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Actualizado às 10:16 PM, Dec 11, 2019

Mogwai no NOS ALIVE'19 | 11 DE JULHO

Os veteranos Mogwai, são a mais recente confirmação do NOS Alive’19. A banda escocesa de post-rock junta-se aos já anunciados The Cure, Weezer, Ornatos Violeta e Linda Martini no dia 11 de julho no Palco NOS.

Mogwai são Dominic Aitchison, Stuart Braithwaite, Martin Bulloch e Barry Burns. Com duas décadas de existência, o quarteto leva até ao Passeio Marítimo de Algés um repertório onde passa pelos seus nove discos de estúdio. Desde o trabalho de estreia “Mogwai Young Team” dos anos 90 até ao ”Every Country's Sun” , último álbum lançado pelo grupo em 2017.

As atuações de Mogwai ao vivo são únicas, caracterizadas pelas guitarras distorcidas, pelos baixos melódicos e pelas pujantes baterias, características do post-rock.

Fonte: Everything is New

Pixies em Lisboa

Os norte-americanos Pixies, aclamados como a banda pioneira, e a mais influente do movimento rock dos anos 80, anunciam digressão mundial. O mote é a apresentação do novo álbum, com lançamento previsto para o mês de setembro. Esta digressão, que marca o seu regresso à estrada após dois anos de pausa, terá início em setembro no Reino Unido, e terá passagem por 33 cidades e 16 países europeus. Black Francis, Joey Santiago, David Lovering e Paz Lenchantin confirmam passagem por Portugal, dia 25 de outubro, no Campo Pequeno em Lisboa.

Fonte: Everything is New

IDLES em Portugal

Idles, a banda Punk Rock de Bristol, vai embarcar pela primeira vez numa digressão mundial, com o propósito de apresentar o novo álbum "Joy As An Act of Resistance". O quinteto tem passagem confirmada no Porto a 26 de novembro, no Hard Club, seguindo para Lisboa a 27 de novembro, onde atuam no Lisboa ao Vivo - LAV.

Com o lançamento do novo álbum confirmado para dia 31 de agosto de 2018, a banda inglesa de Bristol já partilhou com os fãs dois singles, "Danny Nedelko" e “Colossus”. Produzido pelo Space e misturado por Adam Greenspan e Nick Launay (Arcade Fire, Yeah Yeah Yeahs, Kate Bush), "Joy as an Act of Resistance", aponta para tudo, desde a masculinidade tóxica, nacionalismo, imigração e desigualdade de classes – tudo isto enquanto mantém entranhada uma positividade contagiante. O vocalista Joe Talbot resume: “This album is an attempt to be vulnerable to our audience and to encourage vulnerability; a brave naked smile in this shitty new world. We have stripped back the songs and lyrics to our bare flesh to allow each other to breathe, to celebrate our differences, and act as an ode to communities and the individuals that forge them. Because without our community, we’d be nothing.”

Fonte: Everything is New

Björk: mais uma canção utópica

Está quase a chegar o álbum Utopia, de Björk. Depois de The Gate, aí está uma nova canção: Blissing Me surge num misto de fluidez e fragmentação, filmada num extraordinário plano-sequência por Tim Walker & Emma Dalzell.

all of my mouth was kissing him
now into the air i am missing him
is this excess texting a blessing
or just two music nerds obsessing

he reminds me of the love in me
i’m celebrating on a vibrancy
sending each other mp3s
falling in love to a song

this handsommest of wickermen
he asked if i could wait for him
now how many lightyears this interim
while falling in love with his songs

his hands are good in protecting me
touching and caressing me
but would it be trespassing
wanting him to be blissing me
robbing him of his youth

cliffhanger like suspension
my longing has formed its own skeleton
bridging the gap between singletons
sending each other these songs

the interior of these melodies
is perhaps where we are meant to be
our physical union a fantasy
i just fell in love with

so i reserve my intimacies
i bundle them up in packages
my rawward longing far too visceral
did i just fall in love with love?

Aretha Franklin em versão "digest"

Um grande e amargo embaraço... Porquê, e para quê, refazer algumas gravações clássicas de Aretha Franklin, acrescentando-lhe as competências de uma grande orquestra?
Escusado será dizer que não são as qualidades da Royal Philarmonic Orchestra que estão em causa, muito menos a perenidade dos registos da Rainha do Soul. Escutando A Brand New Me, resta saber o que é que a intrusão da orquestra traz à singularidade de tais registos... Nada — a não ser a embaraçosa vulgaridade de um conceito "digest" da cultura popular em que, como se prova, a energia dos originais se tornou o mais fraco dos valores.
A seguir:
— o video promocional deste infeliz projecto;
— sons do single que inclui Let it Be e Son of a Preacher Man (1970), ou seja, the real thing.

 

 

Charlotte Gainsbourg, opus 5

O apelido pesa na démarche de Charlotte? Claro que sim. Mas não de acordo com a noção, afinal simplista, de que "filho(a) de peixe sabe nadar". A filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin soube construir um edifício musical, por certo não estranho ao misto de versatilidade e auto-ironia da respectiva herança, mas preservando sempre a singularidade de uma voz (no sentido vocal, mas também simbólico) que não abdica da ligeireza contraditória da pop.

Já conhecíamos a canção-título de Rest, quinto álbum de Charlotte Gainsbourg. O seu teledisco era, aliás, um sedutor jogo de espelhos, oscilando entre a contemplação e a irrisão que a dimensão humana pode conter. Algo de semelhante se poderá dizer a propósito desta encenação de Ring-a-ring o' roses, canção em ziguezague entre francês e inglês, evocando a verdade perdida de um amor original, em contraponto com o ritmo peculiar de uma canção infantil [nursery rhyme] — tão perto do medo da morte, tão simples como o instante de uma carícia.

Premier appel
Originel
Premier baiser
Purement maternelle
Première foulée
Effort enragé
Première ivresse
Rêve de déesse

Ring-a-ring o' roses
Pocketful of posies
We all fall down
Round and round in circle
Waiting for a miracle
Kiss the crowd
Ring-a-ring o' roses
Pocketful of posies
We all fall down
Round and round in circle
Waiting for a miracle
Kiss the crowd

Premier amour
Je jure solennel
Premiers ébats
Va au septième ciel
Premier chagrin,
Premier coup de poing
Première affaire
Premier salaire

Ring-a-ring o' roses
[...]

Premier enfant
Monstre bruyant
Premier cheveu blanc
Crâne le temps
Premier pépin
Début de la fin
Dernier soupir
Qu'il soit de plaisir

Ring-a-ring o' roses
[...]

Malcolm Young (1953 - 2017)

Foi um dos fundadores dos AC/DC: o guitarrista Malcolm Young faleceu no dia 18 de Novembro em Elizabeth Bay, Sydney, Australia — contava 64 anos.

Com o seu irmão Angus Young, tal como ele nascido em Glasgow, Escócia, Malcolm criou a banda australiana AC/DC, em 1973, concretizando uma peculiar associação de rock, blues e heavy metal. Desde o primeiro álbum, High Voltage (1975), o seu som, ao mesmo tempo vibrante e ritualizado, conferiu-lhes uma enérgica imagem de marca, em particular nas performances ao vivo. Apesar de diversas alterações na formação do grupo, os dois irmãos mantiveram-se como as suas personalidades emblemáticas, até ao álbum Black Ice (2008). Considerado um dos mais brilhantes músicos de guitarra rítmica da sua geração, Malcolm afastou-se dos AC/DC em 2014 para ser tratado da demência que o atingiu — já não participou no álbum Rock or Bust (2014), tendo sido substituído pelo seu sobrinho Stevie Young.

>>> Thunderstruck, single do álbum The Razors Edge (1990), dos AC/DC — vocalista: Brian Johnson.

Eminem — 3 canções no SNL

Quando chega o novo álbum de Eminem? Ainda não se sabe — mesmo o título já divulgado, Revival, permanece uma hipótese. O certo é que uma canção já é conhecida: Walk on Water, com a colaboração de Beyoncé. O tema reapareceu numa passagem pelo Saturday Night Live (NBC), agora na companhia de Skylar Grey, que também acompanhou Eminem em Stan e Love the Way You Lie (cujos originais contam com Dido e Rihanna, respectivamente) — uma bela trilogia de um homem a reorganizar memórias, reflectindo sobre os caminhos incertos da (sua) própria fama.

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