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Actualizado às 10:34 PM, Sep 15, 2019

«Les Plus Belles Années D’une Vie» - crítica

Destaque «Les Plus Belles Années D’une Vie» - crítica

O veterano Claude Lelouch regressou à Croisette com um ensaio sobre a sua carreira, condensando isso numa particular história o qual tem desenvolvido ao longo de 53 anos. Foi em 1966 que vimos pela primeira vez este casal (Anouk Aimée e Jean-Louis Trintignant) através do seu «Um Homem e uma Mulher», e matamos as saudades através do reencontro em 1986 com «Um Homem, uma Mulher: 20 Anos Depois». «Les Plus Belles Années D'une Vie» anuncia o fim de um amor inconsolado com as constantes trocas de olhares destes amantes que escapam constantemente por territórios oníricos e fantasias escapista. Se não soubéssemos que Lelouch está em vias de terminar «La vertu des impondérables», diríamos que estávamos perante no derradeiro adeus. O esperado desfecho da sua trilogia.

* Crónica publicada na revista Metropolis nº69 (Junho/Julho 2019)

 

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