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Actualizado às 2:55 PM, Oct 22, 2019

«Port Authority» - crítica

Destaque «Port Authority» - crítica

Eis uma love story ambientada na cena LGBTQ da dança (vogue é o estilo em foco) de Nova York. Esta longa é produzida pelo carioca Rodrigo Teixeira e sua RT Filmes (de «Chama-me Pelo Teu Nome»). Nela, Danielle narra o enamoramento entre o jovem Paul (Fionn Whitehead) e Wye, diva adolescentes de um grupo de dançarinos gays, representação de Leyna Bloom (cujo talento coleciona elogios na Europa). A relação entre eles corre no auge do encantamento até que ele descobre que ela é uma mulher trans. Apoiada por conselhos de Scorsese durante todo o processo (“este filme não traz um universo que ele filme, mas fala de um mundo que ele respeita e quer entender mais”, diz a diretora de 37 anos), Danielle buscou um elenco de intérpretes não conhecidas do público. O seu esforço era evitar que a fama de algum ator conhecido pudesse ofuscar a relação de descoberta que tenta retratar. “Relações transgénero em Nova York são bem comuns. Mas muitos lugares do mundo, jovens cisgênero ainda se sentem ‘menos homens’ por amarem mulheres que aparentam um traço masculino de base no corpo”, diz Danielle. “Meu desejo era quebrar barreiras e diluir a intolerância”.

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