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Actualizado às 4:26 PM, Jan 20, 2019
Jorge Pinto

Jorge Pinto

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Ballers

Dwayne Johnson aka The Rock é o protagonista da nova comédia produzida para a HBO, «Ballers» desenrola-se no reino da fantasia e do trabalho duro no mundo do futebol americano. A série está preenchida com aparições especiais dos profissionais da liga profissional de futebol americano nos Estados Unidos, a NFL, deseja mostrar com humor uma cultura faustosa com fontes bem reais de inspiração.
Spencer Strasmore (Dwayne Johnson) é um ex-jogador que se torna conselheiro financeiro de jogadores profissionais no activo, após o final da sua carreira o que lhe resta é o respeito e os comprimidos para as dores. Os seus principais amigos são Charles Greane (Omar Benson Miller) e Ricky Jerret (John David Washington). Charles terminou igualmente a carreira e inicia um emprego como vendedor de automóveis para apaziguar os ânimos da esposa. Ricky é um jogador que está no activo mas sem margem de manobra para continuar a fazer disparates fora de campo o que se torna numa missão impossível. Rob Corddry está imparável na série como Joe o chefe de Spencer na agência de talento. Joe e Spencer perdem horas a fio a cuidar de um novo talento da Liga, Vernon Littlefield (Donovan W. Carter), um super defesa que está mal aconselhado e colocou o pé em terrenos perigosos que ameaça o seu futuro contrato milionário com os Dallas Cowboys. Este é um dos principais pontos de interesse da primeira época, a série já foi renovada para mais uma temporada.
A série desenrola-se em Miami entre os carros potentes e gente deslumbrante nos sítios mais in da cidade. «Ballers» foi criada e produzida por Stephen Levinson («Boardwalk Empire», «A Vedeta», «Terapia»), seguindo a mesma linha de «Entourage»/«A Vedeta» olhando para os bastidores da NFL como Entourage olhava para Hollywood. O realizador Peter Berg dirige o primeiro episódio e ainda faz uma perninha no papel de treinador dos Miami Dolphins. «Ballers» é um touchdown!

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Crítica "Fear The Walking Dead": A calma antes da tempestade

"Fear the Walking Dead", do canal AMC ("Breaking Bad" e "Mad Men"), é uma série de Robert Kirkman, o criador do universo "The Walking Dead" (um crédito partilhado nos comics juntamente com Tony Moore e Charlie Adlard).

A ação desenrola-se em Los Angeles no advento do surto de zombies. Fazendo parte da mitologia criada por Robert Kirkman, a nova série não é diretamente uma prequela ou um "spin-off" da série televisiva "The Walking Dead".

Em termos cronológicos podemos afirmar que os eventos acontecem no mesmo período temporal em que o herói da série mãe, Rick Grimes (Andrew Lincoln), esteve em coma.

No início da série original, os espectadores não sabem o que se passou, apenas que, quando este acordou, o mundo estava virado do avesso. "Fear the Walking Dead" explora na primeira temporada precisamente esse caos civilizacional, o dia zero em que tudo começou, a calma antes da tempestade.

É uma história paralela de sobrevivência e metamorfose de personagens perante um mundo sem contemplações. No primeiro episódio, os autores brincam com as expectativas e a ansiedade dos espectadores e saem-se muito bem em diversas sequências onde esperamos o óbvio (leia-se, zombies).

O enredo dramático anda em torno do início de uma nova família. O protagonista, Travis Manawa (Cliff Curtis), é um professor de inglês divorciado com uma relação complicada com a sua ex-mulher e o filho. Travis começou a viver na casa da namorada, Madison Clark (Kim Dickens), a colega do liceu onde ambos trabalham. Madison tem dois filhos, Nick Clark (Frank Dillane) e Alicia Clark (Alycia Debnam-Carey), e a relação no núcleo familiar não é a mais fácil, apesar do esforço de Travis.

Alicia está cética com a entrada do namorado da mãe na família e Nick tem demasiados problemas de toxicodependência. É através de Nick que vemos em primeira mão o olho da tempestade. É interessante que as fragilidades deste personagem aliadas a uma cultura de desinformação e o caos da metrópole de Los Angeles, com o constante som de helicópteros e sirenes, criem um ambiente propício de alucinação e surrealismo.

Los Angeles substitui as florestas da Geórgia, da série original. Aqui, a cidade e a sua "fauna" tornam-se um personagem vivo e dão-nos a sensação de que o perigo pode surgir a cada esquina.

"Fear the Walking Dead" foi também criada por Dave Erickson (argumentista de "Sons of Anarchy") que ocupa as funções de "showrunner" (direção de argumento). Os criadores pretendem que a série dure cinco a seis temporadas com cada época a ter o seu tema e a sua estrutura como fosse uma longa-metragem.

A primeira temporada conta com seis episódios e já foi renovada para uma segunda época com quinze episódios.

A direção de fotografia de Michael McDonough tem um visual idêntico à de "The Walking Dead", com a utilização de filtros amarelos e um universo descolorido com ênfase no realismo. A música dos créditos iniciais pertence ao galardoado Atticus Ross ("A Rede Social") e dilui-se numa orquestração musical que é perfeita para um registo de mistério e terror com a introdução de constantes sons atmosféricos.

O canal AMC não anda a dormir e pretende controlar futuramente os seus conteúdos: a produção e a distribuição da série ficam a cargo da casa mãe. Por exemplo, "The Walking Dead" é produzida pela AMC e exibida em Portugal pela FOX. O tiro de partida desta nova política de distribuição global com day-and-date é feita com "Fear the Walking Dead", que irá estrear todos os episódios da série em simultâneo em 120 países entre a América do Norte, Europa, Ásia e América Latina, um modelo de futuro que traz aos canais de distribuição oficiais mais-valias e sobretudo público que não se dilui nos métodos alternativos de visionamento das suas séries favoritas.

"Fear the Walking Dead" tem os ingredientes para ser mais um evento global. A força da história é filtrada por personagens com carisma que vão sobreviver à natureza de um novo mundo enquanto se explora e fortalece a dinâmica e o desenvolvimento de personagens no seio de uma nova "família" num mundo pejado de zombies.

Preparem-se para uma excelente dose de drama e terror real e subliminar, uma série promissora para ver no canal AMC.

Jorge Pinto

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Metal Gear Solid V: The Phantom Pain - Launch Trailer

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Chefes Intragáveis 2 - BD

Nick (Jason Bateman), Kurt (Jason Sudeikis) e Dale (Charlie Day) são três grandes amigos que voltam a ser enganados, não por um patrão mas por um intragável parceiro comercial (Christoph Waltz). Um plano maquiavélico para raptar o filho (Chris Pine) do parceiro comercial acaba por sofrer uma viragem inesperada com os conselhos e a interferência de uma troupe de idiotas, incluindo a ninfomaníaca Dra. Julia (Jennifer Aniston), adicionando mais confusão aos planos de vingança.


Infelizmente, o humor é muitas vezes substituído pelo insulto fácil que não surte gargalhadas e «Chefes Intragáveis 2» é uma comédia falhada. O primeiro filme tinha energia e originalidade, mas a sequela é uma repetição de gag´s e actores em modo de frete. Além dos suspeitos do costume que formam apenas uma grande cacofonia, encontramos vários nomes oscarizados (Kevin Spacey, Jamie Foxx e Christoph Waltz) com papéis que estão longe de estar a altura do seu talento.

A edição BD tem um making of, gags e cenas cortadas.

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