talvez o grande amor ou talvez uma pérola, como no conto infantil que o pai lhe contava. Mas, como no conto, também Rick caiu num sono profundo, numa existência dormente, sendo assim incapaz de ler claramente a situação que está a viver.
Esta é a demanda de Rick, e por conseguinte o sentido da carta, que Terrence Malick deseja registar, entrando assim novamente no campo do lirismo e do onírico, como já tinha feito nos seus trabalhos anteriores – «A Essência do Amor» (2012) e «A Árvore da Vida» (2011). Em «Cavaleiro de Copas», o realizador joga com fragmentos de cenas e de voice-over, dispersos como um baralho de cartas – também os capítulos que o dividem remetem para as cartas de tarot: O Eremita, O Sol, A Morte, são alguns exemplos. O filme acontece numa constante mudança de cenas, sem um fio linear que lhes dê sentido, o que vemos tanto podem ser flashbacks ou flashforwards, cabe-nos a nós tentar encaixar os pedaços numa ordem qualquer, participando desta forma no filme.

Porém, o carácter fragmentário do filme em vez de enaltecer o tom poético, apenas evidencia a falta de estrutura de um filme desabitado. A sua narrativa repetitiva está presa a uma personagem principal que atua quase sempre da mesma forma nas suas relações, apesar de estar com diferentes mulheres, Rick cria um padrão de comportamento autodestrutivo. Por outro lado, o uso exaustivo do voice-over como único meio de acesso ao interior das personagens, aos seus pensamentos, revela-se um fraco mecanismo, uma vez que não existe equilíbrio entre a representação e a essa voz interior, pois muitas vezes desencontram-se e isso torna as emoções e sentimentos inverosímeis. Ou seja, vemos Rick a festejar em Las Vegas, a conduzir o seu descapotável, a perseguir alegremente raparigas pelo quarto de hotel ao mesmo tempo que ouvimos a sua sorumbática voz a perguntar o que fez de errado.
Para além disso, sentimos que os próprios atores não conseguem habitar as personagens, estão perdidos – principalmente Christian Bale que tenta literalmente achar-se durante o filme –, não sabem o que fazer, sem o suporte de um enredo, daí que em muitas cenas apenas olhem, esperem a reação do outro. «Cavaleiro de Copas» é mais um projeto de Terrence Malick que não convence o público, que continua à espera de outra obra como «A Barreira Invisível» (1998).

tres estrelas

Título Nacional
Cavaleiro de Copas
Título Original
Knight of Cups
REALIZADOR
Terrence Malick
ACTORES
Christian Bale
Cate Blanchett
Natalie Portman
ORIGEM
EUA
DURAÇÃO
118´
ANO
2015

(Publicado originalmente na revista Metropolis nº36)

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